Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 69,9 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026). As movimentações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de empresa privada ou fornecedor alheio ao meio político. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação partidária.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 64,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses/despesas da direção estadual a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 58,9 mil no total) e transações que se estendem por anos diferentes (2018 e 2022). As movimentações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, devoluções de sobra e despesas de campanha entre aliados da mesma sigla. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa externa recebendo de volta montante equivalente ao doado.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 58,9 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual. O retorno ao ponto de partida (WALBER NOGUEIRA DA SILVA) se dá por uma despesa de R$ 1.000 paga por ROBERTA MENEZES SOUSA, valor pequeno e compatível com reembolso ou pagamento de serviço. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 58,6 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual. O maior valor (R$ 38,8 mil) é uma despesa de Renato Roseno para a direção estadual, compatível com repasse partidário, e não há fornecedor externo nem ramo estranho. O padrão é explicável por articulação interna de coligação/partido, sem fato que destoe.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 58,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, despesa de campanha a fornecedor/militante e repasse de candidato à direção. O fluxo é compatível com o funcionamento normal de uma coligação/partido que repassa recursos e recebe contribuições entre os próprios quadros. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário claro.
IA O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSOL no Ceará (direção estadual, candidatos a deputado estadual/federal do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são compatíveis entre si (R$ 1,2 mil a R$ 18,6 mil) e as transações se concentram em 2022, ano eleitoral, com a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas à direção. Não há fornecedor de ramo estranho, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop é explicável por movimentação financeira rotineira de campanha dentro do mesmo partido.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os montantes são da mesma ordem de grandeza, sem salto inexplicável. O padrão é consistente com repasses de direção partidária a candidatos e prestação de serviços entre campanhas aliadas, não havendo fornecedor externo ou valor discrepante que force uma checagem.
IA Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo (R$ 18.606,86 da Direção Estadual para Roberta Menezes Sousa e R$ 17.453,71 de Ailton Claecio Lopes Dantas para a Direção Estadual) é compatível com repasses e despesas partidárias internas. As doações entre Maria do Céu de Lima e Ailton Claecio Lopes Dantas são de baixo valor (R$ 700 e R$ 100) e ocorrem em anos eleitorais distintos, padrão comum entre correligionários. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária estadual, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 37,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de valores expressivos. Não há fornecedor estranho ao ramo nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores baixos (R$ 37 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, doação entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a fornecedores/pessoas físicas. O retorno ao ponto de partida se dá por meio de uma despesa de campanha a Walber Nogueira da Silva, que depois doa a Renato Roseno, fechando o loop — padrão compatível com circulação de recursos dentro de uma mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo estranho. Não há elemento concreto que fuja do rotineiro.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre si (R$ 18,6 mil da direção para Roberta, R$ 17,4 mil de Ailton para a direção, R$ 1 mil de Roberta para Walber). O padrão é típico de repasses internos de partido a candidatos e devoluções/ressarcimentos de sobras de campanha dentro da mesma legenda. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com movimentação interna de partido (doações entre filiados, repasses da direção estadual e despesas de campanha). Os valores são modestos (R$ 20 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma mesma legenda, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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