highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 250,00
Despesa de campanha de R$ 10,410.00 descrita como "50.000 FOLDER, 150.OOO COLINHAS E ADESIVOS" — 41x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 10.410,00 refere-se a um lote descrito como 50.000 folders, 150.000 colinhas e adesivos, ou seja, não é uma única unidade de adesivo, mas sim uma compra de grande volume de material gráfico. A mediana de R$ 253,50 usada como comparação provavelmente se refere a despesas unitárias ou pequenas quantidades, o que torna a comparação desproporcional. O fornecedor é uma empresa do ramo gráfico (SIQUEIRA E CIA LTDA), compatível com o serviço. Não há indício de que o preço esteja fora do mercado para a quantidade descrita.
2024 · fornecedor: S REIS COMERCIO E SERVIÇOS LTDA
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 408.195,38
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e a campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL), passando por dois políticos do PT do RS (Helen Cabral e Paulo Pimenta) e um intermediário sem partido identificado (Danesio Medeiros). A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro para a ESSENT, que é justamente a empresa que doou para a campanha petista de Helen Cabral, criando um fluxo cruzado entre adversários políticos. Além disso, há uma despesa de R$ 600.000 de Paulo Pimenta (PT) para Danesio Medeiros, que depois doa R$ 1,00 para Bolsonaro — valores e direções que não se explicam por coligação, partido ou relação comercial óbvia.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 402.595,38
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, com R$ 400.419,38 pagos pela campanha à Essent em 2022, enquanto a Essent doou apenas R$ 1.675,00 à campanha de Helen Martins Cabral (PT-RS) em 2020. A cadeia passa por Helen (PT) e Danesio Teixeira de Medeiros, sem partido/coligação em comum com Bolsonaro (PL), e o elo de volta é uma despesa de valor muito superior às demais transações. Isso não é acusação, mas o salto de ordem de grandeza e a ausência de vínculo partidário claro entre os elos justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 322.067,00
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades políticas identificadas são todas do PT/RS, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária comum. Não há um fato único e concreto que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não dá para descartar sem checar.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 227.092,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de coligação e despesas compartilhadas. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, padrão comum de prestador de serviços contábeis contratado por campanhas do mesmo grupo. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 225.742,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, incluindo doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) a uma candidata estadual, padrão comum em coligações. A empresa Essent Jus Contabilidade aparece doando a Helen Cabral e recebendo pagamento de Margarete Ferretti, o que pode ser relação comercial normal de serviços contábeis. Os valores são modestos (R$ 1.675 e R$ 1.650) e o único montante alto (R$ 180 mil) é despesa de Paulo Pimenta à campanha majoritária do próprio partido, sem indício de retorno direto a ele.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 225.242,00
IA O ciclo envolve predominantemente agentes do PT no Rio Grande do Sul (Helen Cabral, Paulo Pimenta e Stela Lopes) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, além de repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto. As transações são de valores modestos (R$ 100 a R$ 4.096,70) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O elo final com a Essent é uma despesa de 2018, não uma doação de retorno, e o maior fluxo é um repasse de campanha majoritária para uma candidata do mesmo partido, padrão comum em coligações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 224.326,54
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade, com valores compatíveis com serviços prestados e doações partidárias. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e a maior parte do fluxo é de recursos do fundo eleitoral (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) para candidatos, o que é um padrão legítimo. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valores muito superiores aos que doou, nem de que o ciclo seja fechado em curto prazo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 223.070,44
IA O ciclo envolve apenas integrantes e fornecedores do PT no RS, com valores modestos (R$ 100 a R$ 180 mil) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024), o que é compatível com circulação normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. A empresa Essent aparece como doadora e depois prestadora de serviços contábeis, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo alheio ao serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 205.400,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT do Rio Grande do Sul (Helen Cabral, Paulo Pimenta e Olívio Dutra), o que é compatível com doações e repasses internos de uma mesma coligação/partido. A empresa Essent aparece como doadora de uma campanha e prestadora de serviços contábeis de outra, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 180 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem concentração temporal ou valor exorbitante que force uma checagem imediata.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 197.881,94
IA O ciclo envolve predominantemente agentes do PT/PC do B no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com serviços contábeis prestados por empresas do ramo (Essent) a campanhas. A maior transação é uma despesa de Paulo Pimenta com a campanha de João Edegar Pretto, ambos do mesmo campo político, o que é rotineiro em coligações. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que os valores fujam de uma ordem de grandeza razoável para os serviços listados.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 194.655,00
