
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 7.155.283,00 | R$ 206.531,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | APOIO A PROJETOS DE INFRAESTRUTURA TURISTICA | R$ 6.500.000,00 | R$ 34.112,69 |
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 5.876.072,00 | R$ 4.074.349,10 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 4.936.453,00 | R$ 1.674.087,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 1.348.000,00 | R$ 1.198.000,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | POLICIAMENTO, FISCALIZACAO, ENFRENTAMENTO A CRIMINALIDADE E CORRUPCAO | R$ 500.100,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 300.000,00 | R$ 0,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 12.868.478,00 | R$ 2.626.664,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 7.399.103,94 | R$ 7.325.114,94 |
| 2025 | MÚLTIPLO | APOIO A PROJETOS DE INFRAESTRUTURA TURISTICA | R$ 6.907.187,00 | R$ 18.200,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RS), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do mercado. O fluxo 'direção estadual -> candidato' é típico de repasse de recursos partidários, e o retorno via despesa de Tiago Albrecht à direção pode ser ressarcimento ou contribuição estatutária. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
IA O fluxo é entre o próprio candidato e a direção estadual do seu partido (NOVO-RS), o que é um padrão legítimo e comum: repasses de recursos do partido para candidatos da mesma legenda. As despesas do candidato para a direção estadual somam apenas R$ 1.823,00, valor irrisório que pode ser ressarcimento ou devolução de sobra, e não configuram um retorno significativo do dinheiro. O total de R$ 665 mil é compatível com doações partidárias a um senador em campanha, sem indícios de ciclo fechado entre entidades sem vínculo.
IA A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva amplamente usada por campanhas para receber doações de apoiadores, e o valor de R$ 184 mil em 7 doações é compatível com esse uso. A despesa de volta à plataforma (R$ 16,5 mil, também em 7 lançamentos) é consistente com o pagamento de taxas de serviço sobre as doações processadas, um padrão contratual comum. O ciclo fechado se explica pela própria natureza da relação comercial entre campanha e plataforma, sem exigir explicação extraordinária.
IA O ciclo envolve uma empresa de arrecadação online (Vakinha), um senador e um deputado federal do mesmo partido (NOVO/RS), o que já dá um elo partidário comum. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020) e os valores são muito assimétricos: R$ 184 mil da Vakinha para Van Hattem, R$ 1 mil de Van Hattem para Albrecht e R$ 376 de Albrecht para a Vakinha. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo, nem valor de uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia, mas a assimetria e a participação de uma empresa de crowdfunding como doadora de valor alto merecem uma olhada humana.
IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a empresa RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA doou R$ 68.800,61 à campanha de Marcel Van Hattem (NOVO/RS) em 2022, e a mesma campanha pagou R$ 4.925,87 de despesas à mesma empresa no mesmo ano. Embora o valor de volta seja menor que o doado, a coincidência de a mesma empresa doadora também ser fornecedora da campanha no mesmo exercício é um fato que foge ao padrão comum de doação empresarial e merece checagem humana. Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados que justifique a relação comercial bidirecional.
IA O ciclo envolve dois políticos do mesmo partido (NOVO/RS) e uma empresa de soluções financeiras. As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: a empresa doou R$ 68.800,61 a Marcel Van Hattem, enquanto Tiago Albrecht pagou apenas R$ 479,73 à mesma empresa. Não há um fluxo claro de retorno do dinheiro doado, e a diferença temporal e de valores enfraquece a ideia de um loop fechado e suspeito. Sem mais contexto, não é possível afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça atenção.
IA O ciclo envolve duas campanhas do mesmo espectro político em 2022: Marcel Van Hattem (NOVO/RS) e Claudia Elizabeth Thompson (deputada estadual). Van Hattem recebeu R$ 1.845,00 de doação e pagou R$ 53.180,00 em despesas à campanha de Claudia, um fluxo assimétrico que pode ser repasse de recursos entre aliados ou contratação de serviços de campanha. Não há indício de retorno do dinheiro ao doador original nem valores desproporcionais que sugiram fraude.
