
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e a direção estadual do mesmo partido (REDE), com valores pequenos entre candidatos individuais (R$ 300 a R$ 37 mil) e uma única transferência grande da direção estadual para Marina Silva (R$ 2,7 milhões), típica de repasse partidário a candidatura majoritária. A presença de uma candidata do PSB (Marina Helou) numa doação de R$ 300 para outra candidata da REDE é um elo fraco, mas não sustenta sozinha um alerta. O padrão geral é compatível com movimentação interna de campanhas aliadas, sem valores desproporcionais ou fornecedores fora de contexto.
IA O ciclo envolve apenas entidades e candidatos da mesma rede partidária (REDE Sustentabilidade em SP), o que é um padrão comum de repasses internos entre direção estadual e candidatos. Os valores são modestos (R$ 5 mil, R$ 900 mil, R$ 64,5 mil) e o maior fluxo (R$ 2,69 milhões) vem da direção estadual para Marina Silva, compatível com repasse de recursos partidários. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; o loop parece ser resultado de movimentações cruzadas dentro do mesmo grupo político ao longo de anos distintos.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (REDE/PSB), com valores pequenos entre candidatos (R$ 500 a R$ 2.490) e repasses da direção estadual para uma candidata. O valor mais alto (R$ 905 mil) é uma doação institucional do partido, padrão comum e legal. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o loop parece refletir movimentação interna de campanhas aliadas.
IA O ciclo envolve três candidatos da mesma coligação/partido (REDE-SP) e uma empresa de tecnologia, com valores muito díspares: a empresa doou R$ 317 mil à candidata Marina Silva, enquanto recebeu apenas R$ 2,1 mil de despesa de outro candidato. O elo de volta à candidata inicial (R$ 9 mil de despesa) é pequeno e pode ser ressarcimento ou pagamento por serviço, mas a assimetria entre a grande doação empresarial e as demais transações não permite afirmar que seja um padrão rotineiro nem que haja algo claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza dos serviços prestados e a relação entre as campanhas para uma triagem mais segura.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades de partidos diferentes (REDE, PSOL, PSB) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma doação de R$ 317 mil da empresa PAGUE JUNTO para Marina Silva em 2018, enquanto a mesma empresa recebe de volta apenas R$ 1,2 mil de Thais Ferreira, tornando o retorno financeiro desproporcional. Além disso, os valores entre os demais elos são de ordens de grandeza muito distintas (R$ 500, R$ 360, R$ 9.000), o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 89,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e heterogêneos, sem um elo financeiro direto e imediato que feche o loop. Há vínculos partidários cruzados (PSB e REDE) e uma doação de direção estadual a uma candidata, o que pode indicar repasses legítimos dentro de alianças ou coligações. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas filiadas à REDE em SP, o que é compatível com repasses internos de direção partidária e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 60,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 26.927,90 no total) e entidades que compartilham o partido PSB em parte da cadeia, o que poderia ser explicado por alianças ou ressarcimentos. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há uma entidade sem partido informado, dificultando afirmar se há um padrão comum ou algo atípico. Não há um fato concreto que destoe claramente do razoável, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 19,5 mil no total) e transações espaçadas no tempo (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (REDE entre José Gustavo e Fernando; Marina é PSB), mas as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício de valores anômalos ou fornecedor fora de contexto.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (REDE/PSB em SP), com valores baixos e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedores fora de contexto. Não há um fato concreto que fuja do padrão rotineiro de financiamento eleitoral.
IA O ciclo envolve 4 pessoas de partidos diferentes (PSB e REDE), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 250 a R$ 12.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|