severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (JOSMAIL e RAFAEL RODRIGUES), sugerindo possível relação familiar, e valores modestos (R$ 10.000 de doação e R$ 4.500 em despesas). A movimentação pode ser explicada por dinâmica familiar de campanha, como doação de parente e posterior pagamento por serviços, sem indicar necessariamente irregularidade. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores discrepantes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com R$ 1.500 doados de Marcio para Ricardo e R$ 10.000 pagos por Ricardo a Marcio como despesa, ambos em 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Marcio nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor é modesto e o padrão 'doador que também é fornecedor' é relativamente comum em campanhas, mas sem esses dados não dá para cravar explicação simples nem estranheza.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 26.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Carlos Eduardo da Silva Pias doou R$ 1.000,00 a Ricardo Santos da Silva (PSDB) em 2024, e Ricardo pagou R$ 25.650,00 a Carlos em 2022 e 2024. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de Carlos, nem sobre a natureza dos pagamentos (serviços, cessão de espaço, etc.). O valor da despesa é cerca de 25 vezes maior que a doação, mas sem detalhamento do que foi pago não é possível dizer se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviço que também doou) ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.205,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 13.205 entre a campanha de LUIZ ANTONIO BRAZ (PSD) e VINICIUS PASSARIN NEVES, com uma doação de R$ 8.205 e uma despesa de R$ 5.000 em sentido contrário. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de VINICIUS, nem sobre a natureza do serviço/fornecedor da despesa, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor é modesto e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o caso sem elementos suficientes para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas e valores modestos (R$ 7.000 de doação em 2024 e R$ 10.000 de despesa em 2020), em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de loop fechado no mesmo período. Não há informação sobre partido ou coligação de Hermes Barrere, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2020, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou apenas coincidência. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 30.268,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas campanhas do PT no RJ em 2018: Waldeck Carneiro (deputado estadual) doou R$ 268 a Luiz Sérgio Nobrega (deputado federal), que por sua vez pagou R$ 30.000 à campanha de Waldeck como despesa. A diferença de ordem de grandeza (R$ 268 vs R$ 30.000) e o fato de serem do mesmo partido e estado tornam plausível que se trate de repasse de recursos entre campanhas aliadas ou ressarcimento de despesa compartilhada, não de um ciclo fechado de lavagem.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 16.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Carlos Eduardo Dutra doa R$ 200 a Vilson Antonio Romero, e a campanha de Vilson paga R$ 16.700 a Carlos Eduardo Dutra como despesa no mesmo ano. Não há informação de partido ou coligação comum entre eles, e o valor de volta é cerca de 83 vezes maior que a ida, o que dificulta explicar como simples coincidência ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto.
severidade alta2 nósR$ 10.115,95
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Liége de Souza Moura doou R$ 10.400,00 a José Wellington (PT/PI) em 8 repasses em 2018, e a campanha dele pagou R$ 1.000,00 a ela como despesa no mesmo ano. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de Liége, nem sobre a natureza do pagamento, o que impede avaliar se é um ressarcimento, prestação de serviço ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o desequilíbrio entre doação e despesa não configura, por si só, um fato que destoe do padrão eleitoral comum.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 83.513,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com vínculos partidários distintos (PV, PSB e direção estadual do PV), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que quebra a ideia de um loop fechado de curto prazo. Os valores são modestos (R$ 10 mil, R$ 2,5 mil e R$ 70,9 mil) e podem refletir repasses partidários rotineiros, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas e partidos, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 22.962,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do próprio partido (PV) repassando recursos ao seu candidato a deputado estadual e o candidato pagando uma despesa de volta à direção. Esse tipo de movimentação é comum em campanhas: repasse de recursos do partido ao candidato e devolução/ressarcimento de sobra ou pagamento de despesa administrativa à estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 21,7 mil de repasse e R$ 1,2 mil de retorno) e compatíveis com a relação partido-candidato, sem indício de terceiros ou de ciclo fechado entre entidades sem vínculo.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 13.407,36
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a própria candidata e uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 12.472,00 à campanha e depois recebeu R$ 935,36 de volta como despesa paga pela mesma campanha no mesmo ano de 2018. Não há coligação ou partido em comum registrado entre as duas entidades, e o nome da empresa remete à própria candidata ('BG' = Brice Bragato), o que dificulta explicar como doação de terceiro independente. O valor devolvido é pequeno frente à doação, mas o fluxo circular candidata→empresa→candidata no mesmo exercício merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 263.597,19
