severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no RS, com valores modestos (R$ 28 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou empresa doando e recebendo de volta quantia idêntica. O loop é curioso, mas dentro de uma mesma coligação partidária é plausível que recursos circulem entre candidatos e comitês.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 156.172,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 1.341,72 a R$ 6.000,00) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos de despesas de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza discrepante. O fluxo fechado é compatível com a movimentação financeira típica de campanhas eleitorais de um mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas do PT no RS, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 40.967) e anos variados. A maioria das conexões é entre membros do mesmo partido (PT/RS), o que é um padrão comum e legítimo de apoio mútuo e repasses internos. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.967,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas do PT/RS em anos distintos (2018, 2020, 2022). Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 40.967) e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais de um mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.092,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e pessoas ligadas ao PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores modestos (R$ 13 mil no total). As transações são compatíveis com doações e despesas entre aliados da mesma coligação, incluindo repasses para a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o meio político, nem valores discrepantes que fujam do padrão de financiamento de campanha.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.092,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT no RS (Dionilso Marcon e Fernando Marroni) e dois nomes ligados à mesma campanha estadual (João Edegar Pretto e Atanazildo Oliveira dos Reis), todos no mesmo espectro partidário em 2022. Os valores são modestos (R$ 13 mil no total) e as transações são compatíveis com doações e despesas de campanha entre aliados, sem indício de empresa ou fornecedor fora de contexto. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.597,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 elos, não um loop fechado completo entre as mesmas entidades. As entidades identificadas são todas do PT/RS (Dionilso Marcon, Fernando Marroni, Miriam Marroni) e há doações entre elas, o que é compatível com articulação partidária legítima. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 8.000 por transação) e não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem salto de ordem de grandeza. Faltam dados sobre as entidades sem nome para avaliar se o ciclo é realmente fechado ou apenas uma coincidência de rede partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.263,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16,2 mil no total) e transações espalhadas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido (PT/RS) e têm sobrenome em comum (MARRONI), sugerindo possível vínculo familiar ou de mesma coligação, o que é um padrão legítimo. Não há um fato concreto que destoe — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível —, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos entre os quatro nomes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.520,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades listadas são do PT no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que o ciclo decorra de doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 18.520 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno rápido e fechado. Não há indício de fornecedor com ramo incompatível ou valor fora de escala.
severidade média5 nósR$ 10.854,45
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.370,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PT no RS, incluindo dois Marroni (provavelmente parentes) e correligionários do mesmo partido, o que é um padrão comum em coligações municipais. Os valores são modestos (R$ 13.370 no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou valor atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.935,89
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT de Pelotas/RS, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma coligação e repasses da direção municipal. Os valores são modestos (R$ 20,9 mil no total) e compatíveis com movimentação típica de campanha municipal, incluindo despesas pagas a fornecedores que por acaso são também candidatos. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.695,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Pelotas/RS (três vereadores e a direção municipal), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre correligionários e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18,7 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020, 2022 e 2024, não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de 'JOÃO EDEGAR PRETTO' e 'ELEIÇÃO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC' sugere que parte do fluxo é apoio à candidatura majoritária do grupo, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.233,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em 2020 e 2022, período eleitoral. O fluxo inclui doações de João Edegar Pretto (candidato a governador em 2022) para Ivan Dornelles, despesas de campanha entre os próprios candidatos e repasse para a coligação 'ELEIÇÃO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC', o que é comum em campanhas proporcionais aliadas. Os valores são modestos (R$ 15,2 mil no total) e compatíveis com despesas de campanha de vereador. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valores anômalos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.568,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Pelotas/RS: a direção municipal repassa recursos a Maria Tereza Fujii, que paga despesa à campanha de João Edegar Pretto (também PT), enquanto Ivan Dornelles Duarte recebe doação de Pretto e faz despesa à direção municipal. Esse tipo de movimentação entre candidatos e órgãos do mesmo partido é comum em campanhas eleitorais, especialmente em coligações proporcionais. Os valores são modestos (R$ 17,5 mil no total) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.892,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 16.892,00, mas as transações listadas mostram apenas 4 movimentações parciais, não um loop fechado e direto entre os mesmos atores. As entidades identificadas são duas candidatas do PT/RS e uma empresa sem nome, e há indícios de que os repasses podem estar ligados a uma mesma coligação ou a reembolsos internos. Sem os nomes das empresas e sem a cadeia completa, não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 56.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 56 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Duas das três campanhas identificadas são do mesmo partido (REPUBLICANOS/RS), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária, enquanto a terceira é do MDB. