Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com doação de GILDA para SHIRLEY (R$ 12.505,05 em 3 transações) e uma despesa de SHIRLEY para GILDA (R$ 1.500,00 em 2020). Não há informação sobre partido ou coligação de GILDA, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por trabalho de campanha ou algo atípico. O valor total é baixo e a diferença entre os fluxos é grande, mas sem contexto adicional não se pode classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas (NEY LEPREVOST NETO e ROBERTO VINÍCIUS VEIGA), com uma doação de R$ 2.063 de Roberto para Ney em 2018 e duas despesas de Ney para Roberto (R$ 2.940 em 2018 e R$ 8.000 em 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Roberto, cargo, ou vínculo entre eles, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, prestação de serviços) ou um ciclo suspeito. Os valores são modestos e as transações estão separadas por anos, mas a ausência de contexto sobre a natureza da despesa de 2024 (R$ 8.000) e a relação entre as partes deixa o caso sem elementos suficientes para um juízo claro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas e valores modestos (R$ 51,5 mil no total), com transações espalhadas por vários anos (2018, 2022, 2024), não um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As saídas de NEY LEPREVOST NETO para EDERSON aparecem como despesas de campanha em anos distintos, e a entrada de 2024 é uma doação de EDERSON para NEY, o que é compatível com relação de aliados/colaboradores recorrente. Não há indício de empresa, fornecedor de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas com sobrenomes que sugerem parentesco (Leprevost) e o mesmo partido (REPUBLICANOS-PR), o que é um padrão comum em campanhas de famílias políticas. Os valores são modestos (R$ 25 mil, R$ 2,8 mil e R$ 1,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com doações e despesas rotineiras entre aliados. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor fora de escala.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas identificadas (NEY LEPREVOST NETO e ALEXANDRE LEPREVOST), ambas do mesmo partido (REPUBLICANOS/PR) e com sobrenome idêntico, sugerindo vínculo familiar. A doação de R$ 25.000 de um para o outro em 2020 é compatível com repasse entre aliados do mesmo grupo político, e a despesa de R$ 1.800 paga a SCHAIANE CRISTINA DOS SANTOS pode ser um serviço prestado ou ressarcimento. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de ciclo curto e fechado entre desconhecidos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com sobrenome Leprevost, ambas do mesmo partido (REPUBLICANOS) no Paraná, e um terceiro (JOÃO OLIVIO EWERT) que aparece como doador e depois como fornecedor pago. A doação de R$ 25.000 de NEY para ALEXANDRE em 2020 é compatível com repasse entre aliados/parentes do mesmo grupo político, e o pagamento de R$ 800 a EWERT pode ser um serviço prestado à campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o padrão é típico de movimentação dentro de uma mesma rede política.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos com sobrenome idêntico (Leprevost), ambos do REPUBLICANOS no Paraná, o que sugere relação familiar e movimentação entre campanhas do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 25 mil, R$ 35 mil e R$ 1 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sem concentração temporal que indique operação coordenada. O terceiro elo (Ederson) aparece como doador e fornecedor, padrão comum em campanhas de pequeno porte.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Leprevost e partido REPUBLICANOS em comum, o que sugere possível relação familiar/política e torna o fluxo explicável como apoio mútuo entre aliados. Porém, o retorno se dá via uma despesa de campanha a REGINALDO MARQUES NETO, que não aparece como candidato nas entidades listadas, e os valores e anos são díspares (R$ 2.500,00 em 2020 vs R$ 5.150,00 em 2024), sem que os fatos permitam afirmar se é ressarcimento, fornecedor real ou apenas coincidência. Não há elemento claramente anômalo (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas também não há explicação simples completa.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (MDB e REPUBLICANOS) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 10 mil, R$ 35 mil e R$ 1,4 mil) e as transações são de naturezas diferentes (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas em 2018: Paulo Augusto Meyer Filho doou R$ 3.341,25 a Ney Leprevost Neto, e a campanha de Ney pagou R$ 15.600,00 a Paulo Augusto Meyer Filho como despesa. Não há informação sobre o partido de Paulo, o tipo de serviço prestado ou a relação entre eles, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é cerca de 4,7 vezes a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações não dá para dizer que é anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Mara Sperandio e Ney Leprevost Neto), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e com valores diferentes (R$ 1.399,70 de doação e R$ 16.000,00 de despesa). Não há informação sobre partido ou coligação de Mara Sperandio, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2024, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou mera coincidência. O valor total movimentado é baixo e não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Maria Solene dos Santos doou R$ 802,00 a Ney Leprevost Neto em 2018, e em 2022 a campanha de Ney pagou R$ 1.500.000,00 a Maria Solene. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e as transações ocorreram em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Sem saber a natureza do pagamento de 2022 (serviço, ressarcimento, etc.) e sem vínculo partidário explícito entre as partes, não há fato concreto que force uma checagem nem que explique tudo como rotina.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e REDE), sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. Além disso, a transação de maior valor é uma despesa de R$ 15.000 de Ney Leprevost para Maria Solene, enquanto as doações de retorno são de valores muito menores (R$ 500 e R$ 1.000), configurando uma assimetria que merece checagem humana. O intervalo entre as transações (2018 a 2022) também não é imediato, mas o fechamento do loop com valores desproporcionais chama atenção.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 43,4 mil entre Ney Leprevost Neto e Cristhian Marcelo Maceno Ciccarino, com doações de ida e despesas de volta em anos variados (2018, 2022, 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Cristhian, o que impede avaliar se é um fluxo comum entre aliados. Os valores são modestos e as transações estão espaçadas no tempo, sem um padrão claramente fechado ou desproporcional que justifique priorização imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Jorge Gomes da Silva doou R$ 28.000 à campanha de Noemia (MDB) e recebeu R$ 3.000 como despesa paga pela mesma campanha, no mesmo ano de 2018. Não há informação sobre partido ou cargo de Jorge, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo (ex.: fornecedor da campanha) ou apenas coincidência. O valor de retorno é bem menor que a doação, padrão compatível com pagamento por serviço, mas a ausência de detalhes não permite descartar nem confirmar estranheza.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: uma doação de R$ 79.000 de DENIO RODRIGUES para a campanha de NOEMIA e uma despesa de R$ 500 paga de volta a DENIO no mesmo ano. Não há informação sobre partido de DENIO nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: fornecedor que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor de retorno é muito inferior ao da doação, o que enfraquece a ideia de devolução circular de recursos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (MDB e REDE) e UFs diferentes (PR e SP), o que dificulta a explicação por coligação comum. Porém, há inconsistência nos nomes (SONIA ROSANA FIGUEIREDO vs SONIA REGINA FIGUEIREDO) e os valores são modestos (R$ 20 mil), sem indicar um padrão claro de desvio. Faltam dados sobre a natureza da despesa e a relação entre as partes para concluir se é um loop intencional ou mera coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 23.000 de Juliana Gonçalves para a campanha de Noemia e uma despesa de R$ 800 paga de volta à mesma Juliana, no mesmo ano de 2018. Não há informação sobre partido ou coligação de Juliana, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento legítimo ou algo que mereça checagem. O valor de volta é muito menor que o da ida, o que enfraquece a ideia de devolução integral, mas também não configura por si um padrão claro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: uma doação de R$ 62.000 de Cleonir da Silva para Noemia e uma despesa de R$ 1.000 de Noemia para Cleonir, ambos em 2018. Não há informação sobre partido ou coligação de Cleonir, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor de retorno é muito inferior ao da doação, afastando a ideia de devolução integral, mas o conjunto é pequeno demais para classificar como bizarro ou rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e R$ 22.800, com uma doação de R$ 22.000 de ELISABETE ARAUJO para a campanha de NOEMIA e uma despesa de R$ 800 de volta à mesma pessoa. Os valores são modestos e a diferença entre eles é grande, o que enfraquece a ideia de devolução circular de recursos. Não há informação sobre partido ou coligação de ELISABETE, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede tanto uma explicação simples quanto a identificação de um fato claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e R$ 21.800, com uma doação de R$ 21.000 de Wilton Luiz Antunes Jr para Noemia e uma despesa de R$ 800 de Noemia para Wilton, ambos em 2018. Não há informação sobre partido ou coligação de Wilton, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviço com devolução de sobra) ou algo que mereça checagem. Os fatos disponíveis não apontam claramente para nenhum dos lados.