severidade média4 nósIA: plausívelR$ 202.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, o que é compatível com repasses internos de coligação ou ressarcimentos entre aliados. Os valores são modestos (R$ 2.028,92 no total) e as transações têm contrapartidas típicas de campanha, como doações e despesas com fornecedores. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou empresa recebendo de volta quantia milionária. O loop, embora fechado, é explicável por movimentação dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.978,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa, mas as transações não formam um loop direto e fechado: há um elo intermediário (MIGUEL SOLDATELLI ROSSETTO) que não aparece como entidade listada e cujas relações não são detalhadas. Os valores são modestos (R$ 26.978,62 no total) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Sem saber se há vínculo partidário/coligação entre todos os envolvidos ou a natureza dos serviços prestados, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.399,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PT/RS e uma empresa, mas os valores são muito desiguais: a maior transação (R$ 35.000 de Henrique Fontana para Miguel Rossetto) não fecha o loop com os R$ 1.285 recebidos da AIXMOBIL. As entidades compartilham partido e provavelmente coligação, o que dá uma explicação simples para doações cruzadas, mas a presença de uma empresa de serviços no meio de um ciclo entre políticos e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas impedem cravar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.237,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Lindenmeyer) e uma empresa (Aixmobil), o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, exceto a despesa de R$ 128.900,00 de Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a menção a uma entidade sem nome mantêm a dúvida.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.386,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Jeferson Oliveira Fernandes) e uma empresa, com valores modestos (R$ 12,4 mil no total). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e há um doador individual (João Edegar Pretto) que também aparece como beneficiário de despesa de campanha, sugerindo repasses dentro do mesmo grupo político. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.569,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000 de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto) não fecha o loop diretamente, e as demais somam valores pequenos (R$ 455, R$ 5.000, R$ 114,62). As entidades incluem dois políticos do PT/RS e uma empresa, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços, mas a ausência de detalhes sobre a natureza dos pagamentos e a participação de Miguel Rossetto (não listado como entidade) impedem uma conclusão clara. Não há um fato único e gritante que justifique priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.329,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e comitês do PT no Rio Grande do Sul (Nestor Schwertner, Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto), todos da mesma federação partidária, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 12,3 mil no total) e as transações ocorrem em 2018 e 2022, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. A presença de Cristiana Mathias como intermediária não é detalhada, mas pode ser uma fornecedora ou tesoureira, o que explicaria o fluxo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 49.474,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Rita de Cássia e Luiz Fernando Mainardi) e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 49,4 mil no total). A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 42,3 mil da campanha de João Edegar Pretto (governador) para Rita, e uma despesa de R$ 6 mil de Mainardi para João Edegar Pretto, o que pode ser repasse dentro do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a natureza dos serviços da Rinobox e o motivo dos repasses.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 54.024,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, governador) para uma delas, o que é compatível com repasses dentro da mesma coligação. A empresa RINOBOX aparece como doadora de uma das candidatas e recebedora de uma despesa de pequeno valor (R$ 77,08) da outra, mas o valor é irrisório e pode ser um serviço pontual. A despesa de R$ 6.000 da candidata Laura para 'EDEGAR PRETTO' também é compatível com repasse a candidato majoritário da mesma chapa. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores desproporcionais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.320,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve transações de naturezas distintas: uma doação da Rinobox à campanha de Rita (PT-RS), uma despesa de Rita com o Facebook (anúncios), uma doação do Facebook à campanha de Danilo (PRTB-DF) e uma despesa de Danilo com a Rinobox. As duas empresas são fornecedores comuns de campanhas (Facebook para impulsionamento, Rinobox para serviços financeiros), e os valores são modestos (R$ 1.204 a R$ 15.000). Não há indício de que as campanhas sejam aliadas ou de que o dinheiro retorne enriquecido a um mesmo bolso; o 'loop' parece ser apenas um artefato de agregar transações independentes de 2022.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.133,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18 mil no total) e pessoas físicas ligadas ao PT no RS, com transações espalhadas entre 2018 e 2026 — não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com ressarcimentos, prestação de serviços ou repasses internos de um mesmo grupo político. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo milhões), então não dá pra apontar nem rotina clara nem estranheza específica.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.752,64
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre Jeferson (PT), a empresa Aixmobil e Claudir (PT), mas o elo de volta passa por Márcio Medeiros Félix, que não tem partido/cargo informado e não aparece como entidade da cadeia. Além disso, Claudir paga R$ 9.000 a Márcio, que doa valores a Jeferson, enquanto Jeferson paga apenas R$ 88,64 à Aixmobil e esta doa R$ 6.864 a Claudir — assimetria de valores e um intermediário sem vínculo partidário declarado dificultam a explicação simples por mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 143.211,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores compatíveis com doações entre aliados e repasses para a campanha majoritária de Edegar Pretto. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora e também recebedora de uma despesa de campanha, mas o valor é pequeno (R$ 88,64) e pode ser um serviço prestado. O fluxo mais expressivo é a despesa de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de Edegar Pretto (R$ 128.900,00), típica de transferência para campanha majoritária do mesmo partido.
