severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.200,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 13.200 entre a campanha de Anacleto Zanella (PT) e Elisandro Faciolli, com doações de Faciolli à campanha e despesas da campanha a Faciolli. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de Faciolli, nem sobre a natureza das despesas, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e o ciclo pode ser explicado por relações comerciais e de apoio político comuns. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.800,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024). O fluxo principal é de despesas pagas pela campanha de Anacleto Zanella à campanha de Terezinha (R$ 6.000 em 2022 e R$ 5.000 em 2024), com uma doação de volta de R$ 800 em 2022. Isso é compatível com repasses entre campanhas aliadas ou ressarcimentos, não configurando um ciclo fechado e suspeito.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.100,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas, mas as transações estão distribuídas ao longo de vários anos (2018-2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo curto e fechado. Não há informação sobre partido ou coligação de MARCUS VINICIUS DE SOUZA VIANA, nem sobre a natureza do serviço/despesa de R$ 10.000 em 2024. Os valores são modestos e compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, sem indício claro de anomalia.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 164.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: João Edegar Pretto doa R$ 4.392 a Dionilso Mateus Marcon, e Dionilso paga R$ 160.000 a João Edegar Pretto como despesa, no mesmo ano de 2022. A diferença de ordem de grandeza (o retorno é ~36x o valor doado) e o fato de o fluxo de volta ser classificado como 'despesa' de campanha, sem descrição do serviço/produto, dificultam a explicação como simples coincidência ou ressarcimento. Não há informação de coligação/partido comum entre eles nos dados, o que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas de partidos diferentes (PDT e PP) em anos distintos (2020 e 2024), com valores modestos (R$ 5 mil e R$ 10 mil). Não há indício de coligação comum, empresa fornecedora ou transação de valor atípico que justifique um alerta mais forte. A movimentação pode ser explicada por doações cruzadas entre candidatos de municípios vizinhos ou aliados pontuais, sem elementos que sugiram irregularidade.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.984,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (MDB) e a direção municipal, com valores modestos (R$ 12.984,85 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza exata das despesas.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Vera Lúcia da Silva e Abraão de Farias), com uma doação de R$ 2.500 e uma despesa de R$ 9.000 no mesmo ano de 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Abraão, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um reembolso, pagamento por serviço ou mera coincidência. O valor total (R$ 11.500) é baixo e compatível com campanhas municipais, mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes e o motivo da despesa deixa o caso em aberto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 48.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), com transações concentradas em 2022. A maior parte do fluxo é uma doação de João Edegar Pretto para Vera Lúcia da Silva (R$ 42.260,00), e o retorno é uma despesa de campanha paga por Vera a João Edegar Pretto (R$ 6.420,00), valor bem menor. Isso é compatível com repasse de recursos entre aliados da mesma coligação e posterior pagamento por serviços ou ressarcimento, sem indício de ciclo fechado com valores equivalentes.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 46.967,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a campanha de Claudia Schiedeck (PT) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, ambas do mesmo campo político/coligação. A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 40.967,00 da campanha majoritária para a candidata proporcional, com um retorno de R$ 6.000,00 como despesa da candidata para a campanha majoritária — valor bem menor, compatível com ressarcimento ou cessão de estrutura. Não há indício de empresa privada devolvendo valor equivalente, nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.253,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas do PT/RS, e valores modestos (R$ 12.253 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há indício claro de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou empresa devolvendo quantia equivalente, então não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.298,53
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que sejam aliados políticos que se apoiam mutuamente em diferentes ciclos eleitorais. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), não configurando um ciclo curto e fechado, e os valores são modestos (R$ 5,7 mil e R$ 8,5 mil). O padrão é compatível com doações recíprocas entre correligionários, sem indício de anormalidade que exija checagem prioritária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 56.467,50
