severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.695,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PSOL) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum de repasses internos entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 45 a R$ 10.000), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do PSOL/RS (Carlos Robaina e Fernanda Melchionna) e valores modestos (R$ 16.850 no total), com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022 — não um ciclo curto e fechado no mesmo ano. As setas passam por terceiros (Ester Jaques Fernandes, Juliano Fripp, Ester Marques) que podem ser fornecedores ou doadores comuns, e há variação de nome (Ester Teresinha Jaques Fernandes vs Ester Terezinha Marques) que sugere pessoas distintas. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível, empresa devolvendo doação), então não dá pra dizer que é claramente estranho nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.501,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14 a R$ 2.100) e entidades de partidos distintos (PSOL e PT), mas todos do RS e com histórico de candidaturas na mesma região. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e não formam um loop fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a ideia de circularidade imediata. Não há um fato concreto que destoe (valores, fornecedor, temporalidade) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósR$ 10.200,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.395,00
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que o ciclo resulte de doações e despesas entre aliados políticos da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 13.395 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 61.201,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 800, R$ 140 e R$ 14.000) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas todos do RS, o que poderia ser explicado por alianças estaduais ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de transações entre campanhas aliadas, nem um valor de ordem de grandeza anômala. O loop é curto, porém os montantes são baixos e compatíveis com doações e despesas miúdas de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.824,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14,8 mil no total) e entidades que compartilham partidos/coligação no mesmo município e ano (2020): Clayton (CIDADANIA) doou a Oliane (PSDB), Oliane pagou despesa à direção municipal, e Valmor (CIDADANIA) pagou despesa a Clayton. A maior parte do volume (R$ 13,7 mil) vem de doação da própria direção municipal a Valmor, padrão comum de repasse partidário. O loop pode ser explicado por movimentação entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos internos, sem fato concreto que destoe (valor, ramo ou ciclo fechado entre desconhecidos).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.019,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12 mil no total) e entidades de municípios e anos diferentes, com apenas uma pessoa (Alexandre Jacob) aparecendo em dois elos. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos locais, repasses partidários ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.314,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP do RS, e as transações ocorrem em 2020 (mesma eleição municipal), o que é compatível com um ciclo de doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e as setas podem refletir repasses internos, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. O loop fechado chama atenção, mas a coincidência de partido e ano eleitoral oferece explicação simples e legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.454,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PP do RS em 2020, com valores modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e transações que se parecem com doações entre aliados e despesas de campanha, padrão comum em coligações municipais. O maior valor (R$ 8.914,65) é uma despesa de Adolfo Fetter Junior a Paulo Gastal, compatível com prestação de serviços de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor fora do ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser coincidência de fluxos entre as mesmas pessoas da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.634,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PP no RS em 2020, com valores modestos (R$ 12,6 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha. O maior valor (R$ 8,9 mil) é um pagamento de despesa do candidato a prefeito Adolfo Fetter Junior a Paulo Gastal, que por sua vez doou R$ 400 a Margarete Krolow, sugerindo uma cadeia de fornecedor/aliado. Não há indício de empresa ou ramo estranho, nem valores muito acima do padrão. O loop fechado é curioso, mas compatível com movimentação rotineira de campanhas coligadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.774,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades nomeadas são do PP do RS e atuaram em 2020, ano em que as transações ocorreram, o que é compatível com um ciclo de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e as despesas pagas a Paulo Francisco Grigoletti Gastal e Rafael Gonçalves Echevarria podem ser prestação de serviços ou ressarcimentos, não havendo salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. O loop é curto e fechado, mas a coincidência partidária e temporal oferece explicação simples e legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.273,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e fornecedores do PP no RS, no mesmo ano de 2020, o que é compatível com uma rede de campanha municipal (doações entre aliados e pagamentos a fornecedores comuns). Os valores são modestos e as transações têm aparência de repasses internos de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato isolado que fuja do padrão de uma coligação municipal.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.413,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e fornecedores do PP no RS, com valores modestos (R$ 18,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doações de pessoas físicas a candidatos e pagamentos de despesas a fornecedores. O fluxo fecha o ciclo porque os fornecedores (PAULO FRANCISCO GRIGOLETTI GASTAL e RAFAEL GONÇALVES ECHEVARRIA) também doaram a candidatos da mesma coligação, padrão comum em campanhas municipais. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.814,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PP no RS em 2020, com valores modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e transações que podem ser doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos de despesas de campanha. O maior valor é um pagamento de despesa de Adolfo Fetter Junior a Paulo Gastal, compatível com prestação de serviços, e os demais são doações de baixo valor entre candidatos do mesmo partido. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.954,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP do Rio Grande do Sul no mesmo pleito de 2020, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados de mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e as transações incluem tanto doações quanto despesas, compatíveis com ressarcimentos ou pagamentos de serviços de campanha. O ciclo fechado é curioso, mas a coincidência de partido, ano e UF oferece explicação simples e legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.814,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PP no RS em 2020, com valores modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha. O maior valor (R$ 8.914,65) é um pagamento de despesa de Adolfo Fetter Junior a Paulo Gastal, compatível com prestação de serviços. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valores muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.954,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP do RS no mesmo ano (2020), o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e as transações incluem tanto doações quanto despesas, compatíveis com ressarcimentos e pagamentos de campanha. O ciclo fechado entre 5 entidades pode ser coincidência de uma rede local de campanha, sem fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.814,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP no RS, atuando na mesma eleição de 2020, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,8 mil no total) e transações que podem ser doações entre correligionários e despesas de campanha, como pagamento a fornecedor. Não há indício de enriquecimento ou de empresa recebendo de volta valor milionário; o padrão é típico de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.954,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP do RS no mesmo pleito de 2020, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 13.954,65 no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha pagas a fornecedores/prestadores que também aparecem como doadores, padrão comum em campanhas municipais. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.814,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PP do RS no mesmo pleito de 2020, o que é um padrão comum de doações e despesas dentro de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 8.914) e compatíveis com serviços de campanha, sem indício de empresa ou fornecedor fora do ramo. O ciclo fechado pode ser explicado por doações entre aliados e pagamentos a prestadores de serviço que também doaram, sem um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.954,65
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PP do RS e atuaram na mesma eleição de 2020, o que é um contexto comum para doações e despesas cruzadas dentro de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 13.954,65 no total) e as transações incluem tanto doações entre candidatos quanto despesas de campanha, padrão típico de movimentação de recursos em campanhas municipais. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor discrepante que fuja da ordem de grandeza das demais transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.952,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são pessoas físicas do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação repassando recursos entre campanhas. Os valores são modestos (R$ 211 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 208.452,47
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com atuação em pleitos coincidentes (2018/2020), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 108.974) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado pela circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido, não havendo um fato concreto que destoe do padrão comum.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 216.952,47
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do MDB do Rio Grande do Sul, com histórico de candidaturas no mesmo período (2018/2022), o que é compatível com um ciclo de doações e despesas dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 108.974) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado por repasses entre aliados, ressarcimentos de campanha ou pagamentos a fornecedores da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.977,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 transações de anos diferentes (2020 e 2024) e valores modestos (R$ 11.977 no total), sem que se veja um encadeamento claro de curto prazo. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido (PP/RS), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária, mas os nomes intermediários sem partido/cargo identificado impedem confirmar se há ou não vínculo comum. Não há fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado em curto prazo), então não dá pra apontar nada específico para um humano olhar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.994,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PP) e da mesma UF (RS), o que é um padrão comum em coligações e redes de aliados. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), com valores moderados (R$ 400 a R$ 8.914), sem um salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma explicação rotineira, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.710,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de curto prazo. As entidades nomeadas são todas do PP/RS, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação). Sem mais contexto sobre os sem nome, não dá para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.428,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PT) e incluem dois membros da mesma família (Fernando e Miriam Marroni), o que é um padrão comum em campanhas de aliados. As transações são de valores modestos (R$ 21,4 mil no total) e distribuídas ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do padrão, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação das doações e despesas.
severidade média4 nósR$ 10.428,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.762,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações entre MIRIAM e FERNANDO (mesmo sobrenome, ambos PT/RS), despesas de FERNANDO e IVAN para terceiros (RODRIGO, MARCELO), e uma doação de MARCELO para MIRIAM. Os valores são modestos (R$ 13,7 mil no total) e as conexões partidárias (PT/RS) oferecem explicação plausível para parte das movimentações. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar se as despesas a RODRIGO e MARCELO retornam à cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.278,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PT) e incluem dois membros da mesma família (Fernando e Miriam Marroni), o que é um padrão comum em campanhas de aliados. As transações são de valores modestos (R$ 1.500 a R$ 8.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo refletir devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.843,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente pessoas e órgãos do PT de Pelotas/RS: Fernando Marroni (prefeito), Miriam Marroni (deputada federal, mesma família), Ivan Dornelles Duarte (vereador) e a direção municipal do partido. As transações são de baixo valor (R$ 23,8 mil no total), compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha, e o retorno ao ponto de partida pode ser explicado por doações intrafamiliares e repasses da direção municipal. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósR$ 10.033,82
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.996,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Pelotas, com valores baixos e compatíveis com despesas de campanha (R$ 22.996,89 no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024) e podem ser explicadas por repasses partidários, ressarcimentos ou pagamentos entre aliados da mesma coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo doação ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.921,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Pelotas, com valores modestos (R$ 23,9 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024). As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses da direção municipal a candidatos, padrão comum em campanhas. O sobrenome Marroni compartilhado entre dois dos envolvidos sugere relação familiar, o que também é corriqueiro em política local. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto que justifique priorização.
