severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.133.682,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, CIDADANIA, REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um fluxo coordenado dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são muito díspares (R$ 1,08 milhão de um lado, R$ 1,2 mil a R$ 30 mil de outro) e as transações parecem pulverizadas no tempo, sem um encadeamento claro de ida e volta no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há um padrão legítimo óbvio que explique todo o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.133.682,33
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSD, Cidadania, Republicanos) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou repasses partidários, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem elemento que justifique priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.498,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PODE) e pessoas com sobrenomes coincidentes (Rodrigues Barbosa), mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do fluxo é uma despesa de campanha de Carlos Roberto Massa Junior à direção estadual do PSD, que pode ser repasse partidário rotineiro. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.627.074,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSD/PRD no Paraná), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.633.224,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-PR): a direção estadual/nacional repassando recursos a candidatos do próprio partido e um candidato pagando despesas à direção estadual, o que é padrão comum de contabilidade partidária. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1,5 milhão da direção nacional em 2024 vs. R$ 91 mil da estadual em 2022 vs. R$ 30 mil de despesa em 2018), sem um elo de retorno exato que caracterize circularidade suspeita. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível que dificulte a explicação simples.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.196,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do mesmo partido (PSD-PR), com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A maior transação é uma doação da direção estadual ao candidato a prefeito, padrão comum em eleições. As demais movimentações são de baixo valor (R$ 92, R$ 100 e R$ 4,92) e podem ser ressarcimentos ou despesas miúdas. Não há indício de empresa externa ou valor atípico que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.303,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do mesmo partido (PSD-PR): a direção estadual doou R$ 15.000 ao candidato a prefeito Moacir Szinvelski, que doou R$ 200 a Natal Cararo (vereador do mesmo partido), e este pagou R$ 3,47 de despesa ao diretório estadual. Todos os valores são pequenos e compatíveis com repasses internos, doações entre correligionários e taxas partidárias, sem indício de enriquecimento ou desvio de monta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.304,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-PR), o que é um padrão comum em campanhas: repasse da direção estadual para candidato majoritário, doação deste para candidato a vereador aliado, e pequenas despesas/ressarcimentos de volta ao diretório. Os valores são modestos (R$ 15 mil no total, com transações de R$ 20 a R$ 15.000) e compatíveis com movimentação rotineira de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.619,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSD do Paraná (partido estadual, candidatos a governador, deputado estadual e prefeito), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 55,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível; o fluxo pode ser explicado por devolução de sobra, ressarcimento ou apoio mútuo dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.799.024,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSD do Paraná, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são muito assimétricos: a maior transação é a doação do partido a Gebrim (R$ 1,77 mi), enquanto as demais são pequenas (R$ 800 a R$ 30 mil), típicas de ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem ciclo curto e fechado entre desconhecidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.378,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSB-PR, PSOL-MG, MDB-MG) e uma empresa de tecnologia, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, e há elos intermediários (Carolina Moreira Fernandes) que não têm partido/cargo informado, impedindo afirmar que o ciclo é fechado entre pessoas sem vínculo. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, nem valor de ordem de grandeza anômala.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatos de partidos diferentes (REDE e PODE) no mesmo estado (PR) e ano (2020). As transações são de valores modestos (R$ 2.000 a R$ 5.000) e podem ser explicadas por doações e despesas de campanha, mas não há informação suficiente para afirmar que se trata de um padrão rotineiro ou de algo atípico. A ausência de vínculo partidário claro entre os candidatos e a circularidade exata dos valores (R$ 5.000 saindo de ENERZON para ALBANOR e voltando de GENESIO para ENERZON) levantam dúvida, mas sem outros elementos não é possível classificar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos de partidos diferentes (REDE e PODE) no Paraná. As transações são de baixo valor (R$ 12.200 no total) e ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos e cargos diferentes (2018, 2020, 2024), com valores baixos (R$ 1.500 a R$ 22.500) e partidos distintos (PP e CIDADANIA). Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência entre campanhas no mesmo estado ou ressarcimento, mas os dados disponíveis não permitem afirmar nem descartar algo atípico.
severidade média4 nósR$ 10.500,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.915,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, AVANTE, MDB) e cargos distintos, o que dificulta uma explicação por simples repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 2.145 a R$ 21.770) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), podendo refletir doações e despesas normais de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas campanhas do PSD no Paraná (Carlos Massa Junior e Eduardo Pimentel Slaviero), o que poderia ser explicado por aliança partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e os valores não retornam de forma equivalente, dificultando caracterizar um loop fechado típico. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatos do mesmo partido (PSD) no Paraná, o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 19.450 no total), sem um padrão claro de retorno imediato ou de valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 50.683,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 45.000) e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem indício de empresa ou fornecedor fora de contexto. Não há informação suficiente sobre vínculos partidários ou relação entre os envolvidos para afirmar que é um padrão rotineiro ou algo que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.183,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, valores modestos (R$ 21,2 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades identificadas são de partidos distintos (PSD e PL) e cargos/pleitos diferentes, sem coligação comum evidente, mas os valores e a distância temporal tornam o caso pouco característico de um esquema. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor estranho, ciclo curto e fechado) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.974,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.974,29, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre parte dos envolvidos (Solidariedade), mas também uma entidade de outro partido (Mabel Cora Canto, PP) e um fornecedor sem partido declarado (Peterson Roberto Valentim), sem que os valores ou ramos de atividade indiquem algo claramente atípico. Não há um fato único que destoe de forma evidente, nem elementos suficientes para descartar a coincidência entre campanhas da mesma região.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.622,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 25,6 mil no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há vínculos partidários entre parte dos envolvidos (Solidariedade) e a direção municipal do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasse interno. Não há um fato concreto que destoe do razoável, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.202,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e valores não formam um retorno exato. Há elos partidários (SOLIDARIEDADE entre Marcio e Andreza) e a fornecedora Peterson aparece tanto recebendo de Mabel quanto doando a Marcio, mas sem indicar mesma coligação ou coordenação. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores idênticos ou ciclo fechado no mesmo ano.
