highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 9.800,00
Despesa de campanha de R$ 9,800.00 descrita como "ADESIVO PERFURADO - 0,35X0,70" — 34x a mediana de R$ 286.00 pra "adesivo" (439,383 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 9.800 para 'ADESIVO PERFURADO - 0,35X0,70' está 39x acima da mediana da categoria, o que chama atenção, mas a própria descrição sugere um item de grande formato (0,35x0,70 m) que pode ter sido contratado em lote ou em quantidade elevada. Não há informação sobre quantidade de unidades, preço unitário ou se o fornecedor tem vínculo com o candidato, o que impede afirmar se é erro de digitação, compra em volume legítima ou algo a verificar. Sem esses dados adicionais, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
2024 · fornecedor: DENIS EDUARDO BARBOSA DA COSTA ME
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 81.688,70
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (MDB/MT, PP/RS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, há uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa R$ 17.456,00 a um candidato do PP/RS e depois recebe R$ 52.500,00 como despesa de um prefeito do MDB/MT, valores de ordens de grandeza distintos e sem relação aparente com o serviço prestado. O loop fecha com uma doação de R$ 1.060,00 de uma vereadora do MDB/MT para o prefeito do MDB/MT, mas a cadeia como um todo não se explica por um padrão rotineiro de mesma coligação ou conta partidária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 74.656,90
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (MDB/MT, PT/SC) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, há uma empresa de contabilidade (Essent) que doa para um candidato do PT/SC e depois recebe despesa de um candidato do MDB/MT, fechando o loop com valores expressivos (R$ 52.500,00 de despesa contra R$ 10.420,00 de doação). A diferença de ordem de grandeza e a mistura de tipos (doação e despesa) entre os mesmos atores justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 68.334,51
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações estão espalhadas em anos diferentes (2020 e 2024) e envolvem partidos distintos (MDB e PSD) em estados diferentes (MT e MG), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. O ponto mais chamativo é a despesa de R$ 52.500,00 paga por EMANUEL PINHEIRO (MDB-MT) à ESSENT JUS CONTABILIDADE, que é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 1.064,00, R$ 4.078,00, R$ 5.561,00) e fecha o ciclo de volta à empresa de contabilidade. Além disso, a ESSENT aparece como doadora para um vereador do PSD em MG e depois como recebedora de despesa de um prefeito do MDB em MT, sem vínculo partidário ou coligação evidente entre eles.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 65.319,26
IA O ciclo fecha entre pessoas e empresas sem partido ou coligação comum evidente: Emanuel Pinheiro (MDB-MT) paga R$ 52.500 à Essent, que doa R$ 1.114 a Gregor Moura (PL-RS), que gasta R$ 4,36 com a Elegis, que doa R$ 10.640,90 a Débora Vilar (MDB-MT), que doa R$ 1.060 a Emanuel Pinheiro. O elo mais forte é a despesa de R$ 52.500 de Emanuel Pinheiro com a Essent, que retorna parcialmente como doação a um vereador do PL no RS, sem conexão partidária ou geográfica aparente. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa de Emanuel Pinheiro e as demais transações também chama atenção.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 64.725,16
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos e estados diferentes (MDB-MT, PSD-SP) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, há dois elos claros de mesma sigla partidária (MDB-MT entre Débora e Emanuel em 2020) e valores que não são absurdamente desproporcionais entre si. A presença de empresas de contabilidade/consultoria recebendo despesas e fazendo doações é um padrão comum em campanhas, mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário evidente merece checagem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar como rotina.
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