Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 20.388 entre Fernando Stephan Marroni (PT) e Milton Rodrigues Martins, com doações de Milton para Fernando em 2018/2022 e uma despesa de Fernando para Milton em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Milton, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e as transações estão separadas por anos, mas o fechamento do ciclo com uma despesa após doações anteriores é um fato que, sem contexto, não permite conclusão firme.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas delas com sobrenome Marroni e ambas do PT/RS, o que sugere relação familiar e atuação política na mesma região. As transações são de valores modestos (R$ 8.000, R$ 1.000 e R$ 8.188) e ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo refletir apoio mútuo entre candidatos do mesmo partido ou ressarcimento de despesas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, mas também não é possível afirmar com segurança que seja totalmente rotineiro sem conhecer o contexto das despesas.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção municipal do mesmo partido (PT) em Pelotas/RS, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. O valor total é modesto (R$ 42,4 mil) e a maior parte vem de doações da direção municipal ao candidato Ivan, não de um retorno atípico. A transação de volta ao partido é de apenas R$ 0,41, compatível com devolução de sobra ou ajuste contábil. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor desproporcional que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 13.000 entre duas pessoas físicas em 2022: Maria Eni Moreira doou R$ 10.000 para Ivan Admar Dornelles Duarte (PT) e recebeu R$ 3.000 como despesa da campanha dele. Não há informação sobre partido ou coligação de Maria Eni, nem sobre a natureza do serviço pago, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e o padrão 'doação seguida de pagamento por serviço' pode ocorrer em campanhas, mas a ausência de contexto não permite classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de recursos do diretório municipal do PT para um candidato do próprio partido (R$ 41.071,41 em doações), com um pequeno retorno de R$ 264,41 classificado como despesa do candidato ao diretório — provavelmente devolução de sobra ou ressarcimento. As duas entidades compartilham o mesmo partido (PT) e a mesma base municipal (Pelotas/RS), o que explica a relação. O valor de retorno é 0,06% do valor repassado, compatível com ajuste contábil, não com ciclo de lavagem.
IA · deepseek-flash O loop envolve o diretório municipal do PTB de Porto Alegre repassando R$ 182.400,00 em doações à candidata Tanise Amalia Pazzim (MDB) em 2020, e ela devolvendo R$ 1.431,00 como despesa ao mesmo diretório. A diferença de ordens de grandeza entre os valores e o fato de a devolução ser pequena sugerem mais um repasse partidário seguido de ressarcimento/estorno do que um ciclo fechado de lavagem. Além disso, a candidata é de outro partido (MDB), o que enfraquece a hipótese de conluio interno, mas o repasse de um diretório a candidata de sigla distinta merece verificação humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (Republicanos e MDB) e anos distintos (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 4,8 mil a R$ 6,5 mil) e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas também não há elementos suficientes para descartar coincidência ou relação pessoal prévia.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 30.400 e três transações de naturezas diferentes (doação, despesa e doação), com valores pequenos e em anos distintos (2020 e 2026). As entidades são de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), mas ambas do RS, e a cadeia não fecha de forma direta e imediata: há um intermediário (Luciano Machado Garcia) e uma defasagem temporal de 6 anos entre a maior parte das movimentações. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 32.000,00 entre duas pessoas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), mas em anos distintos: uma doação em 2020 e outra em 2026. Não há coligação ou partido comum declarado, porém o valor é baixo e o intervalo de seis anos enfraquece a ideia de loop imediato. Faltam dados sobre vínculo pessoal, ressarcimento ou contexto das campanhas para decidir se é rotineiro ou estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB) em anos distintos (2018, 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais no RS. A cadeia não é fechada no mesmo ano nem no mesmo pleito, e não há indício de que os valores retornem de forma equivalente ao ponto de partida. Sem mais contexto sobre vínculos entre as pessoas, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB) e valores modestos (R$ 42,8 mil no total), com transações espaçadas entre 2018 e 2026. Não há indício de empresa fornecedora, contrato público ou valor fora de escala que caracterize algo claramente anômalo. Ao mesmo tempo, o fechamento do loop entre doador e candidato que depois aparece como fornecedor de despesa de campanha é um padrão que merece conferência, mas os fatos disponíveis não bastam para dizer se é coincidência ou algo a investigar.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB) e valores modestos (R$ 5.000 a R$ 6.500), mas as transações estão espalhadas em anos distintos (2018, 2024 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há coligação ou partido comum evidente entre as entidades, porém o volume baixo e a distância temporal tornam o caso ambíguo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem claramente como rotina.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (Republicanos e MDB) e valores modestos (R$ 22,5 mil no total), com transações espaçadas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024, 2026). Não há um padrão claro de ida-e-volta em curto prazo nem valores de ordem de grandeza discrepante que sugiram algo fora do comum. As doações e despesas podem ser explicadas por relações políticas locais no RS, mas a ausência de vínculo partidário comum e o fechamento do ciclo impedem uma classificação como totalmente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas, sendo duas delas (Roque e Marli Serpa) do mesmo partido (REPUBLICANOS) e mesmo estado (RS), com sobrenome idêntico, sugerindo vínculo familiar. As transações são de baixo valor (R$ 18.960 no total), distribuídas ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024), e incluem tanto doações quanto despesas, o que é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas ou de parentes. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor discrepante.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas do mesmo grupo político (Roque Valdevino Serpa e Marli Ribeiro Serpa, ambos Republicanos/RS), com valores modestos: R$ 300 de doação de uma campanha à outra e R$ 20.000 em despesas pagas pela campanha de Marli à de Roque. A diferença de ordem de grandeza é esperada, pois despesas de campanha (ex.: serviços, materiais) costumam ser maiores que doações entre candidatos. Não há indício de fornecedor estranho ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS/RS) e valores modestos (R$ 12.460 no total). As doações entre Roque e Marli, ambos do mesmo partido e provavelmente do mesmo grupo familiar (sobrenome Serpa), são compatíveis com repasse interno de campanha ou apoio mútuo entre aliados. A despesa de R$ 500 a Carla Alessandra Maciel Fernandes (nome grafado de forma ligeiramente diferente) é pequena e pode ser pagamento por serviço, sem indicar ciclo fechado suspeito.
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (REPUBLICANOS) e do mesmo estado (RS), e compartilham o sobrenome SERPA, o que sugere relação familiar. O fluxo é assimétrico (R$ 1.000 de Marli para Roque em 2018 e R$ 10.460 de Roque para Marli em 2020/2024), não um ciclo fechado de valores equivalentes, e os valores são modestos. Doações entre parentes do mesmo partido são um padrão comum e legal em campanhas.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS) e mesmo sobrenome (SERPA), com valores modestos (R$ 11.660 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2020-2024). A maior parte do fluxo é doação de Roque para Marli (R$ 10.460 em 7 transações), compatível com repasse entre aliados do mesmo grupo político. O trecho que fecha o ciclo via Marcus Vinicius é pequeno (R$ 500 de doação e R$ 700 de despesa) e pode ser explicado por ressarcimento ou pagamento de serviço de campanha.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS/RS) e valores modestos (R$ 12.610 no total). As doações de Roque para Marli (R$ 10.460) são compatíveis com repasse entre aliados da mesma legenda, e a despesa de Marli com Horácio (R$ 750) pode ser um pagamento por serviço ou ressarcimento. Não há indício de empresa ou fornecedor fora do ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas do mesmo grupo familiar (ROQUE VALDEVINO SERPA e MARLI RIBEIRO SERPA, provavelmente cônjuges) no mesmo ano e estado, com valores modestos (R$ 20 mil de doação e R$ 300 de despesa). A doação de uma campanha a outra é permitida entre candidatos do mesmo partido/coligação, e a despesa de valor irrisório pode ser um ressarcimento ou pagamento de despesa compartilhada. Não há indício de empresa fornecedora ou valores atípicos que fujam do padrão de repasses entre aliados.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e em direções opostas: uma despesa de R$ 2.000 em 2018 e duas doações totalizando R$ 10.000 em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Fernando Junior Knop, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a reciprocidade. O valor total é baixo e a diferença temporal enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Zenita doou R$ 14.600 a Alex Sandro e Alex Sandro pagou R$ 3.320 a Zenita como despesa, em anos distintos (2018-2024). Não há informação sobre partido de Zenita nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor total é baixo e as transações estão espalhadas por vários anos, sem concentração temporal que sugira ciclo fechado.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Marcia Feck Souza doou R$ 12.450,00 para Alex Sandro Medeiros da Silva (PP) em 2020 e 2024, e Alex pagou R$ 1.400,00 em despesas para Marcia em 2024. O valor de retorno é cerca de 11% do valor doado, o que é compatível com um ressarcimento de despesa de campanha ou pagamento por serviço prestado, e não com um loop fechado de devolução integral. Não há indício de que Marcia seja fornecedora de ramo alheio ou que os valores destoem do padrão de transações de campanha.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, ALEX SANDRO MEDEIROS DA SILVA (vereador do PP/RS) e VANDREIA DO VAL GORISZEWSKI, com valores modestos (R$ 9.450 de doação recebida e R$ 4.250 de despesas pagas ao longo de 2018, 2020 e 2024). O padrão é compatível com uma relação de aliados ou prestadores de serviço recorrentes, em que a campanha paga por serviços e a pessoa também doa para a campanha — algo comum em campanhas municipais de pequeno porte. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PSDB) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que a movimentação decorra de articulação interna partidária ou de uma coligação. O valor total é baixo (R$ 11.800) e a diferença entre a doação recebida (R$ 1.800) e a despesa paga (R$ 10.000) pode ser explicada por um ressarcimento ou pagamento por serviço, sem ciclo fechado de valores idênticos. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.310 no total) e pessoas físicas com sobrenomes em comum (Ludwig), o que sugere possível relação familiar ou de aliados políticos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e os partidos são diferentes (PSDB e PL), mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre eles. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas delas filiadas ao mesmo partido (CIDADANIA/RS), o que é um padrão comum em coligações e redes de apoio locais. Os valores são modestos (R$ 14.495 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza. O caso não apresenta um fato concreto que justifique priorização manual, mas também não é totalmente explicável sem contexto adicional.