severidade média5 nósR$ 10.593,14
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.319,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Jeferson e Nestor) e uma doação de Nestor à empresa Aixmobil, que por sua vez doou a Jeferson. As transações se estendem por 2018 e 2022, não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e os valores são modestos (R$ 12,3 mil no total). O fluxo é compatível com repasses dentro do mesmo campo político e com despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.792,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e comitês do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 13,8 mil no total) e transações que se explicam por repasses internos de campanha majoritária (ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR / EDEGAR PRETTO FEFC) para candidatos proporcionais da mesma chapa. As setas são compatíveis com doações de comitê a candidatos e despesas de candidatos com o comitê, padrão comum em coligações. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.802,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no RS, com valores modestos (R$ 11.802 no total) e transações que se estendem por anos diferentes (2020, 2022, 2026), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e repasses internos de campanha. As entidades sem nome são empresas, mas não há indício de que sejam fornecedores fora do ramo ou de valores discrepantes. O fluxo 'JEFERSON -> ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC' e 'ELEÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR -> JOACIR' sugere participação no mesmo grupo político estadual, o que explica a circularidade sem necessidade de checagem urgente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 156.572,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas figuras do PT no Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Denise da Silva Pessoa e os comitês de Eduardo Silveira e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 1.400 a R$ 150.000) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.136,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2018 e 2022, com valores modestos (R$ 18 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e repasses para a campanha majoritária de Edegar Pretto em 2022. A empresa Aixmobil aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 111,49) é irrisório e compatível com ressarcimento de despesa. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 52.932,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 52,9 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos. As doações de Edegar Pretto a Laura Silveira e as despesas de Jeferson Fernandes para a campanha de Edegar Pretto são compatíveis com articulação partidária normal. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 52.932,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas mostram apenas dois candidatos do PT/RS (Jeferson e Laura) e pessoas físicas ligadas a eles, sem que se veja claramente o fechamento do loop com valores equivalentes. As doações e despesas têm valores díspares (R$ 100, R$ 42.317, R$ 6.000, R$ 4.515) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de agregação. Falta informação sobre a empresa sem nome e sobre a conexão exata entre as pontas do ciclo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.383,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Henrique Fontana Junior e Leonel Jose Morem Matias), todos ligados à mesma federação/coligação, e uma empresa (Aixmobil) que aparece doando para um deles e recebendo despesa de outro. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 6.000), compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. O loop pode ser explicado por repasses dentro do mesmo grupo político, ressarcimentos ou coincidências contábeis entre campanhas aliadas, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.542,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes e Leonel José Morem Matias) e entidades de campanha do mesmo partido/coligação, como 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' e 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC'. As transações são de valores modestos (R$ 1.400 a R$ 6.000) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024, 2026), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.592,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 14.592,00, com dinheiro saindo de Jeferson Oliveira Fernandes (PT) para a campanha de Edegar Pretto, que doa a Dionilso Mateus Marcon (PT), que paga despesa a Carmen Regina Olsson, que doa de volta a Jeferson. Embora todos os políticos identificados sejam do PT/RS, o retorno do dinheiro à campanha de origem em um ciclo curto e fechado é um fato que foge ao padrão comum de doações e despesas e merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas a estrutura circular com valores expressivos justifica priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.992,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Jeferson Oliveira Fernandes (PT/RS) e Dionilso Mateus Marcon (PT/RS), ambos do mesmo partido e estado, o que oferece uma explicação simples via coligação/aliados. As transações somam R$ 13.992,00, valor baixo, e incluem doações e despesas de campanha que podem ser repasses internos ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.341,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 12,3 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As conexões entre Jeferson (PT) e Tarcísio (PDT) passam por uma doação de João Edegar Pretto a Tarcísio e uma despesa de Jeferson para a campanha de Edegar Pretto, sugerindo possível proximidade política no RS, mas sem partido/coligação comum explícita. Não há um fato concreto que destoe (valor, ramo do fornecedor, ciclo curto) nem uma explicação simples e clara; os dados são insuficientes para priorizar ou descartar.