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção estadual do PSOL no Ceará repassando recursos ao próprio candidato do partido (Ailton Claecio Lopes Dantas), que por sua vez devolveu uma quantia menor como despesa. Esse é um padrão comum e legítimo: repasses de direção partidária a candidatos da mesma sigla e devolução de sobras ou ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 138 mil do partido ao candidato, R$ 17 mil de volta) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 171.949,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, um padrão comum de repasse partidário entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a direção repassou R$ 153 mil a João Alfredo, que doou apenas R$ 1,2 mil a Ailton, e este pagou R$ 17,4 mil em despesas à direção — não há retorno significativo ao ponto de origem. A diferença de anos (2020/2024 vs. 2022) também enfraquece a ideia de ciclo fechado e coordenado.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 20.859,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 20,8 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018-2022). A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos à candidata Maria do Céu, que por sua vez doa a Ailton, e este paga despesas à própria direção — padrão compatível com repasses partidários e ressarcimentos internos. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 31.585,62
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de diretório estadual do PSOL para candidato do próprio partido (R$ 31.248,92 em 3 doações), com devolução/despesa de valor muito menor (R$ 336,70) no sentido inverso. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo: as duas pontas pertencem à mesma estrutura partidária no Ceará. O valor de retorno é ~1% do recebido, compatível com ressarcimento de despesa ou sobra de campanha, não com devolução de montante equivalente.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 59.302,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração anômala num único pleito. O valor total (R$ 59,3 mil) é modesto e a maior parte vem da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 20.309,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira devolução imediata. Os valores são modestos (R$ 2.605,95 de doação, R$ 250,00 em duas doações e R$ 17.453,71 em despesas) e compatíveis com repasses e gastos típicos de campanha. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado à mesma campanha em curto prazo ou com valores idênticos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.159,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Leandro Alves de Faria e Zenilda Silva Nascimento) e valores quase idênticos: R$ 5.660,00 doados por Zenilda a Leandro e R$ 5.499,00 pagos por Leandro a Zenilda como despesa. Não há informação sobre partido/coligação de Zenilda nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou coincidência. O valor é baixo e compatível com transações rotineiras de campanha, mas o fechamento do ciclo em torno das mesmas duas pessoas justifica uma checagem simples.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e em direções opostas: uma despesa de campanha de 2018 e duas doações de 2024. Não há informação sobre partido ou coligação da segunda entidade, nem sobre a natureza dos gastos, o que impede avaliar se há relação política ou apenas movimentação pessoal. O valor total é baixo (R$ 18 mil) e não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSDB e REPUBLICANOS) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 200 a R$ 8.000) e as transações são de naturezas distintas (doação e despesas), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pontas: uma doação de R$ 15.000 de Ivanicio Fonte Bezerra para a campanha de Roseana Sarney e uma despesa de R$ 2.000 da campanha de volta ao mesmo Ivanicio, no mesmo ano de 2022. O valor de retorno é bem menor que o da entrada, o que é compatível com um ressarcimento ou pagamento por serviço, mas não há informação sobre o vínculo entre as partes nem sobre a natureza da despesa. Sem esses elementos, não há fato concreto que force uma checagem nem que afaste a suspeita.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Ivan Canal e Eva Valeria Lorenzato) com transações de ida e volta ao longo de vários anos (2020-2026), o que poderia ser um padrão de apoio mútuo entre aliados políticos. No entanto, não há informação sobre partido ou coligação de Ivan Canal, nem sobre a natureza dos pagamentos (se são ressarcimentos, serviços etc.), o que impede avaliar se há vínculo partidário comum. O valor total é modesto (R$ 12.670) e as transações se distribuem por vários anos, reduzindo a aparência de um ciclo fechado e imediato. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: MAX CENCI doa R$ 1.000 à campanha de EVA VALERIA LORENZATO e, no mesmo ano de 2022, a campanha paga R$ 18.000 a MAX CENCI como despesa — um retorno 18 vezes maior que a entrada. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique naturalmente esse fluxo de ida e volta. O valor de saída é uma ordem de grandeza acima da doação de entrada, o que foge do padrão de mera coincidência entre aliados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.011,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e valores modestos (R$ 14 mil no total), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e em direções opostas: em 2022, Evandro pagou despesas a Mateus; em 2024, Mateus doou a Evandro. Não há informação sobre partido ou coligação de Mateus, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão pode ser um simples ressarcimento ou relação comercial prévia, mas a ausência de contexto partidário e a inversão de fluxo entre anos distintos deixam o caso sem elementos suficientes para uma conclusão.