severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 5.000 a R$ 6.000 por transação) e anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) em 2022 são padrões comuns de aliança partidária. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; o loop parece refletir a circulação de recursos dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 276.076,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com um padrão de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3.250 a R$ 201.576) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos societários das empresas sem nome.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 247.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (José Sidney e Maria do Rosário) e pessoas físicas/empresas sem nome identificado, mas os valores e anos não formam um loop claro e fechado. As transações listadas mostram doações e despesas em anos distintos (2018 e 2022) e com valores que não retornam exatamente ao ponto de partida, dificultando caracterizar um ciclo circular típico. Não há um fato concreto e nomeável que destoe dos padrões comuns de movimentação entre aliados políticos, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 64.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 64.892 no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre Miguel Rossetto, Henrique Fontana e José Sidney Nunes de Almeida são compatíveis com repasses internos de aliados do mesmo partido, e a doação de Rossetto para si mesmo (despesa) é um erro de grafia comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do RS e a campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022, todos do mesmo campo político, o que é compatível com repasses internos de coligação. Os valores são modestos (R$ 36,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. A doação de Miguel para José Sidney em 2018 e as despesas de ambos para a campanha majoritária em 2022 se explicam por apoio partidário estadual. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.492,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e o fluxo de recursos entre candidatos do mesmo partido/coligação é um padrão comum e legítimo. O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.492 no total) e inclui uma despesa de campanha para 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR', que é um gasto típico de campanha, não um retorno disfarçado. A presença de uma empresa sem nome como intermediária é o único ponto que merece nota, mas não há indício de quebra do padrão partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas entidades sem nome identificado, com valores modestos (R$ 78,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações e despesas entre candidatos da mesma federação/partido e para comitês eleitorais (João Edegar Pretto) são padrões comuns em campanhas no RS. Não há um fato isolado que destoe claramente — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível —, mas a ausência de nomes das empresas e a mistura de anos eleitorais diferentes impedem uma explicação simples e automática.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (José Sidney Nunes de Almeida e Paulo Roberto Severo Pimenta) e entidades ligadas ao partido, como comitês de João Edegar Pretto (PT). As transações são de baixo valor (R$ 50.392 no total) e podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 74.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas sem nome identificado, com valores que variam de R$ 150 a R$ 42.317. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre candidatos da mesma sigla, repasses de comitê majoritário e despesas de campanha. Não há um fato único que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas a presença de empresas não identificadas e a diferença de magnitude entre os valores justificam uma checagem manual para confirmar se há relação contratual ou de coligação que explique o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.691,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50,7 mil, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três das cinco entidades são do PT/RS, o que permite explicar parte do fluxo como movimentação dentro do mesmo grupo político. A empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e valores distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.692,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e o loop envolve doações entre candidatos da mesma legenda e uma despesa para a campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto, governador em 2022). O valor total é modesto (R$ 34,7 mil) e as transações se distribuem entre 2022, 2024 e 2026, o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Alexandre Duarte Lindenmeyer), além de duas empresas não identificadas. As transações são de valores modestos (R$ 5.000 a R$ 35.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com padrão compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível, nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses e doações entre aliados de uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 17,1 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo montante expressivo. O padrão é explicável por movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.428,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 16,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022, 2024 e 2026. As setas incluem doações entre candidatos do mesmo partido e repasses do comitê majoritário (João Edegar Pretto, governador em 2022) para um candidato a deputado federal, padrão comum em coligações. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Fontana, Bohn Gass, Sidney e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 78,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O pagamento de R$ 35 mil de Bohn Gass a Miguel Rossetto pode ser despesa de campanha ou ressarcimento, e a doação de R$ 32,5 mil de Rossetto a Fontana é compatível com apoio entre correligionários. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (José Sidney Nunes de Almeida e Elvino José Bohn Gass) e pessoas físicas que também aparecem como doadoras ou fornecedoras, o que é compatível com uma rede de aliados partidários. As transações são de valores modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e distribuídas ao longo de 2018 e 2022, sem um padrão de devolução exata ou de enriquecimento ilícito evidente. