
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O fluxo principal é a direção estadual do PSOL repassando R$ 113.354,74 à própria candidata do partido, o que é o padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O retorno é de apenas R$ 12,73, valor irrisório que parece devolução de sobra ou ajuste contábil, não um ciclo de dinheiro relevante. Não há indício de terceiros ou fornecedores estranhos ao partido.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL em SP (direção estadual, duas candidatas do partido e uma empresa). A maior parte do valor (R$ 39.959,75) é repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.273, R$ 16.575 e R$ 153.000) e podem ser explicadas por ressarcimentos, doações entre aliados ou pagamentos a fornecedor, sem indicar um esquema atípico.
IA O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-SP) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa GMT Tecnologia aparece tanto como fornecedora de uma candidata quanto como doadora de outra, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
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