Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas na mesma eleição de 2018: Belmiro doa R$ 175 a Edwal e, na sequência, Edwal paga R$ 40.000 a Belmiro como despesa de campanha. A assimetria de valores (a despesa é ~228 vezes a doação) e a ausência de informação sobre partido/coligação de Belmiro ou sobre a natureza do serviço prestado impedem uma explicação simples como repasse partidário ou devolução de sobra. Não é prova de irregularidade, mas o padrão de dinheiro que sai e volta para a mesma pessoa em valores tão desproporcionais merece checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas duas entidades: Aluizio Rodrigues doa R$ 2.000 à campanha de Edwal Freitas Portilho (MDB) e, no mesmo ano, a campanha de Edwal paga R$ 30.000 a Aluizio Rodrigues como despesa. O valor de volta é 15 vezes maior que o da ida, e não há informação de que ambos compartilhem partido ou coligação, o que dificulta explicar como simples repasse partidário ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
IA O ciclo envolve apenas duas entidades: uma empresa de consultoria/tecnologia e um candidato do MDB, com valores modestos (R$ 6.664,00 de doação da empresa ao candidato e R$ 4.369,13 de despesa do candidato à empresa, em 2018). Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados, se a empresa tem outros clientes ou se há relação partidária/coligação entre as partes. O padrão pode ser um simples contrato de consultoria com pagamento e posterior doação, mas a falta de detalhes impede classificar como rotineiro ou bizarro.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 66,40 a R$ 706.886,59) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (MDB em GO) ou atuação política na mesma região, e a ELEGIS presta serviços de consultoria/tecnologia que podem ser contratados por campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a combinação de elos indiretos e valores díspares impede uma explicação simples.
IA O ciclo envolve predominantemente repasses do diretório estadual do MDB para uma candidata do Republicanos em 2022 (R$ 541 mil), valor que domina a cadeia e é compatível com repasse partidário em campanha proporcional. As demais transações são de baixo valor (R$ 2 mil, R$ 17,9 mil, R$ 2,3 mil) e ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há empresa fornecedora recebendo de volta valor equivalente ao doado, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário coeso. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 2.000, R$ 178,92, R$ 1.000) e a maior transação (R$ 541 mil) é uma doação partidária rotineira, sem indício de retorno direto. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2.000, R$ 100.000, R$ 17.892 e R$ 6.000) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (MDB e Republicanos) e não há indício de coligação comum entre todas. O sinal pode ser apenas coincidência de fluxos partidários e despesas de campanha, sem um fato concreto que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são muito díspares e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A maior parte do fluxo (R$ 87 mil) é uma doação da direção estadual do MDB para Thiago Albernaz, padrão comum em campanhas. As demais transações têm valores pequenos (R$ 6,6 mil, R$ 5,7 mil, R$ 178 e R$ 6,54) e podem ser ressarcimentos ou despesas rotineiras, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 26,9 mil no total) e entidades do mesmo partido (MDB), o que é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas. A doação da ELEGIS a Edwal (R$ 6,6 mil) e a despesa de José Cândido à ELEGIS (R$ 37) são de anos distintos e de ordens de grandeza diferentes, sem um elo claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de repasses partidários e contratação de serviços, mas também não se pode descartar coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PSB) em Goiás, mas as transações se concentram em 2018 e 2020, com valores modestos (R$ 20,4 mil no total). Há uma empresa de consultoria (ELEGIS) que recebe despesa de LISSAUER e doa para EDWAL, e um candidato (JAMES) que doa para LISSAUER, mas não há um fato isolado que fuja do padrão de doações entre campanhas da mesma região. O loop pode ser coincidência de rede política local ou ressarcimento, sem elemento que justifique priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PSDB, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 20 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedor comum, sem um fato isolado que destoe. Não há um elo claramente anômalo, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|