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TIAGO PINTO PRATA

DEPUTADO ESTADUAL · PSB/RJ · 2022
CPF 107.899.187-14título eleitoral 127607970388
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 222.350,14
115 doações
despesas contratadas
R$ 200.054,28
61 despesas
pago até agora
R$ 222.204,28
regime de caixa
candidaturas por eleição
2022SUPLENTE
DEPUTADO ESTADUAL
PSB · RJ · 1º turno
47.533.587/0001-68
bens declarados
rede de doação
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sinais de alerta
redes sociais declaradas
sinais de alerta
30 sinais

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.317.122,71

IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Francisco Alencar e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. O único elo fora do PSOL é Tiago Pinto Prata (PSB), mas o valor que ele movimenta é irrisório (R$ 200 de doação recebida e R$ 200 doado a Tarcísio), não sustentando sozinho um loop relevante. Os valores maiores são doações da direção estadual a Francisco Alencar e despesa de Tarcísio à direção, padrão comum em prestações de contas partidárias.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 1.238.268,67

IA O ciclo envolve majoritariamente entidades do PSOL (direção estadual e candidatos do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 32.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um loop fechado de curto prazo. A única transação de maior valor (R$ 1,2 milhão) é um repasse da direção estadual para um candidato, o que é típico de financiamento partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 614.799,66

IA O loop envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (PSOL/RJ), com a Direção Estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas de volta à estrutura partidária — padrão comum de financiamento partidário. A única conexão com outro partido (Tiago Pinto Prata, PSB) é uma doação de R$ 200,00 em 2018, valor irrisório e sem ciclo fechado. Os valores são compatíveis com repasses e despesas típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 350.498,36

IA O loop envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Maria de Lourdes e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, a entrada de Tiago Pinto Prata (PSB) e de Lucas B. M. Ferreira como elos da cadeia não tem explicação simples nos dados, e o valor de R$ 295.698,36 repassado pela direção municipal a Maria de Lourdes é muito superior às demais transações. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, mas também não dá para descartá-lo como rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 223.882,05

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL (Tarcísio Motta e Clarice Chacon) e a direção municipal do próprio partido, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 200 e R$ 20) que são compatíveis com doações entre aliados. O fluxo principal é a direção municipal repassando R$ 177 mil à candidata Clarice, e Tarcísio pagando R$ 46,5 mil em despesas à mesma direção — padrão comum de conta partidária financiando campanhas. O único elo fora do PSOL é Tiago Prata (PSB), mas o valor é irrisório e a doação ocorreu em 2018, sem conexão temporal com o restante.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 179.042,44

IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Francisco Alencar e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. As quantias são modestas (R$ 20 a R$ 4.658) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. O único elo fora do PSOL é Tiago Pinto Prata (PSB), mas sua participação é uma doação de R$ 200 em 2018, valor irrelevante para caracterizar um loop suspeito. Não há fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 171.987,40

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 171.987,40, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PSOL, REDE, PSB) e repasses da direção partidária a candidato, padrão comum e legítimo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar a cronologia exata.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 161.542,36

IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes e a direção municipal do PSOL no Rio, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A única ligação fora do partido é uma doação de R$ 200 de Tiago Pinto Prata (PSB) a Tarcísio Motta em 2018, valor irrisório e sem retorno financeiro relevante. O grosso do fluxo (R$ 105 mil) é da direção municipal para Mônica Cunha, padrão comum de repasse a candidatos do mesmo partido.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 155.963,71

IA O ciclo fecha entre uma empresa fornecedora e campanhas de partidos diferentes (PSOL, PT, PSB), sem coligação comum declarada. A empresa 'Um a Mais' doou R$ 43.204 ao PT (Wadih Damous) em 2018 e, seis anos depois, recebeu R$ 108.426,73 da campanha do PSOL (Tarcísio Motta) em 2024 — valor 2,5x maior que a doação original. O elo intermediário envolve uma doação de apenas R$ 200 de Tiago Prata (PSB) a Tarcísio em 2018, o que não explica a conexão posterior com a empresa. A diferença de partidos e o retorno financeiro ampliado à mesma empresa justificam checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 122.804,71