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que fuja do rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.791,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 12,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022 e 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 91.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (José Sidney, Maria Eunice e Marco Aurélio) e duas entidades sem nome identificado, com valores modestos (R$ 91,3 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre candidatos do mesmo partido e despesas com fornecedores, padrões comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do restante ou fornecedor de ramo incompatível, mas a ausência de nomes das empresas e a cadeia fechada impedem uma explicação definitiva.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.264,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades compartilham o partido PT e a mesma UF (RS), e há um comitê de campanha majoritária (João Edegar Pretto) no meio, padrão comum de repasses partidários. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço exorbitante; o caso não apresenta um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.245,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses de comitê majoritário para candidatos proporcionais, além de um pagamento a um prestador de serviço. Não há um fato concreto que fuja desse padrão partidário-eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.264,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 51,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses de uma campanha majoritária para candidatos proporcionais, padrão comum em coligações. Não há empresa privada de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Leonel Jose Morem Matias), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O loop pode ser explicado por uma cadeia de doações e pagamentos entre campanhas aliadas, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse a uma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto, governador em 2022) são padrões comuns de movimentação partidária. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho nem valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul, com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). Os valores são modestos (R$ 3.250, R$ 4.392, R$ 1.000, R$ 3.500, R$ 6.000) e as transações podem ser explicadas por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do RS (Dionilso Marcon e José Sidney), ambos com histórico eleitoral semelhante, e os valores são modestos (R$ 50 mil no total). As transações são doações de aliados e despesas de campanha para outros candidatos do mesmo partido (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto, ambos do PT), o que é um padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Soldatelli Rossetto, José Sidney Nunes de Almeida e Olívio de Oliveira Dutra), além de João Edegar Pretto, também do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 53.625 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 37 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentação entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.765,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 12,7 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2022 e 2026. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses para comitês majoritários (Edegar Pretto) e uma despesa de campanha com a AIXMOBIL, que também doou a Henrique Fontana. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço, então o padrão é compatível com movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.746,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,7 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político no RS (PT/PDT), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 6 mil de Tarcísio Zimmermann (PDT) à AIXMOBIL em 2018 e a doação de R$ 1.285 da AIXMOBIL a Henrique Fontana (PT) no mesmo ano são de partidos diferentes, mas valores baixos e sem relação temporal clara com o restante. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.691,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Alexandre Duarte Lindenmeyer e Rovam Simoes Goncalves de Castro) são do mesmo partido (PT) e já concorreram a cargos no RS. As transações são de valores modestos (R$ 13,7 mil no total) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2024 e 2026), o que pode indicar apoio mútuo entre correligionários ou reembolsos de despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do padrão, mas o fechamento do ciclo entre as mesmas pessoas justifica uma verificação humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósR$ 10.181,31
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.804,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (direção municipal de Pelotas, candidatos a vereador e a deputado federal, além de comitês do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18,8 mil no total) e as transações se distribuem por anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.342,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de uma campanha majoritária (ELEICAO 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR) para ALEXANDRE DUARTE LINDENMEYER, de ALISON GULARTE DIAS para MARIA TEREZA TAVARES FUJII, e uma despesa de LUIS CARLOS GIRAO DANDA para ALISON GULARTE DIAS. As entidades compartilham partido (PT) e atuação no RS, o que é um padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 15.342,00 no total) e não há indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. Sem mais detalhes sobre a natureza jurídica das entidades sem nome e a direção exata das setas, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 41.642,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022 (João Edegar Pretto, Halley Lino de Souza, Alexandre Lindenmeyer e Vitor Paladini), todas da mesma federação/coligação estadual. Os valores são modestos (R$ 41,6 mil no total) e as transações são compatíveis com repasses internos entre campanhas aliadas, doações de uma campanha a outra e despesas de campanha, padrão comum em coligações proporcionais. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.937,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Alexandre Duarte Lindenmeyer e Rovam Simoes Goncalves de Castro) são filiadas ao PT no RS, o que permite explicar as movimentações como repasses internos do partido ou entre aliados. Os valores são modestos (R$ 13,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), sem um padrão de ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo doação, de modo que os fatos não apontam claramente para algo anômalo nem para uma explicação totalmente rotineira.
