severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 têm partido identificado (todas PT-RS), e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 6.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como empresa doando milhões e recebendo de volta, ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.002,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que poderia ser explicado por repasses internos ou ressarcimentos entre aliados. Porém, a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando para uma campanha quanto recebendo despesa de outra, e o elo 'EDUARDO SILVEIRA' não tem partido/cargo informado, dificultando avaliar a conexão. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ciclo fechado sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.792,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Luciano Rodrigues, Jeferson Fernandes) e pessoas ligadas ao mesmo grupo, como Eduardo Silveira e João Edegar Pretto, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.400 a R$ 6.000 por transação) e as transações se distribuem entre 2018, 2022, 2024 e 2026, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante. O conjunto é explicável por movimentação partidária rotineira, embora mereça registro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.438,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT no RS e duas pessoas físicas sem partido identificado, com valores baixos (R$ 21,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024). As transações parecem ser doações e despesas de campanha comuns, sem um padrão claro de retorno imediato ou valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe fortemente, como um valor muito acima do resto ou um fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar as notas fiscais e a relação entre as pessoas físicas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.338,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT do RS (Bohn Gass e Dagberto Reis) e dois prestadores de serviço (Varinia Silva Lado e William/Wilain Darlan da Silva Silveira), com valores baixos e em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações parecem ser doações de pessoas físicas e pagamentos de despesas de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe (valores altos, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado) que justifique priorização imediata, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 186.953,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e uma doação de campanha eleitoral (João Edegar Pretto, também do PT) em 2022, o que é compatível com movimentação dentro do mesmo campo político. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos, exceto o repasse de R$ 180 mil de Bohn Gass para a campanha de Pretto, que é uma doação eleitoral típica. A empresa Aixmobil aparece tanto doando quanto recebendo pequeno valor, mas sem indicar ciclo fechado no mesmo ano ou entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 182.933,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 180.000,00 de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO (2022) contra R$ 2.514,00 de doação da AIXMOBIL para ELVINO (2018) e R$ 39,30 de despesa de ASSIS FLAVIO para AIXMOBIL (2018). As transações ocorrem em anos distintos e as entidades têm partidos diferentes (PT e PC do B), mas há conexão indireta via João Edegar Pretto, que doou a Assis Flávio em 2022. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe do padrão de movimentação entre aliados, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 188.133,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul e uma empresa, com valores que variam de R$ 27,54 a R$ 180.000,00. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por doações partidárias, repasses internos de campanha ou despesas de campanha, comuns em coligações. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um valor de ordem de grandeza muito superior ou um fornecedor de ramo completamente alheio.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 224.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Paulo Pimenta) e dois comitês eleitorais do mesmo campo político (João Edegar Pretto, também PT/RS). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com repasses entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O padrão é explicável por articulação partidária e não há indício concreto que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 193.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 1.938,92 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados ou ressarcimentos. A maior transação (R$ 180.000,00) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022, o que é um gasto típico de campanha eleitoral, não um retorno do dinheiro. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa contratada recebendo de volta valores milionários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.994,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 2.514, R$ 2.000, R$ 4.392, R$ 88,64 e R$ 180.000) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT no RS, o que oferece uma explicação plausível via mesma coligação/partido, mas a presença de uma empresa sem nome e de uma empresa de mobilidade pagando despesa de campanha impede descartar o caso de imediato. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não há como afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 230.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Lindenmeyer, Fontana Junior) e comitês do próprio partido (João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza variadas, sem um retorno exato de valor entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 192.770,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do RS (Bohn Gass, Fontana, Lindenmeyer) e uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, também PT) em 2022, o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa Aixmobil aparece como doadora e recebedora de despesa de campanha, mas os valores são pequenos (R$ 2.514 e R$ 111,49) e podem ser ressarcimento ou prestação de serviço. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 180.000 de Bohn Gass para João Edegar Pretto, mas isso é uma doação de campanha a governador, não um retorno direto à cadeia. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de movimentação partidária, mas o ciclo fechado entre os mesmos atores merece uma olhada humana para confirmar a natureza dos repasses.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 188.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 800 a R$ 180.000) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos. A maior transação (R$ 180.000) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022, o que é compatível com apoio financeiro dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 265.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas sem nome identificado, com transações de anos diferentes (2018 e 2022). As doações entre candidatos da mesma coligação e o repasse de comitê (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) são padrões comuns e legítimos. O valor total de R$ 265 mil não é uma ordem de grandeza absurda, e não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, como fornecedor de ramo incompatível ou preço muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 226.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Leonel Matias) e comitês/empresas ligadas ao mesmo campo político, com valores compatíveis entre si (R$ 2 mil a R$ 180 mil). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre aliados e despesas com fornecedores, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.017,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do PT/RS e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. A maior transação (R$ 180 mil de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha em 2022, não fechando o loop diretamente com a empresa. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 224.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e valores que, embora formem um loop, têm explicações plausíveis: repasses entre campanhas do mesmo partido/coligação e despesas com candidatos aliados são comuns. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como fornecedor de ramo incompatível ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 191.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Jeferson Oliveira Fernandes) e um comitê financeiro de campanha do mesmo campo político (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 180.000) e as transações se concentram em 2018 e 2022, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O loop parece refletir o fluxo normal de recursos entre campanhas aliadas, não um padrão que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.994,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Bohn Gass e Jeferson Fernandes) e uma empresa (Aixmobil), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: R$ 2.514,00 de doação da empresa a Bohn Gass em 2018, R$ 8.864,00 de despesa de Jeferson à Aixmobil em 2018, R$ 4.392,00 de doação do comitê de Edegar Pretto a Jeferson em 2022 e R$ 180.000,00 de despesa de Bohn Gass a João Edegar Pretto em 2022. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a conexão entre as pontas (doação da empresa em 2018 e despesa de Bohn Gass a Edegar Pretto em 2022) é indireta e temporalmente distante. Os fatos não permitem afirmar que se trata de padrão rotineiro nem de algo claramente anômalo, justificando uma triagem inconclusiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 186.975,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2.514, R$ 4.392, R$ 69,80 e R$ 180.000). A maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) não tem contrapartida direta no ciclo, e as demais são de baixo valor. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 187.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 800 a R$ 180.000) e entidades de partidos diferentes (PT e PDT), mas todas do RS e com anos de atividade política sobrepostos. A maior transação é uma despesa de R$ 180.000 de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO, que não aparece como entidade listada, e as demais são doações de valores baixos. Sem saber a natureza dos serviços ou a relação entre as pessoas, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão de alianças locais ou ressarcimentos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatos do PT/RS em anos diferentes (2018 e 2022), e as outras duas aparecem como doadoras/fornecedoras em pontas opostas. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 5.500) e as transações ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto — como valores muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado no mesmo ano — que force uma checagem humana prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas e campanhas do PT no RS, com valores modestos (R$ 15,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, o que é compatível com repasses internos de aliados e ressarcimentos de campanha. Não há empresa fornecedora recebendo de volta, nem salto de ordem de grandeza, nem ramo estranho ao serviço. O loop existe, mas os fatos disponíveis não permitem dizer se é coincidência de rede partidária ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 10.967,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Marcel Frison) e um terceiro nome (João Edegar Pretto) que aparece como doador de Bohn Gass e como destino de despesa de Frison, todos no mesmo campo político-partidário. As transações são de baixo valor (R$ 10,9 mil no total) e se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop fechado e imediato. O padrão é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com estrutura partidária, sem nenhum fato que destoe do ramo ou da ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.601,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e REDE) e valores de ordens de grandeza distintas (R$ 2.514, R$ 5.000, R$ 35.000 e R$ 87,30), sem que se identifique um elo partidário ou coligação comum que explique a cadeia. A maior transação (R$ 35.000 de Bohn Gass para Miguel Rossetto) não é claramente uma doação eleitoral, podendo ser despesa de campanha ou repasse, o que quebra a lógica de 'doação circular'. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como empresa doando milhões e recebendo quase o mesmo de volta), mas também não há padrão legítimo evidente que explique o loop inteiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 70.125,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS em 2018 e valores que, embora formem um loop, têm magnitudes muito diferentes: R$ 35.000 de despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto, R$ 32.500 de doação de Rossetto a Fontana, R$ 2.514 de doação da AIXMOBIL a Bohn Gass e R$ 111,49 de despesa de Fontana à AIXMOBIL. A presença de Miguel Rossetto (também quadro histórico do PT/RS) como intermediário e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas do ciclo não permitem afirmar que seja um padrão rotineiro de mesma coligação, mas também não há um fato isolado que destoe claramente do esperado. Falta informação sobre vínculo societário da AIXMOBIL e sobre a natureza dos serviços prestados para decidir se o loop é mera coincidência ou merece checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Lindenmeyer) e pessoas físicas ligadas ao partido, como João Edegar Pretto (candidato a governador em 2022) e Miguel Soldatelli Rossetto. As transações são de baixo valor, distribuídas em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), e podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação, ressarcimentos de campanha ou repasses internos do partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 47.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e dois fornecedores/pessoas físicas, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e anos distintos (2018 e 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão (como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.602,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e duas empresas, com valores que não são equivalentes entre si (R$ 35.000,00 de despesa de Bohn Gass a Rossetto versus R$ 2.514,00 de doação da Aixmobil a Bohn Gass). Não há evidência de que as empresas sejam fornecedoras ou doadoras recíprocas relevantes, nem de que os valores retornem de forma próxima ao ponto de partida. O padrão pode ser explicado por relações de campanha na mesma coligação, mas os fatos apresentados não permitem afirmar se há algo atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Bohn Gass e Jeferson Fernandes) e dois intermediários sem nome identificado, com valores modestos (R$ 50,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, ressarcimentos ou repasses internos de campanha, padrão comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre desconhecidos), então não há elemento concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Stela Farias Lopes e João Edegar Pretto), o que é compatível com movimentação financeira entre aliados da mesma coligação/partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 59.392 no total), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O fluxo pode ser explicado por doações e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político, sem um fato concreto que fuja do padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.583,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51,5 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. Há vínculos partidários parciais (PT e PDT no RS), porém a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo pagamento, e o elo MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO não tem partido/cargo informado. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação eleitoral comum, sem um fato isolado que destoe claramente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 51.800, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo ano. Há vínculos partidários parciais (PT/RS entre Bohn Gass, Anita e Joracir), o que permite explicar parte do fluxo como circulação dentro de um mesmo campo político, mas a presença de uma empresa sem nome e de um prefeito do PDT impede uma leitura totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 150.096,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Paulo Paim e Elvino Bohn Gass) e uma empresa, com valores muito díspares: R$ 112.500 de doação a Paim, R$ 35.000 de despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto, R$ 2.514 de doação da AIXMOBIL a Bohn Gass e R$ 82,37 de despesa de Paim à AIXMOBIL. As conexões partidárias e a proximidade temporal (2018) oferecem explicação plausível para parte do fluxo, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a assimetria extrema dos valores (R$ 82,37 vs. R$ 112.500) não permitem afirmar que é rotineiro nem que é claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza da AIXMOBIL e sobre a relação entre as campanhas para decidir.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 43.562,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos. Porém, a presença de uma empresa (AIXMOBIL) que doa para um candidato e recebe despesa de outra campanha, fechando o loop, não tem explicação óbvia nos dados. Os valores são modestos e não há indício claro de irregularidade, mas a estrutura circular merece uma checagem humana para descartar coincidência ou confirmar padrão legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre campanhas do PT no RS em anos distintos (2018 e 2022), com valores que variam de R$ 300 a R$ 35.000. As conexões podem ser explicadas por repasses internos partidários, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Faltam dados sobre as duas empresas sem nome para avaliar se há algo atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 175.438,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político no RS (PT), incluindo dois deputados federais e figuras como João Edegar Pretto e Miguel Rossetto, todos historicamente aliados. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O padrão é consistente com repasses e ressarcimentos entre campanhas aliadas, não com um loop fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 44.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass e Luis Fernando Schmidt) e pessoas físicas, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 35.000) e todos no mesmo ano de 2018. As transações são compatíveis com doações e despesas de campanha entre aliados do mesmo partido, incluindo possível ressarcimento ou pagamento a fornecedor/prestador de serviços. Não há indício de empresa grande devolvendo valor milionário nem de fornecedor fora do ramo, e o montante total (R$ 44 mil) é baixo para o padrão eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os valores e anos apresentados: há doações e despesas entre PT e aliados (João Edegar Pretto, Miguel Rossetto) em anos distintos, sem que o dinheiro retorne de forma clara ao ponto de partida. Os valores são modestos (R$ 44.392 no total) e compatíveis com movimentação típica de campanhas do mesmo campo político no RS. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de alianças partidárias, mas também não se pode afirmar que seja totalmente explicável sem checar a cadeia completa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 50.185,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 (Elvino Bohn Gass e Claudir Nespolo) e duas empresas, com valores que não são absurdos nem idênticos entre si. As transações podem ser explicadas por repasses dentro da mesma coligação, despesas de campanha com fornecedores ou ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe claramente. Não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de origem em montante equivalente ou que o fornecedor atue em ramo incompatível, então não há elemento concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósR$ 10.843,80
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.060,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações podem refletir ressarcimentos ou doações entre aliados políticos locais no RS. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e dois intermediários (Milton Cesar Perkoski e Márcio Medeiros Felix), com valores modestos (R$ 14.300 no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações de Márcio a Jeferson e a despesa de Jeferson a Milton são compatíveis com relações de aliados ou prestadores de serviço dentro do mesmo campo político, e a despesa de Elvino a Márcio pode ser pagamento por serviço. Não há um fato agudo — como valores de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do RS (Bohn Gass, Jeferson Fernandes e João Edegar Pretto), com valores modestos (R$ 17,2 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha pagas a fornecedores/aliados, padrão comum em coligações. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 27.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e campanhas do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 27,9 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, como o pagamento de R$ 15 mil da campanha de Stela Lopes à campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O loop é curto, mas dentro de uma mesma rede partidária, o que é comum em prestações de contas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas campanhas do PT no RS (Bohn Gass e Jeferson Fernandes) e dois intermediários sem partido/cargo informado. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor de ramo estranho, valor muito acima do padrão, ciclo curto entre pessoas sem vínculo) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.492,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Jeferson Fernandes e João Edegar Pretto), com valores modestos (R$ 17,5 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. A doação de R$ 4.392 de João Edegar Pretto para Elvino Bohn Gass e a despesa de R$ 6.000 de Jeferson Fernandes para a campanha de Edegar Pretto são compatíveis com articulação política normal dentro da mesma federação/coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.241,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22,2 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três dos quatro políticos são do PT/RS, o que poderia explicar parte das conexões como rede partidária, mas a empresa AIXMOBIL e a campanha de Antonio Valdeci (sem partido informado) não têm vínculo claro com esse grupo. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 58.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Bohn Gass e Pimenta) e valores modestos (R$ 58,5 mil no total), compatíveis com despesas de campanha e doações entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a leitura de 'loop' suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas.