
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos que não formam um loop fechado no mesmo pleito: a doação de R$ 5.000 de Caio para Marcio é de 2018, enquanto a devolução via direção partidária a Fabio é de 2022. O valor maior (R$ 335.500) é uma despesa de Marcio à direção estadual, compatível com repasse partidário, e não um retorno direto a ele. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
IA O ciclo envolve apenas integrantes do PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, e valores compatíveis com repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e a maior parte do volume é uma despesa de R$ 335.500,00 de um candidato à direção partidária, o que é um padrão comum de contribuição à estrutura do partido. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSB de São Paulo, o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 5.878) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento rápido e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A despesa de R$ 3.000 para uma empresa ME não tem relação direta com o ciclo de doações e não apresenta valor atípico.
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