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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 885.826,04
IA O fluxo é entre um candidato do PT e o diretório municipal do próprio PT em Porto Alegre, ou seja, mesma estrutura partidária. O valor de ida (R$ 321.643,18 em 10 doações) é compatível com repasses de direção partidária para campanha, e o retorno (R$ 21.000,00 em uma despesa) é pequeno e pode ser ressarcimento ou pagamento de despesa operacional. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário nem valor de ordem de grandeza atípica.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 44.142,54
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS e uma empresa de consultoria/tecnologia, o que é compatível com prestação de serviços entre aliados do mesmo partido. Porém, os valores são muito desiguais (R$ 26.000 de Maria para José, R$ 18.108 da ELEGIS para Maria e apenas R$ 34,36 de José para ELEGIS), e o retorno à campanha de origem via empresa não fecha um padrão claro de ressarcimento ou repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos serviços prestados.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 36.500,00
IA O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PT, PODE e o diretório do PTB), o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), os valores são modestos (R$ 500, R$ 15.000 e R$ 21.000) e o diretório municipal do PTB atua como intermediário, o que pode ser explicado por repasses partidários rotineiros ou devoluções. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas e diretórios, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de coincidência inofensiva.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 1,00
Despesa de campanha de R$ 24,750.00 descrita como "ADESIVO IMPRESSO PERFURADO" — 98x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 24.750 para 'ADESIVO IMPRESSO PERFURADO' é 98x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a própria descrição sugere material gráfico personalizado que pode ser contratado em lote de milhares de unidades. Sem detalhamento de quantidade, especificação ou comparação com outros gastos do mesmo candidato/fornecedor, não dá para afirmar se é um lote grande legítimo ou um valor atípico que mereça checagem. O fornecedor tem CNPJ ativo e ramo compatível com publicidade impressa, e não há indício de ciclo fechado ou vínculo partidário suspeito.
2020 · fornecedor: n/d
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 2.345,52
Despesa de campanha de R$ 14,105.00 descrita como "ADESIVO" — 56x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 14.105,00 para 'ADESIVO' é 56x a mediana da categoria, mas a descrição genérica pode englobar um lote grande de adesivos (ex.: milhares de unidades para campanha de deputado federal no RS). O fornecedor é uma gráfica, ramo compatível com a produção de adesivos, e o candidato tem histórico eleitoral no PT/RS. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor de ordem de grandeza absurda para uma gráfica.
2018 · fornecedor: MOURÃO E LIRA LTDA - EPP
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 4.131.457,51
IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PL) e valores muito díspares: a doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro é ordens de grandeza maior que as demais transações do loop. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de um deputado do PT em 2018 e depois como fornecedora paga pela campanha de Bolsonaro em 2022, sem que os fatos expliquem a relação entre essas campanhas ou a ligação da AIXMOBIL com o PT. O conjunto fecha um ciclo entre pessoas sem coligação/partido comum declarado, o que justifica checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 851.872,15
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (MDB e PT), o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. A ESSENT doa R$ 5.286,00 a Sebastião Melo (MDB) em 2020 e recebe R$ 6.086,15 de José Alberto Reus Fortunati (PT) em 2018, valores próximos e em sentidos opostos, sugerindo possível retorno do dinheiro. Além disso, há um salto de ordem de grandeza: a despesa de R$ 830.000,00 de Sebastião Melo para a direção municipal do MDB é muito superior às demais transações do loop, o que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 468.380,38
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas variadas (doação de empresa, repasse partidário, despesa de campanha) e valores muito díspares, sendo a maior delas (R$ 400 mil) um pagamento de despesa da campanha presidencial a uma empresa de contabilidade, serviço compatível com o ramo. O elo de R$ 1,00 de Celso Bassani a Jair Bolsonaro é irrelevante e não sustenta um esquema de movimentação circular.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 425.089,38
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e espectros políticos distintos (PT, PSDB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à ESSENT (R$ 400.419,38) é duas ordens de grandeza superior às demais transações do loop e retorna à empresa que originou a doação inicial, o que dificulta uma explicação simples de coincidência. Embora valores pequenos possam ser doações rotineiras, o elo final de alto valor merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 423.659,44
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PL, Republicanos) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que retorna à ESSENT (R$ 400.419,38) é cerca de 200 vezes maior que a doação inicial que ela fez (R$ 1.960,00), e a empresa aparece simultaneamente como doadora e fornecedora paga pela campanha presidencial. Esses dois fatos — ausência de vínculo partidário claro e salto de ordem de grandeza no retorno — justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 410.204,13
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Elvino Bohn Gass e José Alberto Reus Fortunati), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou contratação de serviços entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A empresa Aixmobil aparece como doadora e também recebedora de despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de quebra do ciclo por entidades sem vínculo partidário ou valores discrepantes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 404.475,74
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, NOVO) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS, enquanto a ESSENT JUS fez uma doação de apenas R$ 1.960,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a ELEGIS doou R$ 2.040,00 a Paulo Gabriel Lombardi (NOVO) em 2024, e este doou R$ 22,00 a Bolsonaro em 2022, criando um encadeamento temporal e partidário incomum. O conjunto merece checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 403.214,74
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PL, Republicanos) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT, empresa que havia doado R$ 1.960,00 a um candidato do PT em 2018 — valores de ordens de grandeza muito distintas. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e depois como fornecedora da campanha que fecha o loop, padrão que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 402.875,73
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PDT e PL) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, a maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, que é a mesma empresa que inicia o loop com uma doação de R$ 1.960 a um deputado do PT — assimetria de valor e de direção que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 253.462,21
