
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA As duas entidades são do mesmo partido (PT) e atuam no mesmo estado (SP), o que é um padrão comum de doações entre aliados políticos. Os valores são modestos (R$ 5.000, R$ 43.700 e R$ 1.800) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT de São Paulo (Fernando Haddad, Jilmar Tatto e Jorge do Carmo Silva), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 5.000 a R$ 500.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem indicar um esquema fechado e anômalo. A maior transação (R$ 500.000) é uma doação do comitê de Jilmar Tatto a Jorge do Carmo Silva, padrão comum em coligações proporcionais. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
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