
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção nacional do PSDB, com valores modestos (R$ 250 e R$ 20.000) em anos distintos (2018 e 2026), o que é compatível com doações internas e repasses partidários rotineiros. A doação de R$ 80.000 da direção nacional ao candidato em 2026 é um repasse típico do partido a candidato próprio. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor fora do ramo.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB) e uma empresa privada, mas as transações estão distribuídas em anos distintos (2018 e 2026) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A maior parte do volume (R$ 2,121 bilhão) é uma despesa de Alckmin para a Direção Nacional, o que pode ser repasse partidário legal, e a doação da Direção Nacional a Paulo Célio (R$ 80 mil) em 2026 é típica de financiamento partidário. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade; o loop pode ser coincidência contábil entre campanhas aliadas.
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