severidade média4 nósIA: plausívelR$ 251.315,80
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT em Minas Gerais (direção estadual, candidata a deputada federal e candidato a deputado estadual), o que é um padrão comum de repasses internos do partido. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a maior transação (R$ 249.978,00) é a doação da direção estadual para a candidata, enquanto as demais somam menos de R$ 1.500,00. O retorno ao ponto de partida (R$ 17,80 pagos por Fernando à direção) é irrisório e compatível com despesa administrativa ou ressarcimento. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 121.488,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PV em MG) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Luis do Nascimento (R$ 98.880,96), padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 102.988,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, com valores modestos (R$ 2.000 e R$ 10.735) e um repasse de R$ 98.880,96 da direção partidária para um candidato — padrão comum de financiamento interno. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. O valor total de R$ 102.988,31 é compatível com movimentação típica de campanha, sem indício de desproporção ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 747.912,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Fernando Pimentel e Rogério Correia) e a direção estadual do partido, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 20 mil e R$ 21 mil) que podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O único valor alto (R$ 706 mil) é repasse da direção estadual para um candidato do próprio partido, padrão legítimo e comum. A participação de Luís Gustavo (PV) é o elo mais fraco, mas não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido a ninguém — o loop fecha na direção partidária com R$ 107,35, valor irrisório. Não há fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 708.783,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Minas Gerais, com valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 706.682,00 da direção estadual para Fernando Pimentel, enquanto as demais são de R$ 1.500, R$ 1,20 e R$ 600. Isso é compatível com repasses partidários rotineiros e despesas miúdas de campanha, não com um esquema de lavagem ou devolução de recursos. O retorno ao PT ocorre por uma despesa de R$ 1,20, valor irrisório que não caracteriza fechamento de ciclo financeiro relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 192.210,07
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente políticos do PT em Minas Gerais, com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido e repasses da direção estadual. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são compatíveis com movimentações típicas de campanha, como doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores discrepantes. O fluxo pode ser explicado por articulação partidária legítima.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 153.080,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 150 a R$ 600) entre pessoas físicas e diretórios do PT em Minas Gerais, com exceção do repasse de R$ 37.815,50 da direção estadual para Ercildo Confort Lorena, que é um padrão comum de financiamento partidário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período, o que enfraquece a ideia de circularidade. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo estranho. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 91.893,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Minas Gerais (partido, diretório estadual e três candidatos do mesmo campo), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 91,8 mil no total, com transações individuais entre R$ 17,80 e R$ 63,3 mil) e as quantidades/tipos (doações do diretório, despesas de campanha) são compatíveis com a rotina de prestação de contas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.146,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são candidatos do PT em MG (Gilberto, Carlos Magno, Rogério) e uma é o próprio diretório estadual do PT, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. A única exceção é Luís Gustavo D'Ávila Riani (PV), que doou R$ 20.000 a Rogério (PT) em 2022 e recebeu R$ 15.000 de Carlos Magno (PT) no mesmo ano — valores modestos e compatíveis com alianças eleitorais. Não há valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor fora do ramo; o loop pode ser explicado por movimentação entre aliados e devoluções, sem fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 8.193.538,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PL) e uma empresa que doou R$ 2,2 milhões a Lula em 2018 e 2022, enquanto recebeu apenas R$ 4,5 mil de Patrus Ananias em 2018. A presença de um vereador do PL doando para um governador do PT e a assimetria de valores entre a empresa e os candidatos dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. O montante total de R$ 8,19 milhões e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 277.824,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Averaldo, Fernando Pimentel e Rogério Correia), com repasses da direção estadual do partido e uma doação entre aliados de coligação, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 4 mil a R$ 61 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. O único elo fora do PT é Luís Gustavo Riani (PV), que doou a Rogério Correia em 2022, o que pode ser explicado por aliança estadual, mas merece nota. Não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 238.695,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Minas Gerais, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação (R$ 61 mil) é da Direção Estadual para um candidato, padrão comum de repasse de recursos do partido. As demais são doações e despesas de pequeno porte entre pessoas do mesmo campo político, sem indício de retorno financeiro anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.978,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais (Esdras, Fernando Pimentel e Rogério Baptista) e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. O único elo fora do PT é Luís Gustavo D'Ávila Riani (PV), que doou R$ 20.000 a Rogério Baptista em 2022 e recebeu R$ 21.123 de despesa de Fernando Pimentel no mesmo ano — valores próximos, mas não idênticos, e o PV costuma ser aliado do PT em Minas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o padrão é o de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.848,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Minas Gerais (partido, direção estadual e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos (R$ 12,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação é um repasse da direção estadual ao candidato Esdras Juvenal (R$ 10,5 mil), típico de apoio financeiro partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor muito acima do mercado ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 65.024,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com partidos diferentes (PT, PSB, AVANTE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 65 mil no total) e há elos que podem ser explicados por repasses partidários e despesas de campanha, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há um único elemento que force a checagem, mas também não há explicação simples e completa para o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 98.571,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais (Rodrigo Souza Leite, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e a direção estadual do partido, com valores modestos (R$ 500 a R$ 21 mil) que são compatíveis com repasses internos e despesas de campanha. A única transação de maior valor (R$ 20 mil) é uma doação de Luís Gustavo Riani (PV) para Rogério Correia, o que pode ser explicado por aliança partidária na mesma coligação. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O padrão é típico de movimentação entre aliados e direção partidária, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 59.442,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 59,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos da mesma sigla, repasse da direção partidária a candidato e despesas de campanha. O maior valor (R$ 56,8 mil) é um repasse da direção estadual ao candidato Rodrigo Souza Leite, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 103.506,25