IA O loop envolve duas campanhas do mesmo partido (NOVO) no RS em 2022, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. O valor de ida (R$ 8.075,00) é menor que o de volta (R$ 50.000,00), indicando que não há retorno equivalente, mas sim um fluxo de mão dupla compatível com apoio financeiro e ressarcimento de despesas compartilhadas. Não há indício de empresa comercial ou fornecedor sem relação com a atividade, nem valores discrepantes que fujam da ordem de grandeza típica de campanhas estaduais.
IA O ciclo envolve duas campanhas do mesmo espectro político em 2022: Marcel Van Hattem (NOVO-RS) e Douglas Sandri, então candidato a deputado estadual. Van Hattem recebeu R$ 5.000 de doação e pagou R$ 53.000 em despesas à campanha de Sandri, valores compatíveis com repasses entre aliados e serviços de campanha (ex.: material, coordenação). Não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecido ao doador, e o fluxo é explicável por articulação eleitoral comum no RS.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas: Leonel Cardoso Schaefer doou R$ 1.500 à campanha de Marcel Van Hattem (NOVO/RS) em 2022, e a campanha pagou R$ 18.000 a Schaefer como despesa no mesmo ano. Não há indício de que Schaefer seja fornecedor de ramo alheio ao serviço, nem valores de ordem de grandeza destoante; a diferença entre doação e despesa é compatível com prestação de serviço ou ressarcimento. Sem mais dados sobre a natureza da despesa, o padrão é explicável por relação de trabalho/fornecimento entre a campanha e um apoiador.
IA O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul: a direção estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido (Marcel Van Hattem e Giuseppe Riesgo), ambos filiados ao NOVO. As transações são doações partidárias e despesas de campanha dentro da mesma agremiação, com valores compatíveis com repasses estaduais e sem indício de enriquecimento ilícito ou fornecedor estranho ao ramo. O loop aparente decorre de movimentações cruzadas entre campanhas aliadas e a direção partidária, padrão comum em prestações de contas eleitorais.
IA O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de direção estadual, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. As transações de maior valor (R$ 500 mil e R$ 163 mil) são doações da direção estadual para Marcel Van Hattem, padrão comum de apoio partidário. O retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 9,7 milhões de Van Hattem para a campanha de Ricardo Munarski Jobim, que por sua vez doou R$ 8 mil a Giuseppe Riesgo, fechando o ciclo com valores decrescentes e dentro da mesma coligação. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul: a direção estadual repassa recursos a Marcel Van Hattem, que faz despesas de campanha para a chapa de Ricardo Jobim (governador), enquanto Samila Pereira Monteiro recebe doação dessa mesma chapa e paga despesas à direção estadual. Esse tipo de movimentação cruzada entre candidatos de uma mesma coligação/partido é comum em prestações de contas eleitorais, especialmente quando há repasses de direção partidária e despesas compartilhadas de campanha. Os valores são compatíveis com o porte das campanhas e não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou valor fora de ordem de grandeza. Não há elemento concreto que fuja do padrão partidário-eleitoral.
IA Todas as entidades do ciclo pertencem ao mesmo partido (NOVO) e à mesma UF (RS), o que é um padrão comum de repasses internos entre direção estadual, candidatos e campanhas. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo envolve anos distintos (2018, 2022, 2026) e não configura um loop curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor atípico que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 749 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando para Marcel Van Hattem, o que é típico de repasse partidário, e as demais transações parecem despesas de campanha entre correligionários.
IA Todas as entidades do ciclo pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos da mesma legenda. O fluxo de recursos entre direção estadual/municipal e candidatos é um padrão comum e legal na prestação de contas. Os valores são modestos (a maior transação é R$ 500 mil da direção estadual para um senador), sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados da mesma legenda. As transações se distribuem ao longo de 2018, 2022 e 2026, sem concentração temporal atípica, e os montantes são modestos frente ao total movimentado. O padrão é consistente com a operação normal de uma coligação/partido repassando recursos a candidatos e estes apoiando campanhas correlatas.
IA Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são compatíveis com o fluxo normal de repasses partidários e doações entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (a maior transação é R$ 500 mil da direção estadual para um senador, valor razoável para uma campanha majoritária) e as quantidades e anos indicam operações rotineiras. O ciclo fechado é explicável por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do mesmo grupo político, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
IA O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul (direção estadual, o senador Marcel Van Hattem e o vereador John Cassiel Carvalho Cardoso), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação partidária rotineira, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão. A doação de R$ 500 mil da direção estadual para Van Hattem em 2026 é o maior valor, mas ainda dentro do esperado para uma candidatura majoritária. Não há fato concreto que fuja da explicação simples de circulação de recursos dentro do mesmo partido.