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que também doou para José Alberto Reus Fortunati (PT) no mesmo ano, criando um vínculo direto entre lados opostos. Além disso, a doação de R$ 100 de Celso Bassani Barbosa (PSDB) a Bolsonaro (PL) em 2022 é um valor atípico e simbólico dentro de um loop de R$ 253 mil. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 245.685,13
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 2.995 a R$ 201.576). As entidades têm vínculos partidários (PT) e familiares (SOFIA CAVEDON NUNES e MARIA DO ROSARIO NUNES compartilham o sobrenome NUNES), o que pode explicar movimentações dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 235.570,13
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Maria do Rosário, José Alberto Reus Fortunati e Jeferson Oliveira Fernandes), o que é compatível com repasses internos de campanha/coligação. Porém, a cadeia inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) e uma entidade sem nome, e os valores são díspares (R$ 1.880 a R$ 201.576), sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo a checar. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para classificar como bizarro, nem elementos que expliquem completamente o loop.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 231.802,63
IA O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Maria do Rosário, José Alberto Reus Fortunati e Nestor Pedro Schwertner), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Porém, a cadeia inclui uma empresa privada (Aixmobil) e uma campanha majoritária (João Edegar Pretto Governador) sem que os fatos expliquem a relação, e os valores são muito díspares (de R$ 175 a R$ 201.576). Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, mas também não há elementos suficientes para descartar a estranheza.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 231.441,93
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MDB, PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum evidente. A maior transação é uma doação de R$ 226.181,75 da ELEGIS para Jesse Sangalli de Mello, valor de duas ordens de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 1.960 a R$ 3.000). Além disso, a ELEGIS aparece tanto como doadora de valor alto quanto como recebedora de despesa de campanha, o que justifica checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 210.171,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que já havia doado R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT) em 2018, criando um fluxo cruzado entre campos políticos opostos. Além disso, há um salto de ordem de grandeza entre as demais transações (R$ 1.000 a R$ 21.000) e essa despesa, sem que o ramo da AIXMOBIL esteja descrito. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 208.741,27
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, Republicanos) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT), criando um fluxo de recursos entre campos políticos opostos. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de Evaristo Pinheiro Righetto a Bolsonaro, valor atípico que reforça a necessidade de checagem manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 202.041,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, DC) e empresas, sem coligação comum aparente. A transação de R$ 100 de Nelson de Oliveira (DC) para Jair Bolsonaro (PL) é um valor irrisório que não se explica por lógica de doação eleitoral, mas serve para fechar o loop. Além disso, a Essent aparece como doadora e depois recebe despesa de campanha de José Alberto Reus Fortunati (PT), configurando um retorno de recursos à mesma empresa.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 197.017,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, NOVO) e empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 3.109,00 a um candidato do PT, criando um fluxo cruzado entre campos políticos opostos. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de uma candidata do NOVO e como fornecedora paga por um candidato do PT, o que reforça a mistura de papéis. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário e justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 196.517,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PMB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária. Além disso, a transação de maior valor (R$ 184.352,21) é uma despesa da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou à campanha de José Alberto Reus Fortunati (PT), criando uma conexão indireta entre campos políticos opostos. A soma das transações fecha um loop com valores que variam de R$ 22,00 a R$ 184.352,21, sem que os fatos apresentados expliquem a lógica comercial ou política dessa cadeia.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 196.077,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e empresas, com transações em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.109,00 a José Alberto Reus Fortunati (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação partidária clara. Além disso, a empresa ESSENT aparece tanto recebendo despesa de Fortunati quanto doando para Raizer, fechando o ciclo de forma não trivial. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 195.668,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PATRIOTA) e uma empresa de contabilidade que doa para um candidato e depois recebe despesas de outro, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O valor de R$ 184.352,21 pago por Bolsonaro à AIXMOBIL é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PT, o que dificulta uma explicação simples de alinhamento político. A doação de R$ 1,00 de Airton para Bolsonaro é um valor simbólico que não explica a conexão. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 195.548,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, MDB) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do MDB, enquanto um candidato do PT paga despesas à mesma empresa. A maior transação é uma despesa de R$ 184 mil da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 3,1 mil a um candidato do PT, fechando o loop. A presença de uma doação de R$ 1,00 de um vereador do MDB a Bolsonaro e a mistura de partidos sem coligação clara dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou conta partidária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 195.227,36
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PDT, PL) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. A transação de R$ 184.352,21 de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 3.109, R$ 1.679, R$ 100 e R$ 6.086,15), e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PT no mesmo ano em que recebe vultosa despesa do PL. Além disso, a doação de R$ 1,00 de Cícero Rômulo a Bolsonaro é um valor atípico que, embora irrelevante financeiramente, fecha o ciclo entre pessoas sem vínculo partidário comum. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza das relações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 195.097,36
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (PT, PL, MDB; 2018, 2020, 2022), sem coligação comum aparente. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que já havia doado R$ 3.109,00 a Fortunati (PT) em 2018, e a Essent, que doou a Dahmer (MDB) em 2020, recebeu despesa de Fortunati (PT) em 2018. A diferença de ordem de grandeza (R$ 184 mil vs. doações de R$ 1,5 mil a R$ 3,1 mil) e a mistura de partidos e anos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
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