severidade média4 nósIA: plausívelR$ 8.434.939,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (partido, candidato a presidente e candidato a deputado federal) e uma empresa de tecnologia que fez doações a ambos e recebeu pagamentos de um deles. As transações são de valores modestos para a empresa (R$ 3,6 mil em despesas) e as doações ao candidato presidencial somam R$ 2,2 milhões, compatíveis com doações empresariais de campanha. O fluxo 'Lula -> Direção Estadual/Distrital -> Jesus Mário' é típico de repasse partidário a candidato aliado, e a devolução de sobra ou ressarcimento pode explicar o restante. Não há indício de empresa fora do ramo ou valor discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 24.936,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT em Minas Gerais (direção estadual, vereadores e deputado federal), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 24,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. O retorno à direção estadual é de apenas R$ 36,00, valor irrisório que não caracteriza devolução significativa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em municípios de MG, com valores modestos (R$ 14.850 no total) e transações que podem ser explicadas por relações políticas locais, como doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível. As entidades nomeadas são de partidos diferentes (PV e PT), mas isso não é suficiente para caracterizar algo bizarro, pois coligações locais são comuns. O caso é limítrofe e merece apenas acompanhamento, sem prioridade alta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.906,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro pessoas, sendo duas delas candidatas do PT em MG (Ildeu e Gilberto), o que já sugere um contexto de mesma coligação/partido. As transações são de baixo valor (R$ 300 a R$ 10.000) e incluem tanto doações quanto despesas, comuns em prestações de contas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável sem checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.336,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PSB e PT) em Minas Gerais, com valores baixos (R$ 11.336 no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024. As setas misturam doações e despesas de campanha, e não há indicação de que as entidades compartilhem coligação ou vínculo societário. O valor mais alto (R$ 10.000 pagos por Gilberto a Fabio em 2020 e 2024) pode ser despesa de campanha comum, mas a ausência de contexto sobre a natureza desses pagamentos impede uma classificação segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.206,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades nomeadas são todas do PT em MG, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas os valores são modestos (R$ 13.206 no total) e não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação. Faltam informações sobre a natureza dos pagamentos a FABIO LUCIANO PINTO e SAULMA MARTINS DE OLIVEIRA para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.106,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são candidatos identificados, todas do PT de MG, o que é compatível com movimentação dentro de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 13.106 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre aliados, nem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.760,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PT de MG (João Carlos Siqueira, Nilma Aparecida Silva e Gilberto Ribeiro Egge), o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou coligação. As demais entidades (Iracilda Maria da Silva Carvalho e Fabio Luciano Pinto) não têm partido informado, mas os valores são modestos (R$ 100 a R$ 10.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.024,75
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades identificadas (Marcos Vinicius e Maria Helena) são do mesmo partido (UNIÃO) em MG, o que oferece uma explicação simples de coordenação de campanha. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações ocorrem em 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.688,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PT de MG (Neivaldo, Dandara e Gil), o que permite explicar parte das transações como movimentação dentro do mesmo campo político. As duas entidades sem partido informado (Diego Aguirre de Melo e Lilian Rodovalho Silva Santos) quebram o ciclo, mas não há indício de que sejam laranjas ou empresas de fachada. Os valores são modestos (R$ 39,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar quem são os dois intermediários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 86.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os nomes intermediários (MAYCON DANTAS SILVA, DIEGO AGUIRRE DE MELO) não têm partido/cargo informados, e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas entidades identificadas são do PT de MG, o que poderia explicar conexões dentro do mesmo campo político, mas não há dados suficientes sobre os intermediários para afirmar que se trata de padrão legítimo ou de algo que mereça checagem. O valor total (R$ 86.430) não é uma ordem de grandeza absurda, e a maior transação (R$ 80.000) é uma despesa de campanha a um terceiro não identificado, sem indício claro de retorno à origem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.926,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSTU) e as outras duas (LUIZ ROBERTO REZENDE MARTINS e CAROLINA CABRAL MALACCO) aparecem apenas como doadores/fornecedores, sem partido informado. As transações são de anos diferentes (2018 a 2024) e valores modestos, compatíveis