Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSOL) no Ceará e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasse interno de recursos partidários entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.460, R$ 3.000, R$ 38.800) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem concentração temporal suspeita. O valor maior (R$ 153.295,95) é uma doação da direção estadual para o candidato, típica de financiamento partidário. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível que dificulte a explicação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, um padrão comum de repasse partidário entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a direção repassou R$ 153 mil a João Alfredo, que doou apenas R$ 1,2 mil a Ailton, e este pagou R$ 17,4 mil em despesas à direção — não há retorno significativo ao ponto de origem. A diferença de anos (2020/2024 vs. 2022) também enfraquece a ideia de ciclo fechado e coordenado.
IA As três entidades são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (CE), o que oferece uma explicação simples para o ciclo: doações e despesas entre aliados da mesma legenda. As transações de ida e volta são de valores muito baixos (R$ 50 e R$ 20), e a maior parte do volume (R$ 46.305,68) é uma despesa paga por Zuleide a Nericilda, não uma doação de retorno. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve três entidades, mas duas delas são do mesmo partido (PSOL) e da mesma UF (CE), o que torna plausível uma explicação por aliança partidária ou ressarcimento interno. O valor total é baixo (R$ 28.725) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve três pessoas, sendo duas filiadas ao PSOL do Ceará, o que poderia indicar relação partidária legítima. Porém, o terceiro elo (RODRIGO ACIOLI DE MATOS) não tem partido/cargo informado, e a transação de maior valor (R$ 16.173,89) é uma despesa de campanha de Adriana para Rodrigo, enquanto a doação de João para Adriana é de apenas R$ 700,00. Sem saber a natureza do serviço prestado por Rodrigo e se há vínculo partidário entre ele e os demais, não há como afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve três pessoas do mesmo partido (PSOL) no Ceará, o que é um padrão comum em coligações e não indica irregularidade por si só. Os valores são modestos (R$ 15.530 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo refletir apoio mútuo entre candidatos aliados. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valores muito acima do padrão ou fornecedores sem relação com a atividade, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
IA O ciclo fecha entre três pessoas em 2022: Edwing doa R$ 100 a João Alfredo, João Alfredo doa R$ 4.000 a Vilani, e Vilani paga R$ 8.550 de despesa a Edwing. O valor que sai de Vilani para Edwing é mais que o dobro do que entrou, e o retorno a Edwing ocorre como despesa de campanha, não como doação — o que dificulta explicar como simples repasse partidário. A coincidência de o ciclo se fechar exatamente na mesma pessoa que iniciou a cadeia, com valores desproporcionais, justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSOL no Ceará (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos, doações entre correligionários e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes do mesmo campo. Os valores são modestos (R$ 2.460 a R$ 38.800) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia. O sinal é explicável por movimentação rotineira dentro da mesma coligação/partido.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo (R$ 303.579,48) vem da direção estadual do partido repassando recursos a uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 50 a R$ 4.630) e ocorrem entre candidatos do mesmo partido, podendo ser doações internas, ressarcimentos ou despesas de campanha. O ciclo fechado é notável, mas a coincidência de partido e a presença de repasses partidários oferecem explicação simples e legítima.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é da direção estadual para Adriana Geronimo (R$ 331,5 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidatos, e as demais são de baixa monta ou despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique checagem manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Adriana Geronimo (R$ 331,5 mil), típica de repasse de recursos partidários a candidatos. As demais movimentações são de baixo valor e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio entre candidatos da mesma legenda.
