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GERALDO JOSE RODRIGUES ALCKMIN FILHO

VICE-PRESIDENTE · PSB/BR · 2026
CPF 549.149.068-72título eleitoral 035204110175
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 54.061.398,97
40 doações
despesas contratadas
R$ 53.313.785,36
372 despesas
pago até agora
R$ 53.350.139,97
regime de caixa
candidaturas por eleição
2026sem resultado
VICE-PRESIDENTE
PSB · BR · 2º turno
20262º TURNO
VICE-PRESIDENTE
PSB · BR · 1º turno
2022ELEITO
VICE-PRESIDENTE
PSB · BR · 2º turno
20222º TURNO
VICE-PRESIDENTE
PSB · BR · 1º turno
2018NÃO ELEITO
PRESIDENTE
PSDB · BR · 1º turno
31.155.657/0001-51
2014ELEITO
GOVERNADOR
PSDB · SP · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
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sinais de alerta
redes sociais declaradas
sinais de alerta
337 sinais · mostrando os 30 maiores

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 55.347.143,12

IA O loop ocorre entre a direção nacional do PSDB e o próprio candidato do partido à Presidência em 2018 (Alckmin), com o grosso do fluxo sendo repasse da conta nacional do partido para financiar sua campanha — padrão comum e legítimo de campanhas presidenciais. A 'volta' (R$ 2,1 mi em despesas da campanha à direção nacional) representa cerca de 4% do valor repassado (R$ 53 mi), valores de ordens de grandeza muito diferentes, típicos de repasses de recursos compartilhados e não de um ciclo fechado e espelhado. Não há entidades sem vínculo partidário em comum, fornecedor de ramo estranho, nem valor desproporcional ao resto da cadeia que justifique checagem manual prioritária.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 66.856,13

IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade que doou R$ 63.951,00 à campanha de Geraldo Alckmin em 2018 e recebeu de volta R$ 2.905,13 como despesa paga pela mesma campanha no mesmo ano. A diferença de mais de 20 vezes entre os valores e o fato de a empresa prestar serviços contábeis (ramo compatível com despesas de campanha) tornam o retorno facilmente explicável como pagamento por serviços prestados, não como devolução do dinheiro doado. Não há indício de que o valor da despesa seja anômalo ou de que o ciclo seja fechado entre partes sem relação legítima.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 28.921,25

IA O resumo menciona um loop entre CBS TECNOLOGIA LTDA e Geraldo Alckmin, mas as transações listadas mostram apenas uma doação de R$ 27.970,00 da COMPANHIA BRASILEIRA DE STARTUPS para o candidato e uma despesa de R$ 951,25 do candidato para a mesma entidade, em 2018. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um ciclo fechado ou de algo atípico, pois os valores são modestos e a relação entre as entidades não é detalhada. Faltam dados sobre a natureza do gasto e a conexão entre as empresas citadas.

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highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 7.500,00

Despesa de campanha de R$ 13,500.00 descrita como "IMPRESSO PERSONALIZADO CRACHA" — 75x a mediana de R$ 180.00 pra "cracha" (1,800 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 13.500 para 'IMPRESSO PERSONALIZADO CRACHA' é 75x a mediana da categoria, mas o candidato é Geraldo Alckmin, vice-presidente em campanha nacional de 2018, e o fornecedor é uma indústria gráfica — ramo compatível com o serviço. A descrição genérica 'impresso personalizado' sugere lote de material gráfico (não apenas crachás avulsos), o que pode justificar o valor elevado. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou devolução de recursos.

2018 · fornecedor: GRAFICA MEC EDITORA LTDA
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 55.295.819,59

IA O loop é explicável por movimentação interna do PSDB em 2018: a direção nacional financiou a campanha presidencial de Alckmin (PSDB à época), que repassou recursos a outra campanha do partido em MG, e esta fez doações/despesas de pequeno valor que retornaram à direção. Não há fornecedor estranho, empresa privada recebendo de volta valor milionário equivalente, nem ciclo entre partidos/coligações distintos. Os valores de retorno são muito inferiores ao aporte inicial, compatível com repasses e ressarcimentos internos de campanha.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 54.309.477,91

IA O ciclo envolve majoritariamente diretórios do PSDB e uma campanha presidencial de Alckmin em 2018, quando ele era do partido. A maior transação (R$ 52,99 milhões) é um repasse do diretório nacional para campanha majoritária, valor compatível com esse tipo de disputa. As demais transações são de escala muito menor e não devolvem o mesmo montante ao ponto de origem, não caracterizando um fluxo circular fechado. O intervalo entre 2018 e 2020 e a natureza partidária dos repasses tornam o caso explicável por padrões comuns de financiamento.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 53.253.241,66