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com doação de R$ 5.800 de Ibrahim para Fernando e despesas de R$ 8.750 de Fernando para Ibrahim, no mesmo ano de 2020. Não há informação sobre partido ou coligação de Ibrahim, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviços ou algo atípico. O valor total é baixo e a diferença entre os fluxos não é gritante, mas a ausência de contexto sobre a relação entre eles deixa o caso sem elementos para um juízo claro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio diretório municipal do PL de Curitiba e um candidato filiado ao PL, exatamente o padrão de repasse partidário e devolução/despesa de campanha que costuma gerar loops. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 361 mil de doação contra R$ 1,71 milhão de despesa) e concentrados em 2020, sem salto de magnitude nem fornecedor de ramo estranho. Não há elemento que fuja da relação partido-candidato.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Carolina Dedonatti e Cleverson Henrique Dias) com R$ 12.500 movimentados em 2022, mas os fatos não informam partido, cargo ou coligação de Cleverson, nem a natureza da despesa de R$ 7.500 paga por Carolina a ele. Sem saber se há vínculo partidário/coligação ou se a despesa tem contrapartida real, não dá para dizer se é um ressarcimento/ajuste contábil rotineiro ou algo que mereça checagem. O valor não é de ordem de grandeza discrepante e o intervalo é de um único ano, o que enfraquece um alerta forte.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo curto entre Carolina Dedonatti (PSD) e Mairon Jakson Visnieski, com uma doação de R$ 5.000 e uma despesa de R$ 7.500 no mesmo ano de 2022. Não há informação sobre partido, cargo ou coligação de Mairon, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo (mesma coligação, prestação de serviço, ressarcimento) ou se é um loop atípico. O valor é modesto e não destoa, mas a ausência de contexto suficiente torna o caso apenas inconclusivo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes coincidentes (Fruet) e um terceiro (David Antonio Baggio Batista) que não aparece como candidato nas entidades listadas, mas recebeu despesas da campanha de Tatiana e doou para Marcos. Os valores são modestos (R$ 54,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Sem saber se há vínculo partidário/coligação ou relação familiar/societária entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com sobrenomes coincidentes (FRUET), mas partidos diferentes (PL e PROS) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 9.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, padrão compatível com doações e despesas ordinárias entre pessoas do mesmo círculo familiar/político. Não há um fato agudo que destoe do razoável, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas de partidos diferentes (PL e PSD) e cargos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações estão distribuídas ao longo de vários anos (2018 a 2026) e em sentidos alternados, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O valor total (R$ 97,2 mil) não é uma ordem de grandeza absurda, e a diferença de valores entre as direções pode indicar ressarcimentos ou apoios mútuos entre lideranças locais. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e PSD) e valores modestos (R$ 19.900 no total), com transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026). As doações entre Gilberto e Mauro podem ser explicadas por aliança local ou relação pessoal, e a passagem por Emerson Wisniewski aparece só em 2018/2020, quebrando a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há uma explicação simples e óbvia que cubra todo o conjunto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e PSD) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 3,8 mil, R$ 83,5 mil e R$ 4 mil) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um encadeamento curto e fechado que caracterize um loop suspeito. Não há informação sobre vínculo entre Emerson Wisniewski e os demais, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede uma conclusão mais firme.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha (Edmar de Souza Arruda, Deputado Federal) e Eliana Lucia Fuzari Camilo (PSD, Deputada Estadual), ambas de 2018, mas não há informação sobre partido/coligação do primeiro. A campanha de Edmar doou R$ 15.000 a Eliana, e Eliana pagou R$ 49.882,50 em despesas à campanha de Edmar, fechando um loop de valores diferentes. Sem saber se há vínculo partidário ou se as despesas são ressarcimentos/cessão de estrutura, não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com nomes muito parecidos (FRANCIELLY FERNANDES PEDRO FERREIRA e FRANCYELLY FERNANDES PEDRO FERREIRA), o que sugere possível erro de grafia ou homonímia nos registros do TSE. Os valores são modestos (R$ 6.000 de doação em 2020 e R$ 5.000 de despesa em 2024) e ocorrem em anos diferentes, sem indicar um fluxo circular