IA O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do PSOL no Ceará, com a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e estes realizando doações e despesas entre si. Os valores são modestos (R$ 3.685,89 no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), padrão compatível com repasses partidários, devoluções e apoio mútuo entre aliados. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor muito acima do restante da cadeia que justifique uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL no Ceará (direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha: a maior transação é um repasse da direção estadual para uma candidata (R$ 331,5 mil), e as demais são dezenas de milhares de reais. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do resto. O loop parece refletir a circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará (candidatos a deputado federal/estadual e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre correligionários da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 2.460 a R$ 3.880) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2026), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente decorre de uma cadeia de doações e despesas entre membros do mesmo partido, o que tem explicação simples e legítima.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e espalhados por vários anos (2018-2024). A maior parte do volume é repasse da direção partidária para uma candidata, padrão comum de financiamento interno. As demais transações são doações e despesas de pequeno porte entre aliados do mesmo partido, compatíveis com ressarcimentos ou apoio mútuo de campanha.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2026), sem concentração temporal que sugira um esquema fechado. O maior valor é um repasse da direção estadual a um candidato, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve apenas filiados e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 25 a R$ 3.000) e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas do mesmo partido. O valor mais alto (R$ 38.800) é uma despesa de campanha de Renato Roseno à direção estadual, compatível com contribuição partidária ou rateio de custos. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou salto de ordem de grandeza que fuja do esperado.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo campo político. As transações se distribuem por vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor é um repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o elo de maior valor é um repasse da direção estadual do partido para uma candidata, padrão legítimo e comum. As demais transações são doações de baixíssimo valor entre candidatos da mesma sigla/coligação (R$ 10 a R$ 3.000), compatíveis com apoio mútuo ou ressarcimento. O ciclo se fecha, mas os valores pequenos e a identidade partidária tornam a explicação simples suficiente.
IA Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 2,4 mil a R$ 98 mil) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018-2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O loop aparente pode ser explicado por doações entre aliados do mesmo partido e repasses partidários, sem um fato concreto que destoe do esperado.
IA O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 99,5 mil) é da direção estadual para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo campo. Os valores são modestos (R$ 226 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no tempo. A BG Studios aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, mas o valor pago (R$ 681) é irrisório e pode ser serviço de tecnologia pontual. Não há um fato isolado que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL do Ceará, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a um dos candidatos — o que é um padrão legítimo e comum. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo período. O valor total (R$ 226 mil) é modesto e compatível com movimentação de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve majoritariamente repasses da direção estadual do partido para candidatos e devoluções/despesas de candidatos de volta à direção, padrão comum em prestações de contas partidárias. As doações entre candidatos têm valores baixos (R$ 10, R$ 25, R$ 1.200) e podem ser ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. O valor mais alto (R$ 99.578,76) é da direção estadual para uma candidata, o que é típico de repasse de recursos do partido.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e não há indício de enriquecimento ou desvio de recursos. O único ponto que poderia chamar atenção é a empresa BG Studios aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora, mas os valores são baixos e o contexto partidário comum explica a movimentação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com o padrão legítimo de repasses internos do partido a candidatos e de devoluções/ressarcimentos à direção. Os valores são modestos e dispersos ao longo de vários anos (2020 a 2026), sem concentração temporal ou montante que destoe. A maior transação é o repasse da direção estadual a Renato Roseno (R$ 190 mil em 5 parcelas), típico de financiamento partidário. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço que justifique checagem prioritária.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo (R$ 98 mil) é a direção estadual do partido repassando recursos a um candidato — padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 50 a R$ 20 mil) entre candidatos da mesma legenda, compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos internos. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos dentro do próprio partido, sem fornecedor externo ou ramo estranho envolvido.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 30, R$ 50, R$ 1.200, R$ 17.453) e o maior fluxo (R$ 190.432) vem da direção partidária para um candidato, o que é rotineiro. O loop se fecha via despesa de campanha à direção estadual, compatível com ressarcimento ou contribuição partidária.
IA Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o elo mais forte da cadeia é o repasse da Direção Estadual do partido para João Alfredo Telles Melo (R$ 153 mil), padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 80 a R$ 6.000) e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos dentro da mesma coligação. O ciclo fechado é explicável pela concentração de pessoas do mesmo partido/UF, sem fornecedor externo ou valor fora de escala.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação (R$ 153 mil) é da Direção Estadual para um candidato, padrão comum de repasse de recursos do partido. As demais transações são de baixo valor e dentro da mesma rede política, sem fornecedor externo ou ramo estranho.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|