severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 235.570,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do RS (Maria do Rosário, José Alberto Reus Fortunati e Jeferson Oliveira Fernandes), o que é compatível com repasses internos de campanha/coligação. Porém, a cadeia inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) e uma entidade sem nome, e os valores são díspares (R$ 1.880 a R$ 201.576), sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo a checar. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para classificar como bizarro, nem elementos que expliquem completamente o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.412,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Maria do Rosário e José Fortunati), mas Tarcísio Zimmermann é do PDT e a empresa AIXMOBIL não tem relação evidente com os demais. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 231.802,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Maria do Rosário, José Alberto Reus Fortunati e Nestor Pedro Schwertner), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Porém, a cadeia inclui uma empresa privada (Aixmobil) e uma campanha majoritária (João Edegar Pretto Governador) sem que os fatos expliquem a relação, e os valores são muito díspares (de R$ 175 a R$ 201.576). Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, mas também não há elementos suficientes para descartar a estranheza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 410.204,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Elvino Bohn Gass e José Alberto Reus Fortunati), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou contratação de serviços entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A empresa Aixmobil aparece como doadora e também recebedora de despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de quebra do ciclo por entidades sem vínculo partidário ou valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 80.398,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 80 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2024, 2026) e a maioria dos elos é entre membros ou estruturas do PT (Maria do Rosário, José Fortunati e Diretório Metropolitano do PT). A única entidade fora do PT é Débora Rios Garcia (Republicanos), mas sua participação é uma despesa de R$ 48,35 à ELEGIS em 2024, valor irrisório. Não há um fato concreto que force uma explicação implausível, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 225.339,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PT do RS, o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo grupo político. As transações têm valores e anos muito díspares (R$ 2,18 a R$ 200.000,00; 2022 a 2026), e a maior parte do fluxo é compatível com doações e despesas partidárias rotineiras. O elo que mais chama atenção é a empresa ELEGIS receber R$ 2.186,75 de um vereador e doar R$ 18.108,18 a uma deputada, mas o valor é baixo e pode ser prestação de serviço ou repasse. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 254.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas e de uma campanha (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) e despesas pagas a terceiros, sem que os valores retornem de forma direta à origem. As entidades identificadas são todas do PT do RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. O valor total (R$ 254.817) não é exorbitante e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 245.167,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT do RS (Maria do Rosário e Laura Sito) e um candidato do PSB, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 1.850 e R$ 1.000) e uma despesa de R$ 200.000 de Maria do Rosário para João Edgar Pretto. Não há evidência de que a empresa sem nome (47423222000180) participe do ciclo, e as transações listadas não formam um loop claro de retorno à mesma campanha. Os fatos são insuficientes para afirmar padrão legítimo ou anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 208.675,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT no Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Olívio Dutra, Laura Sito), o que é compatível com repasses e despesas entre aliados da mesma federação/coligação. A única entidade fora do PT é Renan da Silva (PSB), mas o valor que ele doa a Maria do Rosário (R$ 1.850) é pequeno e pode ser devolução ou apoio pontual. O valor mais alto (R$ 200.000 de Maria do Rosário a João Edgar Pretto) aparece como despesa, não como fechamento do loop, e não há detalhamento do serviço/produto que explique a transação. Sem saber a natureza dessas despesas e a relação partidária exata entre os envolvidos, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 259.076,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: a maior parte do valor (R$ 200.000,00) é uma despesa de Maria do Rosário para João Edgar Pretto, que não aparece como entidade do ciclo. As demais transações são de valores muito díspares (R$ 40.967,00; R$ 18.108,18; R$ 1,09) e em anos diferentes, sem evidência de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 210.592,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) no RS, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno equivalente. A maior transação (R$ 200 mil de Maria do Rosário a João Edegar Pretto em 2022) não tem contrapartida clara no loop, e os nomes intermediários variam (Marcella/Marcela), dificultando afirmar que é um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato único e concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.192,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT e PDT no RS em anos distintos (2018 e 2022), sem coligação comum evidente, mas as transações são de naturezas variadas (doação, despesa) e valores heterogêneos. A maior transação (R$ 128.900,00) é uma despesa de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente, e a doação de Henrique Fontana a Alexandre Lindenmeyer (R$ 8.545,53) é plausível entre correligionários do PT. Não há um fato único que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos diferentes e a intermediação de empresas sem clara relação partidária impede uma explicação simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 187.990,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação é uma despesa de campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doou para Tarcísio (2018), e as demais transações são de valores baixos ou irrelevantes (R$ 0,02). Não há um fato único e claro que configure um loop fechado e suspeito, como valores equivalentes ou ciclo curto entre os mesmos atores.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.254,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 12.254 entre quatro entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e envolvem valores e tipos diferentes (doações e despesas), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado. Além disso, as entidades têm partidos distintos (PDT e PT) e não há evidência de coligação comum ou relação direta entre todas as pontas. Os fatos apresentados não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem, faltando dados sobre a empresa sem nome e a conexão entre as transações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 338.