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre Osmar Gasparini Terra (PL-RS) e Miguel Angelo Gomes Oliveira, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2026), não configurando um loop curto e fechado. Os valores são modestos (R$ 1.500 de doação em 2026; R$ 30.000 e R$ 68.000 em despesas de campanha em 2018 e 2022), compatíveis com pagamentos a fornecedor ou prestador de serviços recorrente. Não há informação sobre partido ou coligação de Miguel, nem sobre a natureza dos serviços, o que impede tanto uma explicação simples quanto a identificação de um fato anômalo específico.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Patrícia Deifeld doou R$ 2.500 à campanha de Osmar Gasparini Terra (PL) em 2018, e a campanha pagou R$ 30.000 a Patrícia em 2018 e 2022. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de Patrícia, nem sobre a natureza dos pagamentos (serviços, ressarcimento, etc.), o que impede avaliar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. O valor de ida e volta é modesto e compatível com prestação de serviços de campanha, mas a ausência de contexto torna o caso apenas inconclusivo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades de partidos diferentes (PL e PATRIOTA) e valores modestos (R$ 26,5 mil no total), com uma doação de R$ 1,5 mil de uma para a outra e uma despesa de R$ 25 mil no sentido oposto. Não há informação sobre a natureza do serviço/produto da despesa, o que impede avaliar se o valor é compatível com o mercado. O loop é curto, mas os fatos disponíveis não bastam para dizer se é um ressarcimento legítimo ou algo que mereça checagem.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Roseli doa R$ 1.000 à campanha de Osmar e, no mesmo ano, a campanha de Osmar paga R$ 15.000 a Roseli como despesa — um retorno 15 vezes maior que a entrada. Não há informação de que Roseli seja fornecedora declarada, nem partido/coligação em comum que explique o fluxo como repasse interno, e o desequilíbrio entre doação e pagamento chama atenção. Vale checagem humana para saber que serviço/produto justificou o pagamento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de prefeito em MG, mas de partidos diferentes (PDT e MOBILIZA) e anos distintos (2016/2020 vs 2022/2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, o valor de ida (R$ 722,00) é muito menor que o de volta (R$ 33.000,00), e o retorno é classificado como 'despesa', não como doação, o que pode indicar pagamento por serviço ou ressarcimento. Sem detalhes sobre a natureza do serviço ou vínculo entre as campanhas, não há fato concreto que caracterize algo claramente atípico.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre duas pessoas de partidos diferentes (MDB e PP) em anos distintos (2018 e 2020), com valores de R$ 1.500 e R$ 15.000. Não há coligação ou partido comum que explique automaticamente a reciprocidade, mas também não há indícios de valores desproporcionais ou fornecedores estranhos. A diferença de contexto temporal e a ausência de informações sobre a relação entre os doadores tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que justifique priorização imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas com sobrenome em comum (MORAIS), sem indicação de partido ou coligação compartilhada para o doador. Além disso, o valor que sai da campanha de Celso para José (R$ 30.000,00) é mais de três vezes o que entra como doação (R$ 9.302,35), o que foge do padrão de mera devolução ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e o vínculo entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Samantha e Celso Vieira da Rocha Júnior: ela recebe R$ 2.000 de doação e paga R$ 15.000 de despesa ao mesmo doador no mesmo ano. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique naturalmente esse retorno financeiro, e o valor pago é 7,5 vezes maior que o recebido. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas (Samantha Ribeiro Meyer Pflug Marques, PP-DF, e Benedito Aarao Sales de Araujo, distrital) com valores desproporcionais: Samantha recebeu R$ 1.129,75 em doações e pagou R$ 55.083,81 em despesas à campanha de Benedito. Não há informação sobre partido/coligação de Benedito nem sobre a natureza do gasto, o que impede avaliar se é repasse interno de coligação, ressarcimento ou algo atípico. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como rotineiro nem como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 16.200 entre duas pessoas de partidos diferentes (PP e PSD) e anos distintos (2022 e 2026), o que à primeira vista não configura um padrão típico de coligação. Porém, os valores são modestos e a transação de R$ 15.000 aparece como 'despesa' paga pela campanha de Samantha a Lídia, o que pode ser um pagamento por serviço ou ressarcimento, sem elementos que indiquem anormalidade. Não há informação suficiente sobre a natureza do gasto ou vínculo entre as duas para afirmar que é rotineiro ou estranho.