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (Essent) e campanhas de PT/PC do B no RS, mas o que chama atenção é a magnitude: Juliano Roso pagou R$ 12.500 à Essent em 2018/2020, enquanto a Essent doou R$ 1.675 a Helen Cabral em 2020 — valores de ordens de grandeza diferentes. Além disso, Paulo Pimenta repassou R$ 180.000 ao comitê de João Edegar Pretto (governador) em 2022, e esse comitê doou R$ 380 a Juliano Roso, criando um fluxo de mão dupla entre campanhas aliadas que merece checagem humana para entender a lógica dos repasses.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 193.833,50
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B) e uma empresa de contabilidade, mas as transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno claro do mesmo montante. A maior transação é uma despesa de R$ 180.000,00 de Paulo Roberto para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato agudo que destoe, como um retorno quase idêntico em curto prazo, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesas de campanha e doando para candidatos merece uma olhada humana mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 193.437,22
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PDT) e uma empresa de contabilidade que doa para uma campanha do PT e recebe despesas de uma campanha do PDT, sem coligação ou vínculo partidário explícito que explique a ligação. Além disso, há uma despesa de R$ 180.000,00 da campanha de Paulo Roberto (PT) para a campanha de João Edegar Pretto, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 13.437,22). Esses dois fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 192.232,41
IA O ciclo envolve predominantemente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Helen Cabral, Paulo Pimenta e Jeferson Fernandes) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus) que presta serviços recorrentes a campanhas, o que é um padrão comum e legítimo. As transações são de valores modestos (R$ 100 a R$ 4.392) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O único valor alto (R$ 180.000) é uma despesa de Paulo Pimenta para a campanha de Edegar Pretto, aliado do mesmo partido, o que também é esperado. Não há indício de quebra do padrão que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.707,49
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para uma campanha e depois recebe pagamentos de despesa de outra campanha da mesma cadeia, o que por si só pode ser regular, mas chama atenção. O ponto mais crítico é a transação de R$ 180.000,00 de Paulo Pimenta para 'ELEIÇÕES 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO', que não é uma entidade da lista original e aparece como elo de fechamento do loop, sem que os fatos expliquem a relação. Além disso, a doação de João Edegar Pretto para Elvino Bohn Gass (R$ 4.392,00) e a despesa de Elvino para Essent (R$ 3.540,49) ocorrem em anos diferentes (2022 e 2018), mas o loop é apresentado como se fossem contemporâneos, o que dificulta a checagem. O valor de R$ 180.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, justificando atenção humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 187.067,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 1.870,67 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados e pagamentos de serviços contábeis. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que é compatível com prestação de serviços de contabilidade a campanhas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.720,41
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 186,7 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e há vínculos partidários claros: PT e PC do B no RS, além de repasses para a campanha de João Edegar Pretto (PT). A empresa Essent aparece tanto doando para Helen Cabral quanto recebendo despesas de Werner Rempel, o que pode ser relação comercial normal de contabilidade eleitoral. O valor total é modesto e não há um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço).
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 186.709,92
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Helen Cabral, Paulo Pimenta e Nestor Schwertner) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, além do comitê de João Edegar Pretto (PT). As transações são de baixo valor e compatíveis com doações entre aliados, pagamentos de serviços contábeis e repasses de comitê majoritário para campanha proporcional, todas dentro do mesmo campo político. O valor expressivo (R$ 180 mil) é uma despesa de Paulo Pimenta para o comitê de Pretto, o que é um repasse comum em coligações majoritárias. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valores atípicos que fujam ao padrão de financiamento eleitoral.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.422,00
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 186 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Paulo Roberto (PT) e Helen Martins (PT) estão na mesma órbita, e Everton (PSDB) aparece como fornecedor de serviços contábeis para a Essent, que por sua vez doou a Helen. As transações se distribuem ao longo de 2018-2024, sem concentração temporal que sugira um loop fechado e imediato. O maior valor (R$ 180 mil) é uma despesa de Paulo Roberto para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato isolado que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo merece uma olhada humana para confirmar se são apenas serviços prestados e doações regulares.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.377,63
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores que variam de R$ 100 a R$ 180 mil. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos de serviços contábeis, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de contabilidade e um candidato a governador (João Edegar Pretto) como intermediário merece uma checagem para confirmar se há relação de trabalho ou apenas coincidência. Não há um fato isolado que torne a explicação simples implausível, mas também não é um padrão rotineiro óbvio.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 184.636,48
