Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA Todas as entidades com partido identificado são do PSB de São Paulo, e as transações envolvem a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas à direção — padrão comum de movimentação partidária. Os valores são modestos (R$ 9,3 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente decorre de doações e despesas cruzadas dentro da mesma estrutura partidária, o que é rotineiro em prestações de contas.
IA O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores e anos compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações somam R$ 926 mil, mas a maior parte é composta por repasses da direção estadual a uma candidata (R$ 175 mil) e despesas de um candidato à direção (R$ 335 mil), valores usuais em campanhas estaduais. O fechamento do ciclo pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou coincidências contábeis dentro do mesmo partido, sem indicar um padrão atípico que exija priorização imediata.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PSB-SP) e valores que, embora somem R$ 923 mil, estão distribuídos em anos e tipos de transação diferentes (doação de direção partidária, despesa de campanha, doação de pessoa física). Não há um fato agudo como empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor com ramo incompatível. A movimentação é compatível com repasses partidários e despesas de campanha, mas a existência de um loop fechado entre quatro entidades justifica uma conferência manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
IA O ciclo envolve pessoas e entidades todas ligadas ao PSB de São Paulo (Caio Franca, Márcio Franca e Vanessa Rossi são filiados ao partido, e a direção estadual é o próprio PSB-SP), o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil de doação entre candidatos, R$ 335,5 mil de despesa ao diretório, R$ 175,2 mil de repasse do diretório) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma coligação/partido.
IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PSB-SP) e a direção estadual da sigla, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas partidárias. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos nem de ordem de grandeza discrepante, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito. O elo com MANUEL ALVES LOURENÇO, embora não identificado como filiado, envolve valor pequeno (R$ 300) e pode ser um ressarcimento ou doação pontual.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB e MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações são de baixo valor individual (R$ 500 a R$ 335.500) e podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação eleitoral, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PSB de São Paulo, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos e não há indício de empresa privada devolvendo montante expressivo à campanha. O ciclo fechado é mais bem explicado pela circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido ao longo de vários pleitos.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 250 a R$ 5.000) e repasses/despesas maiores envolvendo a conta partidária. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e com repasses da direção estadual a candidatos. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação/partido.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é típico de movimentações recorrentes dentro do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O total de R$ 912 mil é modesto para uma campanha estadual e não há indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve valores muito díspares e anos distintos: a maior parte do fluxo é a doação de R$ 175 mil da direção estadual do PSB para Vanessa (2022), enquanto as demais transações são de R$ 300, R$ 1.500 e R$ 335 mil em despesas de Márcio à direção em 2018/2020. As entidades compartilham vínculos partidários (PSB/PV, parte da mesma federação/coligação em SP), o que dá explicação plausível para os repasses internos. Não há um fato isolado que destoe de um padrão rotineiro de movimentação partidária, mas a montagem do loop com valores e anos tão diferentes impede cravar que é totalmente explicável.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSB-SP): a direção estadual do PSB repassou R$ 175 mil à candidata Vanessa Cristina de Rossi em 2022, e Marcio Luiz Franca Gomes (vice-governador do PSB) pagou despesas à direção estadual em 2018/2020. O retorno ao partido se dá por despesas partidárias e uma pequena despesa de campanha (R$ 1.000) a Ursula, valores compatíveis com repasses internos e ressarcimentos. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de movimentação partidária.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|