severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.706,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas os valores são modestos (R$ 16,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. As entidades centrais são de partidos distintos (PL e UNIÃO), mas há indícios de que os demais nomes podem ser fornecedores ou aliados locais, sem que os fatos permitam afirmar que há ou não vínculo partidário comum. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem checagem adicional.
severidade média4 nósR$ 10.715,40
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PTB, PT) em Minas Gerais, mas os valores são modestos (R$ 19.500 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022). As conexões entre os elos são indiretas (nomes similares como WILLIAM/WILLIAN CORREA e FRANCISCO DE SOUZA aparecem em pontas opostas), e não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas. Sem evidência de que os participantes compartilhem coligação ou que os valores sejam anômalos, não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.526,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PSDB, PSB) e cargos/anos desconexos, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A transação de R$ 8.000,00 de REINALDO OLIVEIRA BATISTA (PSDB-MG) para ANA PAULA SIQUEIRA (PT-MG) em 2026 é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 1,00 a R$ 3.000,00) e ocorre em ano eleitoral, sem relação partidária evidente. O loop fecha com valores e anos que não formam um padrão rotineiro de repasse partidário ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a motivação dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.501,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e cargos distintos (PT, PL, CIDADANIA, PSB), o que dificulta explicar por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00, R$ 500, R$ 2.000, R$ 3.000, R$ 14.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem um padrão claro de retorno financeiro. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como um valor de ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.635,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos muito distintos (PT, PL, PSDB, PSB; presidente, deputado estadual, vereador) e anos variados (2014 a 2026), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos e dispersos (R$ 1,00, R$ 500, R$ 2.000, R$ 5.134, R$ 8.000) e há indícios de relações familiares (sobrenome Batista em três entidades), o que pode explicar doações pessoais. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como um valor de ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.026,00
severidade média5 nósR$ 10.126,00
severidade média5 nósR$ 10.026,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.535,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PSDB) e cargos/UF diferentes, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A doação de R$ 8.000,00 de um vereador do PSDB-MG para uma deputada estadual do PT-MG em 2026 é o elo mais chamativo, por ser de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo e por cruzar campos políticos opostos. Embora valores pequenos possam ser coincidências, esse elo específico justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.510,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e cargos distintos (PT, PL, CIDADANIA) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são baixos (R$ 10 a R$ 14.000) e as transações podem ser explicadas por doações isoladas entre pessoas físicas e campanhas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.644,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a explicação por coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são pequenos (R$ 15,6 mil no total) e as transações podem ser doações normais entre pessoas físicas ou despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média5 nósR$ 10.035,00
severidade média5 nósR$ 10.135,00
severidade média5 nósR$ 10.035,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.175,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSDB, PRD) e anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores muito díspares (de R$ 25 a R$ 50.000) e naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar checagem prioritária, mas também não se encaixa num padrão rotineiro óbvio.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 62.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 62.600, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018, 2022, 2024 e 2026, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. Há partidos diferentes (PT e PSDB) e cargos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas também não há um fato agudo — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível — que force uma checagem prioritária. O caso merece registro, mas não se destaca como bizarro nem se explica claramente por padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.626,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PSDB) e cargos/UF diferentes, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A transação de maior valor (R$ 8.000,00) é uma doação de um vereador do PSDB para uma deputada estadual do PT, o que não é um padrão típico de repasse partidário. Além disso, o loop fecha entre pessoas físicas e campanhas de esferas e anos distintos, o que dificulta uma explicação simples de ressarcimento ou sobra de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.601,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, CIDADANIA) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, os valores são modestos (R$ 19.601 no total) e há doações de pessoas físicas sem vínculo partidário evidente, o que pode ser coincidência ou movimentação rotineira de campanha. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns, como empresa doando milhões e recebendo de volta, ou ciclo curto entre mesmas pessoas sem partido em comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.735,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PL, PSDB) e valores díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e podem refletir doações e despesas normais entre campanhas. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade, como valores idênticos ou ciclo fechado no mesmo ano. A menção a 2026 (ano futuro) sugere possível erro de dados ou registro antecipado, mas isso não é suficiente para classificar como bizarro.