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.479,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal ou valor fora de escala. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa recebendo de volta montante equivalente ao doado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.479,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Jeferson Oliveira Fernandes e Nestor Pedro Schwertner) e entidades ligadas à mesma chapa majoritária do partido em 2022 (ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR e seu comitê financeiro). As transações são de valores modestos (R$ 1.200 a R$ 4.392) e compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O loop pode ser explicado por circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem fornecedor de ramo estranho ou empresa de grande porte devolvendo valores. Não há, nos fatos apresentados, elemento que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 52.154,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e a conta de campanha de Edegar Pretto (PT), que aparece doando para Ana Ines Affonso e recebendo despesa de Nestor Schwertner. As transações são de valores modestos (R$ 2,4 mil a R$ 42,3 mil) e compatíveis com repasses internos de campanha majoritária para proporcionais, típicos de uma mesma coligação partidária. O retorno a José Leopoldo da Rosa via despesa de Ana Ines também se encaixa em pagamento a fornecedor/prestador de serviços da campanha, sem indicar ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.049,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas do PT do Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 20 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados do mesmo partido. Não há empresa fornecedora com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos. O padrão é explicável por relações partidárias e eleitorais legítimas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 62.592,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e pessoas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 62,5 mil no total) e transações que se explicam por repasses internos de campanha: doação do comitê de Edegar Pretto a Ana Ines Affonso, despesa de Marcel Frison para a campanha de Edegar Pretto e pagamento de Ana Ines a Priscila Kuplich. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem empresa devolvendo milhões. O padrão é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 210.376,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PT do Rio Grande do Sul em 2022, o que é compatível com repasses internos entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e há transações de mão dupla entre Maria do Rosário e João Edgard Pretto (doação de R$ 201.576,00 e despesa de R$ 1.300,00), sugerindo relação política já existente. Não há indício de empresa grande devolvendo valor quase idêntico nem fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 421.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e duas pessoas físicas (Miguel Soldatelli Rossetto e João Edegar Pretto), com valores que giram entre R$ 5 mil e R$ 201 mil. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e podem refletir doações e despesas de campanha dentro de um mesmo campo político, sem que os dados fornecidos permitam afirmar que há um loop fechado no mesmo período ou entre entidades sem relação partidária. Não há elemento concreto que destoe do padrão de financiamento entre aliados, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 406.521,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Henrique Fontana, Alexandre Lindenmeyer) e pessoas físicas/empresas ligadas a eles, com valores modestos e transações em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As doações e despesas podem ser explicadas por alianças partidárias, ressarcimentos de campanha ou repasses internos do partido, sem um fato concreto que fuja do padrão político-eleitoral comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível ou valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 247.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria do Rosário e Jeferson Oliveira) e pessoas físicas/empresas sem nome identificado, com transações em anos diferentes (2018 e 2022). Há um elo claro de mesma coligação/partido que pode explicar parte do fluxo, mas a cadeia fecha com valores e intermediários não nomeados, dificultando descartar coincidência ou ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (valores na casa de milhares a dezenas de milhares), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 256.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com doações e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses internos do partido, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 55.