severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 219.226,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 219.226 entre cinco entidades, mas as transações listadas não formam um ciclo fechado e envolvem valores e anos dispersos. As entidades identificadas são todas do PT no RS, o que oferece uma explicação partidária comum para parte das movimentações. Faltam dados sobre as empresas sem nome e sobre a ligação direta entre as transações para caracterizar um loop suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 23.892 no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses para campanhas majoritárias (como a de João Edegar Pretto ao governo) e despesas de campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa contratada sem relação com o serviço; os nomes 'sem nome' são apenas entidades não identificadas nos dados, mas o contexto partidário comum torna a movimentação rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.745,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PT/RS) e valores modestos (R$ 13.745 no total), o que é compatível com doações e despesas rotineiras entre aliados políticos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.670,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do RS, e o casal Marroni aparece tanto doando quanto recebendo, o que é compatível com repasses internos de campanha ou apoio mútuo entre aliados do mesmo partido. O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,67 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024, sem indicar um esquema fechado de devolução de recursos. O elo com Sinara Correa Nogueira (doação de R$ 900 e despesa de R$ 770) é pequeno e pode ser explicado por prestação de serviço ou apoio local.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.055,60
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT no Rio Grande do Sul, e o fluxo inclui repasses da direção municipal/partido para candidatos e doações entre candidatos do mesmo partido, padrão comum em campanhas. O valor total é baixo (R$ 14 mil) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem ciclo curto e fechado no mesmo ano. A empresa sem nome no meio da cadeia não tem ramo ou valor destacado que indique anomalia. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.446,51
IA · deepseek-flash O loop envolve dois candidatos do PT/RS e pessoas físicas (Clarisse Grazziotin, João Carlos Ceolin) que aparecem como doadoras e também como fornecedoras/recebedoras de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 11,4 mil no total) e as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há indício claro de empresa ou fornecedor fora do ramo, nem valor fora de escala. Faltam dados sobre vínculo partidário/coligação das pessoas físicas para decidir se é apenas circulação entre aliados ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósR$ 10.526,51
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.642,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do PT do RS, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses dentro do mesmo campo político. O valor total é baixo (R$ 13,6 mil) e a cadeia envolve uma empresa sem nome e um comitê ('ELEICAO2022EDGAR PRETTO'), sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de como o sistema agregou doações e despesas de campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre desconhecidos), então não há prioridade clara para checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.500,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.962,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PDT/RS (Tiago Cado Fernandes e Christopher Belchior Goulart) e dois intermediários sem partido informado, com valores modestos (R$ 12.962 no total) e transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2026. As setas alternam doações e despesas de campanha, o que é compatível com prestação de serviços entre campanhas aliadas ou ressarcimentos, mas o fechamento do loop entre as mesmas quatro pessoas em anos distintos impede descartar coincidência ou explicar plenamente. Não há um fato isolado gritante (valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 149.292,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e duas pessoas físicas (Ana Ines Affonso e Joao Edegar Pretto) que aparecem como doadoras e fornecedoras, sem que os fatos indiquem seus vínculos partidários ou empresariais. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 4,3 mil a R$ 65,5 mil) e as transações ocorrem todas em 2022, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Não há salto de valor, fornecedor de ramo incompatível nem ciclo fechado entre entidades sem relação aparente que justifique priorização automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 192.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS (Dionilso Mateus Marcon e Ivan Admar Dornelles Duarte) e valores que, embora formem um loop, podem ser explicados por repasses dentro do mesmo partido ou por despesas de campanha a fornecedores comuns. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício claro de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor com ramo incompatível. Os fatos não apontam nem para um padrão rotineiro evidente nem para algo claramente anômalo, exigindo checagem humana para contextualizar os vínculos e a natureza dos pagamentos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 169.556,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (candidatos, direção municipal e o próprio partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 169,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que force uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 169.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no RS, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 4.392) e um repasse maior de R$ 160.000 de Dionilso Marcon para a campanha de João Edegar Pretto, que é irmão de Adão Pretto Filho. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.442,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PT no RS e há um candidato (JOAO EDEGAR PRETTO) que aparece como doador e como destino de despesa, o que sugere uma rede de aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 12,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 141.792,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 128.900,00 de Alexandre Lindenmeyer para o comitê de João Edegar Pretto, valor que não destoa de custos de campanha majoritária. Não há fornecedor externo sem relação partidária nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.368,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa, com valores modestos (R$ 14,4 mil no total) e transações que se estendem por 2018 e 2022. As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse para uma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto) são padrões comuns de coordenação de campanha. O valor pago pela campanha de Henrique Fontana à AIXMobil (R$ 111,49) é irrisório e pode ser um reembolso ou serviço de pequeno porte, sem indício de desproporção. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral típico.
