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OLIVIO DE OLIVEIRA DUTRA

SENADOR · PT/RS · 2022
CPF 050.126.430-20título eleitoral 038398850400
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 2.471.970,32
28 doações
despesas contratadas
R$ 2.317.087,24
472 despesas
pago até agora
R$ 2.428.015,24
regime de caixa
candidaturas por eleição
2022NÃO ELEITO
SENADOR
PT · RS · 1º turno
47.508.085/0001-87
2014NÃO ELEITO
SENADOR
PT · RS · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
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sinais de alerta
redes sociais declaradas
sinais de alerta
72 sinais · mostrando os 30 maiores

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 157.174,53

IA O loop envolve duas figuras do mesmo campo político (PT/RS) em 2022: Olívio Dutra recebeu R$ 5.625,00 de João Edegar Pretto e pagou R$ 151.549,53 a ele como despesa. A diferença de ordem de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga é grande, mas o fluxo é compatível com repasses entre aliados da mesma coligação, cessão de estrutura ou ressarcimento de campanha, padrão comum em eleições proporcionais/majoritárias. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário, nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.

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highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 1.836,00

Despesa de campanha de R$ 70,400.00 descrita como "ADESIVO DE PEITO REDONDO 7.5X7.5CM" — 278x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 70.400 para adesivos de peito é 278x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a descrição genérica ('ADESIVO DE PEITO REDONDO 7.5X7.5CM') pode esconder um lote grande de itens, comum em campanhas majoritárias. O fornecedor é uma gráfica, ramo compatível com o serviço, e o candidato é de campanha ao Senado, onde tiragens de material costumam ser altas. Sem detalhamento de quantidade unitária ou preço por milheiro, não dá para afirmar se é erro de digitação, lote volumoso ou sobrepreço.

2022 · fornecedor: CAMILA APARECIDA MACIAL
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 600,00

Despesa de campanha de R$ 21,000.00 descrita como "ADESIVO DE CARRO 40X15CM 190G" — 83x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 21.000 para adesivos é 83x a mediana da categoria, mas a descrição não especifica a quantidade de unidades, apenas o modelo do adesivo. É plausível que se trate de um lote grande de adesivos para uma campanha majoritária (senador), o que justificaria o montante. Sem detalhamento da quantidade ou do preço unitário, não há como afirmar se é desproporcional ou apenas um pedido em volume.

2022 · fornecedor: ANTONIO DIEGO DE MOURA LOBO
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 11.825,00

IA O ciclo envolve três entidades do mesmo campo político (PT/RS), com valores modestos (R$ 11.825 no total) e transações em anos diferentes (2020 e 2022). A doação de Olívio a Laura (R$ 200) e a despesa de Laura a Edegar Pretto (R$ 6.000) podem ser explicadas por articulação interna de campanha ou ressarcimento, sem um fato concreto que destoe. Não há indício de empresa sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 368.164,74

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT (Haddad, Maria do Rosário, Olívio Dutra) e uma empresa de tecnologia, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, embora a despesa de Haddad com a empresa (R$ 152 mil) seja a maior. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de tecnologia merece uma checagem para confirmar se os serviços foram efetivamente prestados.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 319.551,74

IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 150 mil, R$ 313 mil, R$ 1,5 milhão, R$ 5,6 milhão, R$ 16 milhões) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT, o que oferece uma explicação plausível de aliança/coligação para parte das transações. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar completamente.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 253.591,72

IA O ciclo envolve apenas figuras do PT do Rio Grande do Sul (Paulo Pimenta, Olívio Dutra, Miguel Rossetto, João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses e despesas dentro do mesmo campo político. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas de campanha, o que explica sua presença nas duas pontas do loop. Os valores são modestos (R$ 253 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem nenhum salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doadora recebendo de volta valor equivalente.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 242.493,12