IA O ciclo envolve uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) que doa R$ 4.325,00 para a campanha de Monica Cunha (PSOL) e, no mesmo ano de 2024, recebe R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) como despesa — um fluxo de retorno muito maior que a ida, dentro do mesmo partido. Além disso, a cadeia inclui uma doação de Tiago Prata (PSB) para Tarcísio Motta (PSOL) em 2018 e uma despesa de Monica Cunha para Leonardo Amatuzzi em 2024, conectando pessoas de partidos diferentes e anos distintos. O valor de R$ 108 mil pago pela campanha à empresa que também doou para aliado do mesmo partido merece checagem humana para verificar a natureza do serviço e a real contrapartida.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 121.081,71

IA O ciclo fecha entre uma empresa fornecedora e campanhas de partidos diferentes (PSOL, REDE, PSB), sem coligação comum declarada. O valor pago pela campanha de Tarcísio Motta à UM A MAIS (R$ 108.426,73) é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do loop (R$ 5.000, R$ 200, R$ 2.222), e a empresa devolve parte desse dinheiro como doação a Paulo Pinheiro no mesmo ano. Isso configura um fluxo de ida e volta entre campanha e fornecedor que merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 120.632,71

IA O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 3.753,00 para Maria de Lourdes (PSOL) em 2024 e, no mesmo ano, recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) por 10 despesas. O valor recebido pela empresa é cerca de 29 vezes maior que a doação que ela fez, e a cadeia fecha um loop com entidades de partidos diferentes (PSB e PSOL), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. A diferença de ordem de grandeza e o ciclo curto entre doação e pagamento justificam uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 108.189,53

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL no Rio de Janeiro, com repasses da direção estadual do partido para candidatos e doações entre candidatos da mesma sigla/coligação, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 108 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado. A presença de Tiago Pinto Prata (PSB) é o único ponto fora do PSOL, mas o valor envolvido (R$ 200) é irrisório e compatível com doação entre aliados. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa devolvendo quantia milionária.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 108.049,30

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL/REDE no Rio de Janeiro, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 200 a R$ 5.000) e o elo mais expressivo sendo a própria direção estadual do partido repassando recursos a uma candidata e recebendo despesa de outro candidato da mesma legenda. Esse tipo de fluxo — direção partidária financiando candidatos e candidatos custeando despesas da direção — é padrão comum em prestações de contas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto que justifique priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 103.386,16

IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 92.504 de uma empresa para um candidato do PSOL em 2018, R$ 5.912,96 de despesa do Tarcísio com a mesma empresa, e R$ 200 de doação entre candidatos) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A BG Studios aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de campanha, o que pode ser um padrão legítimo de empresa que atua no setor, mas o volume doado (R$ 92,5 mil) é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Sem mais contexto sobre a relação entre as entidades e a natureza dos serviços, não há um fato que claramente justifique priorização nem que permita descartar o alerta.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 89.651,78

IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL (Tarcísio Motta, Daniella Monteiro e a direção estadual do partido), com valores compatíveis com repasses internos de campanha e despesas de pequeno porte. A única ligação com outro partido (Tiago Pinto Prata, PSB) é uma doação de R$ 200,00, valor irrisório que não sustenta um esquema de lavagem. O total de R$ 89,6 mil é modesto e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 75.289,53

IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL (Tarcísio Motta e Glauber Braga) e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos de campanha. A maior transação é uma despesa de Tarcísio para a direção estadual (R$ 32.500), valor que pode representar contribuição partidária ou ressarcimento, e as demais somas são pequenas. A presença de Tiago Pinto Prata (PSB) e de Leonardo Amatuzzi como elos intermediários não chega a configurar um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum, pois há conexões claras via PSOL.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 64.220,00

IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Tarcísio e Daniella), o que poderia explicar parte das movimentações como alinhamento político, mas a presença de Tiago Pinto Prata (PSB) e de uma pessoa sem partido identificado quebra a cadeia simples. Não há um fato isolado que destoe gritantemente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é um padrão rotineiro evidente.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 59.836,00

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta, Glauber Braga, Clarice Chacon), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo campo político. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos, exceto os R$ 37 mil de Glauber para Clarice, que podem ser repasse de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre correligionários, mas a presença de Tiago Prata (PSB) e da empresa sem nome no ciclo impede descartar o sinal sem checagem.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 57.718,15

IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (PSOL/RJ), com o partido (Direção Municipal) repassando recursos a um candidato e recebendo despesas de outro. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos (R$ 20 a R$ 46.580), compatíveis com doações e despesas partidárias rotineiras. O elo com o PSB (Tiago Prata) é uma doação de R$ 200 em 2018, valor irrelevante e sem conexão temporal com o restante. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores anômalos que sugiram triangulação.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 51.599,16

IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado no mesmo pleito. Ainda assim, chama atenção que a BG Studios Tecnologia LTDA, uma empresa, apareça simultaneamente como doadora de R$ 8.217,00 para Glauber e como fornecedora de R$ 5.912,96 para Tarcísio, ambos do PSOL/RJ em 2018, configurando uma relação financeira cruzada entre uma empresa e dois candidatos do mesmo partido. Além disso, a doação de R$ 37.000,00 de Glauber para Clarice em 2024 é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 14.000,00), sem que os fatos expliquem a assimetria. Esses elementos justificam uma checagem humana, ainda que possam ter explicações legítimas (ex.: prestação de serviços de tecnologia, repasse partidário).

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 38.952,50

IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 38.952,50) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PSB), com transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O sinal merece apenas acompanhamento ordinário, sem priorização.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 37.713,20

IA O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PSOL, REDE, PSB) e valores que variam de R$ 13,20 a R$ 32.500,00, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso é ambíguo e não permite afirmar se é rotineiro ou estranho sem mais contexto.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 34.652,50

IA O loop envolve valores baixos (R$ 34.652,50 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Tarcísio Motta é do PSOL, enquanto Marcos Lopes Ribeiro e Tiago Pinto Prata são do PSB, partidos que frequentemente atuam em coligações no Rio de Janeiro. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e incluem doações e despesas de campanha, o que pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual imediata.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 34.152,50

IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL no Rio de Janeiro, com a direção estadual do partido repassando recursos a um candidato e recebendo despesa de outro candidato da mesma legenda, o que é padrão comum de movimentação partidária. A única aresta fora do PSOL é uma doação de R$ 20,00 de Tiago Pinto Prata (PSB) para Tarcísio Motta em 2018, valor irrisório e compatível com doação entre aliados. O valor total de R$ 34 mil é baixo e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 27.720,00

IA O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018 a 2024) e entidades com partidos diferentes (PSOL e PSB), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem doações e despesas usuais entre pessoas físicas e campanhas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 26.936,00

IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta e Glauber Braga), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados do mesmo partido. Porém, há uma doação de Tiago Pinto Prata (PSB) a Tarcísio Motta em 2018 e uma despesa de Tarcísio a Flávio Alves Serafini em 2022, valores que não se encaixam perfeitamente no padrão de mesma coligação. O montante total é modesto (R$ 26.936) e as transações estão espalhadas por anos diferentes, sem um ciclo curto e fechado que configure um fato claramente anômalo.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 18.699,16

IA O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 8.217,00 para a campanha de Glauber de Medeiros Braga em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 5.912,96 da campanha de Tarcísio Motta de Carvalho — ou seja, a empresa aparece nos dois lados da cadeia, como doadora e fornecedora. Além disso, o elo entre Tiago Pinto Prata (PSB) e Tarcísio Motta (PSOL) é uma doação de apenas R$ 200,00, valor irrisório que não explica a conexão com os demais fluxos. Embora os partidos PSOL e PSB possam ter alianças, a coincidência de uma empresa doar e receber recursos de campanhas distintas em um ciclo curto merece verificação humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 17.989,16

IA O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que recebeu R$ 5.912,96 em despesas da campanha de Tarcísio Motta e, no mesmo ano de 2018, doou R$ 8.107,00 para a campanha de Daniella Monteiro, ambos do PSOL/RJ, criando um fluxo de ida e volta entre campanhas e uma empresa privada. Além disso, há uma doação de Tiago Pinto Prata (PSB) para Tarcísio Motta (PSOL) em 2018, partidos diferentes, e uma despesa de Daniella para Paloma de Oliveira Rocha em 2022, que depois doa para Tiago Pinto Prata no mesmo ano, fechando o ciclo com valores menores. A coincidência de sentidos e a participação de uma empresa que recebe da campanha e doa para outra campanha do mesmo partido no mesmo ano eleitoral justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósR$ 10.514,16
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doações recebidas
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despesas — pra onde foi o dinheiro
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detalhe
redes sociais declaradas
@pratinharj
declarado em 2022
@tiagoprata
declarado em 2022
pratinharj.com.br
declarado em 2022
@tiagoprata
declarado em 2022
@tiagoprata
declarado em 2022