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e PT) e uma empresa de contabilidade, o que à primeira vista poderia sugerir um loop fechado. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há uma doação de uma campanha majoritária (João Edegar Pretto) para Bruna, além de despesas de Bruna com a Essent. O valor total é modesto (R$ 184 mil) e a empresa Essent aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por prestação de serviços contábeis e doações de sócios. Não há um fato único e gritante que fuja do padrão de movimentações entre campanhas aliadas ou prestadores de serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 183.816,25
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há vínculos partidários claros: PT (Helen, Paulo) e a campanha de João Edegar Pretto (PT) repassando a Daiana (PCdoB, aliada). A Essent é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, o que explica a doação à Helen e o pagamento recebido de Daiana. O valor de R$ 180.000 de Paulo à campanha de Pretto é uma despesa de campanha, não um retorno do dinheiro, e o loop só se fecha se considerarmos a cadeia inteira, o que pode ser coincidência de rede de fornecedores e aliados.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 182.468,74
IA O ciclo envolve predominantemente agentes do PT/PC do B no RS, com valores modestos (R$ 1.824,69 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. A maior parte do fluxo é compatível com doações partidárias e despesas de campanha a um comitê estadual (João Edegar Pretto), e o pagamento final a uma empresa de contabilidade é serviço típico de campanha. Não há um fato agudo que destoe do padrão, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 169.499,40
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha do PT e, na mesma cadeia, recebe pagamento de despesa de outra campanha do PT, fechando um loop com valores relevantes. Embora todos os políticos sejam do PT/RS, a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo, com doações e recebimentos cruzados entre campanhas, não tem explicação simples e merece checagem humana. O valor total de R$ 169,5 mil não é trivial, e a coincidência de anos (2018/2020) e cargos distintos reforça a necessidade de verificar a real natureza dessas movimentações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 72.665,28
IA O ciclo envolve três políticos do PT do RS e uma empresa de contabilidade, com valores que giram em torno de R$ 3,4 mil a R$ 35 mil, sem salto de ordem de grandeza. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e há um intermediário (Miguel Soldatelli Rossetto) que não é campanha nem partido, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e imediato. O ramo da Essent (contabilidade) é compatível com serviços prestados a campanhas, e a doação de Helen a Paulo (R$ 100) é irrisória. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual, mas também não se pode afirmar que é um padrão rotineiro sem conhecer os vínculos entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 52.599,40
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para uma campanha do PT e, em outro ano, recebe pagamento de despesa de outro candidato do PT, fechando um loop com valores da mesma ordem de grandeza. Embora todos os agentes sejam do PT/RS e isso possa indicar relação partidária legítima, a presença de uma empresa de contabilidade no centro de um ciclo de doações e despesas entre campanhas merece checagem humana para verificar se há vínculo contratual real ou apenas coincidência. O valor total de R$ 52,6 mil não é astronômico, mas a estrutura circular com uma empresa de serviços contábeis é um fato concreto que dificulta uma explicação simples.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 51.775,00
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51.775,00, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Além disso, três das pessoas são do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias legítimas, mas a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, e há uma entidade sem nome que não permite avaliar a relação. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima dos demais ou ramo incompatível), mas também não é possível descartar coincidência ou fluxo normal de campanha sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 49.993,00
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma candidata do PT e depois recebe R$ 38.088,00 em despesas de campanha de outro candidato do PT, configurando um retorno de recursos à mesma empresa. Além disso, há uma doação de R$ 7.130,00 de Carlos Antonio Pansera para João Edegar Pretto, mas Pansera aparece como fornecedor de uma despesa de R$ 3.000,00 da campanha de Paulo Pimenta, sugerindo um possível repasse indireto. Embora todos os candidatos sejam do PT/RS, o fluxo circular de dinheiro entre uma empresa privada e campanhas do mesmo partido, com valores que retornam à empresa, merece verificação humana para descartar irregularidades.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 47.840,41
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para Helen Cabral e, ao mesmo tempo, recebe despesas de Jeferson Fernandes, ambos do PT/RS, fechando um loop de recursos. A soma das despesas pagas por Jeferson à Essent (R$ 6.065,41) é próxima do total doado pela Essent a Helen (R$ 1.675,00), e há ainda uma doação de Helen a Paulo Pimenta (R$ 100,00) e uma despesa de Paulo Pimenta a Miguel Rossetto (R$ 35.000,00), que doou a Jeferson (R$ 5.000,00). Embora todos sejam do mesmo partido, o retorno de dinheiro a uma empresa que presta serviços à própria campanha que a financiou merece checagem humana.
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