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do próprio partido (PC do B-RS) e uma candidata filiada ao mesmo partido, o que é um padrão legítimo e comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de retorno (R$ 3.000) é pequeno frente ao total recebido (R$ 53.467,50) e pode ser um ressarcimento ou devolução de sobra, sem ciclo fechado de valores equivalentes. Não há indício de empresa privada ou de terceiro alheio à agremiação.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 103.893,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 7.500 e R$ 93.393) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. A maior parte do fluxo é a doação da direção estadual para Juliano Roso, típica de apoio financeiro partidário a candidato da mesma legenda.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Luís Carlos Heinze e Roberto Guterres Silveira) em anos diferentes: uma despesa de R$ 3.500 em 2018 e uma doação de R$ 12.000 em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Roberto Guterres Silveira, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor total é baixo e as transações são espaçadas, mas a ausência de contexto partidário deixa o caso sem elementos suficientes para uma conclusão.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.144,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSDB e PSD) e se estende por vários anos (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas distintas (doações e despesas de campanha) e valores que não retornam de forma equivalente, sem um padrão claro de devolução. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como rotina partidária.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 50.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Antônio Renato Ayres Paradeda Jr doa R$ 50,00 à campanha de Paulo Fernando Curi Estima, e a mesma campanha paga R$ 50.000,00 a Paradeda Jr como despesa no mesmo ano. Não há informação de partido ou coligação comum entre eles, e a diferença de três ordens de grandeza entre a doação e o pagamento chama atenção. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 22.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Anselmo Piovesan doou R$ 15.000 a Heitor Schuch (PSD-RS) em 2018 e 2022, e Schuch pagou R$ 7.500 a Piovesan como despesa em 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Piovesan nem sobre a natureza do serviço prestado, então não dá para afirmar se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e o fluxo não é perfeitamente simétrico, o que enfraquece a leitura de 'loop fechado'. Faltam dados para decidir.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 3.500 de Aclenei Romero de Jesus para Heitor Jose Schuch em 2018, e duas despesas de Heitor para Aclenei totalizando R$ 9.500 em 2018 e 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Aclenei, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor é baixo e as transações estão separadas por anos, mas a ausência de vínculo partidário declarado e de detalhamento das despesas deixa o caso sem elementos suficientes para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 22.528,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PDT e PSDB) e uma empresa sem nome identificado, o que poderia sugerir uma cadeia fechada. Porém, os valores são modestos (R$ 22,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024), com a doação de Claiton a Marcos (R$ 7 mil) e a despesa de Marcos à direção municipal (R$ 15 mil) no mesmo ano. Sem mais contexto sobre vínculos partidários, coligações ou a natureza da empresa, não há um fato concreto que destoe claramente de padrões rotineiros de movimentação de campanha.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 43.967,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um loop de R$ 43.967 entre a campanha de SANDRALI DE CAMPOS BUENO (PT) e uma empresa sem nome identificado, mas as transações listadas mostram apenas uma doação de R$ 40.967 de JOÃO EDGAR PRETTO para a campanha e uma despesa de R$ 3.000 da campanha para JOÃO EDGAR PRETTO. Não há dados sobre a empresa intermediária nem sobre a relação entre as partes, o que impede avaliar se o ciclo é um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, ressarcimento) ou algo que mereça checagem. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósR$ 10.392,00
severidade alta3 nósR$ 10.603,90
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.500 no total) e pessoas do mesmo partido (PT) no RS, o que é compatível com movimentação rotineira entre aliados. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade alta2 nósR$ 10.700,32
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 16.189,38
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Heitor Luiz Lermen doa R$ 3.189,38 à campanha de Alexandre Duarte Lindenmeyer e, no mesmo ano de 2022, a campanha paga R$ 13.000,00 a Heitor Luiz Lermen como despesa. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique naturalmente esse retorno de recursos, e o valor pago de volta é cerca de quatro vezes maior que a doação recebida. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 133.292,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: a campanha de Alexandre Duarte Lindenmeyer (PT) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, ambas do mesmo campo político/coligação. A campanha de Lindenmeyer recebeu R$ 4.392,00 em doações e pagou R$ 128.900,00 em despesas à campanha de Pretto, valores de ordens de grandeza diferentes e compatíveis com repasses entre campanhas aliadas (ex.: cessão de estrutura, material ou pessoal). Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — o padrão é o de movimentação dentro de uma mesma coligação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.438,91
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas do mesmo partido (PT) no RS, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação entre aliados. Os valores são modestos (R$ 16,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (doação em 2020, despesa em 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 79.317,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a mesma campanha (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) e Maria Eunice Dias Wolf, ambos do PT/RS, em 2022. A campanha repassou R$ 42.317,00 a ela em 8 doações e ela pagou R$ 37.000,00 de despesa à mesma campanha, valores próximos e dentro do mesmo ciclo eleitoral. Isso é compatível com repasses internos de coligação/partido e posterior acerto de contas, sem indicar algo fora do padrão.
severidade alta2 nósR$ 10.350,00
severidade alta2 nósR$ 10.750,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.022,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas entidades identificadas são do PT do RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas a terceira pessoa (RENATA NUNES RODRIGUES) não tem partido ou cargo informado. Os valores são modestos (R$ 5.000, R$ 2.022 e R$ 10.000) e não destoam entre si, sem indício de preço fora de mercado ou fornecedor incompatível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 268.218,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas figuras do PT gaúcho em 2022: João Edegar Pretto (candidato ao governo do RS) e Denise da Silva Pessoa (candidata a deputada federal). Os valores são praticamente idênticos (R$ 134.172,00 de doação recebida e R$ 134.046,00 de despesa paga), diferença de apenas R$ 126,00, o que é compatível com repasses internos de campanha, cessão de estrutura ou ressarcimento de despesas entre candidatos da mesma coligação. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 18.088,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o deputado Elvino José Bohn Gass (PT-RS) e Varinia Silva Lado, com quem há troca de recursos em anos distintos (2018 e 2022). A doação recebida (R$ 2.000) é de uma pessoa física e as despesas pagas a ela (R$ 16.088,45) podem ser ressarcimento de custos de campanha ou pagamento por serviços, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa fachada, ramo incompatível ou valores muito acima do mercado, e o fluxo é pequeno e ao longo de vários anos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 184.392,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas figuras do PT gaúcho (Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto), o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Porém, o fluxo é assimétrico: R$ 4.392,00 em doações de Pretto para Bohn Gass contra R$ 180.000,00 em despesas de Bohn Gass para Pretto, sem que os fatos expliquem a natureza dessas despesas. Não há informação sobre o que foi pago nem sobre a empresa sem nome citada no resumo, o que impede cravar se é ressarcimento rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 40.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Elvino Jose Bohn Gass e Miguel Soldatelli Rossetto), ambas do PT, em 2018. Houve uma doação de R$ 5.000 de Miguel para Elvino e duas despesas de Elvino para Miguel totalizando R$ 35.000, resultando em fluxo líquido de Elvino para Miguel. Não há informação sobre a natureza das despesas (ex.: serviços de campanha) nem sobre a relação entre eles, o que impede classificar como bizarro ou plausível sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que sejam aliados políticos em uma mesma coligação ou rede de apoio. O fluxo é pequeno (R$ 11 mil no total) e envolve valores modestos, compatíveis com repasses entre campanhas aliadas ou ressarcimentos. Não há indício de empresa fornecedora, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 5.000 em 2022 e uma despesa de R$ 6.100 em 2018, em anos diferentes e sem indicar coligação ou partido comum. Não há valores milionários, fornecedores sem relação com o serviço, nem ciclo curto no mesmo pleito. Os fatos são compatíveis tanto com movimentação rotineira entre aliados quanto com mera coincidência, sem elemento concreto que force uma checagem prioritária.
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT do RS e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos (R$ 2.000 a R$ 6.000), compatíveis com doações e despesas partidárias rotineiras. O fluxo aparente é de recursos da campanha majoritária para um candidato e deste para outra campanha do mesmo campo político, sem indício de enriquecimento ou desvio. Não há elemento concreto que fuja ao padrão de movimentação dentro da mesma coligação/partido.
severidade alta2 nósR$ 10.392,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 47.717,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do mesmo partido (PT) no RS em 2022: Edégar Pretto (candidato a governador) doou R$ 42.317 a Ana Ines Affonso (deputada estadual), que por sua vez pagou R$ 5.400 em despesas à campanha de Pretto. Esse tipo de movimentação é comum dentro de uma mesma coligação/partido, podendo ser repasse de recursos ou ressarcimento de despesas compartilhadas. O valor de retorno é bem menor que o da doação, o que não sugere um loop fechado com devolução integral.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 55.790,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pontas: uma doação de R$ 9.540 de Rogério Fernandes Rohde para Maria do Rosário em 2018 e uma despesa de R$ 46.250 da campanha dela para o mesmo Rogério em 2022. Os valores são diferentes e as datas estão separadas por quatro anos, o que enfraquece a ideia de devolução imediata ou ciclo fechado. Sem saber a natureza do serviço/produto da despesa e sem vínculo partidário explícito entre as partes, não há fato concreto que force uma triagem prioritária nem que permita descartar o sinal.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 18.434,02
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a campanha de Maria do Rosário pagou R$ 325,84 à Elegis e, no mesmo ano (2026), a Elegis doou R$ 18.108,18 à mesma campanha. A empresa é do ramo de consultoria/tecnologia, compatível com serviços de campanha, mas o fluxo de retorno da empresa para a campanha é cerca de 55 vezes maior que o pagamento original, o que foge do padrão de mero ressarcimento ou devolução de sobra. Isso justifica checagem humana para entender a natureza da doação e sua relação com o contrato de prestação de serviço.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 44.142,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS e uma empresa de consultoria/tecnologia, o que é compatível com prestação de serviços entre aliados do mesmo partido. Porém, os valores são muito desiguais (R$ 26.000 de Maria para José, R$ 18.108 da ELEGIS para Maria e apenas R$ 34,36 de José para ELEGIS), e o retorno à campanha de origem via empresa não fecha um padrão claro de ressarcimento ou repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 401.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Maria do Rosário (PT) e João Edgar Pretto, com valores quase idênticos: R$ 201.576,00 doados por Pretto à campanha e R$ 200.000,00 pagos de volta pela campanha a Pretto no mesmo ano de 2022. A diferença de apenas R$ 1.576,00 entre ida e volta, sem que os fatos indiquem vínculo partidário/coligação ou motivo declarado (ex.: ressarcimento, prestação de serviço), é um fato concreto que foge do padrão comum de doação ou despesa e merece checagem humana. Não se afirma irregularidade, apenas que a simetria e o ciclo fechado justificam olhar mais de perto.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.113,00
IA · deepseek-flash O loop envolve três pessoas físicas com partidos diferentes (PDT e PT) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos (R$ 13,1 mil no total) e as transações podem ser explicadas por relações pessoais/familiares (Cléris e Enio Brizola compartilham sobrenome) ou por despesas de campanha comuns, sem um fato concreto que destoe. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.040,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Zimmermann (PDT) e Enio Brizola (PT), partidos diferentes, mas os valores são pequenos (R$ 11 mil no total) e espalhados por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações intermediárias com Carlos Fernando Batista Schiling aparecem com grafias diferentes do nome, sugerindo possível inconsistência cadastral, e não há informação sobre o vínculo dele com as campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem saber quem é o terceiro envolvido.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.506,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas candidata do PP, e valores modestos (R$ 11,5 mil no total). Não há informação sobre partido/coligação do segundo envolvido nem sobre a natureza da despesa paga por Mônica a Carlos, o que impede dizer se é um ressarcimento, uma devolução de sobra ou algo que mereça checagem. Sem esses elementos, os fatos não apontam claramente para um padrão legítimo nem para algo atípico.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 18.822,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no RS, um padrão comum de repasses internos do partido a candidatos e de despesas de campanha pagas de volta à estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 18,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. A doação de Paula para Luciana (R$ 2.000) e a despesa de Luciana para a direção (R$ 13) são compatíveis com movimentação rotineira dentro da mesma legenda.