severidade média5 nósR$ 10.126,00
severidade média5 nósR$ 10.226,00
severidade média5 nósR$ 10.126,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 175.552,34
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro entidades com partidos diferentes (Republicanos, PT, PSB) e valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 175.000 da Direção Nacional ao candidato do PT, enquanto as demais somam apenas R$ 552,34. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo coordenado e sugere coincidência ou movimentações partidárias rotineiras. Não há um fato concreto que destoe de padrões legítimos (repasse partidário, doação entre aliados, despesa de campanha), mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem contexto adicional.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 222.757,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 950 a R$ 205.000) e anos diferentes (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades centrais são direções partidárias estaduais (Republicanos-MG e PDT-MG), que rotineiramente repassam recursos a candidatos e recebem despesas de campanha, padrão legítimo. Não há um fato concreto que destoe claramente do funcionamento normal de financiamento partidário, mas a quantidade de entidades e a aparente circularidade justificam uma checagem leve.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 206.352,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (REPUBLICANOS-MG), incluindo a direção estadual repassando recursos a candidatos filiados, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. A maior transação (R$ 205 mil) é uma doação da direção estadual a um vice-prefeito do partido, o que é rotineiro. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 206.402,34
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado: há uma doação de R$ 50,00 de Helio Marcassa Filho para Mauro Henrique Tramonte em 2018, uma doação de R$ 205.000,00 da Direção Estadual para Vanderlei da Rocha Teixeira em 2020, e outras movimentações de valores muito díspares e em anos diferentes. A maioria das entidades é do Republicanos em MG, o que poderia explicar repasses internos, mas a presença de Helio Marcassa Filho (PDT) e de Kleber Pereira de Souza sem partido informado quebra a uniformidade partidária. Os valores e anos não se encadeiam de forma clara, e não há um fato concreto e específico que configure um ciclo fechado suspeito ou um padrão claramente legítimo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 172.002,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (Republicanos-MG): a direção estadual repassou recursos a Marcos Eduardo de Andrade, que pagou despesa a Demilton Vacarelli, que doou a Mauro Henrique Tramonte, que teve despesa com a direção estadual. Valores são modestos e compatíveis com movimentação partidária rotineira (doações, repasses e despesas de campanha). Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (Republicanos e Cidadania) em MG, com valores modestos (R$ 600 a R$ 10.000) e em anos distintos (2022 e 2024). As transações parecem doações e despesas cruzadas entre candidatos, mas não há evidência de coordenação ou de que os valores retornem exatamente ao ponto de origem. Sem mais contexto sobre a relação entre essas pessoas, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (Republicanos, PDT, Cidadania) e valores que não fecham entre si: a maior transação (R$ 10.000 de Mauro para Raphael) não tem retorno equivalente na cadeia, enquanto o elo Leonardo->Kleber é exatamente o mesmo valor de uma doação recebida (R$ 600), sugerindo possível repasse. A mistura de anos (2018, 2020, 2024) e a ausência de vínculo partidário comum dificultam a explicação por coligação ou conta única. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.942,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 41.998,80) é uma doação da direção municipal do PTB para Heckel Herbert, enquanto as demais transações são pequenas (R$ 437,50, R$ 3.500,00 e R$ 6,10). O elo de fechamento é uma despesa de Heckel para Heliana, que doou para Nmeria, que por sua vez pagou despesa à direção municipal — mas os partidos (PTB e REDE) e cargos são diferentes, e não há informação sobre coligação ou vínculo entre as pessoas. Sem saber se há relação partidária/coligação ou se os valores são ressarcimentos, não dá para classificar como padrão legítimo nem como fato que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.945,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 45,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PTB e REDE), mas as transações são de naturezas distintas (doações e despesas) e há um intermediário sem partido identificado. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência de movimentações municipais na Bahia em 2020, mas a ausência de detalhes sobre a empresa e a intermediação impede uma classificação mais segura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.415,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PTB e REDE) na Bahia, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 54,4 mil no total) e as transações incluem doações de diretório municipal e despesas com um mesmo fornecedor (João Paulo de Souza Oliveira), que pode ser um prestador de serviços comum a várias campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.412,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PTB e REDE) na Bahia, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 54,4 mil no total) e as transações incluem doações de diretório municipal e despesas com um mesmo fornecedor (João Paulo de Souza Oliveira), padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (UNIÃO e PL) e em anos distintos (2020 e 2022), sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. Chama atenção que Anderson Lima da Silva (PL) pagou R$ 10.000 a Núbia Barros, que havia doado R$ 500 a Thiago Fernandes (UNIÃO), enquanto Thiago pagou R$ 500 a Kleber Sandes, que doou R$ 1.000 a Anderson — um encadeamento cruzado de valores e sentidos que não se encaixa no padrão de repasse partidário ou ressarcimento simples. O valor de R$ 10.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PSL, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 13.530 no total) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do resto ou indique um esquema típico, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas mineiras.