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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: plausívelR$ 140.238,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (Gilberto Vargas, Denise Pessoa e a campanha de João Edegar Pretto ao governo), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de coordenação. Os valores são modestos (R$ 4,4 mil de doação, R$ 1,8 mil de despesa e R$ 134 mil de despesa) e as datas se distribuem entre 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: plausívelR$ 50.317,00
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS e a campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador, 2022), todos do mesmo campo político. As doações de Sofia a Gilberto (R$ 2.000 em 2020) e as despesas de Gilberto com a campanha majoritária (R$ 6.000 em 2022) são valores baixos e compatíveis com repasses internos de campanha/coligação. O retorno de R$ 42.317 da campanha majoritária para Sofia é o maior valor, mas se explica como repasse de recursos a candidato aliado, padrão comum em coligações proporcionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza atípica.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 0,00
Despesa de campanha de R$ 10,000.00 descrita como "ADESIVO DE PEITO" — 39x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 10.000 para 'ADESIVO DE PEITO' é 39x a mediana da categoria, mas a descrição genérica pode esconder um lote de milhares de unidades, o que é comum em campanhas de deputado estadual. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou relação suspeita entre as partes. Sem detalhamento de quantidade unitária, não dá para afirmar que o preço é anômalo.
2020 · fornecedor: n/d
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 900,00
Despesa de campanha de R$ 10,000.00 descrita como "ADESIVO PEITO 7X7" — 39x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 10.000 para 'ADESIVO PEITO 7X7' é 39x a mediana da categoria, mas a descrição é genérica e pode esconder um lote grande de adesivos, comum em campanhas de deputado estadual. O fornecedor é uma ME local, sem indícios de vínculo anômalo com o candidato, e o candidato tem histórico eleitoral recorrente. Não há fato concreto que aponte para algo além de possível compra em volume ou erro de digitação.
2020 · fornecedor: J.R.S BONAFE CIA LTDA
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 249.576,00
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas não identificadas, com valores que variam de R$ 2.000 a R$ 201.576. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns. Não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão, como valor uma ordem de grandeza acima das demais transações ou fornecedor de ramo incompatível.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 218.776,00
IA O ciclo envolve apenas integrantes e aliados do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com doações entre correligionários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e não há indício de retorno financeiro direto ao doador original. O maior valor (R$ 201.576,00) é uma doação de João Edgar Pretto a Maria do Rosário, figura de projeção estadual, o que é comum em campanhas majoritárias.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 180.163,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 2.000 e R$ 1.800) e repasses maiores ligados à campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022. O padrão é compatível com doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes do mesmo grupo político, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que fuja do que se espera de uma rede partidária estadual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 179.433,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas conjuntas, e inclui uma doação oficial da campanha de João Edegar Pretto (governador) para Sofia Cavedon, além de despesas de Denise Pessoa com o mesmo João Edegar Pretto. Essas movimentações são típicas de repasses dentro de uma mesma coligação/partido, não configurando um loop fechado entre entidades sem relação. O valor total de R$ 179 mil é modesto e compatível com transações eleitorais rotineiras.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 179.188,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas conjuntas, o que é um padrão comum de alianças partidárias. As transações incluem doações entre candidatos da mesma sigla e despesas com fornecedores/pessoas físicas, além de repasses de comitês eleitorais (como o de João Edegar Pretto) para candidatos proporcionais, o que é rotineiro. O valor total de R$ 179 mil é modesto e compatível com movimentações de campanha de pequeno porte. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 178.960,00
IA Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo campo político, incluindo repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador em 2022) para candidatos proporcionais do partido. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.000 entre Sofia e Gilberto, R$ 522 de despesa) e um repasse de R$ 134 mil de Denise para a campanha majoritária, compatível com contribuição partidária. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 144.172,00
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Gilberto Vargas e Denise Pessoa) e dois nomes ligados ao mesmo campo político (Frederico Varela e João Edegar Pretto, este candidato a governador em 2022). As transações são de baixo valor relativo (R$ 2.000 e R$ 6.000) e compatíveis com doações entre aliados e repasses para campanha majoritária do mesmo partido. O valor maior (R$ 134 mil) vem de João Edegar Pretto para Denise, o que é típico de transferência dentro da mesma chapa/coligação. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 139.508,00
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Gilberto Vargas e Denise Pessoa) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de coligação. A maior transação (R$ 134 mil de Denise para Pretto) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e o valor de R$ 139,5 mil do loop é modesto. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 139.263,00
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas mostram apenas dois candidatos do PT/RS e uma empresa sem nome identificado, sem que se veja claramente o fechamento do loop. As movimentações podem ser explicadas por repasses dentro do mesmo partido (PT) e por despesas de campanha a fornecedores, padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível, que justifique priorização.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 139.035,00
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os nomes das empresas não foram informados e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades políticas identificadas são todas do PT/RS, o que permite explicar parte do fluxo como repasses dentro do mesmo campo político. A transação de maior valor (R$ 134.046,00) é uma despesa de Denise Pessoa para João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022, valor que pode ser compatível com repasse partidário, mas sem mais contexto não é possível afirmar se há algo atípico.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 55.189,44
IA O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 55 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2022. A maioria das conexões é explicável por padrão partidário comum (mesmo partido/coligação) e por doações/despesas de campanha de baixo valor. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as empresas e as campanhas.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 54.821,08
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 54,8 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária (João Edegar Pretto, também PT) e pagamento de serviços. A empresa RINOBOX aparece tanto doando para Sofia quanto recebendo despesa de Rita, o que é compatível com prestação de serviços financeiros a campanhas. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 53.682,11
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma empresa que presta serviços financeiros, com valores compatíveis entre doações e despesas. A maior parte do fluxo passa pela campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador), o que é típico de repasses dentro da mesma coligação. A empresa RINOBOX recebeu R$ 28.811 de uma candidata e doou R$ 442.700 para outra, mas isso pode ser explicado por serviços prestados e posterior doação, sem indício de anormalidade. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 53.617,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas em anos próximos, e inclui uma doação de campanha majoritária (ELEICAO 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR) para uma das candidatas, o que é típico de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.500 a R$ 6.000) e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedor fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 52.392,00
IA O ciclo envolve apenas três pessoas físicas do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes, Gilberto Jose Spier Vargas e Paulo Roberto Severo Pimenta) e duas entidades sem nome identificado, o que poderia ser explicado por articulação interna de mesma coligação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não formam um retorno exato do mesmo montante, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente de um padrão legítimo, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 52.392,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações e despesas entre aliados de mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um encadeamento rápido e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 52 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022). As setas correspondem a doações entre aliados do mesmo partido e a despesas pagas a comitês de campanha de correligionários (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto), padrão comum em coligações. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor de ramo estranho.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 48.202,06
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e comitês eleitorais do PT no RS, com valores moderados (R$ 2,6 mil a R$ 37 mil). As conexões podem ser explicadas por repasses dentro da mesma coligação/partido (PT-RS) e por despesas de campanha, mas a cadeia exata não está totalmente documentada nas transações fornecidas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 38.392,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador) para Miguel Rossetto, o que é um padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. As transações são de valores modestos (R$ 2 mil a R$ 21 mil) e ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de retorno financeiro direto entre os doadores originais. O loop parece refletir a circulação de recursos entre aliados e a própria campanha majoritária, não um esquema fechado entre partes sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 31.300,00
IA O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Sofia, Gilberto e Miguel) e valores modestos (R$ 31,3 mil no total), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido em anos distintos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 28.592,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2026. As movimentações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com comitês majoritários (João Edegar Pretto). Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho ou empresa devolvendo valor milionário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 28.192,00
IA O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no RS, com valores modestos (R$ 28 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou empresa doando e recebendo de volta quantia idêntica. O loop é curioso, mas dentro de uma mesma coligação partidária é plausível que recursos circulem entre candidatos e comitês.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 25.680,45
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2026) e não formam um loop fechado no mesmo período. As doações entre Sofia e Gilberto (mesmo partido PT/RS) e o pagamento ao Facebook são padrões comuns de campanha; a ligação com Danilo (PRTB/DF) e a Rinobox não tem explicação óbvia, mas os valores são modestos e podem decorrer de coincidências de prestação de contas. Não há um fato concreto que force uma checagem manual imediata.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 22.192,00
IA O loop envolve valores modestos (R$ 22.192) e pessoas/entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e atuam no mesmo estado (RS), o que é compatível com movimentação entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2026) e incluem doações e despesas que podem ser ressarcimentos ou repasses internos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 20.722,65
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligações. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 10 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados partidários, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
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