severidade média5 nósR$ 10.615,99
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 143.169,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Alexandre Lindenmeyer e Nestor Schwertner) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, todos do mesmo campo político. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e repasses para campanha majoritária, sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta. A AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa de campanha, o que é comum no setor de serviços e não configura, por si só, anomalia. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.937,53
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses e doações entre correligionários do mesmo partido. O valor total de R$ 142,9 mil é modesto e distribuído em várias operações, sem nenhuma transação de ordem de grandeza discrepante. O ciclo fechado pode ser explicado por doações cruzadas dentro da mesma coligação/partido, não havendo indício de fornecedor fora do ramo ou de retorno de valor milionário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 143.837,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, incluindo doações entre candidatos da mesma chapa e despesas para a campanha majoritária de João Edegar Pretto. Os valores são compatíveis com repasses internos de campanha e não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por doações cruzadas dentro do mesmo grupo político, sem fato concreto que fuja do padrão eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PC do B no RS (Paulete, Ramão e Juliano) e uma do PT (Ana Ines), partidos que integravam a coligação que apoiou Edegar Pretto ao governo do RS em 2022. As transações são de baixo valor (R$ 100 a R$ 7.500) e incluem doações e despesas típicas de campanha, como repasses para a campanha majoritária. O fluxo aparente é compatível com repasses internos de uma mesma coligação, sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 29.779,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si — padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 29,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem ciclo curto e fechado. Não há fornecedor estranho ao ramo nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.600,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos devolvendo ou transferindo valores entre si. Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 13 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, como doações internas, ressarcimentos ou sobras. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor muito acima do padrão ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.449,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre direção estadual e candidatos do próprio partido. Os valores são modestos (R$ 14.449 no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que é compatível com movimentação rotineira de recursos partidários, como repasses e ressarcimentos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o partido, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.784,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 43.784 no total) e entidades que compartilham campos políticos no Rio Grande do Sul (PC do B, PSOL), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.684,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 39.684 no total) e entidades que compartilham campos políticos no Rio Grande do Sul: PC do B e PSOL, partidos que frequentemente atuam em coligações ou frentes comuns. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.684,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 59,7 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PC do B e PSOL), mas há conexões partidárias plausíveis: Paulete Souto e Juliano Roso são ambos do PC do B, e a Direção Estadual/Distrital do PC do B aparece como intermediária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.944,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 27,9 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024). As setas são compatíveis com repasses partidários a candidatos, despesas de campanha e devoluções/ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza destoante, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 192.779,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 3.300 a R$ 75.000) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos e despesas de campanha entre correligionários. O fluxo 'fecha' o ciclo porque todos pertencem à mesma estrutura partidária, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação de recursos dentro de uma coligação. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou ramo de atividade incompatível que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 197.846,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 197,8 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e despesas de campanha. As doações da direção estadual para candidatos e as despesas entre candidatos do mesmo partido são padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 438.306,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, incluindo a direção estadual repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 7.500, R$ 1.670) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento imediato que sugira devolução de recursos. A maior transação (R$ 417.886,75) é uma doação da direção estadual para um candidato, típica de repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) no RS em 2020, mas os valores são pequenos e as transações parecem compatíveis com doações e despesas típicas de campanha municipal. A maior transação (R$ 18.000) é uma despesa de Manuela para João Victor, que não aparece como doador no ciclo, e não há evidência de que os recursos retornem de fato à campanha de origem. Sem informações sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as pessoas, não há um fato concreto que destoe claramente do padrão.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.646,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (MDB/RS e PRTB/DF) e empresas de ramos distintos (Facebook e Rinobox), o que à primeira vista dificulta uma explicação simples. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2026) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto e específico que caracterize anomalia, como valores idênticos ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo.