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo espectro político (PP e a campanha de Ravan Alves Santos), com valores que não são equivalentes: Samantha recebeu R$ 6.598,57 e gastou R$ 113.381,65 com a outra campanha. Isso pode ser explicado por uma relação de aliança/coligação, prestação de serviços ou ressarcimento, sem que haja um fato concreto que destoe do padrão eleitoral. Não há indício de empresa sem relação com o serviço, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de 2022 (Samantha, PP-DF, e Jonathan Pereira Couto, distrital), com valores modestos: R$ 5.393,67 de doação de Jonathan para Samantha e R$ 100.971,85 de despesa de Samantha para Jonathan. Não há informação sobre partido/coligação de Jonathan nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é repasse interno de campanha, ressarcimento ou algo atípico. O valor da despesa é cerca de 19x a doação, mas sem contexto de mercado ou de coligação não dá para classificar como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, REPUBLICANOS e PP) e em anos distintos (2018, 2020 e 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circulação de recursos. Além disso, os valores são muito desproporcionais: R$ 2.000,00 de Samantha para Fernando, R$ 150.000,00 de Fernando para Geraldo e R$ 45.000,00 de Geraldo para Samantha, fechando um loop de R$ 197.000,00. A coincidência de o dinheiro sair e voltar para a mesma cadeia, com partidos e cargos sem relação direta, justifica uma checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE e REPUBLICANOS) e estados diferentes (DF e MG), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, as transações ocorreram em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 2.000 e R$ 150.000), sem indicar um esquema de devolução de grande monta. Não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (Marques), provavelmente cônjuges ou parentes próximos, o que é um padrão comum em doações entre familiares. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e em sentidos opostos, com valores modestos (R$ 2.000 e R$ 13.000), compatíveis com apoio mútuo entre candidatos de partidos distintos. Não há indício de ciclo curto e fechado no mesmo pleito, nem valores atípicos que sugiram algo além de uma relação pessoal.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PSD, PP e Solidariedade), o que à primeira vista dificultaria uma explicação por mesma coligação. Porém, o valor que fecha o loop de volta ao ponto de partida é irrisório (R$ 1,15), enquanto o grosso da movimentação é uma doação de R$ 889.400,00 de Fernando para Rogério, sem que os fatos permitam saber se há relação partidária ou de coligação entre eles. Não há elemento concreto que caracterize padrão legítimo claro nem indício forte de anormalidade.
IA · deepseek-flash O fluxo é entre uma campanha estadual (Rogerio Schumann Rosso, governador) e um candidato a senador pelo Solidariedade no DF, ambos em 2018. Doações de campanha majoritária para candidatos proporcionais ou de outros cargos da mesma coligação/partido são comuns, e a devolução de R$ 13.600,00 pode ser ressarcimento de despesa ou sobra não utilizada. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valores desproporcionais.
IA · deepseek-flash O fluxo principal é uma doação de R$ 72.012,65 da direção regional do PSD-DF para o candidato Rogério Schumann Rosso (PP) em 2018, seguida de uma despesa de apenas R$ 1,15 do candidato de volta à mesma direção. O valor de retorno é irrisório (0,0016% do total) e compatível com um estorno, taxa ou devolução de sobra, não com um ciclo de recursos. A diferença de partido (PSD doador, PP do candidato) é comum em doações partidárias a candidatos de outras legendas em coligações proporcionais, e não há indício de que o dinheiro tenha voltado de forma relevante.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas: Arthur Bernardes de Miranda doa R$ 2.340 à campanha de Rogerio Schumann Rosso e, no mesmo ano de 2018, a campanha de Rogerio paga R$ 10.000 a Arthur — um retorno de valor cerca de 4x maior que a entrada. Não há informação de partido/coligação comum entre eles que explique a transação como repasse interno partidário, e o desequilíbrio entre doação recebida e despesa paga ao mesmo doador é um fato concreto que merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: Rogério Schumann Rosso (PP) recebe R$ 30.000 de doação da campanha de Renato Santana da Silva (deputado distrital) e, na mesma eleição de 2022, paga R$ 326.000 em despesas para essa mesma campanha. O valor de saída é quase 11 vezes maior que o de entrada, e não há partido/coligação comum informado entre os dois, o que dificulta explicar como simples repasse partidário ou ressarcimento. Isso justifica checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.