
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PSD) no Paraná, o que é um padrão comum e legítimo de repasse entre aliados. Os valores são modestos (R$ 30,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado que caracterize algo atípico. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
IA O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas são do mesmo partido (PSD/PR) e a terceira (MARCIO GARCIA MAINARDES) aparece apenas como doador e fornecedor, sem partido informado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. Os valores são modestos (R$ 3 mil, R$ 25 mil e R$ 1,85 mil) e compatíveis com movimentações típicas de campanha, sem indício de desproporção. Não há elemento concreto que force uma checagem manual, mas também não se pode afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto sobre a relação entre as partes.
IA O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PSD) no Paraná, o que é um padrão comum de repasses entre aliados. Os valores são modestos (R$ 160,00 e R$ 2.500,00) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A doação de MEIRE para MARLY e a despesa de LUIZ para MEIRE podem ser explicadas por ressarcimentos ou serviços prestados, sem indício de irregularidade.
IA O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PSD) no Paraná, o que é um padrão comum de repasses entre aliados. O valor de R$ 2.500,00 doado por Marly a Luiz é modesto e compatível com apoio interno partidário. Já a movimentação de R$ 1.600,00 entre Luiz e Rogério Jorge Zago (doação de Rogério a Marly e despesa de Luiz a Rogério) pode ser explicada por um serviço prestado ou ressarcimento, sem indícios de valores atípicos.
IA O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas, ambas do PSD do Paraná, e valores modestos (R$ 27.650 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e direto entre as mesmas pessoas: há doações e despesas em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de partida de forma exata. As entidades principais incluem membros de partidos distintos (PT e PSD), mas há também intermediários sem partido informado, o que dificulta avaliar se há coordenação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), mas também não é possível explicar tudo como padrão rotineiro de coligação. Falta clareza sobre a direção e a natureza de cada elo para um juízo mais seguro.
IA O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações listadas não fecham um loop direto entre as mesmas pessoas: há uma doação de Fernanda Regina Lacerda para Marcio Alves Pereira (R$ 1.000) e uma despesa de Marly Paulino Fagundes para Fernanda (R$ 2.250), valores pequenos e em anos diferentes. As demais movimentações são doações entre Rosa Maria de Jesus Colombo e Marly Paulino Fagundes (R$ 45.800) e de Marcio para Rosa (R$ 55.000), todas em 2020/2022/2024, sem indicar retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe (valores, ramos ou ciclo fechado imediato) que justifique priorização, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O loop envolve 4 entidades, mas 3 delas são do mesmo partido (PSD) e da mesma UF (PR), o que é um padrão comum em coligações e alianças partidárias. As transações são de valores modestos (R$ 4.580, R$ 2.500, R$ 470, R$ 185) e ocorrem ao longo de vários anos (2018-2024), não configurando um ciclo curto e fechado. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza. Portanto, os fatos não apontam para algo claramente bizarro, mas também não permitem descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PT e PSD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A transação mais pesada é uma despesa de R$ 55.000 de MARLY PAULINO FAGUNDES (PSD) para VALQUIRIA APARECIDA DE CARVALHO, que por sua vez doou R$ 3.000 a PEDRO PAULO COSTA (PT), criando um fluxo de recursos entre campos políticos opostos. O valor de R$ 55.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 1.000 a R$ 3.000), o que dificulta explicar como simples coincidência de mesma coligação.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 55.000), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado de curto prazo. As entidades compartilham partidos (PSD e Republicanos) e atuam no mesmo estado (PR), o que pode explicar doações e despesas cruzadas dentro de uma mesma rede política local. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop direto e sim uma cadeia com intermediários (DIRCE CARDOSO, MARCIO GARCIA MAINARDES) que não aparecem como entidades nomeadas. Todas as entidades nomeadas são do PSD/PR, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.150 a R$ 25.000) e distribuídos em anos diferentes (2018, 2020, 2024), sem um padrão claro de devolução rápida ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o ciclo.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|