highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 480,00
Despesa de campanha de R$ 13,900.00 descrita como "SERVIÇOS GRAFICOS COM PUBLICIDADE EM ADESIVO" — 55x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 13.900 para 'SERVIÇOS GRAFICOS COM PUBLICIDADE EM ADESIVO' é 55x a mediana da categoria, mas a descrição é genérica e pode englobar um lote grande de material gráfico (adesivos, faixas, cartazes) não detalhado. Não há informação sobre quantidade de itens, preço unitário ou vínculo entre fornecedor e candidato que permita afirmar se é erro de digitação, compra volumosa legítima ou algo atípico. Sem esses dados, não há fato concreto que justifique priorização humana nem que afaste a suspeita.
2022 · fornecedor: JOELSON GAIO CLARO
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 11.481,93
IA Há um ciclo fechado no mesmo ano (2018) entre o candidato Rosival Leite da Silva (PT-BA) e a empresa UM A MAIS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA E CONSULTORIA LTDA: a empresa doa R$ 10.934,00 ao candidato e o candidato paga R$ 547,93 à mesma empresa como despesa. O valor recebido pela empresa de volta é cerca de 5% do doado, mas o fluxo circular entre as mesmas duas partes, sem coligação/partido em comum identificado, é um fato concreto que merece checagem humana. Não é prova de irregularidade, mas o padrão de 'doa e recebe de volta' no mesmo exercício justifica priorização.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 7.853.564,67
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidato a deputado estadual, candidato a presidente e diretório estadual) e uma empresa que fez doações ao partido/candidato, com valores compatíveis com o porte das campanhas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos em relação ao total movimentado, sugerindo coincidência de fluxos dentro da mesma coligação/partido, e não um esquema circular suspeito. A empresa 'UM A MAIS' aparece como doadora e também como fornecedora de serviços para a campanha de Rosival, o que é comum no financiamento eleitoral. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores anômalos.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 7.734.564,67
IA O ciclo envolve entidades majoritariamente ligadas ao PT (candidatos e direção partidária), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de tecnologia doando valores vultosos a Lula e recebendo despesas de campanha merece uma checagem manual para descartar coincidência ou irregularidade.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 7.721.064,67
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores que, embora somem R$ 7,7 milhões, são explicáveis por doações partidárias e repasses internos. A maior transação (R$ 1,6 milhão da UM A MAIS para Lula em 2022) é uma doação empresarial típica, e as demais são de baixo valor ou repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais. O loop pode ser coincidência de fluxos dentro da mesma coligação, sem indício claro de irregularidade.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 7.707.414,67
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidatos, direção estadual e uma empresa que doou ao partido/campanha presidencial), o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação. Os valores são muito díspares: a empresa doou R$ 2,2 milhões a Lula, enquanto as transações de retorno (R$ 547,93 e R$ 850,00) são de outra ordem de grandeza, típicas de despesas miúdas e doações entre aliados. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral, como fornecedor de ramo estranho ou valor de retorno equivalente ao doado.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 7.701.230,30
IA O ciclo envolve entidades majoritariamente do mesmo campo político (PT), com valores muito díspares: a maior parte do volume (R$ 2,2 mi) são doações da empresa UM A MAIS à campanha de Lula em 2018/2022, e o restante são repasses pequenos entre candidatos do PT e a direção estadual do partido. O 'loop' parece ser um artefato de agregação de transações de anos diferentes (2018, 2022, 2024) e de uma cadeia de repasses partidários, não um ciclo fechado de curto prazo. Não há um fato isolado que destoe do padrão de doações empresariais e repasses internos do partido.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 7.700.611,74
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores que, embora somem R$ 7,7 milhões, são distribuídos em transações de naturezas distintas (doações de empresa a candidato, despesas de campanha com fornecedor, repasses partidários). A maior parte do volume vem de doações da empresa UM A MAIS diretamente a Lula, o que é um padrão conhecido de financiamento empresarial (antes da proibição de 2015) e não configura, por si só, um loop suspeito. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por relações dentro da mesma coligação/partido. Não há um fato concreto que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização imediata.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 2.112.606,04
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas todas têm vínculo partidário com o PT (Fernando Haddad/PT-SP, Rosival Leite/PT-BA e a direção estadual do PT-BA), o que permite explicar a circulação como repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor mais expressivo (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa UM A MAIS para Fernando Haddad em 2018, enquanto as demais transações são de ordens de grandeza muito menores (R$ 160 mil, R$ 400 mil e R$ 547,93). Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que fuja do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a cronologia e a natureza dos serviços prestados.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 1.993.606,04
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidatos e direção estadual) e uma empresa fornecedora, com valores que não são equivalentes entre si. A maior transação é uma doação de R$ 1,55 milhão da empresa para Fernando Haddad em 2018, enquanto as demais são de baixa monta (R$ 24 mil, R$ 17 mil, R$ 40 mil, R$ 547). O padrão é compatível com doações partidárias, repasses da direção estadual e pagamentos por serviços, sem um fato que destoe e exija checagem imediata.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.980.106,04
IA O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 1,55 milhão da UM A MAIS para Fernando Haddad em 2018) domina o total, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 400 mil. Todas as entidades são do PT ou ligadas a ele, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A empresa UM A MAIS aparece como doadora de campanha e também como fornecedora de um candidato, mas o valor pago por Rosival é irrisório (R$ 547,93) perto da doação que ela fez. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.966.456,04