severidade média4 nósR$ 10.111,82
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.544,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT de Pelotas/RS (Fernando Marroni, Sandrali Bueno, Luis Carlos Girão Danda e a direção municipal do partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 16,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2022 e 2024, sem concentração temporal ou montante anômalo. O elo 'sem nome' (CNPJ 47423222000180) não tem identificação, mas não há indício de fornecedor de ramo estranho ou valor fora de escala. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária local.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.074,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Pelotas/RS (prefeito, vereadores e direção municipal), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 21 mil no total) e as transações se distribuem por anos e eleições diferentes (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença de uma entidade sem nome e de uma despesa de R$ 0,41 não altera o quadro geral de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.341,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Pelotas, com valores baixos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2024) e incluem doações da direção partidária a candidatos, despesas de campanha e um valor irrisório de R$ 0,41, padrão típico de movimentação partidária. Não há fornecedor externo, valor atípico ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.841,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Pelotas, com valores baixos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações somam cerca de R$ 51,8 mil, mas as maiores são doações da direção municipal a um candidato (R$ 41 mil), padrão legítimo de repasse partidário. As demais são despesas de pequeno porte entre candidatos do mesmo partido, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.612,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do RS, e as transações envolvem doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, incluindo repasses para a campanha de João Edegar Pretto (governador em 2022). O ciclo pode ser explicado por movimentação financeira típica dentro de uma mesma coligação partidária, como ressarcimentos, doações entre aliados e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 17.612,00 no total) e não há indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. Não há elemento concreto que fuja do padrão de financiamento partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.075,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT no RS (Fernando e Miriam Marroni, aparentemente do mesmo grupo familiar) e dois intermediários sem partido/cargo informado. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2024), valores modestos (R$ 1.075 a R$ 6.000) e incluem tanto doações quanto despesas, o que é compatível com ressarcimentos ou movimentação rotineira dentro de uma mesma rede política. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado no mesmo ano), então não dá para apontar um indício concreto que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Fernando Marroni e Ivan Dornelles) e um doador/fornecedor (Marcio Tavares de Almeida), além de repasses para a campanha de João Edegar Pretto, também do PT. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 6 mil), compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar a relação entre as entidades sem nome (empresas).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PT-RS) e valores modestos (R$ 28,4 mil no total), o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação. Porém, o resumo menciona 5 entidades e transações que não aparecem na lista detalhada (ex.: empresa sem nome, IVAN -> 66383200097, 28886062087 -> MIRIAM), impossibilitando verificar se o loop realmente fecha de forma suspeita. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre não aliados), mas também não dá para descartar sem os elos faltantes.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT no RS (Fernando Marroni e Ivan Dornelles Duarte) e pessoas físicas ligadas ao partido, como João Edegar Pretto (candidato a governador em 2022). As transações são de baixo valor (R$ 6.000, R$ 4.392, R$ 1.000 e R$ 6.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos, compatíveis com doações e despesas rotineiras dentro do mesmo campo político. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.726,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PT no RS (Fernando Marroni, Miriam Marroni, Ivan Dornelles) e um repasse a João Edegar Pretto, também do PT, o que é compatível com doações e despesas dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 20,7 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre desconhecidos. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O padrão é explicável por articulação partidária rotineira, embora a existência de um loop justifique registro para eventual conferência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.242,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PT no RS, com doações e despesas entre candidatos da mesma sigla em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são de valores moderados e compatíveis com repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes. O padrão é comum em coligações e não justifica priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.807,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT de Pelotas/RS: Fernando Marroni (prefeito), Miriam Marroni (deputada federal, provavelmente esposa), Ivan Dornelles Duarte (vereador) e a direção municipal do partido. As transações são de baixo valor (R$ 30,8 mil no total), compatíveis com doações entre aliados da mesma coligação e repasses partidários rotineiros. O fluxo fecha o ciclo via direção municipal, o que é um padrão comum em campanhas do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.997,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PT de Pelotas/RS (prefeito, dois vereadores e a direção municipal do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. Os valores são modestos (R$ 16.997,82 no total) e as transações se distribuem entre 2022 e 2024, sem concentração temporal suspeita. As setas correspondem a doações entre aliados e repasses da direção municipal a candidatos, explicáveis pela mesma coligação partidária.