severidade média4 nósR$ 10.850,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.615,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (Solidariedade, PP, PL, Republicanos) e valores baixos (R$ 36,6 mil no total), mas as transações estão espalhadas entre 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. A maior parte do valor (R$ 30 mil) é uma doação da direção estadual ao candidato, e as demais transações são de pequeno porte, compatíveis com repasses e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é totalmente explicável sem checar os vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018, ano de eleição geral, entre campanhas do mesmo estado (PR). As entidades citadas incluem PDT e MDB, partidos distintos, mas o loop pode ser explicado por repasses partidários estaduais, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado sem vínculo partidário), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.049,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatos de partidos diferentes (PDT e MDB) no Paraná, e as outras duas sem partido informado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.899,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Roberto Requião de Mello e Silva e João José de Arruda Junior) são de partidos diferentes (PDT e MDB) e cargos/anos distintos, o que enfraquece a hipótese de mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 23.899,10 no total) e as transações ocorrem em anos variados (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop suspeito. A maior transação (R$ 21.935,10) é uma despesa de Roberto para Danielle de Mello e Silva, que pode ser pagamento por serviços ou repasse familiar, e as demais são doações de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações políticas rotineiras, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre campanhas do PR, incluindo repasses da direção estadual do MDB a um candidato do PDT e uma despesa de Ezequiel da Silva à direção estadual. As entidades não compartilham partido (PDT x MDB), mas os valores são baixos e há apenas 4 transações, sem indício de empresa fornecedora ou valor fora de escala. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, nem explicação simples e completa para o loop.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre campanhas do PR, com a maior parte sendo repasse da direção estadual do MDB a Roberto Requião (R$ 53,6 mil), padrão comum de financiamento partidário. As demais pontas são de baixíssimo valor (R$ 1.000, R$ 700 e R$ 15,36), compatíveis com doações miúdas e despesas operacionais, e não há indício de enriquecimento ou de empresa faturando alto. O 'loop' parece mais um artefato de reconstrução de cadeia entre campanhas da mesma região/época do que um fluxo circular suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 59.315,36 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é uma doação da Direção Estadual do MDB para Roberto Requião (R$ 53.600,00), que é um repasse partidário típico, e as demais transações são de baixo valor (R$ 5.000,00, R$ 700,00 e R$ 15,36). Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa fachada, e as entidades têm vínculos partidários claros (MDB e PDT no Paraná).
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.115,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 56 mil no total) e transações de 2018, todas dentro do mesmo estado (PR). As entidades têm partidos diferentes (PDT e MDB), mas o elo central é uma direção estadual do MDB, o que pode ser repasse partidário ou ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 56 mil no total) e transações de 2018, ano em que Roberto Requião (PDT) e Ezequiel da Silva (MDB) disputaram cargos no Paraná. As setas passam por 'Direção Estadual/Distrital' e por um intermediário (Ricardo Luiz Borella), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha, mas não há informação suficiente para afirmar que o loop é apenas coincidência de coligação ou algo que mereça checagem. Faltam dados sobre a relação entre os envolvidos e a natureza exata das despesas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre um candidato do PDT, um do MDB e a direção estadual do MDB no Paraná. A maior parte do fluxo é a doação de R$ 53,6 mil da direção estadual para Roberto Requião, que é um repasse partidário comum, e o restante são valores residuais (R$ 1.000, R$ 700 e R$ 15,36) que podem ser ressarcimentos ou despesas miúdas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região/ano, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 1.000, R$ 700, R$ 15,36) e uma doação partidária estadual de R$ 53.600,00, todos em 2018. As entidades têm partidos diferentes (PDT, MDB, MDB estadual), mas o fluxo pode ser explicado por repasses partidários e despesas de campanha dentro de uma mesma coligação ou aliança eleitoral. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre campanhas do MDB e PDT no Paraná, com um repasse da direção estadual ao candidato Roberto Requião. As setas não formam um loop claro e fechado entre as mesmas entidades: há nomes ligeiramente diferentes (LENIRA DO CARMO CORREIA DA SILVA vs. LENIRA DO CARMO CORREIA) e uma doação de pessoa física para Ezequiel da Silva que não se conecta diretamente ao restante. Não há indício forte de irregularidade nem explicação óbvia e legítima para o ciclo como um todo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 31.296,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PDT) e sobrenomes idênticos (MELLO E SILVA), o que sugere relação familiar e poderia explicar trocas de recursos. Porém, chama atenção que uma despesa de R$ 19.646,86 da campanha de MAURICIO (governador) vá para DANIELLE DE MELLO E SILVA, que não aparece como candidata ou entidade política cadastrada, e que outra despesa de R$ 10.000,00 da campanha de ROBERTO vá para VICTOR HENRIQUE BLASI DE ALMEIDA, também sem vínculo partidário explícito. O loop