IA O ciclo fecha entre cinco entidades, mas o elo mais forte é a empresa UM A MAIS, que doou R$ 1,55 milhão a Fernando Haddad em 2018 e no mesmo ano recebeu R$ 547,93 de Rosival Leite da Silva, candidato do PT na Bahia. A diferença de ordem de grandeza entre o que a empresa doa e o que recebe de volta, somada ao fato de a empresa aparecer como fornecedora de um candidato e doadora de outro, dificulta a explicação como simples coincidência de coligação. O restante da cadeia (Haddad -> direção PT -> Verônica -> Rosival) é compatível com repasses partidários, mas o nó empresa-candidato merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.960.271,67
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT, o que permite explicar as movimentações como repasses internos do partido ou doações entre aliados. A maior transação (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa UM A MAIS para Fernando Haddad, e não há retorno desse valor à empresa; os demais valores são de ordens de grandeza muito menores. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a origem dos recursos e a relação da empresa com os demais envolvidos.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.959.653,11
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT (SP e BA), o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou repasses internos. A maior transação (R$ 1,55 milhão) é uma doação da empresa UM A MAIS para Fernando Haddad, valor alto mas compatível com campanha majoritária. As demais transações são de valores muito menores e em anos distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 563.027,93
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT (candidatos e diretório estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 1.480, R$ 1.000, R$ 547,93) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A maior movimentação (R$ 400 mil) é uma despesa de Fernando Haddad ao diretório estadual, padrão comum de contribuição partidária, e não há indício de retorno direto ao doador original.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 326.116,93
IA O ciclo envolve uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) que doou a Valmir Carlos da Assunção em 2018 e 2022, mas também recebeu despesa de Rosival Leite da Silva em 2018, enquanto ambos os candidatos são do PT da Bahia e receberam repasses da direção estadual. O ponto que chama atenção é a empresa de tecnologia aparecer simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora paga por outra campanha do mesmo partido, fechando um loop com valores que somam R$ 326 mil. Isso não é típico de uma simples coincidência de coligação, pois há uma relação comercial cruzada entre candidatos e uma empresa privada dentro do ciclo. Merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 207.116,93
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se distribuem por vários anos, sem um elo claramente inexplicável. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação partidária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 193.616,93
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (dois candidatos, uma vereadora e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma sigla. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando a um candidato do PT, o que pode ser fornecedor que também apoia politicamente, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O valor total de R$ 193 mil é modesto e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018–2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 179.966,93
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT na Bahia, e uma das transações é um repasse da direção estadual do partido para uma candidata, padrão legítimo e comum. As demais transações (doações de empresa a candidatos, despesa de campanha com a empresa, doação entre candidatos) também são compatíveis com relações partidárias e de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados do mesmo partido, mas o encadeamento fechado em cinco entidades justifica uma conferência humana para descartar coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 177.797,93
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia, a direção estadual do partido e uma empresa de tecnologia. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações partidárias e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 173.782,56
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (dois candidatos, um vereador e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação/partido. A empresa Um a Mais aparece doando para Valmir e recebendo despesa de Rosival, mas os valores são modestos e distribuídos em anos diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A maior transação é uma despesa de R$ 150 mil de Valmir para a direção estadual, compatível com repasse partidário. Não há um fato isolado que fuja do que se espera de articulação partidária rotineira.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 173.164,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT na Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos, devoluções de sobra e contratação de serviços entre aliados da mesma coligação. A empresa 'Um a Mais Serviços de Tecnologia' aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando a um candidato do mesmo partido, padrão comum de fornecedor que também apoia politicamente. Os valores são modestos (R$ 173 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018, 2022 e 2024, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 58.797,93
IA Todas as entidades são do PT da Bahia, e as transações envolvem doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas com uma empresa de tecnologia. O ciclo pode ser explicado por movimentação financeira típica dentro de uma mesma coligação partidária, sem valores discrepantes ou fornecedores de ramo estranho. Não há indício de quebra do padrão esperado para campanhas do mesmo grupo político.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 45.297,93
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia, o que é compatível com doações e repasses internos de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 45 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 31.647,93
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 31,6 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024). As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses da conta estadual a candidatos, além de despesas de campanha com fornecedor de tecnologia. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor fora do ramo ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 25.463,56
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT na Bahia, e uma das etapas é a direção estadual do próprio partido repassando recursos a um candidato — padrão comum e legítimo. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 24.845,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT na Bahia e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 24.845 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. A empresa 'UM A MAIS' aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato, o que pode ser um fornecedor que também apoia politicamente, mas não há indício de quebra de cadeia ou valores atípicos.
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