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Fernanda Melchionna, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 350.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado de curto prazo. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 336.917,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores que não destoam entre si (R$ 3.309, R$ 2.000, R$ 13 e R$ 4.000). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatas do próprio partido e com despesas de campanha de baixo valor, como reembolsos ou pagamentos a prestadora de serviço. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza superior nem empresa doadora recebendo de volta montante equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 338.217,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores compatíveis com repasses partidários e pequenas despesas de campanha. A maior transação é a doação da Direção Estadual para Fernanda Melchionna (R$ 330,9 mil), padrão comum de repasse de recursos do partido a candidatos. As demais movimentações são de baixo valor (R$ 13, R$ 400, R$ 5.900, R$ 1.000) e podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas operacionais dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 332.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 1.000, R$ 400, R$ 13) e repasses partidários usuais. A maior transação (R$ 330.904) é do diretório estadual para uma candidata do mesmo partido, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 458.078,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação de campanha: R$ 5.900 de um candidato a outro, R$ 13 de despesa e R$ 75.000 pagos a um fornecedor (ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA), que também doou R$ 45.261 ao longo de vários anos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 408.917,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As maiores transações são doações da direção estadual para Fernanda Melchionna (R$ 330,9 mil em 7 parcelas) e despesas de Fernanda com Etevaldo Souza Teixeira (R$ 75 mil), enquanto as movimentações de Luciana Krebs Genro são de baixo valor (R$ 3 mil recebidos, R$ 13 pagos). Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 342.917,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor é um repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 338.067,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos (R$ 590, R$ 500, R$ 750, R$ 13) e uma doação maior da direção partidária para uma candidata. As transações são compatíveis com repasses internos de partido, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. O conjunto é explicável por padrão partidário legítimo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 337.017,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 330,9 mil) é doação do partido para a campanha de Fernanda Melchionna, enquanto as demais transações são pequenas (R$ 1,3 mil, R$ 5 mil e R$ 1,1 mil). O retorno ao partido é uma despesa de R$ 13,00, compatível com ressarcimento ou taxa, e não há fornecedor externo nem ramo estranho. O padrão é típico de repasses internos de uma mesma coligação/partido, sem fato que fuja do roteiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 343.512,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo (R$ 330.904,00) é repasse da direção estadual do partido para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 45,00, R$ 13,00, R$ 2.550,00 e R$ 10.000,00) e ocorrem entre candidatos do mesmo partido, podendo ser ressarcimentos, doações internas ou despesas de campanha. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos dentro da mesma legenda, sem indício de fornecedor externo ou valor atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 341.667,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os montantes são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. O fluxo é explicável por doações internas e ressarcimentos entre campanhas aliadas, não configurando um padrão atípico que exija priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 349.567,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e não há indício de retorno financeiro pessoal ou de fornecedor estranho ao ramo. O padrão é típico de movimentação interna de partido/coligação, sem fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 348.057,00
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente quadros do PSOL/RS (Fernanda Melchionna, Luciana Genro) e o diretório estadual do próprio partido, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A única perna que sai do eixo PSOL é uma doação de R$ 140 de Fernanda para João Edegar Pretto (PT), valor irrisório e típico de doação entre aliados. O grosso do volume (R$ 330 mil) é repasse do diretório estadual para uma candidata do próprio partido, padrão legítimo e comum.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 335.017,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL-RS): a direção estadual repassou R$ 330.904,00 a Fernanda Melchionna, que pagou R$ 2.100,00 a Jurema Louzada Alves, que doou R$ 2.000,00 a Luciana Krebs Genro, que teve uma despesa de R$ 13,00 com a direção estadual. Os valores de retorno são irrisórios perto do total e compatíveis com ressarcimentos ou despesas miúdas, e todas as pessoas são filiadas ao mesmo partido, o que explica a circulação dentro da mesma coligação. Não há fornecedor estranho, valor desproporcional ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 162.913,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões partidárias existem (PSOL e PT no RS), mas não há um elo claro e direto que justifique um alerta imediato. O caso merece uma checagem leve, mas os fatos apresentados não são suficientes para classificá-lo como bizarro ou plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 157.013,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL e PT) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.000, R$ 1.300, R$ 6.000 e R$ 150.000), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e parte delas é classificada como despesa, não como doação, dificultando a leitura de circularidade. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não se pode afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 209.174,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são heterogêneos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, as entidades incluem diretórios partidários e candidatos de partidos aliados (PSOL e PT), o que pode explicar repasses internos e doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 160.013,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL e PT no RS), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 160 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 329.379,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no RS, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual ao candidato Carlos Roberto (R$ 322 mil), padrão comum de financiamento partidário, e as demais são de baixo valor (R$ 45, R$ 7 mil e R$ 13). Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 329.424,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 45 e R$ 13) e um repasse maior da direção partidária ao candidato Carlos Robaina (R$ 322 mil), padrão comum de repasse de recursos partidários. As transações entre pessoas físicas são de baixíssimo valor e compatíveis com doações/ressarcimentos internos de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O valor total do loop é inflado pelo repasse partidário, que não retorna à origem. Não há fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 327.014,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual ao candidato Carlos Roberto de Souza Robaina (R$ 322 mil), típica de repasse de recursos partidários, e as demais são de baixo valor ou entre candidatos do mesmo partido. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do resto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 323.234,65
