Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSD, PROS) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações incluem doações de direção partidária e despesas de campanha, e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, exceto o repasse de R$ 506.100,00 de Carlos Alberto para a direção estadual, que é uma ordem de grandeza maior que as demais. Não há um fato isolado que claramente indique algo bizarro, mas também não é um padrão rotineiro óbvio.
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