severidade média5 nósR$ 10.427,31
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 179.374,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022 e 2026, incluindo repasses para a campanha de Edegar Pretto ao governo do estado, o que é um padrão comum de redirecionamento de recursos dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 4,2 mil de doação, R$ 4,5 mil de despesa, R$ 128,9 mil de despesa) e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A presença de uma empresa sem nome e de um doador individual não muda o quadro geral, que se explica por alinhamento partidário e dinâmica eleitoral.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.712,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e comitês do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 50,7 mil no total) e transações que somam R$ 8,1 mil em doações e R$ 7,4 mil em despesas. As entidades compartilham partido e alguns anos de atuação, e os repasses entre comitês financeiros de uma mesma coligação são prática comum. Não há indício de enriquecimento, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 78.767,00
IA · deepseek-flash As transações ocorrem todas em 2022 e envolvem candidatas do mesmo partido (PT/RS) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, indicando circulação de recursos dentro de uma mesma coligação/estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 78,7 mil no total) e compatíveis com repasses de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de enriquecimento ou de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 60.854,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que é compatível com repasses internos do partido entre campanhas aliadas. O ciclo envolve valores modestos (R$ 60.854 no total) e inclui uma doação oficial da campanha majoritária de Edegar Pretto a um candidato a vereador, padrão comum em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; a cadeia se explica por movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 176.182,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 2,4 mil a R$ 134 mil) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. A maior transação é uma doação de João Edegar Pretto (candidato ao governo do RS em 2022) para Denise da Silva Pessoa, o que é compatível com apoio político dentro da mesma federação/coligação. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 139.463,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Denise da Silva Pessoa e Dionilso Mateus Marcon) e pessoas físicas, com valores que variam de R$ 25 a R$ 134 mil. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há inconsistências nos nomes (CINARA PERUZZATO vs CINARA PERUZZAOTO, JOAO EDEGAR PRETTO vs JOÃO EDEGAR PRETTO), o que pode indicar erro de grafia ou entidades distintas. Não há um fato único e claro que fuja de um padrão comum de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 139.463,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e pessoas físicas (Cloraci Macedo, João Edegar Pretto) que podem ser fornecedores ou aliados, sem que os fatos permitam afirmar se há relação partidária ou empresarial entre eles. Os valores são modestos (R$ 2,5 mil a R$ 134 mil) e compatíveis com despesas de campanha, mas a cadeia fecha um loop entre os mesmos nomes, o que por si só não é explicação suficiente. Faltam dados sobre a natureza dos serviços prestados e vínculos entre as partes para classificar como rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 191.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022 (Elvino Bohn Gass, Denise Pessoa, Gilberto Spier Vargas e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 191,4 mil no total) e as transações são poucas, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas da mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.281,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,3 mil no total) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou despesas entre aliados. Porém, a cadeia inclui uma empresa (AIXMOBIL) e uma pessoa sem partido identificado (CLAIRTON RODRIGUES DA FE), e o elo de volta à campanha inicial depende de uma despesa de apenas R$ 47,26 paga por NESTOR SCHWERTNER à AIXMOBIL, o que não fecha um ciclo financeiro relevante. Os fatos não são suficientes para afirmar padrão rotineiro nem para apontar um indício forte que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.049,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Elvino Bohn Gass e Édio Vogel), além de Clairton Rodrigues da Fé e João Edegar Pretto, que também aparecem como doadores ou destinatários ligados ao partido. As transações são de baixo valor (R$ 19 mil no total), distribuídas ao longo de vários anos (2018 a 2024), e incluem doações e despesas típicas de campanha, como repasse para candidatura majoritária. O padrão é compatível com movimentação financeira entre aliados da mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores fora do contexto político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 108.992,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 108.992,00, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre as mesmas pessoas: há doações de terceiros (João Edegar Pretto, Basílio Silva Junior) e despesas para comitês/fornecedores, com anos diferentes (2022 e 2024). Os valores são modestos e as entidades compartilham o mesmo partido (PT/RS), o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um loop fechado de retorno do mesmo montante. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as transações listadas não mostram uma devolução direta do dinheiro ao ponto de origem. Faltam elementos concretos que sugiram um padrão anômalo ou, ao contrário, uma explicação simples e legítima.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.096,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 71 mil no total). Três dos quatro agentes políticos são do PT do RS, o que pode indicar uma rede partidária legítima, mas a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, e há um salto de valor entre as transações de 2018 e as de 2022/2024. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de ciclo fechado com anos diferentes e a presença de uma empresa no meio impede uma explicação simples imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.320,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: as pontas (JOÃO EDEGAR PRETTO, ANA LUCIA FAGUNDES BITENCOURT DE OLIVEIRA) não aparecem como destinatárias finais do dinheiro que supostamente retorna. As entidades nomeadas são todas do PT/RS em 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, mas os valores e a direção das despesas (ex.: R$ 37.000 de Maria Eunice para 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC') não permitem confirmar se há retorno à origem. Faltam dados para dizer se é coincidência de coligação ou algo que mereça checagem.