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas membros e a direção estadual do PSOL-RS, com valores que decrescem ao longo da cadeia (R$ 322 mil da direção para Robaina, R$ 400 de Robaina para Zacarias, R$ 500 de Zacarias para Luciana e R$ 13 de Luciana para a direção). O grosso do valor é o repasse partidário regular a um candidato, e as transações seguintes são de pequeno porte, compatíveis com doações entre aliados e despesas miúdas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 329.134,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido a candidatos e entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 800 a R$ 4.000) e a maior parte do total vem de doações da direção estadual a Carlos Robaina, padrão comum de financiamento partidário. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de fornecedor externo ou valor atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 324.534,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 400 a R$ 1.000) e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas do mesmo partido. O valor mais alto (R$ 322 mil) é justamente o repasse da direção estadual ao candidato, típico de financiamento partidário, e não um retorno de empresa ao doador. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 401.134,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quadros do PSOL/RS (Robaina, Fernanda Melchionna, Luciana Genro) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos e compatíveis com transferências partidárias rotineiras, e o elo 'ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA' aparece como fornecedor/beneficiário de despesa de campanha, não como entidade externa desconexa. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 329.234,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores muito díspares: a maior transação (R$ 322 mil da direção estadual para Carlos Robaina) é um repasse partidário típico, enquanto as demais somam centavos a R$ 5 mil. As setas menores (R$ 800, R$ 1.300, R$ 1.100) são compatíveis com doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas miúdas de campanha, não com um esquema de lavagem. O loop parece ser um artefato de agregação de transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) dentro do mesmo partido, sem fato concreto que fuja do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 333.884,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual, Carlos Robaina, Fernanda Melchionna e Luciana Genro), todas do mesmo partido e atuando no mesmo estado. As transações são de baixo valor relativo (a maior é um repasse da direção estadual ao candidato, R$ 322 mil, valor compatível com repasse partidário) e as demais são doações e despesas miúdas entre aliados. O padrão é consistente com movimentação interna de campanhas de uma mesma coligação/partido, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 327.234,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos (R$ 800 a R$ 2.100) entre candidatos do mesmo partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O único valor alto (R$ 322 mil) é a doação da direção estadual ao candidato Carlos Robaina, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 324.908,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 1.000 e R$ 1.574) e repasses partidários legais de R$ 322 mil à campanha de Carlos Robaina. As transações entre candidatos e a direção partidária são compatíveis com repasses internos, ressarcimentos e doações entre aliados do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.193,37
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL no Rio Grande do Sul, e o valor total do ciclo (R$ 33 mil) é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e incluem doações da direção estadual a candidatos e despesas de candidatos a fornecedores, padrão comum em prestações de contas partidárias. O ciclo fechado pode ser coincidência entre aliados do mesmo partido, sem indicar irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.593,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores baixos (R$ 28,5 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026), o que é compatível com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. O maior valor é um repasse da direção estadual a Ruan dos Santos Martins (R$ 26,1 mil em 6 parcelas), padrão típico de financiamento partidário a candidato. Não há fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 105.193,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha: R$ 2.618,00 de doação da direção a Ruan, R$ 1.000,00 de Ruan a Fernanda, R$ 13,00 de despesa de Luciana à direção e R$ 75.000,00 de despesa de Fernanda a Etevaldo. Não há fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza acima do resto, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.293,37
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos do próprio partido (R$ 26.180,37 para Ruan dos Santos Martins), o que é um padrão legal e comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 10, R$ 13, R$ 1.100, R$ 5.000) e envolvem pessoas físicas do mesmo campo político, sem indício de enriquecimento ou desvio. O ciclo fechado é mais compatível com movimentação interna de campanha do que com um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.943,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual, Luciana Krebs Genro, Fernanda Melchionna e Ruan dos Santos Martins), o que é compatível com repasses internos do partido e devoluções de sobra de campanha. Os valores são modestos (R$ 37,9 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018-2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.293,37
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Rio Grande do Sul, e o loop envolve repasses da direção estadual do partido a candidatos e doações entre candidatos da mesma legenda, padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 31 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A presença de uma entidade sem nome (98649400078) e de JUREMA LOUZADA ALVES como intermediária não é suficiente para caracterizar anomalia, pois pode ser fornecedor ou prestador de serviço da campanha. Não há indício de desvio de finalidade ou de valores incompatíveis.