com movimentação típica de campanhas pequenas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência partidária sem checar quem são os dois nomes sem partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.410,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (PSTU), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação de recursos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são de baixa monta (R$ 16.410,00 no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018 a 2022), sem um ciclo curto e fechado que sugira conluio. O loop envolve também um doador externo (LUIZ ROBERTO REZENDE MARTINS) que não faz parte do partido, mas isso não é suficiente para tornar o caso bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.856,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas de campanha, sem um encadeamento imediato e fechado no mesmo pleito. As entidades identificadas são de partidos distintos (PT e MOBILIZA), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são modestos e há variação de nomes/grafias que pode indicar registros distintos. Não há um fato único e concreto, como ciclo curto entre pessoas sem vínculo ou valor muito fora de escala, que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MOBILIZA, SOLIDARIEDADE, PATRIOTA) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 700 a R$ 7.000) e as transações parecem doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há elemento claro que justifique priorização humana nem que permita descartar de imediato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.256,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PT e MOBILIZA) e valores modestos (R$ 19.256,55 no total), mas as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do padrão comum de doações e despesas entre candidatos de uma mesma região. Faltam informações sobre vínculos entre as pessoas (coligação, parentesco, sociedade) para decidir se merece checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 524.475,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, há vínculos partidários indiretos: Geraldo Junio é do PL e recebeu doação da Direção Estadual, enquanto Carlos Alberto é do PSD e pagou despesa à mesma Direção Estadual, mas não há evidência de coordenação entre eles. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 506.100) e podem refletir repasses partidários rotineiros ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.710,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Brito/Rezende), mas as duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (RUBENS no AVANTE e SILVANA no MDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o fluxo fecha um loop completo de R$ 15.710 entre 2020 e 2022, com valores que não são triviais e sem justificativa aparente de reembolso ou sobra. O fato de o dinheiro sair de RUBENS em 2022 para GLAUCIO, que em 2020 doou para SILVANA, que por sua vez pagou despesa a REGIANE, que doou para RUBENS, merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.276,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (RUBENS no AVANTE e SILVANA no MDB), partidos diferentes. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 5.850) e as quantidades de transações são baixas, sem indício de repetição sistemática. Não há elemento concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas em campanhas municipais/estaduais, mas também não há explicação óbvia para o fechamento do ciclo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.941,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PL) e em anos distintos (2020 e 2022), sem coligação ou conta partidária comum que explique a devolução do dinheiro. Os valores são idênticos (R$ 5.000,00) em três das quatro transações, sugerindo um acerto de mesma quantia entre os envolvidos, o que não é um padrão rotineiro de doação ou despesa de campanha. A coincidência de nomes (GLEIDSON GONTIJO DE AZEVEDO e EDUARDO HENRIQUE DE AZEVEDO) e a intermediação por terceiros sem cargo cadastrado reforçam a necessidade de checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 48.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (UNIÃO, PSDB, PSD) em MG, mas os valores são modestos (R$ 48 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 37 mil de Roberto para Rodrigo) pode ser uma doação normal entre candidatos, e a despesa de R$ 10 mil de Rodrigo para Pedro Henrique pode ser pagamento por serviço ou material de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há elementos que expliquem completamente a circularidade. Fica como caso para eventual checagem, sem prioridade alta.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 29.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (UNIÃO, PSDB, PSD) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, há transações em anos distintos (2018, 2020, 2024) e valores que variam de R$ 200 a R$ 13.000, sem um padrão claro de ressarcimento ou sobra. O fato de o dinheiro retornar à campanha de origem após passar por quatro entidades justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 18.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas físicas de partidos diferentes (UNIÃO, PSDB, PSD) e em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem coligação ou partido comum que explique a circulação. O elo central é uma despesa de R$ 10.000 de Rodrigo Riera (PSD) a Pedro Henrique, que doa R$ 200 a Rogério (PSDB), que doa R$ 800 a Roberto (UNIÃO), que em 2018 pagou despesa a Lucas Cortez, que em 2024 doou R$ 5.600 a Rodrigo Riera — fechando o loop. A diferença de valores e a ausência de vínculo partidário declarado entre os elos tornam a coincidência pouco trivial e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 117.477,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 117.477,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e díspares, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Há conexões partidárias entre alguns envolvidos (PSDB/MG), o que poderia explicar movimentações dentro de um mesmo grupo político, mas a presença de pessoas sem partido informado e a diferença temporal dificultam uma conclusão. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2020 e 2022) e partidos distintos (PSDB e CIDADANIA), sem coligação explícita nos dados. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 20.000) e as transações misturam doações e despesas, o que pode refletir ressarcimentos ou relações locais em MG. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não há explicação simples evidente nos próprios dados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em anos diferentes (2020 e 2022) e partidos distintos (PSDB e CIDADANIA), sem coligação ou vínculo partidário explícito entre as entidades. Os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), o que dificulta tanto afirmar um padrão legítimo claro quanto apontar um fato concreto que destoe. A diferença temporal entre as movimentações enfraquece a ideia de um loop imediato e fechado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 411.753,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 411.753,00, mas as transações listadas mostram valores muito díspares e anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento claro de ida e volta no mesmo período. A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 400.000,00 da direção estadual do SOLIDARIEDADE para Paula Aparecida Caetano Tomas, o que é um repasse partidário comum, e as demais transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 10.000). Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.256,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (SOLIDARIEDADE-MG) e dois candidatos a vereador filiados a essa legenda, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 19.256 no total) e as transações incluem doações da direção estadual/municipal para candidatos e despesas dos candidatos para direções partidárias, o que pode ser explicado por ressarcimentos ou contribuições internas. Não há indício de empresa externa ou valores atípicos que fujam do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.301,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,3 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: dois vereadores do SOLIDARIEDADE e a direção estadual do mesmo partido, além de um deputado federal do UNIÃO. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e pequenas despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada transferência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.848,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 12.848,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de curto prazo. Há vínculos partidários parciais (GILDO e GERALDO são do SOLIDARIEDADE/MG), o que poderia explicar parte da movimentação como repasses internos ou ressarcimentos. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão comum de campanhas municipais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 302.762,72
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente entidades e candidatos do mesmo campo político em Minas Gerais (PSDB e Solidariedade), com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 301 mil) é uma doação da direção estadual para Gilson Liboreiro, padrão comum de financiamento partidário, e as demais são valores irrisórios (R$ 0,30 a R$ 2.000) que podem ser ressarcimentos ou taxas. Não há fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza acima do resto, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósR$ 10.222,00
severidade média4 nósR$ 10.310,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.667,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PSC e PL) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PSC e PL) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e as transações são poucas, podendo refletir relações pessoais ou prestação de serviços entre indivíduos. Não há um fato concreto que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.684,45
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas identificadas (Luiz Marcelo Cabral Tavares e Romeu Zema Neto), ambas do partido NOVO, e duas entidades sem nome (empresas). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos (R$ 533,20 a R$ 25.000,00), compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, nem valores de ordem de grandeza superior ou fornecedor com ramo incompatível. O ciclo pode ser coincidência ou ressarcimento, mas os dados fornecidos não permitem afirmar que seja rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.933,33
