severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 44.891,59
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PSD) e da mesma UF (BA), ambos candidatos a deputado estadual, o que é um padrão comum de doações entre aliados do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 18,9 mil e R$ 26 mil) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado. O loop pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo entre campanhas do mesmo partido, sem indício de anomalia.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 44.432,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome (Menezes), todas do PSD da Bahia, o que sugere um grupo familiar atuando na mesma coligação partidária. As doações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 7,4 mil a R$ 26 mil), compatíveis com repasses entre aliados de um mesmo núcleo político. Não há indício de empresa ou fornecedor externo, nem valores desproporcionais que fujam do padrão de campanhas municipais/estaduais na Bahia.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 46.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSD e PT) e um terceiro ator sem partido/cargo identificado, com dinheiro saindo de Adolfo (PSD) para Emanoel Matos de Oliveira e depois retornando via Hilda (PT) para Adolfo. A coincidência de sobrenomes (Monteiro de Menezes) entre Adolfo e Hilda sugere possível vínculo familiar, mas a ausência de coligação/partido comum e o fechamento do loop em poucos anos dificultam a explicação como mera coincidência partidária. O valor de R$ 20.000 pago por Adolfo a Emanoel é a maior transação da cadeia e antecede o retorno via Hilda, o que merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 40.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pontas: uma doação de R$ 20.000 da campanha de Angelo Mario Coronel (senador) para José Eduardo Mendonça de Alencar e uma despesa de mesmo valor de volta à mesma campanha, no mesmo ano de 2018. Não há informação sobre partido/coligação de Angelo Mario Coronel nem sobre a natureza do gasto, o que impede afirmar se é um ressarcimento, devolução de sobra ou algo que mereça checagem. O valor idêntico e o ciclo curto chamam atenção, mas sem esses dados não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 634.366,67
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do PSDB-BA e um candidato do Republicanos, mas o valor que retorna (R$ 110 mil) é bem menor que o repassado (R$ 524 mil), o que é compatível com despesa de campanha paga ao partido (ex.: cessão de estrutura, pessoal ou serviços) e não com devolução do mesmo dinheiro. Não há ciclo fechado de valor equivalente nem fornecedor de ramo alheio. O sinal parece captar uma relação normal de repasse partidário seguida de pagamento por serviços.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 290.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades do mesmo partido (PSD-BA), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos entre direção estadual e candidatos. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2026) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 924.366,67
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do PSD na Bahia e um candidato do mesmo partido (PSD), o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de ida (R$ 824.366,67) é significativamente maior que o de retorno (R$ 100.000,00), e a transação de volta é classificada como 'despesa', não como doação, sugerindo um pagamento por serviço ou ressarcimento, e não um ciclo fechado de doações. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores atípicos que justifiquem priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 56.251,40
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de recursos do diretório estadual do PSD para uma candidata do mesmo partido (Rosa Maria Dourado Lopes, PSD), seguido de uma despesa de valor irrisório (R$ 1,40) da candidata de volta ao diretório. O valor de ida (R$ 56.250,00) é compatível com repasse partidário a campanha majoritária, e o retorno de R$ 1,40 é claramente residual (estorno, taxa ou ajuste contábil), não configurando ciclo financeiro relevante. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta valor equivalente, nem de fornecedor fora do ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 640.129,72
IA · deepseek-flash O ciclo é entre a direção estadual do próprio partido (PSD-BA) e uma candidata do mesmo partido, em 2018. A direção estadual repassou R$ 640.000,00 à candidata (doação oficial do partido a candidato) e a candidata pagou R$ 129,72 de despesa à direção — valor irrisório, compatível com ressarcimento ou taxa. Não há entidades externas nem valores desproporcionais que sugiram algo além do fluxo normal partido-candidato.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 639.496,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSD) na Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários entre aliados. Os valores são muito díspares: a direção estadual repassou R$ 634 mil a Cláudia, enquanto as demais transações são de R$ 5 mil e R$ 129,72, sem indicar um loop fechado de valores equivalentes. A doação de Cláudia a Larissa (R$ 5 mil) e a despesa de Larissa com a direção (R$ 129,72) são de pequeno porte e compatíveis com movimentação rotineira de campanha.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 80.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PSD) e da mesma família (sobrenomes Oliveira), o que é um padrão comum em doações entre parentes na mesma legenda. O fluxo não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano: há uma doação de 2018 em um sentido e doações de 2024/2026 no sentido oposto, separadas por anos e por eleições distintas. Os valores (R$ 5 mil, R$ 65 mil e R$ 10 mil) não são de uma ordem de grandeza anômala. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que fuja da explicação simples de apoio financeiro intrafamiliar/intrapartidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 35.389,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 35,4 mil no total) e pessoas com o mesmo sobrenome (Fernandes), sugerindo possível relação familiar, o que é comum em política local no interior da Bahia. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022) e em sentidos variados (doação e despesa), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre estranhos), mas também não há explicação simples e documentada (mesma coligação, conta partidária) que feche o caso.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 37.177,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (Fernandes), sugerindo relação familiar, e os valores são modestos (R$ 3.650 a R$ 25.877). Doações de familiares para campanha e despesas pagas a familiares são padrões comuns e legítimos na prestação de contas. Não há indício de empresa, fornecedor estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 36.352,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 36.352 no total) e pessoas com o mesmo sobrenome (Fernandes), sugerindo possível relação familiar. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor discrepante. Os fatos não permitem afirmar se é coincidência ou algo a checar.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 19.125,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (AVANTE e PSC), mas todas da Bahia e com sobreposição temporal em eleições municipais/estaduais, o que pode indicar alianças locais. Os valores são modestos (R$ 19.125 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados políticos, mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.825,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas de partidos diferentes (AVANTE e PSC), mas em municípios/anos distintos, com valores modestos (R$ 30,8 mil no total) e transações espaçadas ao longo de 2018-2022. As doações de EDIVAN para LAERTE (R$ 24,2 mil) são maiores que o retorno (R$ 4,1 mil via despesa), o que não configura devolução equivalente. Sem mais contexto sobre vínculo pessoal, coligação ou tipo de despesa, não há um fato concreto que destoe do padrão de relacionamento político local.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.989,55
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: JOESER CRUZ SANTANA FILHO doa R$ 2.700 à campanha de JANAINA e, na mesma eleição de 2020, recebe R$ 9.289,55 em despesas pagas por essa campanha. Não há informação de partido/coligação comum entre eles nos fatos apresentados, e o valor que sai da campanha é cerca de 3,4 vezes o que entrou, o que dificulta explicar como simples coincidência de mesma chapa. Vale checagem humana para entender a natureza dessas despesas e a relação entre os dois.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 106.962,20
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: o candidato ANTONIO LAZARO SILVA (PL-BA) recebe R$ 23.908,00 em doações de HEBER DE SOUSA SANTANA e, no mesmo ano de 2018, paga R$ 80.000,00 de despesa de volta ao mesmo HEBER. O valor da despesa é mais de três vezes o valor recebido, e não há informação de partido/coligação comum que explique a reciprocidade. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.920 no total) e pessoas com sobrenome Costa, mas partidos diferentes (PSD e PODE) e anos distintos (2018-2020). A doação de R$ 10.420 de Raimundo para Ryan é o maior elo, mas pode ser repasse familiar ou apoio político local. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de transações entre candidatos da mesma região.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (Costa), partidos diferentes (PSD e PODE) e anos distintos (2020 e 2026), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 10.420 e R$ 1.500) e a diferença temporal de seis anos entre as transações não configura um ciclo curto e fechado típico de alerta. Sem mais contexto sobre parentesco ou vínculo entre os dois, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 50.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e R$ 50 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (doação em 2026, despesa em 2024), o que enfraquece a ideia de loop fechado no mesmo período. Não há informação sobre partido/coligação da segunda entidade nem sobre a natureza do serviço prestado, impossibilitando avaliar se é ressarcimento, pagamento por serviço ou coincidência.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 23.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Gilberto Porto de Almeida e Claudia Silva Santos Oliveira, com valores modestos (R$ 23.500 no total) e em anos eleitorais distintos (2022, 2024, 2026). A campanha de Claudia recebeu doações de Gilberto em 2024 e 2026, e em 2022 pagou uma despesa a ele — padrão compatível com relação de aliados ou prestador de serviço que também doa, sem indicar ciclo fechado no mesmo pleito. Não há empresa, coligação ou valores de grande ordem que sugiram algo além de movimentação rotineira entre pessoas ligadas.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome AMARAL, sugerindo relação familiar, e valores modestos (R$ 16.900 de doação e R$ 600 de despesa). Doações entre familiares e pequenos ressarcimentos de campanha são comuns e não indicam, por si, irregularidade. A diferença de anos (2020 e 2024) também afasta a ideia de ciclo curto e fechado na mesma eleição.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.409.163,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a própria candidata e a direção estadual do seu partido (PCdoB-BA), o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos e de despesas pagas pela campanha à estrutura partidária. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 36,9 mil recebidos em doações e R$ 47,5 mil em uma despesa), sem salto inexplicável. Não há fornecedor externo nem entidade sem vínculo partidário no loop, o que enfraquece a hipótese de irregularidade.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 22.500,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 22.500 entre a campanha de Frederico Vasconcellos Ferreira (PC do B) e José de Brito Baleeiro, com doações de ida e despesas de volta no mesmo ano (2020). Não há informação sobre partido ou coligação de José de Brito Baleeiro, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e o padrão pode ser explicado por ressarcimento ou relação comercial, mas a ausência de contexto sobre a outra parte deixa o caso sem elementos suficientes para triagem.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 26.893,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome (Soares Cardoso), sendo duas delas candidatos em municípios/anos distintos, o que sugere relação familiar ou de grupo político local. As transações são de valores modestos (R$ 2.300 a R$ 17.000) e ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2024), padrão compatível com apoio mútuo entre aliados ou repasses internos de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro de uma mesma rede política local.
severidade alta2 nósR$ 10.700,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 174.180,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários e contribuições entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.500 de doação de Valcyr a Neusa, R$ 15.000 de despesa de Neusa à direção estadual) e a maior parte do fluxo (R$ 156.680,40) é a própria direção estadual do PT repassando recursos a Valcyr, o que é típico de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 41.285,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas ao PT na Bahia, com Afonso Bandeira Florence (deputado federal) e Valcyr Almeida Rios (prefeito) compartilhando partido e estado. As transações são de valores modestos (R$ 12,6 mil, R$ 24,7 mil e R$ 4 mil) e podem ser explicadas por doações entre aliados políticos e um pagamento de despesa de campanha a um fornecedor (Túlio Tavares Florence), que também doou ao deputado. Não há indício de valores atípicos ou de empresas sem relação com o serviço, e o fluxo é compatível com movimentação rotineira dentro de um mesmo grupo político.
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e em sentidos opostos: uma doação de R$ 1.000 de Eduardo para Mario em 2018 e uma despesa de R$ 20.000 de Mario para Eduardo em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Eduardo, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2022, o que impede avaliar se há vínculo político ou se o valor é compatível com o mercado. O intervalo de quatro anos e a diferença de ordem de grandeza entre os valores tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que claramente indique anomalia.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas da mesma coligação estadual na Bahia em 2018 (Rui Costa governador e Afonso Bandeira Florence, ambos do PT), o que é um padrão comum de repasse e devolução de recursos entre aliados. A doação recebida (R$ 20.310,00) e a despesa paga (R$ 100.000,00) têm ordens de grandeza compatíveis e podem refletir ressarcimento ou compartilhamento de custos de campanha. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo nem de valor desproporcional que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 19.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há doações de Túlio Tavares Florence a Afonso Bandeira Florence, uma despesa de Glaucia Nunes dos Anjos a Túlio e uma despesa de Afonso a Glaucia. Os valores são modestos (R$ 12.600, R$ 3.000 e R$ 4.000) e as entidades compartilham o mesmo partido (PT) e estado (BA), o que pode indicar movimentação entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de campanhas do mesmo grupo político, nem um ciclo fechado e suspeito entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas ligadas ao PT na Bahia, com valores modestos (R$ 15.800 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. A maior parte do fluxo é uma doação de TULIO TAVARES FLORENCE a AFONSO BANDEIRA FLORENCE (R$ 12.600), e as demais são despesas de campanha de baixo valor. Não há indício claro de irregularidade nem um fato que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Afonso Bandeira Florence e Rita de Cássia de Andrade Brandão), com valores modestos (R$ 2.000, R$ 5.000 e R$ 5.000) e em anos distintos (2018, 2022 e 2026). Não há indício de empresa, fornecedor ou valores de ordem de grandeza discrepante. O padrão é compatível com relações pessoais ou políticas rotineiras, mas a ausência de informações sobre vínculo partidário ou coligação entre os dois impede uma classificação definitiva.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 136.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, em 2022, o que é compatível com o fluxo normal de repasses partidários e contribuições entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.000 de Afonso para Robinson, R$ 15.000 de Robinson para a direção estadual e R$ 120.000 da direção para Afonso), sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O fechamento do ciclo pode ser explicado por repasses da direção a candidatos e devoluções/contribuições de candidatos ao partido, padrão comum em campanhas.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 31.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades do mesmo campo político (PT da Bahia), com valores modestos (R$ 31.310 no total) e transações em anos distintos (2018 e 2022). As setas podem ser explicadas por doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 270.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio partido do candidato (PT) e sua direção estadual na Bahia, com valores da mesma ordem de grandeza (R$ 120 mil recebidos em doação e R$ 150 mil pagos como despesa). É um padrão comum em campanhas: repasses da direção partidária ao candidato e despesas do candidato com estrutura partidária/coligada, sem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 234.257,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) na Bahia: uma direção estadual repassando recursos a uma candidata a prefeita em 2020, um candidato a deputado federal doando à direção em 2022 e uma doação pequena da mesma candidata ao deputado em 2018. Esse tipo de movimentação entre direção partidária e candidatos da mesma sigla é comum e não configura, por si só, um loop suspeito. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários rotineiros.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 342.131,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários e contribuições entre aliados. Os valores são modestos (R$ 500 de doação de Marta para Afonso) e as despesas de Afonso com a direção estadual (R$ 150 mil) podem ser contribuições partidárias ou repasses estatutários. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa privada no ciclo, apenas movimentação interna do partido.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pai e filho (mesmo nome, ANDRE ROGERIO DE ARAUJO ANDRADE e FILHO), mas em partidos diferentes (MDB e PSD) e anos distintos (2014/2016/2020/2022/2026 vs 2018), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor de R$ 6.000 sai do filho como despesa para OHANNA ANIELLE LEAL BASTOS em 2018 e retorna como doação do pai ao filho no mesmo ano, fechando um ciclo curto e nominalmente circular. A presença de parentesco direto e a ausência de vínculo partidário comum entre os dois principais elos justificam uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.800,00
IA · deepseek-flash O caso envolve pai e filho (André Rogério de Araújo Andrade e André Rogério de Araújo Andrade Filho), ambos candidatos a deputado estadual na Bahia, em partidos diferentes (MDB e PSD). As transações somam R$ 15.800 e incluem uma doação de pai para filho em 2018, uma despesa do filho para um terceiro (Antonio Oliveira Novaes/Novais) e uma doação desse terceiro para o pai em 2022. O ciclo não é perfeitamente fechado no mesmo ano e os valores não coincidem exatamente, mas a relação familiar e a diferença de grafia do nome do terceiro (Novaes/Novais) impedem uma conclusão segura sem checagem manual.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 31.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 1.000 de Gustavo para Rodrigo em 2020 e duas despesas de Rodrigo para Gustavo totalizando R$ 30.000 em 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Gustavo nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se é um repasse interno de campanha ou algo a checar. O valor de R$ 30.000 pago a uma pessoa física é atípico, mas sem contexto do serviço prestado não dá para classificar como bizarro.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 80.494,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas entidades: uma empresa não identificada (CNPJ 31212839000117) e o candidato João Bosco da Costa (PL-SE). A empresa doa R$ 494,00 ao candidato e, no mesmo ano de 2018, o candidato paga R$ 80.000,00 à mesma empresa — uma diferença de mais de 160 vezes entre o que entra e o que sai, sem que os fatos expliquem a natureza do serviço prestado. O valor pago é de uma ordem de grandeza muito acima da doação recebida, o que dificulta a leitura como simples ressarcimento ou coincidência de coligação.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 81.980,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas (João Bosco da Costa e Samuel Carvalho dos Santos Junior) no mesmo ano de 2018, sem indicação de partido ou coligação comum que explique a reciprocidade. Além disso, o valor que sai da campanha de João Bosco como despesa (R$ 75.000,00) é cerca de dez vezes maior que o valor que entra como doação (R$ 6.980,00), o que foge do padrão de simples ressarcimento ou devolução. Esses dois fatores juntos justificam uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 65.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre duas pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2020), com valores modestos (R$ 30 mil e R$ 35 mil) e partidos distintos (UNIÃO e MDB). Não há indício de coligação comum ou de transações no mesmo pleito, o que enfraquece a hipótese de mera coincidência partidária, mas também não há elemento claramente anômalo, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação. A movimentação pode ser explicada por relações pessoais ou devolução de recursos, mas a ausência de contexto adicional impede uma classificação segura.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 46.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três agentes políticos de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PL) na Bahia, mas os valores são modestos (R$ 46 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 5 mil de um vereador para uma deputada estadual e a despesa de R$ 6 mil paga por um prefeito a um vereador são compatíveis com apoios políticos locais rotineiros. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.