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, há transações cruzadas em anos distintos (2018, 2020, 2024) com valores que não fecham um padrão claro de ressarcimento ou devolução. O fato de Maria do Rosário pagar uma despesa de R$ 35.000 a Miguel Soldatelli Rossetto, que depois doa R$ 12.000 a Anita Dória (PT), que por sua vez doa a Tarcísio Zimmermann (PDT), que paga despesa a Marcela Cunha Trindade, que doa a Maria do Rosário, forma um loop com atores de partidos distintos e sem justificativa aparente nos dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 251.326,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas faltam informações sobre as duas empresas sem nome e sobre a relação entre os doadores e fornecedores. Não há um fato concreto que destoe (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem checar as entidades não identificadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 93.237,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades com valores e anos distintos: uma doação de 2018 de Miguel Rosseto a Dilce, uma despesa de Maria do Rosário a Miguel em 2018, uma doação da ELEGIS a Maria em 2026 e despesas de Dilce à ELEGIS em 2024. As conexões partidárias (PT e PC do B, ambos de esquerda no RS) e a diferença temporal tornam o loop pouco coeso, mas a ELEGIS aparece tanto doando quanto recebendo, o que merece verificação. Não há um fato isolado que caracterize ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 242.876,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações de pessoas físicas (João Edgar Pretto) e despesas entre campanhas, sem que os valores retornem exatamente à origem. Os nomes Maria do Rosário Nunes e Luiz Fernando Mainardi são ambos do PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo campo político, mas a presença de terceiros sem partido identificado e a ausência de detalhamento sobre os pagamentos impedem uma conclusão. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de financiamento, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 372.622,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e pessoas físicas ligadas ao partido (João Edgar Pretto, Miguel Rossetto), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 201 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 241.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria do Rosário e Sandrali) e pessoas físicas/empresas não identificadas, mas as transações listadas não formam um loop claro e direto entre as mesmas entidades. Há doações e despesas em anos diferentes (2018 e 2022) e valores díspares, sem que se veja um retorno do dinheiro à origem de forma suspeita. Faltam dados sobre as empresas sem nome e sobre a relação entre os doadores e as campanhas para avaliar se é um padrão partidário comum ou algo a checar.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.626,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 100 a R$ 6.000) que são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 201.576,00) é uma doação de João Edgar Pretto para Maria do Rosário, não fazendo parte do loop circular em si. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores de ordem de grandeza discrepante dentro da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 336.472,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Maria do Rosário e Denise da Silva Pessoa) e um mesmo fornecedor/pessoa física (João Edegar Pretto), com valores compatíveis entre doações e despesas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem ser explicadas por repasses internos do partido, ressarcimentos de campanha ou contratação de serviços gráficos/impressão. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.660,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) e pessoas físicas intermediárias, mas os valores são baixos (R$ 13.660 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações parecem ser doações e despesas de campanha comuns, possivelmente prestação de serviços entre militantes ou fornecedores. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de financiamento eleitoral de pequeno porte.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 213.876,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações de Márcio Medeiros Felix a Jeferson Oliveira Fernandes, uma doação de João Edgar Pretto a Maria do Rosário, uma despesa de Maria do Rosário a Márcio Medeiros Felix e uma despesa de Jeferson a uma eleição de Edgar Pretto. Os valores são díspares (R$ 100 a R$ 201.576) e os anos variam (2018, 2022, 2026), sem que se identifique um retorno do dinheiro ao ponto de origem. Faltam dados que liguem diretamente as pontas do ciclo, como a identidade da empresa sem nome e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 218.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e pessoas físicas (Carlos Antônio Santana, João Edgar Pretto, Edegar Pretto) que podem ser aliados, doadores ou prestadores de serviço do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 201,5 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), sem um encadeamento imediato que caracterize devolução de recursos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas três delas são do PT (Maria do Rosário, Laura Silveira e o intermediário Carlos Santana) e apenas Renan da Silva é do PSB, o que enfraquece a hipótese de simples coincidência partidária. Os valores são modestos (R$ 13.850 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 223.346,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores pequenos (R$ 800 a R$ 201.576), sem um encadeamento claro que feche o loop no mesmo período. As entidades identificadas são todas do PT/RS, o que é compatível com repasses internos partidários ou despesas de campanha entre aliados. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre desconhecidos) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 247.186,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram valores modestos (R$ 2.610 a R$ 201.576) e todas as pessoas identificadas são filiadas ao PT no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados ou ressarcimentos. O total de R$ 247 mil é baixo e não há um único fato que destoe claramente do padrão (fornecedor estranho, valor muito acima do mercado, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário). Sem mais detalhes sobre a natureza exata de cada elo (ex.: se a empresa sem nome é fornecedora real), não dá para dizer que é bizarro nem que é rotineiro.