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao NOVO, e as transações envolvem doações e despesas entre diretório estadual, candidatos e uma campanha do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 78,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), padrão compatível com repasses partidários e ressarcimentos. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valores atípicos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.610,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 48,6 mil no total) e transações pulverizadas ao longo de 2020-2024, com a maior parte das entidades ligadas ao PDT mineiro, o que é compatível com repasses partidários e ressarcimentos internos. O elo com Fabiano Galletti Tolentino (PSC) e a passagem por Alex Sander Ferreira não têm partido/coligação declarados, mas os valores são pequenos e não há indício de desproporção ou fornecedor fora de contexto. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.036,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 100 a R$ 3.600) entre pessoas físicas em 2020, além de uma doação de R$ 100.000 da Direção Nacional do PDT a Carlos Welth em 2022, que não fecha o loop. As entidades compartilham majoritariamente o PDT, mas Carlos Welth é do PSB, e as transações não formam um ciclo claro de retorno de recursos. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.029,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 102 mil, mas as transações listadas mostram valores pequenos e dispersos (R$ 500 a R$ 1.000) entre pessoas de partidos diferentes (PSB e PDT) e anos distintos (2020, 2022, 2024). A maior transação é uma doação de R$ 100 mil da Direção Nacional para Carlos Welth, que não fecha o loop de forma direta. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de anormalidade; a conexão entre as pontas é fraca e pode ser coincidência de rede de doações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.009,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito pequenos (R$ 500 a R$ 1.000) em transações de 2020 entre pessoas do PDT/MG, e uma doação de R$ 100.000 da Direção Nacional ao candidato Carlos Welth em 2022, que não se conecta claramente ao restante do loop. As conexões entre os elos são frágeis: há nomes diferentes (Carlos Pimenta vs. Carlos Welth Pimenta de Figueiredo) e uma despesa de R$ 9,98 que parece apenas taxa. Não há um fato concreto que force uma checagem, nem uma explicação simples e completa para o ciclo como um todo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.036,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 500 a R$ 3.600) e entidades de partidos diferentes (PSB e PDT), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e não formam um loop temporalmente fechado. A maior parte das movimentações é compatível com doações e despesas rotineiras de campanha, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média5 nósR$ 10.654,80
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 401.627,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PDT em Minas Gerais (Marcelo Heringer e Mario Lucio Heringer), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. As transações são de valores modestos e em anos eleitorais distintos, sem um elo claro de retorno financeiro ao doador original. O único ponto que foge ao padrão é a pequena despesa de Ueslei Kleber de Abreu (MOBILIZA) à direção municipal, mas o valor irrisório (R$ 0,65) não sustenta um alerta robusto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 285.613,02
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de movimentação entre entidades de partidos diferentes (PDT, PSB) e valores muito díspares, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado com os mesmos atores. A maior parte do valor (R$ 277 mil) é repasse da direção estadual para um candidato do PSB, o que é padrão legítimo, e as demais transações são de baixo valor ou entre pessoas físicas sem vínculo partidário evidente. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.100,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito pequenos (R$ 1.600, R$ 2.500, R$ 0,65) e uma doação maior de R$ 50.000 da direção estadual do PDT a um prefeito do mesmo partido, o que é padrão legítimo de repasse partidário. As conexões entre Mário Lúcio Heringer (PDT) e Marco Aurélio Raminho (PDT) são coerentes com a mesma legenda, e a passagem por Ueslei Kleber de Abreu (MOBILIZA) envolve valor irrisório. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.263,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.263,90, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários (PDT, PSB, Republicanos) e familiares (Jucineide e Valdick Calixto Ferreira), o que pode explicar doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, mas a formação do ciclo com retorno ao PDT merece verificação humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 624.358,98
IA · deepseek-flash O loop envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 470.858,33) é repasse da direção estadual do PDT para Bruno Martuchele, enquanto as transações que fecham o ciclo são de R$ 1.000,00, R$ 2.500,00 e R$ 0,65. As entidades compartilham vínculos partidários (PDT em MG) e o ciclo se estende por vários anos (2018-2024), o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma estrutura partidária. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, como valor de ordem de grandeza anômala ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 417.438,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, as transações com o Facebook são gastos típicos de campanha com impulsionamento de conteúdo, e a Rinobox aparece tanto doando quanto recebendo valores pequenos, o que pode ter explicações legítimas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o encadeamento entre campanhas sem vínculo partidário evidente merece uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades identificadas são do PT de MG, o que permite explicar parte das transações como movimentação entre aliados do mesmo partido. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno exato, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre membros de um mesmo campo político, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre os demais envolvidos.