Registros das listas públicas do Tribunal de Contas da União, com decisão transitada em julgado. É decisão sobre contas públicas, não processo criminal. O vínculo usa CPF e nome idênticos. A ausência de registro aqui não significa que a pessoa não responda a processos em outros órgãos. Encontrou um erro?
| situação | processo | acórdão | trânsito em julgado | fonte |
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| contas julgadas irregulares | 031.496/2012-1 | 6257/2016-2C | 18/03/2023 | ver no TCU |
| contas julgadas irregulares | 019.915/2013-6 | 1481/2017-1C | 27/08/2020 | ver no TCU |
| contas julgadas irregulares | 011.942/2006-7 | 1878/2007-1C | 02/08/2007 | ver no TCU |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve três pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e ROSANI DONADON) e um terceiro, JORGE TONEL, com partidos diferentes (PDT e PSD) e sem coligação declarada nos dados. O dinheiro sai de MELKISEDEK para TONEL como despesa em 2018, TONEL doa o mesmo valor a ROSANI em 2020, e ROSANI doa de volta a MELKISEDEK em 2018 — um loop fechado de R$ 26.500 com valores que batem exatamente (R$ 4.000). A coincidência de valores idênticos e o ciclo entre pessoas sem vínculo partidário explícito justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve três pessoas com sobrenome DONADON (MELKISEDEK e ROSANI) e um terceiro, JEVERSON LEANDRO COSTA, que não aparece como candidato ou partido no resumo. O dinheiro sai de MELKISEDEK como despesa para JEVERSON, que doa para ROSANI, que doa de volta para MELKISEDEK, fechando um loop de R$ 25.400 em anos diferentes (2018 e 2022). Apesar de ROSANI e MELKISEDEK serem de partidos diferentes (PSD e PDT), o vínculo familiar e o retorno do dinheiro à origem justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
IA O ciclo envolve três pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e RAQUEL) e um terceiro, JORGE ALBERTO MURARO TONEL, sem partido/coligação informada em comum. O dinheiro sai de MELKISEDEK como despesa para JORGE, que doa para RAQUEL, que doa de volta para MELKISEDEK, fechando o loop em anos diferentes (2018 e 2024). A coincidência de sobrenome e o retorno do valor à origem justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON (MELKISEDEK, ROSANI e RAQUEL) em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e anos distintos, mas o dinheiro retorna à mesma família após passar por terceiros (JORGE ALBERTO MURARO TONEL e CARLOS AUGUSTO DE CARVALHO FRANÇA). O ponto que chama atenção é o fluxo de R$ 29.000,00 pagos por ROSANI a CARLOS AUGUSTO, que depois doa R$ 10.000,00 a RAQUEL, e esta doa R$ 12.000,00 a MELKISEDEK, fechando o loop com valores que não são meras coincidências de pequeno porte. Embora possa haver explicação legítima (parentes em campanhas diferentes, ressarcimentos), a combinação de laços familiares, partidos distintos e valores expressivos justifica uma checagem humana mais detida.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e anos distintos, mas o elo de fechamento é uma doação de RAQUEL DONADON para MELKISEDEK DONADON em 2018, enquanto as demais transações passam por terceiros sem partido/coligação declarados. O valor total de R$ 57.900 não é alto, mas a existência de um loop fechado entre campanhas aparentemente conectadas por parentesco e sem coligação comum declarada justifica checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um padrão que foge do fluxo típico de doações e despesas.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A transação de maior valor (R$ 28.785,00) é uma despesa da campanha de ROSANI para ALEXANDRE KASZEWSKI, que também doou para MELKISEDEK, fechando um elo indireto entre campanhas sem partido comum. O valor é de ordem de grandeza superior às demais transações (R$ 4.000 a R$ 4.700), sem lote ou justificativa aparente. Isso justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há intermediários sem partido/cargo informado (JEVERSON LEANDRO COSTA e JORGE ALBERTO MURARO TONEL) que recebem despesas de uma campanha e doam para outra, fechando o loop. O valor total de R$ 46.300 não é alto, mas a estrutura circular entre aparentes parentes e terceiros justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PDT e PSD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a cadeia. O valor que fecha o loop (R$ 28.785,00 pagos por Rosani a Alexandre Kaszewski) é cerca de 7 vezes maior que as demais transações do ciclo, sem lote ou justificativa aparente. Além disso, Melkisedek Donadon paga despesa a Jorge Tonel em 2018 e Jorge Tonel doa valor idêntico (R$ 4.000,00) a Rosani Donadon em 2020, sugerindo possível intermediação. Esses elementos justificam checagem humana.
IA O ciclo fecha entre pessoas físicas sem partido/coligação em comum declarada: Melkisedek Donadon (PDT) paga R$ 4.000 a Jeverson Leandro Costa, que doa R$ 2.900 à Rosani Donadon (PSD), que por sua vez paga R$ 28.785 a Alexandre Kaszewski, que doou R$ 4.369 a Melkisedek. O valor pago por Rosani a Alexandre (R$ 28.785) é cerca de 7 vezes maior que qualquer outra transação da cadeia, e o retorno ao ponto de partida via doação de Alexandre a Melkisedek sugere um possível repasse circular que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o desenho fechado e a disparidade de valores justificam atenção.
IA O ciclo envolve três pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o elo de fechamento é uma doação de ROSANI para MELKISEDEK em 2018, no mesmo ano em que MELKISEDEK pagou despesa a JORGE, que depois doou a RAQUEL, que pagou despesa a CARLOS, que doou a ROSANI — uma cadeia circular com intermediários sem partido/coligação declarada em comum. O valor total (R$ 39.700) não é absurdo, mas o desenho fechado entre parentes e terceiros justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon em Rondônia, mas os partidos são todos diferentes (PDT, PRD, PSD, PSC), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o loop atravessa anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e inclui uma entidade sem nome (56860242787) e um doador externo (Carlos Augusto de Carvalho França) que recebe despesa de Raquel Gregio, sugerindo um repasse de recursos entre campanhas sem vínculo partidário claro. O valor total é modesto, mas a combinação de ciclo fechado, partidos distintos e saltos temporais justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37.399,20, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e entre partidos distintos (PDT, PSC, PSD), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há dois nomes 'DONADON' na cadeia, sugerindo possível vínculo familiar, mas não há informação suficiente para afirmar que isso explica as movimentações. Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha de pequeno porte, sem salto de ordem de grandeza. Não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve quatro pessoas com o mesmo sobrenome DONADON (MELKISEDEK, RAQUEL e ROSANI), o que sugere forte vínculo familiar, mas elas aparecem em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. O dinheiro sai de MELKISEDEK (despesa de R$ 4.000 a JORGE TONEL em 2018) e retorna a MELKISEDEK via ROSANI (R$ 18.500 em doações em 2018), fechando um loop com valores da mesma ordem de grandeza. A presença de um intermediário sem sobrenome DONADON (JORGE TONEL) e a mistura de doações e despesas entre campanhas de anos diferentes dificultam a explicação como simples repasse partidário ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há um fluxo de R$ 10.000,00 de ROSANI para VALDINEY DE ARAUJO CAMPOS classificado como despesa, mas VALDINEY aparece apenas como doador de MELKISEDEK, sem cargo/partido informado, o que dificulta explicar a relação. O valor total de R$ 32.600,00 não é alto, mas a combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado e a transação de maior valor saindo de uma campanha para um doador de outra campanha merece checagem humana.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o elo de fechamento é uma doação de ROSANI para MELKISEDEK em 2018, enquanto o restante da cadeia passa por terceiros (JORGE e LOURDES) em 2024, sugerindo um circuito indireto que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto de fatos foge do padrão simples de repasse partidário.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 23,4 mil no total) e pessoas com sobrenome Donadon em Rondônia, o que sugere possível vínculo familiar ou político local. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado típico. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar os vínculos entre os envolvidos.
IA O ciclo envolve duas campanhas de sobrenome DONADON (MELKISEDEK e ROSANI) em partidos diferentes (PDT e PSD) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), com valores que retornam quase exatamente ao ponto de partida (R$ 5.000 doados a MELKISEDEK em 2018 e R$ 10.000 pagos por ROSANI a VALDINEY em 2022). O elo entre as duas campanhas se dá por terceiros (JORGE e VALDINEY) que aparecem como doadores e fornecedores, sem que os fatos expliquem a relação comercial ou partidária. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou coligação única, e o fechamento do loop em cadeia curta merece checagem humana.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e ROSANI), o que sugere vínculo familiar, e valores modestos (R$ 22,7 mil no total). Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e partidos distintos (PDT, PSD, PSC), sem coligação declarada nos dados. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação; também não há explicação simples e completa para o loop.
IA O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2022), com Melkisedek Donadon (PDT) pagando despesa a Jeverson Leandro Costa, que depois doa a Rosani Donadon (PSD), que paga despesa a Valdiney de Araujo Campos, que doa de volta a Melkisedek. Há vínculo familiar aparente entre os dois candidatos Donadon (mesmo sobrenome, mesma UF), mas os partidos são diferentes e as transações se cruzam em anos distintos, o que dificulta a explicação por simples repasse partidário ou coligação. O valor de R$ 10.000 pago por Rosani a Valdiney é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem justificativa aparente nos dados.
IA O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e RAQUEL) e uma terceira (RAQUEL GREGIO) em partidos diferentes (PDT, PRD, PSC), sem coligação comum declarada nos dados. O dinheiro sai de MELKISEDEK para RAQUEL GREGIO, passa por CARLOS AUGUSTO e ALEXANDRE KASZEWSKI, e retorna a RAQUEL DONADON, fechando o loop em anos distintos (2018-2024). A coincidência de nomes de família e o retorno do valor a uma Donadon justificam checagem humana, embora os valores e prazos longos não configurem prova de irregularidade.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.245,20, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e heterogêneos. Há vínculos familiares aparentes (sobrenome DONADON) e de mesma base territorial (RO), o que pode explicar conexões entre campanhas. Não há um fato concreto e isolado que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, nem valores de ordem de grandeza superior.
IA O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas com valores quase idênticos (R$ 4.000 a R$ 5.000) e em anos distintos (2018 e 2024), sem que os dois doadores/fornecedores (Alexandre Kaszewski e Jorge Alberto Muraro Tonel) tenham partido ou coligação em comum declarados. O padrão de 'ida e volta' entre as mesmas quatro pontas, com valores da mesma ordem de grandeza, não se explica por repasse partidário ou sobra de campanha. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as pessoas.
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