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IA O fluxo é o padrão clássico de repasse partidário: a direção estadual do PSD do Amapá doou R$ 176.126,00 ao próprio candidato do partido (Raimundo de Nazaré Cavalcante da Silva, PSD-AP) em 2022, e o candidato teve uma despesa de apenas R$ 10,00 de volta à direção — provavelmente devolução de sobra ou ressarcimento. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo: ambos pertencem ao mesmo partido e à mesma campanha. O valor de retorno é irrisório (0,006% do total), o que afasta a ideia de dinheiro circulando de volta em montante relevante.
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