severidade média4 nósR$ 10.900,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, PDT, PSDB) e valores modestos (R$ 21.430 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2024. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com prestação de contas ordinária, mas a ausência de vínculo partidário comum e o fechamento do loop impedem uma explicação simples e automática. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo (valores, ramos ou prazos), então não dá pra cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.165,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT de Pelotas/RS e a direção municipal do partido, o que é um padrão comum de movimentação interna (doações da direção a candidatos, despesas entre aliados e repasses ao partido). Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem um encadeamento circular imediato e fechado no mesmo período. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.038,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) em Pelotas/RS: dois candidatos a vereador, a direção municipal do partido e uma pessoa física (João Edegar Pretto) que aparece como doador e recebedor de despesa de campanha. As transações são de baixo valor (R$ 13 mil no total), distribuídas em anos diferentes (2022 e 2024), e o fluxo partido→candidato→partido é típico de repasses internos e ressarcimentos de campanha. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de movimentação partidária local.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.274,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Pelotas/RS (candidatos a vereador, deputado federal e a direção municipal do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14,2 mil no total) e as transações se distribuem entre 2022 e 2024, sem concentração temporal ou valor atípico. A presença de uma despesa de R$ 0,41 sugere lançamentos contábeis rotineiros, não um fluxo financeiro relevante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 230.967,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de movimentação entre 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e uma empresa sem nome, com anos variados (2018, 2020, 2022). Os valores são modestos (R$ 1,5 mil a R$ 160 mil) e as entidades compartilham o partido PT e o estado RS, o que pode indicar uma rede de aliados. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.143,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção municipal do PT de Pelotas, todos do mesmo partido, o que é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 56 mil no total) e as transações incluem doações entre aliados e repasses da direção partidária, além de uma despesa para uma campanha majoritária do mesmo grupo. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e valores modestos (R$ 55 mil no total), o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e há um pagamento a uma estrutura partidária ('ELEIÇÃO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC'), sugerindo repasses internos legítimos. Não há um fato agudo que destoe do padrão, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.642,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao PT no RS, com valores modestos (R$ 14,6 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. As movimentações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses para uma campanha majoritária estadual (João Edegar Pretto), sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. Não há um fato concreto que fuja do padrão de financiamento partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.142,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no RS e uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 18 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 193.142,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e despesas com fornecedores do mesmo campo político. O ciclo envolve valores modestos (R$ 1.500 a R$ 160.000) e não há indício de empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente. O elo 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' repassando recursos a um candidato a deputado estadual é padrão comum em coligações majoritárias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 68.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PT do RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 68.750 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.788,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT no Rio Grande do Sul (Pelotas), com valores baixos (R$ 13,7 mil no total) e transações que incluem doações de diretórios partidários a candidatos e despesas de campanha. O fluxo pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos e apoio mútuo entre candidatos da mesma coligação, sem indício de enriquecimento ou desvio. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou empresa privada devolvendo montante expressivo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.318,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (candidatos a vereador, deputado estadual e a direção municipal de Pelotas), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18,3 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de uma despesa de Maria Tereza para a campanha de Edegar Pretto (mesmo campo político) e de um repasse da direção municipal a ela reforça a leitura de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.642,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 17,6 mil no total) e transações que se estendem por 2020 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com o comitê majoritário (João Edegar Pretto), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. O loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um padrão atípico que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.724,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Henrique Fontana Junior e Jose Sidney Nunes de Almeida), além de uma empresa e uma campanha majoritária do mesmo campo (João Edegar Pretto, PT). As transações são de valores modestos e compatíveis com repasses entre aliados, doações de empresa ao partido/candidatos e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por coincidência dentro da mesma rede política ou por ressarcimentos, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.