
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve uma empresa (ELEGIS) que doou R$ 13.420,00 à campanha de Leandro de Lima Lira (PSB-SP) e recebeu de volta R$ 258,13 como despesa de campanha, no mesmo ano de 2022. O valor de retorno é cerca de 2% do doado, compatível com um pagamento pontual por serviço prestado pela empresa à campanha, o que é um padrão legítimo e comum. Não há indício de que o retorno seja desproporcional ou que a empresa não tenha relação com o ramo de consultoria/tecnologia, tornando o caso pouco distintivo para priorização.
IA O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018 a 2026) e entidades com vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PSB em SP), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários e contratação de fornecedor. Porém, a cadeia fecha um loop completo com uma empresa de consultoria (ELEGIS) que doa para um candidato do PDT e depois recebe despesa de um candidato do PSB, sem que os fatos expliquem a origem ou a lógica desse fluxo. Não há um único fato que destoe de forma clara (valores, ramo ou ciclo curto), mas também não é possível afirmar que se trata de padrão legítimo apenas com esses dados.
IA O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSB de São Paulo (direção estadual, candidatos e um doador identificado como Juscelino Gadelha), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 4,6 mil a R$ 335,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O padrão é explicável por movimentação rotineira de campanha e não justifica, por si só, checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, o que é compatível com repasses internos de partido/coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um retorno claro de valor equivalente à mesma origem. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve exclusivamente entidades e pessoas filiadas ao PSB de São Paulo, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de movimentação interna entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 25 a R$ 5.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024, 2026), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. A maior transação (R$ 335.500) é uma despesa de campanha de Márcio Luiz França Gomes para a direção estadual, compatível com repasses partidários usuais. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 335.500,00) é de Márcio Luiz França Gomes para a direção estadual do PSB, padrão comum de contribuição partidária. As demais transações são de baixo valor e dentro da mesma coligação, sem indicar um esquema atípico.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente distintos (PSOL e PSB) e as empresas atuam em ramos de tecnologia/consultoria, compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores pequenos e entidades de campanhas de partidos diferentes (PSB e PSOL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 13.420,00) é uma doação da ELEGIS para Leandro de Lima Lira, e as demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por serviços prestados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
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