
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve três entidades com valores modestos (R$ 11,3 mil no total) e duas candidatas do mesmo partido (PSOL/MG), o que poderia ser explicado por aliança partidária ou ressarcimento. Porém, a empresa EVOE aparece como doadora e depois recebedora de despesa, e a transação de maior valor (R$ 9.000) ocorre em 2024, fora dos anos eleitorais das outras duas, dificultando uma explicação simples de mesma coligação. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
IA O ciclo envolve uma empresa privada (EVOE) que doa para uma candidata do PSOL, cujo partido repassa recursos a outra candidata, que por sua vez paga R$ 120.000,00 a um terceiro, e esse terceiro tem despesa com a mesma EVOE. O valor de R$ 120.000,00 pago por DUDA SALABERT a GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 10 mil), e o retorno do dinheiro à EVOE via despesa de campanha fecha um ciclo com a empresa que iniciou a cadeia. Embora todos os agentes políticos sejam do PSOL, a presença de uma empresa privada no início e no fim do ciclo, aliada ao salto de valor, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual ao candidato Eduardo Evangelista (R$ 125 mil), padrão comum de repasse de recursos do partido a candidatos. As demais transações são de baixo valor (R$ 25 a R$ 6.098) e podem ser explicadas por doações entre aliados, pagamento de serviços de consultoria e ressarcimentos, sem indício de anomalia grave.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para Áurea Carolina e depois recebeu de volta R$ 149,10 de Juhlia de Paula, que por sua vez recebeu doação de Dário Braga, que recebeu de uma campanha de Rafael Barros Gomes, que foi paga por Áurea Carolina. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, o que poderia sugerir uma coligação, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais doando valor alto e depois aparecendo como fornecedora de uma campanha quebra o padrão simples de repasse partidário. O valor de R$ 98.594,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre a empresa e as campanhas.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para uma campanha do PSOL e depois recebeu R$ 972,66 de volta de uma candidata do mesmo partido, fechando um loop com outras campanhas. Embora todas as pessoas físicas sejam do PSOL/MG, a empresa não tem partido e o valor que ela doa é uma ordem de grandeza maior que o retorno, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou ressarcimento. A presença de uma empresa intermediária de serviços culturais doando quantia vultosa para campanha e depois aparecendo como fornecedora de outra candidata merece checagem humana.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Aurea, Dario e Juhlia) e duas empresas, com valores que variam de R$ 149,10 a R$ 98.594,00. A maior parte do fluxo é uma doação expressiva da EVOE para Aurea, enquanto as demais transações são de baixo valor e podem ser despesas de campanha ou repasses internos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo entre as mesmas partes justifica uma checagem humana para confirmar se são apenas coincidências de uma mesma coligação ou se há algo a esclarecer.
IA O ciclo envolve valores muito assimétricos: a EVOE doou R$ 98.594,00 para Áurea Carolina, enquanto as demais transações do loop somam apenas alguns milhares de reais. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/MG) e anos eleitorais, o que é compatível com um padrão legítimo de mesma coligação ou rede de aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente do esperado, mas também não dá para descartar coincidência ou necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para uma campanha (Aurea) e depois recebeu de volta R$ 149,10 de outra campanha (Juhlia), fechando um loop com valores muito assimétricos. As entidades têm partidos e cargos variados (PSOL, PSB, etc.) e a empresa doadora não aparece como candidata, o que dificulta explicar como uma simples coincidência de coligação. O valor doado pela EVOE é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo, o que justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 89.208,95) é repasse da direção estadual do PSOL para Wallace, enquanto as demais transações são de centavos a alguns milhares. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) ou são fornecedores/empresas, o que permite explicar o fluxo como repasses internos e pagamentos de despesas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo com uma empresa de intermediação cultural mereceria uma olhada mais atenta.