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 114.406,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores não formam um loop fechado de mesmo montante: Thiago repassa R$ 97.000 à direção municipal, que doa R$ 6.906,50 a Anderson, que paga R$ 10.000 a Núbia, que doa R$ 500 a Thiago. Não há um retorno equivalente ao valor inicial, e as conexões partidárias (UNIÃO, PL, PSL) não são claramente da mesma coligação em todos os elos. Os fatos não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem, por isso o caso fica como inconclusivo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.096,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 189 mil no total) e transações entre campanhas de partidos que tiveram relação entre si (PSL, PL, União) em Minas Gerais, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. As maiores quantias são despesas de Thiago Fernandes (R$ 97 mil) à direção municipal do PSL e doação de R$ 18 mil do diretório a Simone Cabral, padrões comuns em campanhas. Não há um fato isolado que destoe (fornecedor estranho, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não há elemento concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 114.638,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 114,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de retorno do dinheiro à origem. As entidades têm partidos distintos (UNIÃO, PP, PL) e a única ligação partidária explícita é com o PSL, que aparece como entidade genérica. Não há um fato concreto que force uma checagem, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas de MG.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são modestos (R$ 50 a R$ 10.000). As entidades identificadas pertencem a partidos distintos (UNIÃO, PSL, PL), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação, mas também não há um fato agudo que destoe do padrão de pequenas doações e despesas de campanha. A ausência de vínculo partidário claro entre todos os elos e a defasagem temporal tornam o caso ambíguo, sem elemento que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, PSL, PL) em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 100 a R$ 10.500) e as transações são de naturezas variadas (doações e despesas), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, mas apenas 3 têm vínculo partidário declarado (UNIÃO, PSL e PL), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. O valor de R$ 10.000 pago por Anderson Lima da Silva a Núbia Aparecida Silva Barros é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 20 a R$ 1.000), e o dinheiro retorna à campanha de Thiago Fernandes via Núbia, fechando o loop. A diferença de partidos e a disparidade de valores dificultam uma explicação simples de ressarcimento ou repasse interno.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.965,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PL de MG em anos diferentes (2018, 2020, 2024), com valores pequenos e desiguais (R$ 500 a R$ 9.415). As transações intermediárias são com pessoas físicas sem partido/cargo informado, o que impede verificar se há vínculo partidário ou de coligação que explique o fluxo. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre mesmas pessoas), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar quem são os intermediários.
severidade média4 nósR$ 10.550,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 518.279,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSD) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário no mesmo pleito. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser compatíveis com doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há elemento concreto que force uma checagem manual, mas também não há padrão legítimo evidente que explique todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 518.729,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL e PSD) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado. As transações são de baixo valor (R$ 450 a R$ 506 mil) e podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 528.874,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.000 a R$ 5.280) em transações esparsas entre 2018 e 2024, a maioria entre candidatos do PL e do PSD em Minas Gerais, partidos que frequentemente atuam em coligações estaduais. A maior transação (R$ 506.100) é uma despesa de campanha de Carlos Alberto Dias Viana à Direção Estadual do PL-MG, o que é compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, não com um loop fechado de devolução. Não há um fato isolado que destoe do padrão de movimentação entre aliados da mesma federação/coligação, mas a diversidade de anos e a mistura de doações e despesas dificultam uma explicação única e simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 525.563,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSD, PROS) e anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações incluem doações de direção partidária e despesas de campanha, e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, exceto o repasse de R$ 506.100,00 de Carlos Alberto para a direção estadual, que é uma ordem de grandeza maior que as demais. Não há um fato isolado que claramente indique algo bizarro, mas também não é um padrão rotineiro óbvio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.254,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PL de MG e dois prestadores de serviço (Gustavo Jardim Alves e Lucas Lacerda Lima), com valores pequenos (R$ 500 a R$ 34.704,89) e anos distintos (2018 a 2024). As doações iniciais de R$ 500 de terceiros aos candidatos e as despesas de campanha pagas a esses mesmos terceiros são compatíveis com contratação de serviços e doações rotineiras, sem um elo claro de retorno do dinheiro aos candidatos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum (mesma coligação/partido, valores módicos, intervalo temporal longo), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.038,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 18 mil no total) e pessoas físicas, não empresas, com transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas campanhas identificadas são do mesmo partido (PL/MG), o que oferece uma explicação plausível de relação política. Por outro lado, o elo entre as campanhas passa por dois intermediários sem partido/cargo informado, e a maior transação (R$ 14,8 mil pagos por Bruno a Luiz Márcio) destoa das demais, mas sem contexto de ramo ou serviço não dá para dizer se é estranho.