IA O loop envolve valores de ordens de magnitude muito diferentes: a maior parte (R$ 52,99 mi) é doação da direção nacional do PSDB a Alckmin, típica de campanha presidencial, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. As conexões entre Alckmin (PSB em 2018, mas historicamente PSDB) e Marcus Vinícius (PSDB-MG) e a empresa Aixmobil são de baixo valor e compatíveis com ressarcimentos ou doações pontuais dentro do mesmo campo político. Não há um ciclo fechado de alto valor entre pessoas sem vínculo partidário, nem fornecedor com ramo incompatível.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 7.943.344,77

IA O ciclo envolve majoritariamente repasses da direção nacional do PSDB a candidatos do próprio partido/coligação (Marcus Pestana, PSDB-MG) e despesas de campanha de Geraldo Alckmin (PSB) à direção nacional, padrão comum de financiamento partidário. A passagem pela AIXMOBIL é de valor irrisório (R$ 1.795 de doação e R$ 226 de despesa) frente aos R$ 7,9 milhões totais, compatível com ressarcimento ou prestação de serviço acessório. Não há indício de que os valores retornem enriquecidos aos doadores originais.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 6.125.626,77

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PSB) e anos distintos (2018 e 2026), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, a maior parte do valor (R$ 4 milhões) é uma doação do diretório nacional do PSDB a Ciro Gomes em 2026, e as demais transações são de 2018, com valores muito menores. Não há um fato concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, mas também não é um padrão rotineiro claramente explicável.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 5.269.323,53

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, e o 'loop' pode resultar de movimentações cruzadas ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 4.288.279,39

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PP, PSB) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por mera coincidência partidária. Porém, os valores são muito assimétricos: a maior parte do fluxo é a doação de R$ 2,165 milhões do PSDB nacional a Nilson Leitão (PP) e a despesa de R$ 2,121 milhões de Alckmin (PSB) ao PSDB nacional, enquanto as transações com a AIXMOBIL são de baixíssimo valor (R$ 1.795 e R$ 160,86). Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de transações de naturezas distintas (doações partidárias e despesas de campanha), sem um encadeamento direto e intencional entre as quatro entidades.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 4.193.475,45

IA O ciclo fecha entre adversários políticos diretos (Alckmin/PSB e Bolsonaro/PL), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. A AIXMOBIL doa R$ 3,7 milhões a Bolsonaro em 2018, enquanto Alckmin paga despesa de apenas R$ 141 à mesma AIXMOBIL, e a ESSENT aparece doando a Alckmin e recebendo R$ 400 mil de despesa de Bolsonaro em 2022. A assimetria de valores e a mistura de anos/atores sem vínculo partidário claro justificam checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 4.149.177,48

IA O ciclo envolve a Direção Nacional do PSDB repassando recursos a Lucas Redecker (PSD) e a Geraldo Alckmin (PSB), com uma pequena despesa de Redecker à AIXMOBIL e uma doação da AIXMOBIL a Alckmin. Os valores são muito assimétricos: as maiores transações são repasses partidários a candidatos de outros partidos em anos eleitorais, o que é comum em coligações proporcionais e majoritárias. A ligação AIXMOBIL–Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, valor irrelevante perto do total, e a despesa de Redecker à AIXMOBIL é de R$ 58,95, compatível com reembolso ou serviço pequeno. Não há um fato concreto que fuja do padrão de repasses partidários e pequenas despesas de campanha.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 3.923.286,10

IA O loop envolve figuras da mesma chapa presidencial de 2018 (PSDB/PSB) e a direção nacional do PSDB, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 2,12 mi) é despesa de Alckmin para a direção nacional, enquanto a doação da AIXMOBIL a Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, e a despesa de Jutahy à AIXMOBIL é de R$ 167,57. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 3.548.344,77

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSDB (José de Freitas Cordeiro, Marcus Vinicius Caetano Pestana da Silva) e o PSDB como partido, além de Geraldo Alckmin (PSB em 2018, mas historicamente PSDB). As transações são de anos distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem um elo empresarial inexplicável. A AIXMOBIL aparece como doadora e fornecedora, mas o valor recebido (R$ 226,24) é irrisório frente à doação (R$ 1.795,00), não configurando retorno significativo. O fluxo 'Direção Nacional' -> candidato -> despesa é típico de repasses partidários.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 3.138.948,34

