Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 28.939,75 no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de uma entidade sem nome (47323116000125) e de uma doação de uma campanha de 2022 para outra não configura, por si só, um fato que fuja do rotineiro em movimentações partidárias.
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre candidatos e a direção estadual do próprio partido. O fluxo inclui repasses da direção partidária para candidatos e destes para outros candidatos ou para o partido, padrão comum em campanhas eleitorais. Os valores são modestos (R$ 15 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de ciclo fechado suspeito ou desproporção gritante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.605,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários claros (NOVO-RS) entre parte dos envolvidos, e a Direção Estadual/Distrital do partido aparece repassando recursos, padrão comum e legítimo. O valor total é baixo e não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre campanhas aliadas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de pequeno valor (R$ 15.500 no total) no mesmo ano e estado (AC, 2022). As entidades identificadas são de partidos diferentes (MDB e NOVO), mas as demais pessoas da cadeia não têm partido/cargo informado, então não dá para afirmar que há ou não vínculo partidário entre elas. Os valores são baixos e compatíveis com doações e despesas miúdas de campanha, sem nenhum fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo entre adversários declarados).
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (WHERLES, MDB, e IGOR, NOVO), partidos distintos e sem coligação declarada nos dados. Os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas doações e despesas de campanha, mas também não há explicação simples e evidente (mesma coligação, conta partidária única) que feche o ciclo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (MDB e NOVO) e anos distintos (2022 e 2024), sem coligação ou partido comum que explique a circulação de recursos. O valor de R$ 10.000 pago por Igor Oliveira Santos a Ronis de Oliveira Marcilio é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 1.000 a R$ 3.300), o que chama atenção. Embora valores modestos, o fechamento do loop entre campanhas sem vínculo partidário declarado justifica checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 23 mil e quatro transações entre pessoas físicas de partidos diferentes (MDB e NOVO), sem coligação comum declarada. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte, mas a ausência de vínculo partidário claro entre os elos dificulta descartar coincidência. Não há fato concreto que destoe do padrão rotineiro nem elemento que justifique priorização evidente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de 2022 e 2024, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e partidos diferentes (MDB e NOVO). Não há evidência de coligação comum, mas também não há valores altos, fornecedores estranhos ou desproporção que caracterize um padrão claramente anômalo. As transações podem ser doações e despesas rotineiras entre candidatos da mesma região, sem que os dados fornecidos permitam afirmar que há algo digno de nota.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 23 mil e quatro pessoas, com valores pequenos e compatíveis com despesas de campanha de vereador e deputado federal. As transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e não há evidência de que os envolvidos pertençam à mesma coligação ou partido, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha. Sem informações sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as pessoas, não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 186 mil, mas os valores das setas de retorno são irrisórios (R$ 59,66 e R$ 0,90) comparados à doação principal de R$ 174,5 mil do diretório estadual ao candidato. As conexões entre RINOBOX e os candidatos de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE e CIDADANIA) não têm explicação óbvia, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de despesas miúdas de campanha. O sinal não aponta para um esquema claro, mas a menção a uma empresa de 'soluções financeiras' recebendo despesa de campanha mereceria uma olhada se houvesse mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 22.447,82) é doação da direção estadual do Solidariedade a José Ferreira, enquanto as demais transações são pequenas (R$ 310, R$ 151,16 e R$ 0,90). A ligação entre José Ferreira e Thais Takahashi se dá via uma empresa de soluções financeiras, sem partido ou coligação em comum declarada, mas os valores são baixos e podem ser despesas operacionais rotineiras. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como um grande retorno financeiro à mesma campanha ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PPS, PV, PSDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 18 mil no total) e as transações estão espalhadas no tempo, sem um padrão claro de ida-e-volta imediata. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há explicação simples evidente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PPS e MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 20.362 no total) e as transações podem ser explicadas por doações cruzadas e despesas de campanha em períodos eleitorais variados. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PP, PPS, PSD) e uma empresa, com valores baixos e em anos distintos (2018 e 2026). A doação de JULIO CEZAR (PP) para MARIA CAROLINE (PSD) em 2026 e a despesa de MARIA CAROLINE com a CBS TECNOLOGIA em 2018 não formam um loop claro no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão de transações de campanha, mas a combinação de partidos distintos e a empresa que doa e recebe de volta merece uma checagem manual mais detida.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (MDB e PSD) e inclui uma despesa de R$ 30.000,00 paga por RUI SOARES PALMEIRA a LAYANNA VIRGINIA DE GOES SILVEIRA COSTA, que é a principal doadora de JOAO GABRIEL COSTA LINS. Não há coligação ou partido comum declarado entre os elos, e o valor da despesa de RUI é uma ordem de grandeza maior que as demais transações da cadeia. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de repasse partidário e merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (MDB e PSD) e em anos distintos, sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. Além disso, os valores são quase simétricos: R$ 10.000 doados a João Gabriel retornam via despesa de Rui Soares a Alexandre, e R$ 8.500 doados a Rui retornam via despesa de João Gabriel a Reinaldo, sugerindo possível triangulação. Não há prova de irregularidade, mas o padrão de ida e volta entre os mesmos atores justifica checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com valores modestos (R$ 51,5 mil no total) e transações em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades nomeadas são de partidos distintos (MDB e PSD), mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre os demais envolvidos. Os fatos apresentados não permitem afirmar se há um padrão legítimo (ex.: ressarcimento, rede de aliados) ou algo que mereça checagem, sendo necessário olhar o contexto completo.