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT de Minas Gerais, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 100 a R$ 3.600) e compatíveis com doações entre aliados ou despesas de campanha, sem nenhum fato que destoe do esperado. O ciclo fechado é explicável pela rede de relações partidárias e não há indício de anomalia que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 257.387,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos e a direção do PT em Minas Gerais, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 211 mil) é uma doação da direção estadual para um candidato a prefeito, padrão comum em campanhas municipais. As demais movimentações são de baixo valor ou entre aliados do mesmo partido, sem indicar um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 218.258,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT em Minas Gerais (partido, direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com transferências partidárias rotineiras, sem salto de ordem de grandeza. A maior transação (R$ 211 mil) é da direção estadual para um candidato, típico de repasse de recursos do partido. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando e recebendo de volta valores equivalentes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 100.695,07
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PT (direções partidárias e candidatos do PT em MG), e as transações são de valores modestos (a maior é R$ 96.800 da direção estadual para um candidato, valor compatível com repasse partidário). O ciclo envolve doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha pagas a diretórios partidários, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa doadora recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 280.290,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Minas Gerais (partido, diretório estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 2.800 no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 8.192.718,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (partido, direção estadual, Lula, Patrus e um vereador do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são muito díspares (de R$ 800 a R$ 1,6 milhão) e distribuídos ao longo de vários anos, sem um retorno de mesmo montante a uma única origem. A empresa 'Um a Mais' aparece como doadora de Lula e também como fornecedora de Patrus, mas isso pode ser explicado por contratação de serviços de tecnologia/consultoria por campanhas do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 375.826,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Zilda, Fernando Pimentel e Rogério Baptista), com repasses da direção estadual do partido a Zilda e doações entre candidatos da mesma corrente. O único elo fora do PT é Luís Gustavo Riani (PV), mas o valor de R$ 20.000 doado a Rogério é compatível com alianças locais e não destoa do restante. Os valores são modestos (R$ 3.758,27 no total) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 336.697,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Minas Gerais (partido, direção estadual e três candidatos filiados), o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre correligionários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 1,5 mil, R$ 500, R$ 600, R$ 1,20) e o único montante relevante (R$ 334 mil) é repasse da direção estadual para uma candidata, padrão legítimo. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 74.672,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 74.672,80 no total) e entidades majoritariamente do PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou despesas entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um fluxo coordenado. Não há um fato concreto, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 165.659,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos de direção estadual e doações entre aliados da mesma federação/coligação. Os valores são modestos (R$ 165 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A presença de um candidato do PV (Luis Gustavo Riani) na cadeia é o único ponto que foge ao padrão partidário, mas pode ser explicado por aliança local. Não há fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 126.530,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Minas Gerais, com valores pequenos (R$ 150 a R$ 839) e um repasse maior da direção estadual ao candidato Max Vinicius (R$ 83.928,95), padrão típico de repasse partidário. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 8.192.738,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores que, embora altos, são compatíveis com doações empresariais e repasses partidários legalmente permitidos. A maior parte do volume (R$ 2,2 mi) são doações da UM A MAIS diretamente a Lula, e as demais transações são de pequeno porte ou repasses internos do partido. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado para campanhas de grande porte, mas a existência de um loop fechado com uma empresa fornecedora justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 112.604,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT em MG (Roselane e Rogério) e uma doação de um candidato do PV (Luis Gustavo) para Rogério, o que pode ser explicado por aliança estadual ou repasse partidário. Os valores são modestos (R$ 2.000 e R$ 12.500) e a transação de Rogério para a direção estadual é de 2018, fora do ciclo de 2022, sugerindo possível ressarcimento ou despesa ordinária. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas a presença de partidos diferentes e a direção do fluxo impedem classificar como totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 84.104,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PT em MG, com valores pequenos (R$ 2.000 e R$ 107,35) que podem ser ressarcimentos ou repasses internos. A maior transação (R$ 79.997,40) é uma doação da direção estadual para Roselane, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 255.515,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT em Minas Gerais (direção estadual, candidatos a deputado federal e estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.555,15 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 8.345.277,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (partido, direção estadual, Lula, Marcos Martins e Roberto Cupolillo), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. As transações são de anos e valores variados, com a maior parte do fluxo vindo de uma empresa de tecnologia que doou a Lula em 2018 e 2022, e as demais são valores muito menores, compatíveis com despesas de campanha e repasses partidários. Não há um fato isolado que destoe, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 238.268,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PT em MG, o que é compatível com repasses internos do partido e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 213 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 317.992,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades majoritariamente ligadas ao PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses partidários rotineiros. Porém, a presença de um candidato do PV (Luis Gustavo D'Avila Riani) doando R$ 20.000 a um candidato do PT em 2022, sem coligação explícita nos dados, e a transação de R$ 14.000 de Lázaro Roberto da Silva para André Ribeiro Silva (que não aparece como entidade do loop) introduzem elos que não se explicam apenas pela estrutura partidária. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramos ou ordens de grandeza), mas a cadeia não é totalmente autoexplicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 330.115,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma federação/coligação. Os valores são modestos (R$ 6 mil a R$ 98 mil) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 290.986,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 1.500, R$ 6.000, R$ 120, R$ 600) e um repasse maior da direção partidária ao candidato Lazaro (R$ 98 mil), padrão comum de financiamento interno. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), não configurando um loop fechado no mesmo período, e os valores são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.103,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 52 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PT/PV em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 8.252.038,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (partido, direção estadual, dois candidatos do PT) e uma empresa de tecnologia/consultoria que presta serviços recorrentes a campanhas. As transferências entre partido, direção estadual e candidatos são o fluxo normal de repasses e contribuições internas; a empresa aparece como doadora de Lula e também como fornecedora paga por Patrus, o que é compatível com prestação de serviços de TI a campanhas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, então o loop se explica por movimentação dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 104.730,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Patrus Ananias, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 104,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. A presença de Luís Gustavo Riani (PV) e de uma despesa de R$ 21 mil de Pimentel para Riani não foge do padrão de alianças e prestação de serviços entre campanhas da mesma base. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.601,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT em Minas Gerais (direção estadual, Patrus Ananias, Fernando Pimentel e Maria do Carmo Lara Perpétuo), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.500, R$ 1.000, R$ 1,20, R$ 600) e a maior transação (R$ 62.500) é uma doação da direção estadual ao candidato a governador, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.907,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PV, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário coordenado. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 23,9 mil no total) e as transações parecem doações e despesas ordinárias de campanha, sem um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão, empresa devolvendo milhões). Não há elemento que force uma checagem manual, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro claro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 94.429,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Minas Gerais (direção estadual, deputado federal e deputado estadual), o que é compatível com repasses internos do partido e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos e desproporcionais entre si (R$ 92,5 mil da direção para o federal, R$ 500 de despesa para um terceiro, R$ 1,4 mil de doação e R$ 17,80 de despesa), sem um retorno expressivo ao ponto de partida. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 310.490,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (partido, candidato à presidência e candidato a deputado estadual), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com doações e pagamentos rotineiros dentro da mesma coligação. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 8.218.352,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores compatíveis com doações partidárias e repasses internos. A maior parte do fluxo é de uma empresa doadora para a campanha de Lula e desta para a direção partidária, padrão comum em campanhas presidenciais. As transações entre Aparecida Pinto e Roberto Cupolillo são de baixo valor e podem ser doações entre aliados do mesmo partido em Minas Gerais. Não há indício de quebra de ciclo com valores desproporcionais ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 75.515,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em MG, com valores modestos (R$ 75,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em cadeias de mesma coligação. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.265,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em MG (Milton Reis, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e o diretório estadual, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha entre aliados. Porém, Luís Gustavo D'Ávila Riani é do PV, partido diferente, e aparece recebendo R$ 21.123,29 de Pimentel e doando R$ 20.000,00 a Rogério Correia em 2022, valores quase idênticos e em sentidos opostos, o que foge do padrão simples de mesma coligação. Não há como afirmar irregularidade, mas o elo com partido distinto e a simetria dos valores justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 492.785,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 2.000 a R$ 15.000) e uma doação maior da direção estadual ao candidato Nilmaro de Miranda (R$ 451.678). As transações entre candidatos podem ser explicadas por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do mesmo campo político, e a presença de um candidato do PV (Luis Gustavo) não chega a ser anômala dado que coligações proporcionais frequentemente agregam partidos distintos. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 461.785,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em MG, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 451.678) e transações que se estendem por vários anos (2018-2022), padrão compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O único ponto que poderia chamar atenção é o retorno ao PT via Rogério, mas o valor é irrisório (R$ 107,35) e ocorre em ano diferente, sugerindo mera coincidência contábil.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 468.786,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, dois candidatos a deputado federal por MG) e valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual a NILMARIO (R$ 451 mil), padrão comum de financiamento partidário; as demais são de baixa monta. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário claro.