IA O ciclo envolve o PSDB nacional repassando recursos a Cássio Cunha Lima (PSDB) e a Aixmobil, que doa a Alckmin (PSB), enquanto Alckmin paga despesas à direção nacional. As transações ocorrem todas em 2018 e os valores são modestos frente ao total, mas a presença de uma empresa privada (Aixmobil) no meio do ciclo e a diferença de partidos entre os candidatos impedem uma explicação automática como mero repasse partidário. Não há, contudo, um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então o caso fica no limbo.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 3.123.461,24

IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político em 2018: a Direção Nacional do PSDB doou R$ 1 milhão a Antônio Floriano Pereira Pesaro (PSDB/SP), que pagou R$ 342,71 à Aixmobil, que doou R$ 1.795 a Geraldo Alckmin (PSB, mas candidato a presidente em coligação com o PSDB), e a campanha de Alckmin pagou R$ 2,12 milhões à Direção Nacional do PSDB. Os valores são assimétricos e as transações podem ser explicadas por repasses partidários, despesas de campanha e ressarcimentos dentro da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe do padrão.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.962.920,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas variadas (doações, despesas, repasses partidários) e valores que podem ser compatíveis com atividades lícitas de campanha, sem um elo direto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.807.550,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas cada transação individualmente tem explicação plausível: doação de direção partidária a candidato, doação de empresa a candidato, despesas de campanha. O elo que mais chama atenção é a doação de R$ 8 mil de Valdir Rossoni (PSDB) a Jair Bolsonaro (PL) em 2022, mas o valor é pequeno e pode ser apoio pontual. Não há um fato isolado que configure ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum ou valor de ordem de grandeza anômala.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.717.570,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem repasses partidários e doações entre campanhas, com valores compatíveis com financiamento eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.559.730,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas cada transação individualmente tem explicação plausível: doação de direção partidária a candidato, doação de empresa a candidato, despesa de campanha a fornecedor. O elo mais frágil é a doação de R$ 10,00 de Alessandri (PSDB) a Bolsonaro (PL) em 2022, que fecha o ciclo, mas o valor irrisório sugere coincidência ou registro residual, não um fluxo financeiro relevante. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para descartar o sinal como rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 2.529.323,53

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de tipos comuns (doações de direção partidária e despesas de campanha) e os valores não são absurdos, sendo plausíveis como repasses partidários rotineiros. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.518.470,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mera coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas variadas (doação de direção nacional, despesa de campanha, doação entre candidatos) e os valores não formam um retorno proporcional claro, dificultando caracterizar um loop fechado típico. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.464.770,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações parecem desconexas entre si, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 2.407.471,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há uma assimetria extrema de valores: uma doação de R$ 100 de Sérgio Lopes a Jair Bolsonaro contrasta com despesas de R$ 1,8 milhão e R$ 2,1 milhões no mesmo ciclo. A presença de uma empresa de serviços e participações (AIXMOBIL) recebendo pagamento de campanha e doando para outra campanha merece checagem manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.387.471,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada, o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. Porém, as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, enquanto a doação de Rossoni a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de como o sistema conecta transações de campanhas diferentes, sem um fluxo circular real e coordenado. Não há um fato concreto que indique conluio ou irregularidade, mas também não é possível descartar completamente sem uma análise mais detalhada.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 2.382.471,74

IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebe R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro e doa R$ 1,8 mil a Alckmin no mesmo ano, sem relação partidária óbvia. A maior parte do valor (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a direção nacional do PSDB, o que pode ser repasse partidário, mas a presença da empresa no meio do loop e a doação de R$ 100 de Canuto a Bolsonaro em 2022 (fora do ciclo principal de 2018) dificultam uma explicação simples de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações e se há relação entre as partes.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.377.471,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 a R$ 2,1 milhões) e as transações parecem ser repasses partidários e despesas de campanha rotineiras, sem um elo direto e fechado entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima do resto.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.377.471,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB, 2018-2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: uma doação de R$ 1,00 de João Muniz a Bolsonaro e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional, o que sugere que o 'loop' pode ser artefato de como o sistema encadeia doações e despesas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor sem relação, valor de ordem de grandeza acima do resto, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar a origem do repasse da Direção Nacional a João Muniz.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 2.367.670,74

IA O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem vínculo partidário comum evidente. O valor de R$ 2,12 milhões pago por Alckmin à Direção Nacional é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 6 mil a R$ 184 mil), e a AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de Alckmin e fornecedora de Bolsonaro, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.

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