fecha com valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.500,00 de doação contra R$ 19.646,86 de despesa) e sem justificativa de serviço ou produto. Isso justifica uma checagem humana para confirmar se são parentes/aliados e qual a natureza desses pagamentos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.460,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas figuras de sobrenome idêntico (Mello e Silva) e mesmo partido (PDT/PR), o que sugere possível relação familiar ou de grupo político, tornando o loop potencialmente explicável por coordenação de campanha. Porém, os valores são díspares (R$ 150 a R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo a checar. Não há elemento concreto que force um alerta, mas também não há explicação simples evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 53.600,00 de doação partidária a Roberto Requião, R$ 700,00 de despesa dele a Janete Telles, R$ 1.000,00 de doação dela a Ezequiel da Silva e R$ 15,36 de despesa deste à direção estadual do MDB), o que não configura um loop financeiro fechado e sim uma cadeia de transações de magnitudes incompatíveis. As entidades têm partidos diferentes (PDT e MDB) e não há evidência de coligação comum em 2018, mas os valores pequenos e a presença de uma direção partidária como origem/destino tornam o padrão compatível com movimentações rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.985,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com valores modestos (R$ 10.985,60 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PDT e MDB) e cargos/UF parcialmente diferentes, mas todas no Paraná, o que poderia indicar relação pessoal ou política local. Não há um fato concreto que destoe (valores, ramo, ciclo curto) que justifique priorizar uma checagem humana, nem elementos claros que expliquem tudo como rotina.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.085,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e partidos distintos (PDT e MDB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), o que dificulta caracterizar um padrão claro de retorno de recursos. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há explicação simples e imediata para o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 429.318,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT, PRTB, MOBILIZA) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 340.865,00 de Roberto Requião ao Facebook em 2018, enquanto as demais são doações de valores muito menores (R$ 1.500 a R$ 2.010) em 2022/2024, criando uma assimetria de duas ordens de grandeza. O elo final é uma doação de Anderson Teixeira a Roberto Requião, fechando o ciclo sem relação partidária ou coligação evidente. Isso justifica uma checagem humana para entender se há apenas coincidência temporal ou algum vínculo não declarado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre campanhas do PR, incluindo repasses da direção estadual do MDB e do PDT. As setas individuais são de baixo valor (R$ 700, R$ 1.000, R$ 15,36) e podem ser explicadas por ressarcimentos, doações entre aliados ou repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas da mesma região/coligação, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 55,3 mil, mas as transações são de naturezas e valores muito diferentes: uma doação de R$ 53,6 mil da direção estadual do MDB a Roberto Requião (PDT), uma despesa de R$ 700 dele a Adriana Prestes, uma doação de R$ 1.000 dela a Ezequiel da Silva (MDB) e uma despesa de R$ 15,36 deste à direção estadual do MDB. O elo de fechamento é irrisório (R$ 15,36) e pode ser mero ressarcimento ou taxa, enquanto o grosso do valor é uma doação partidária regular. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as pessoas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018, ano eleitoral em que doações entre campanhas e direções partidárias são comuns. As entidades têm partidos diferentes (PDT e MDB), mas o valor mais alto é uma doação da direção estadual ao candidato Roberto Requião, o que é padrão legítimo. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 55.315,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 55,3 mil no total) e transações de 2018 entre campanhas do mesmo espectro político no Paraná (PDT e MDB, que estavam coligados nacionalmente naquele ano). A maior parte do valor (R$ 53,6 mil) é doação da direção estadual do partido para Roberto Requião, padrão legítimo de repasse partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 1 mil, R$ 700 e R$ 15,36) e podem ser ressarcimentos ou despesas compartilhadas entre campanhas aliadas, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósR$ 10.750,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 73.114,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Paraná, com valores baixos (R$ 100 a R$ 1.212) e um repasse de R$ 70.000 da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e não formam um ciclo fechado no mesmo período, o que enfraquece a ideia de circularidade intencional. O valor total de R$ 73 mil é modesto e compatível com movimentação de campanha de pequeno porte.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.514,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT do Paraná, com valores modestos (R$ 56,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasse da direção partidária e despesas de campanha. O maior valor (R$ 53,4 mil) é uma doação de Angelo Rossi a José Carlos Becker, ambos do PT, compatível com apoio interno. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta, o que torna o loop explicável por articulação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.414,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Paraná, com valores baixos (R$ 14,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por ressarcimento, devolução de sobra ou movimentação dentro da mesma coligação. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.