IA O ciclo envolve políticos do PT e PSOL no RS, partidos que frequentemente atuam em coligações e campos aliados, o que poderia explicar doações mútuas e despesas compartilhadas. Porém, a cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a Elvino Bohn Gass em 2018 e recebeu pagamentos de Manuela D'Ávila em 2020, sem que os fatos permitam afirmar se há relação indevida ou mera prestação de serviços. Os valores são moderados e as transações ocorrem em anos distintos, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 227.625,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Olívio Dutra), com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha ou devoluções. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem uma despesa de campanha de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo de forma suspeita. Não há indício de empresa fachada, valor desproporcional ou fornecedor fora do ramo que justifique priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 213.416,00

IA O ciclo envolve dois políticos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Olivio Dutra) e uma empresa de contabilidade, com valores que não destoam entre si (R$ 9,8 mil, R$ 5,6 mil, R$ 180 mil e R$ 18 mil). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e parte delas passa por um terceiro (João Edegar Pretto), o que quebra a ideia de ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que fuja do padrão de doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de contabilidade, mas também não dá para descartar checagem por ser um loop formal.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 211.316,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Olívio Dutra e Paulo Tito Coelho), o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações são de valores modestos e em anos distintos (2018 e 2022), e a maior parte do fluxo (R$ 180 mil) é uma despesa de Elvino para João Edegar Pretto, que não faz parte do ciclo de retorno. O elo com a empresa de contabilidade Essent é de baixo valor (R$ 900) e pode ser um pagamento por serviços prestados, sem indício de anormalidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 211.125,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass, Olívio Dutra e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e despesas entre aliados de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 180 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 210.525,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Paulo Pimenta, Olívio Dutra e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de coligação. As transações se distribuem por vários anos (2018 e 2022) e os valores não são absurdamente díspares entre si, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas do mesmo partido/coligação, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 209.174,05

IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são heterogêneos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, as entidades incluem diretórios partidários e candidatos de partidos aliados (PSOL e PT), o que pode explicar repasses internos e doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 208.675,00

IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT no Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Olívio Dutra, Laura Sito), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados da mesma federação/coligação. A única entidade fora do PT é Renan da Silva (PSB), mas o valor que ele doa a Maria do Rosário (R$ 1.850) é pequeno e pode ser devolução ou apoio pontual. O valor mais alto (R$ 200.000 de Maria do Rosário a João Edgar Pretto) aparece como despesa, não como fechamento do loop, e não há detalhamento do serviço/produto que explique a transação. Sem saber a natureza dessas despesas e a relação partidária exata entre os envolvidos, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 206.625,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Olívio Dutra), com valores modestos e dentro do padrão de doações entre aliados do mesmo partido. As transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita, e os montantes são compatíveis com repasses internos de campanha. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 205.400,00

IA O ciclo envolve apenas agentes do PT do Rio Grande do Sul (Helen Cabral, Paulo Pimenta e Olívio Dutra), o que é compatível com doações e repasses internos de uma mesma coligação/partido. A empresa Essent aparece como doadora de uma campanha e prestadora de serviços contábeis de outra, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 180 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem concentração temporal ou valor exorbitante que force uma checagem imediata.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 202.625,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do RS (Miguel Rossetto, Dionilso Marcon e Olívio Dutra), o que é compatível com repasses internos de campanha ou devoluções dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 2.026,25 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para aliados de mesma sigla, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 201.693,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 201,7 mil, mas as transações listadas não fecham o loop descrito: há valores e elos ausentes (ex.: a seta de R$ 180.000 de Paulo Roberto para 'ELEIÇÕES 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO' e a doação de João Edegar Pretto para Olívio Dutra não se conectam claramente ao retorno a Olívio). O ponto que mais chama atenção é a empresa RINOBOX SOLUÇÕES FINANCEIRAS LTDA: ela doa R$ 15.423 a Paulo Roberto (PT/RS) e, no mesmo ano, recebe R$ 445,44 de Laura Sito (PT/RS) — uma empresa de 'soluções financeiras' aparecendo como doadora e fornecedora dentro da mesma cadeia de campanhas do PT gaúcho. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão simples de mesma coligação e merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 197.666,00

IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 750 a R$ 180.000) e entidades de naturezas diferentes: uma empresa de contabilidade, dois políticos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Olívio Dutra), um vereador do PSOL/RS e uma empresa sem nome identificado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão de doações entre aliados políticos e prestadores de serviço, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre as partes.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 184.226,59

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Dionilso Marcon, Olívio Dutra, Miguel Rossetto e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e uso de uma plataforma de arrecadação (Vakinha) para despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 1.100 a R$ 160.000) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença de uma empresa de arrecadação online como intermediária é um padrão comum em campanhas, não um indício forte de irregularidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 178.671,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Denise Pessoa, Olívio Dutra e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 178,6 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 167.976,53

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Alexandre Lindenmeyer e Olívio Dutra), todos com histórico de candidaturas no estado, o que é compatível com doações entre aliados da mesma coligação. Além disso, a empresa ESSENT JUS CONTABILIDADE E CONSULTORIA aparece tanto como doadora de Henrique Fontana quanto como prestadora de serviços para Olívio Dutra, um padrão comum de contratação de contabilidade por campanhas. Os valores são de ordens de grandeza distintas (doações de milhares, despesa de R$ 128.900,00), mas a despesa é para uma campanha majoritária (governador), o que justifica o montante. Não há indício claro de irregularidade, apenas um encadeamento que pode ser explicado por relações partidárias e prestação de serviços.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 162.913,00

IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões partidárias existem (PSOL e PT no RS), mas não há um elo claro e direto que justifique um alerta imediato. O caso merece uma checagem leve, mas os fatos apresentados não são suficientes para classificá-lo como bizarro ou plausível.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 160.013,00

IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL e PT no RS), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 160 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 159.657,59

IA O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não formam um loop fechado de retorno do mesmo montante. As entidades humanas são todas do PT/RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva, e o uso por campanhas é comum, mas o retorno de recursos de uma campanha para a plataforma mereceria checagem. Não há um fato isolado que destoe de padrões legítimos, mas também não é possível descartar completamente.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 157.013,00

IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL e PT) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.000, R$ 1.300, R$ 6.000 e R$ 150.000), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e parte delas é classificada como despesa, não como doação, dificultando a leitura de circularidade. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não se pode afirmar que seja um padrão rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 90.802,12

IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha do PT e, no mesmo ano, recebe pagamentos de despesa de uma campanha do PSOL, enquanto outra campanha do PT faz despesa para uma terceira campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e os valores não são triviais (R$ 45 mil de despesa para a empresa, R$ 37 mil de despesa entre campanhas). A presença de uma empresa de contabilidade no centro do loop, doando e recebendo recursos de campanhas de partidos diferentes, é um fato concreto que foge do padrão comum de doação partidária e merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 67.130,12

IA O ciclo envolve figuras do mesmo campo político no RS (PT e PSOL), com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas — padrão comum e legítimo. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O valor pago à ESSENT (R$ 45 mil) é compatível com serviços contábeis de campanha, e não há indício de que a empresa tenha doado milhões para receber de volta. Não há fato concreto que fuja do roteiro de alianças partidárias e prestação de serviços.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 62.625,00

IA O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 500 a R$ 21.000 por transação) e em anos eleitorais distintos. As movimentações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses internos de campanha e despesas com o próprio comitê, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão rotineiro de financiamento partidário.

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doações recebidas
0 registros
detalhe
despesas — pra onde foi o dinheiro
0 registros
detalhe
redes sociais declaradas
@OlivioDutraPT
declarado em 2022
@oliviodutraoficial
declarado em 2022
@@oliviodutraoficial
declarado em 2022
oliviosenador131.com.br
declarado em 2022
oliviosenador.com.br
declarado em 2022
olivio-dutra.financie.de
declarado em 2022
oliviodutra.com.br
declarado em 2022
@olivio_dutra
declarado em 2022