IA O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 89.208,95 do diretório estadual do PSOL para Wallace) domina o total, enquanto as demais somam cerca de R$ 1.500. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) e os anos são distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em valores pequenos e em anos diferentes, sem indicar um padrão claro de retorno. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar completamente.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária, doações entre aliados ou ressarcimentos internos. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode ser coincidência de nome ou um intermediário legítimo de serviços culturais. Os valores são modestos (R$ 45,5 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 40,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação partidária rotineira. A empresa EVOE aparece tanto doando para um candidato em 2018 quanto recebendo despesa de uma candidata em 2020, mas sem valores desproporcionais ou indícios de conluio. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas de um mesmo partido.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria dos atores é do PSOL/MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de R$ 29 mil a uma candidata quanto como recebedora de despesas de outra campanha, e há um ator do PSTU (Daniel Lages Wardil) que doou a um candidato do PSOL, quebrando a homogeneidade partidária. Não há um fato isolado que destoe gritantemente (valores, prazos ou ramos), mas a combinação de empresa intermediária no centro do ciclo e a mistura de partidos justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, o que pode ser coincidência ou indício de contratação, mas não há valores discrepantes ou prazos que sugiram algo claramente anômalo. Os montantes são modestos (R$ 36 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fato concreto que force uma checagem manual imediata, mas também não é possível descartar completamente sem verificar a natureza dos serviços prestados.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 36 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que permite explicar as transferências como repasses internos do partido, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 972,66) é pequeno e pode ser pagamento por serviços culturais prestados à campanha. Não há um fato isolado que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas a existência de um ciclo fechado entre cinco entidades justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária legítima (doações entre aliados, repasses internos). A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de R$ 22.361,00 para Rafael Barros Gomes quanto como recebedora de R$ 972,66 de Tainá Rosa, valores modestos e compatíveis com prestação de serviços culturais. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o ramo.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Três candidatos são do PSOL/MG, o que pode indicar relação partidária legítima, mas a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, e há uma entidade sem nome e outra campanha (Dario Ricardo) fora do PSOL. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não é possível descartar coincidência ou explicar totalmente o loop.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e a maioria das entidades compartilha o partido PSOL em MG, o que permite explicar como rede de aliados. A maior transação (R$ 9.000 de JUHLIA para TAINA em 2024) não tem relação temporal direta com as demais, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos diferentes. Não há um fato agudo como ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valor muito acima do padrão.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e fornecedora do outro, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural. Não há indício de que os recursos tenham saído e voltado ao ponto de origem de forma artificial ou com valores desproporcionais.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 22.361,00) é uma doação da empresa EVOE para Rafael Barros Gomes, e as demais transações são de baixo valor, incluindo uma despesa de R$ 149,10 da campanha de Juhlia para a mesma empresa. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor próximo ao doado, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 28,5 mil, com uma empresa (EVOE) doando R$ 17.958 a Pollyana e recebendo de volta R$ 972,66 de Tainá, enquanto Juhlia repassa R$ 9.000 a Tainá. O ponto que chama atenção é o salto de valor: a transação Juhlia -> Tainá (R$ 9.000) é cerca de 34 vezes maior que a média das demais e ocorre em 2024, sem que os fatos expliquem a origem ou a justificativa desse repasse dentro do ciclo. Além disso, há uma empresa sem nome identificado (31182373000154) na cadeia, o que dificulta verificar se há relação partidária ou de coligação entre os envolvidos.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 28,5 mil no total) e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, padrão que pode ocorrer em contratações de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não há elementos suficientes para descartar a coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, e o partido estadual aparece na cadeia, o que é compatível com repasses internos e contratação de serviços culturais por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 28,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A empresa EVOE recebeu de uma campanha e doou para outra do mesmo partido, padrão que pode ocorrer em contratações e apoios internos. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a intermediação da empresa entre campanhas do mesmo partido mereceria uma checagem simples.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL de MG em 2018, o que torna plausível uma rede de aliados da mesma coligação. A empresa EVOE aparece tanto doando para Rafael quanto recebendo despesa de Juhlia, mas os valores são modestos (R$ 22,3 mil de doação e R$ 149 de despesa) e o ramo de serviços culturais é compatível com campanhas. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores não são de ordem de grandeza discrepante, não havendo um fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total). A empresa EVOE doou R$ 8,78 mil à campanha de Maria Falabella em 2020, enquanto Juhlía pagou R$ 149,10 à mesma empresa em 2018 — não há um fluxo claro de retorno do dinheiro à empresa. Sem mais contexto sobre a relação entre as partes e a natureza dos serviços, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Pollyana (R$ 17.958,00) e recebeu de Juhlía um valor muito menor (R$ 149,10), sem que o retorno financeiro à empresa se aproxime do que ela doou. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas estaduais de partidos pequenos.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,5 mil no total) e transações concentradas em 2018. A maior parte do fluxo é doação de empresa a candidata (R$ 17,9 mil) e repasse da direção partidária a candidato (R$ 6,5 mil), padrões comuns em campanhas. O retorno à empresa é uma despesa de apenas R$ 149,10, compatível com pagamento por serviço, e não há indício de que o dinheiro tenha voltado em montante relevante.
IA O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL) e a direção estadual do PSOL-MG, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outra, mas os valores são modestos (R$ 17.948,00 doados vs R$ 149,10 pagos) e não há indício de retorno significativo. Não há fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26.450,17, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em 2018/2020, período eleitoral. Três pessoas são do PSOL/MG e a direção estadual do partido aparece repassando recursos, o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. A empresa EVOE doou R$ 17.948,00 para Jorgetania e recebeu de volta apenas R$ 149,10 de Juhlia, sem que os fatos indiquem um retorno significativo ou um vínculo estranho entre as partes.
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