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PL e MDB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 500 mil) é uma doação do PSD a Alan Helton, enquanto as demais somam menos de R$ 400 mil e incluem um valor irrisório de R$ 15. Isso sugere que o ciclo pode ser artefato de agregação de transações não relacionadas, sem um fluxo circular claro e fechado. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de doações partidárias e despesas de campanha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (não campanhas/partidos) e valores modestos (R$ 3.000 a R$ 58.500), com transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2024 — não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As duas entidades nomeadas são de partidos diferentes (MDB e PP), mas ambas de Alagoas, e as demais são pessoas físicas sem partido/cargo informado, o que impede avaliar vínculo. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo milhões), nem elementos suficientes para afirmar padrão legítimo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e candidatos do PT na Bahia em 2018, incluindo o governador Rui Costa, o que é compatível com repasses internos de coligação, doações entre aliados e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza diferentes e não há um retorno exato de valor entre a mesma origem e destino, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado artificial. O próprio resumo reconhece que pode ser coincidência entre campanhas da mesma coligação ou ressarcimento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há doações e despesas entre campanhas e pessoas físicas, com valores e direções que não retornam exatamente à origem. As conexões podem ser explicadas por alianças partidárias na Bahia em 2018 (PT, Avante e campanhas majoritárias), mas a ausência de detalhamento sobre a natureza de cada gasto e a diferença de magnitudes (R$ 100 mil de despesa contra R$ 27 mil de doação) impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PT da Bahia (Josias, Robinson e Adelia são candidatos do PT-BA, e há a direção estadual do partido). O fluxo de recursos entre candidatos da mesma sigla, incluindo repasses da direção estadual e despesas com o partido, é um padrão comum e legítimo em campanhas eleitorais. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 150.000) e compatíveis com movimentações típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. O ciclo fechado pode ser explicado por coincidências de doações e despesas dentro do mesmo grupo político, não justificando priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Josias Gomes, Robinson Santos e a direção estadual do partido), com valores compatíveis entre si e em anos eleitorais distintos. As transações são doações e despesas típicas de campanha, como repasses da direção partidária a candidatos e contribuições de candidatos a aliados. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e direção estadual), o que é compatível com repasses internos e devoluções de sobra dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 2.750 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum, nem um elemento que force uma checagem manual prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia, a direção estadual do partido e uma campanha majoritária do mesmo campo político, com valores compatíveis entre si (R$ 20 mil a R$ 150 mil). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito, e há explicações rotineiras possíveis, como repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não é possível descartar coincidência.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Josias Gomes, Robinson Santos, Orlando Peixoto e a Direção Estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. As transações somam valores compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. O ciclo fechado é explicável por devoluções, repasses de direção estadual e despesas entre aliados do mesmo grupo político.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e a campanha de Rui Costa, também do PT), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 150 mil) e as transações se distribuem entre 2018, 2020, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no tempo. O elo 'sem nome' (empresa) não tem ramo ou valor destacado que indique anomalia. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 10 mil a R$ 200 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor discrepante que destoe do restante da cadeia.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações incluem doações da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos para a direção, o que é comum em prestações de contas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o fluxo parece refletir a movimentação financeira típica de uma coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 183,8 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação é uma despesa de R$ 150 mil de Josias Gomes à Direção Estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse de sobra. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Rui Costa, Jaques Wagner, Josias Gomes), com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e não configuram um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O maior valor (R$ 646.470,00) é uma despesa de Jaques Wagner para a campanha de Rui Costa em 2018, o que é típico de transferência entre campanhas aliadas. Não há indício de fornecedor fora do ramo ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: dois deputados federais do PT, a direção estadual do PT-BA e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo. As transações são de valores moderados (R$ 10 mil a R$ 150 mil) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha entre aliados da mesma coligação. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou empresa privada devolvendo quantia expressiva, o que torna o loop explicável por movimentação intrapartidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PT) e uma empresa privada, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 280 mil) é uma despesa de Lula para direção partidária, compatível com repasses regulares do PT. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados políticos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: dois candidatos do PT, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são de valores moderados (R$ 10 mil a R$ 150 mil) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por repasses da direção estadual a candidatos e destes ao partido, padrão comum em coligações.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: dois deputados estaduais do PT, a direção estadual do PT-BA e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 10 mil a R$ 28 mil), compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, e a direção estadual do partido aparece como intermediária natural de repasses. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário claro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 63 mil no total) e transações que se explicam por repasses partidários e doações entre aliados da mesma coligação. As doações da direção estadual para Mário Augusto e as despesas de Maria Del Carmen com a direção estadual são movimentações típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou fornecedor estranho. O fluxo fecha o ciclo porque os recursos circulam dentro do mesmo partido, o que é comum em prestações de contas.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (candidatos a deputado estadual, vereador e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre aliados da mesma sigla. As transações envolvem valores modestos (R$ 1 mil a R$ 100 mil) e incluem doações de campanha e despesas com diretório partidário, compatíveis com repasses e ressarcimentos rotineiros. O ciclo fechado pode ser explicado pela circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de anormalidade evidente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (Mario Augusto, Josias Gomes e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. As transações somam valores modestos e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações dentro do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes da mesma órbita partidária: dois candidatos do PT da Bahia, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são doações e despesas típicas de campanha (repasses partidários, contribuições a aliados, gastos com estrutura), com valores na casa de milhares a dezenas de milhares de reais, sem salto de ordem de grandeza. O 'loop' parece mais um artefato de reconstrução de cadeia entre campanhas aliadas do que um fluxo circular suspeito.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: dois deputados estaduais do PT, a direção estadual do PT-BA e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo. As transações são de baixo valor (R$ 10 mil a R$ 28 mil), compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha rotineiras, e o 'loop' decorre de o dinheiro circular entre campanhas aliadas e a estrutura partidária, não entre entidades sem vínculo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 2.100 de doação partidária, R$ 15.000 de despesa, R$ 570 e R$ 36,14 via Asaas) e o Asaas é uma instituição de pagamento usada para transações corriqueiras, não um fornecedor estranho ao ramo. Não há indício de valores desproporcionais ou de entidades sem vínculo partidário comum que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Mario Augusto, Robinson Santos e Adelia Maria são candidatos do PT-BA; o PT-BA estadual aparece como direção partidária). O fluxo é compatível com repasses internos do partido a candidatos e doações entre correligionários da mesma coligação, além de despesas de campanha pagas a fornecedores/aliados. Os valores são modestos (R$ 55,7 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e a campanha de Rui Costa), com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações da direção estadual do partido a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor fora do ramo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 15.000 por transação) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa doadora recebendo de volta quantia equivalente. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: o diretório estadual do PT, dois candidatos do PT (Mário Augusto e Valmir Carlos) e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 10 mil a R$ 120 mil), compatíveis com repasses de diretório partidário a candidatos e despesas de campanha, e se distribuem em anos diferentes (2018 e 2022), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O padrão é explicável por repasses internos de partido/coligação e não há indício de fornecedor alheio ao ramo ou valor fora de escala.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos a deputado estadual, prefeito e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 2,5 mil a R$ 15 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2024, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação (R$ 310 mil da Direção Estadual para Orlando) é compatível com repasse partidário a candidato a prefeito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.