imediato. Não há informação suficiente sobre vínculo partidário ou relação entre as partes para afirmar que se trata de padrão legítimo ou de algo que mereça checagem prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do próprio partido (PSD-PR) repassando recursos ao seu candidato a governador, Carlos Roberto Massa Junior, e este devolvendo uma fração pequena (cerca de 0,86%) como despesa à mesma direção. Esse é um padrão comum e legítimo: repasses de campanha majoritária feitos pela conta partidária e devolução de sobras ou ressarcimentos. Não há indício de terceiros sem vínculo partidário, valores desproporcionais ou fornecedores fora do ramo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório estadual do mesmo partido (PSD-PR), o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha entre aliados. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 100 mil de doação do partido a um prefeito, R$ 1,5 mil de despesa dele a um vereador e R$ 3,47 de despesa do vereador ao diretório), sem ganho desproporcional no retorno ao ponto de origem. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor fora de escala que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O loop envolve três entidades todas ligadas ao PSD no Paraná, o que é um padrão comum em movimentações partidárias. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um ciclo curto e fechado que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSD-PR repassando R$ 35.715,00 ao candidato Luiz Augusto Silva (mesmo partido) e o candidato pagando de volta R$ 191,70 à direção estadual. O valor de retorno é irrisório (0,5% do total) e compatível com ressarcimento de despesa ou devolução de sobra, prática comum em prestações de contas. Não há indício de empresa fornecedora estranha ao ramo nem de valores desproporcionais.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-PR), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a conta partidária. Os valores são de ordens de grandeza diferentes e em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um retorno imediato do mesmo montante. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, então o caso não se destaca como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-PR): a direção estadual repassou recursos a um candidato a prefeito, que doou a um candidato a governador, que por sua vez pagou despesas à direção estadual. Esse tipo de movimentação entre órgãos partidários e candidatos da mesma legenda é comum em prestações de contas, podendo refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou devoluções de sobras. Os valores são modestos (R$ 72,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O fluxo principal é a direção estadual do PSD repassando R$ 577.951,50 ao candidato do próprio partido (PSD-PR) em 8 doações ao longo de 2018 e 2022, o que é o padrão comum de financiamento partidário. O retorno é de apenas R$ 36,04, uma despesa única em 2018, provavelmente um ressarcimento ou estorno de pequeno valor. Não há ciclo fechado relevante nem valores atípicos que justifiquem checagem manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com vínculos partidários distintos (PSD estadual, Rosineia do PSC e Carlos Massa Junior do PSD), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 92,9 mil, R$ 800 e R$ 30,1 mil). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, nem valores equivalentes que sugiram devolução ou repasse circular imediato. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que é algo claramente anômalo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-PR): a direção estadual doou a uma vereadora do PSD, que doou a um candidato a governador do PSD, que teve despesas pagas à própria direção estadual. Esse tipo de movimentação entre órgãos partidários e candidatos da mesma legenda é comum em prestações de contas, podendo refletir repasses internos, ressarcimentos ou rateios de despesas. Os valores são modestos (R$ 65 mil no total) e distribuídos ao longo de anos diferentes, sem indício de ciclo fechado no mesmo período.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Edinilson doou R$ 8.000 à campanha de Sebastião em 2020 e, em 2024, a campanha de Sebastião pagou R$ 15.000 a Edinilson como despesa. Não há informação sobre o partido de Edinilson nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo partidário ou contratação legítima. O intervalo de quatro anos entre a doação e o pagamento também enfraquece a ideia de ciclo curto e fechado. Sem esses elementos, não há fato concreto que caracterize algo claramente anômalo nem que explique de forma rotineira.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 3.800, R$ 135.000 e R$ 2.000) e anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. As entidades têm partidos distintos (REDE e PODE), mas atuam no mesmo estado (PR) e em cargos da mesma chapa municipal (prefeito e vice), o que pode explicar alianças locais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.