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB) e valores baixos (R$ 4.800, R$ 5.000, R$ 4.000, R$ 900), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há indício de mesma coligação ou de valores anômalos, mas também não há explicação simples e direta para o encadeamento exato. Faltam dados para afirmar se é coincidência ou algo a checar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.636,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 836,88 a R$ 5.000,00) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. Não há indício de empresa fornecedora, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza. A ausência de partido/coligação em comum entre as entidades não é suficiente, pois as transações estão espaçadas no tempo e podem refletir relações pessoais ou prestação de serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.165,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo apenas duas identificadas como candidatas (Elizandro, Republicanos, e Tanise, MDB), partidos diferentes. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 1.200 a R$ 16.165), sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas doações e despesas entre pessoas físicas, mas também não se pode afirmar que seja um padrão rotineiro sem conhecer os vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 15.900 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades centrais são de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), mas há nomes que aparecem como doadores e fornecedores (ELENITA DOS SANTOS, Luciano Machado Garcia), sugerindo possível relação pessoal ou de prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja um padrão legítimo comum sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.836,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16.836,88) e pessoas físicas com sobrenomes coincidentes (Dias/Santos), mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e partidos distintos (REPUBLICANOS e MDB), sem coligação ou vínculo partidário explícito. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte o suficiente para justificar priorização manual. O caso fica no meio-termo: pode ser coincidência entre campanhas ou relação pessoal, mas os dados fornecidos não permitem afirmar nem descartar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.365,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 28 mil no total) e pessoas físicas, não empresas, com transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As duas entidades nomeadas são de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), mas os elos intermediários não têm partido informado, então não dá para afirmar que não há vínculo. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto entre mesmas pessoas), mas também não há explicação simples evidente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas os valores são pequenos (R$ 20.900 no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. As entidades têm partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. Não há indício de empresa, fornecedor ou valor de ordem de grandeza anômala que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.365,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos de partidos diferentes (REPUBLICANOS e MDB), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são modestos (R$ 33,3 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado. Por outro lado, o fato de o dinheiro retornar à mesma cadeia após passar por pessoas sem partido identificado merece uma checagem, mas não há um elemento concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 885.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre elas: há valores e anos dispersos (2018, 2024, 2026) e intermediários que não aparecem nas transações detalhadas. As entidades compartilham vínculos partidários (MDB) e incluem repasses de direção municipal, o que é um padrão legítimo comum. Não há um fato concreto que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.212,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (duas delas sem nome/partido identificado) e valores baixos (R$ 13.212 no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. As duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (PSDB e REPUBLICANOS), mas ambas no RS, e as setas misturam doações e despesas de campanha, o que pode refletir ressarcimentos, prestação de serviços ou coincidências entre eleições distintas. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PP, MDB) e anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações são de valores modestos (R$ 1,5 mil a R$ 20 mil) e os tipos variam entre doação e despesa, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre aliados), mas também não há explicação simples e evidente para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas mostram valores modestos (R$ 2.600, R$ 1.000, R$ 20.000 e R$ 15.000) e há vínculos familiares e partidários entre os principais nomes (Jose Andrade de Matos e Vanice Helena Andrade de Matos, ambos do RS, com doações entre si). A movimentação pode ser explicada por repasses dentro de um mesmo grupo político/familiar, mas a presença de uma entidade sem nome e a direção das setas (despesa de uma campanha para outra) não permitem descartar nem confirmar um padrão rotineiro. Faltam dados sobre a natureza exata das despesas e a identidade da quarta entidade para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósR$ 10.100,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, AVANTE, PL) em Minas Gerais, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 11.050 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre candidatos da mesma região ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PL, AVANTE) e valores modestos (R$ 17 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas incluem doações e despesas de campanha, o que é compatível com uma cadeia de repasses entre aliados locais ou prestadores de serviço, sem um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício específico que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 303.803,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRTB, PSD, Republicanos) e anos diferentes (2022 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas distintas: doações de campanha, uma despesa de R$ 253,45 com a Rinobox e um gasto de R$ 300.000,00 com o Facebook em 2026, valor compatível com impulsionamento de conteúdo em campanha majoritária. O elo de retorno (Alessandro -> Tarcísio) é uma doação de apenas R$ 2.000,00, sem relação de valor com o gasto com o Facebook, sugerindo coincidência de cadeia, não circularidade financeira relevante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 120.556,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político no DF em 2018: o PSD regional doou para Maria de Fátima Amaral (PSD), que pagou despesa a Lúcio Felipe Mendes Dourado, que doou para Rogério Schumann Rosso (PP), que teve despesa com o PSD regional. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 122.056,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório regional do PSD-DF repassando R$ 21.360,23 a Maria de Fátima Amaral (PSD), que pagou R$ 2.500 a Patrick Farias Fonseca, que doou R$ 765 a Rogério Schumann Rosso (PP), que teve uma despesa de R$ 1,15 com o diretório do PSD. Os valores são pequenos e as conexões entre PSD e PP podem ser explicadas por alianças locais no DF, mas a cadeia fecha um ciclo entre partidos diferentes sem que os fatos expliquem a relação. Não há um fato isolado que destoe (valor alto, fornecedor estranho, ciclo curto entre sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.056,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PP), mas os valores são pequenos e compatíveis com movimentação rotineira de campanha. A maior transação é uma doação de R$ 21.360,23 do PSD-DF para Maria de Fátima Amaral (PSD), o que é esperado dentro do mesmo partido. As demais transações somam valores irrisórios (R$ 765,00, R$ 1,15, R$ 1.500,00) e podem ser ressarcimentos ou despesas miúdas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.099.879,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações ocorre dentro do mesmo grupo político (PP) ou entre coligações aliadas em 2018, o que é comum em campanhas eleitorais. O valor total de R$ 1,1 milhão não é exorbitante para uma campanha majoritária, e as transações podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre candidatos da mesma chapa ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.390,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 29,4 mil) e entidades majoritariamente do mesmo partido (PP) no DF, o que é compatível com repasses internos ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. Porém, há uma entidade de outro partido (PSD) e uma pessoa física sem partido identificado (LUCIA REGINA LOPES ROCHA) no meio da cadeia, além de transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (valores, ramo ou ordem de grandeza), mas o conjunto não permite descartar nem confirmar estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, Solidariedade, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são pequenos e dispersos, e não há um fato concreto como empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo valor ou fornecedor fora do ramo. O sinal não aponta claramente para algo rotineiro nem para algo bizarro, ficando no meio-termo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63
IA · deepseek-flash O loop envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 50.210,80) é doação da direção do PSD-DF para Renato Santana, enquanto as demais transações são de R$ 1,15, R$ 390,96 e R$ 1.000,00. As entidades listadas incluem dois candidatos do PP-DF e a regional do PSD-DF, sem que os fatos permitam afirmar se há relação partidária ou de coligação entre eles. O ciclo fechado chama atenção, mas os valores pequenos e a ausência de informações sobre a natureza das despesas (ex.: reembolso, cessão de espaço) tornam o caso ambíguo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.390,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 29.390,96, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Há vínculo partidário parcial (PP entre Renato e Rogério), mas Francisca é do PSD, e os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem checagem adicional.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PSD, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 786.600 de Fernando para Renato) domina o total, enquanto as demais são de baixa monta (R$ 1,15; R$ 390,96; R$ 1.000; R$ 37.750). Sem saber se há relação partidária ou de coligação entre Fernando e Renato, e com a presença de uma entidade intermediária sem nome (69611211104), não há um fato concreto que force uma checagem imediata, mas também não é possível descartar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: uma doação de R$ 50.210,80 do diretório do PP para Renato Santana, uma despesa de R$ 1.000,00 de Renato para Graziela, uma doação de R$ 390,96 de Graziela para Rogerio Rosso e uma despesa de R$ 1,15 de Rogerio para o diretório. O elo de maior valor (diretório -> Renato) é compatível com repasse partidário usual, e os demais valores são pequenos, mas a cadeia fecha um ciclo entre pessoas do mesmo partido (PP) e o diretório, sem que os fatos permitam afirmar se é coincidência ou algo a checar. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor sem relação, valor uma ordem de grandeza acima, empresa doando e recebendo de volta), por isso não se justifica classificar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.390,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 29.390,96, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Há dois integrantes do PP (Renato e Rogério) e uma do PSD, sem coligação explícita, e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 786.600 de Fernando para Renato vs. R$ 1,15 de Rogério para a direção do PSD) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PP, Solidariedade, PSD), mas há trânsito de recursos entre campanhas do DF, o que pode ocorrer em alianças locais. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como um retorno quase idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 50.210,80 de doação partidária, R$ 390,96 de doação individual, R$ 1,15 de despesa e R$ 1.000,00 de despesa) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais (Renato Santana e Rogério Rosso) são ambos do PP/DF, o que dá uma explicação partidária plausível para parte das movimentações. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 32.000, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não formam um retorno claro do mesmo montante. Há vínculo partidário entre Renato e Rogério (ambos PP/DF), o que pode explicar parte da movimentação como repasse interno ou despesa de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 941.697,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 941 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores muito díspares. A maior parte do valor (R$ 786,6 mil) é uma doação de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Renato Santana (PP), partidos diferentes, o que poderia ser um repasse entre aliados, mas não há informação suficiente para afirmar. As demais transações são de baixo valor ou de anos distintos, não configurando um ciclo fechado e coerente no mesmo período.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 440.279,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PP) no DF e a direção regional do PSD, com valores que não são absurdos (R$ 50 mil de doação partidária, R$ 2 mil de doação individual, R$ 2 mil de despesa). A maior parte das transações é compatível com repasses partidários e doações entre aliados, mas o elo 'RENATO SANTANA DA SILVA -> EDIMARIO DIAS CERQUEIRA' como despesa de campanha não tem explicação óbvia nos dados, e o fechamento do ciclo via PSD regional mereceria checagem. Não há, porém, um fato isolado que destoe de forma gritante (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 2.000 a R$ 26.000) e pessoas de partidos diferentes (PP e PSD), mas há elos sem partido identificado (MANOEL GONCALVES DOS SANTOS) e transações em anos distintos (2018 e 2022), o que quebra a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 26.000 de Rogério Rosso para Francisca Cléia) é uma despesa de campanha, não uma doação, e pode ser pagamento por serviço ou repasse, sem indício de retorno do dinheiro ao doador. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem conhecer a natureza dos serviços e a relação entre as partes.