IA Todas as entidades do ciclo pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre diretório estadual, candidatos e campanhas da mesma legenda. O fluxo inclui repasses do diretório para Marcel Van Hattem (R$ 500 mil em 2026 e R$ 163 mil em 2018/2022), doação de campanha para Henrique Zeilmann (R$ 9,2 mil) e despesas de Zeilmann com o diretório (R$ 1,5 mil), valores compatíveis com movimentação partidária rotineira. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique atenção especial.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As maiores quantias são doações da direção estadual ao senador Marcel Van Hattem (R$ 500 mil em 2026 e R$ 163 mil em 2018/2022), padrão comum de apoio a candidatos do próprio partido. As demais transações são de baixo valor (R$ 703,50, R$ 6.129,11 e R$ 53 mil) e podem ser ressarcimentos ou repasses internos entre campanhas aliadas. Não há fornecedor externo nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
IA Todas as entidades do ciclo pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são majoritariamente doações da direção estadual do partido para candidatos do próprio partido, além de repasses entre campanhas aliadas. O valor que fecha o ciclo de volta a FABIO MAIA OSTERMANN é de apenas R$ 100,00, insignificante frente ao total movimentado, o que afasta a ideia de retorno financeiro relevante. O padrão é compatível com repasses internos de estrutura partidária e apoio entre candidatos da mesma legenda, sem fato concreto que destoe.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações somam R$ 720,9 mil, mas a maior parte (R$ 500 mil) é uma doação da direção estadual ao senador Marcel Van Hattem em 2026, valor alto porém dentro do que se espera para uma candidatura majoritária. As demais movimentações são de baixa monta (R$ 10 a R$ 48 mil) e podem ser explicadas por ressarcimentos, doações internas ou despesas de campanha, sem indicar um esquema atípico.
IA Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) e à mesma coligação no RS, o que explica a circulação de recursos entre direção estadual, candidatos e campanhas. Os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O ciclo envolve apenas aliados políticos, padrão comum em prestações de contas.
IA O ciclo envolve majoritariamente entidades do mesmo campo político (NOVO/RS), com doações da direção estadual do partido para Marcel Van Hattem e despesas dele para outra campanha do partido, o que é um padrão legítimo de repasse interno. A participação de Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) é periférica e de valor baixo (R$ 1.500), sem indicar um loop fechado entre adversários. Não há um fato concreto que destoe, como valores de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
IA O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul (direção estadual, candidato a senador Marcel Van Hattem, candidato a deputado estadual Giuseppe Riesgo e vereador John Cassiel), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 5 mil, R$ 3 mil, R$ 1,5 mil) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza discrepante ou devolução de doação milionária.
IA O ciclo envolve majoritariamente entidades do mesmo campo político (NOVO/RS), com repasses da direção estadual para Marcel Van Hattem e deste para a campanha de Giuseppe Riesgo, o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. A entrada de Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) é de baixo valor (R$ 1.500) e pode ser ressarcimento ou despesa comum, sem elo partidário evidente. Não há um fato isolado que destoe fortemente (valores, ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples completa para o loop inteiro.
IA O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 2.200, R$ 50, R$ 1.950, R$ 5.000) e compatíveis com devoluções de sobra, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos aliados. A única transação de maior porte (R$ 500 mil) é uma doação da direção estadual ao senador Marcel Van Hattem, fluxo típico de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização.
IA Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são compatíveis com repasses internos entre direção estadual e candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 2,2 mil, R$ 50 mil, R$ 1,5 mil) e o fluxo principal é a direção estadual doando a Marcel Van Hattem, que por sua vez repassa despesas a uma campanha estadual do partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre diretórios e campanhas da mesma legenda, o que é um padrão comum e legal. Os valores são modestos (R$ 716 mil no total) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. O ciclo envolve apenas aliados do mesmo partido, sem fornecedores externos ou valores atípicos. Não há indício de irregularidade que justifique priorização manual.
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