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 19.311,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas são candidatas do PT no RS em anos diferentes (2020, 2022 e 2024). As transações são de baixo valor (R$ 19,3 mil no total) e podem ser explicadas por doações entre correligionários e prestação de serviços de um fornecedor (MATEUS TIAGO FUHR MULLER) que recebeu pagamento de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 47.417,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a campanha de Monica Juliana Facio (PT) e a campanha de João Edegar Pretto (governador, mesmo partido/coligação no RS em 2022). O fluxo principal é uma doação de R$ 42.317,00 da campanha majoritária para a candidata a deputada estadual, com um retorno de R$ 5.100,00 em despesas pagas pela candidata à campanha majoritária. Esse tipo de transferência entre campanhas aliadas da mesma coligação é comum e o valor de retorno é bem menor que o recebido, não configurando ciclo fechado de valor equivalente.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.700,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 11.700 entre Paulo de Oliveira dos Santos (PT) e Selvino Armando Scheibel, com doações de Selvino a Paulo e despesas de Paulo a Selvino. Não há informação sobre partido, cargo ou coligação de Selvino, nem sobre a natureza das despesas, o que impede avaliar se há vínculo legítimo (mesma coligação, ressarcimento, etc.) ou algo que fuja do padrão. Os valores são modestos e as transações se repetem em 2022 e 2024, mas a ausência de contexto torna o caso apenas indefinido.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 33.238,34
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas o candidato Robinson Ayres Pimenta (PSOL) e a direção municipal do próprio partido, com valores pequenos (R$ 33.136,67 de doação e R$ 101,67 de despesa). A diferença de duas ordens de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga é normal, pois a doação é o repasse de recursos do partido para a campanha, enquanto a despesa é um gasto específico da campanha. Não há indício de circularidade suspeita, pois o dinheiro não retorna ao doador original em montante equivalente.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 34.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha de 2018 (Gilson Luiz Reis) e Wadson Nathaniel Ribeiro, ambos sem coligação/partido comum explicitado nos fatos. O valor de ida (R$ 600) é muito menor que o de volta (R$ 34.000), o que não configura devolução simétrica, mas pode ser ressarcimento de despesa de campanha. Sem saber a relação entre as campanhas e a natureza do gasto, não há fato concreto que force uma checagem manual.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 69.937,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome ORRO (LUIZ FELIPPE RIBEIRO ORRO, VIVIANE ALMEIDA NOGUEIRA ORRO e NILZA RIBEIRO ORRO MACHADO), o que sugere vínculo familiar, mas os partidos são diferentes (PSDB e PSD) e não há coligação declarada nos dados. O valor mais expressivo é a doação de R$ 68.187,20 de LUIZ FELIPPE para VIVIANE em 2020, seguida de uma despesa de R$ 1.500 de VIVIANE para NILZA, fechando o ciclo de volta à família. A combinação de parentesco próximo, partidos distintos e fluxo de recursos em ciclo curto merece checagem humana para descartar ou confirmar irregularidade.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 47.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PP e PDT) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 500 a R$ 40.000) e a transação final é uma despesa de campanha, não uma doação de volta, o que pode indicar prestação de serviços ou ressarcimento. Sem detalhes sobre a natureza do serviço ou vínculo entre as partes, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Wilson Matos da Silva e Adailton de Carvalho) no mesmo ano de 2022, com uma doação de R$ 3.400 e uma despesa de R$ 15.000. Não há informação sobre partido/coligação de Adailton nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um repasse interno de campanha, ressarcimento ou algo a checar. O valor total é baixo e o padrão de ida-e-volta entre duas pessoas é comum em campanhas municipais, mas a assimetria (despesa ~4,4x a doação) e a ausência de contexto deixam o caso sem elementos decisivos.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 61.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve um partido (PDT) e dois candidatos de partidos diferentes (PDT e PSB), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022). A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 60.000 do diretório estadual do PDT para Lucilio Souza Nobre (PSB), que depois paga R$ 1.000 a Francisco Cassio (PDT), e este paga R$ 50 ao PDT estadual. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência entre campanhas de partidos que compõem uma coligação estadual, ou um ressarcimento, sem elementos suficientes para priorizar uma checagem manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 60.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PDT e um candidato do PV, partidos diferentes, mas o valor é modesto (R$ 60 mil) e o fluxo predominante é do partido para o candidato (R$ 45 mil em doações), com um retorno menor de R$ 15 mil classificado como despesa. Isso é compatível com repasses partidários seguidos de devolução de sobra ou ressarcimento, prática comum em campanhas. Não há indício de valores atípicos ou fornecedores estranhos que justifiquem priorização.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.489.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSDB-MS repassando doações ao candidato Marcos Marcello Trad (PV) e o candidato pagando despesas de volta à mesma direção partidária, tudo em 2022. É um padrão comum em campanhas: repasse de recursos do partido ao candidato e pagamento de despesas de campanha por meio da estrutura partidária, com valores de volta bem menores que os recebidos. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado em montante equivalente, nem fornecedor estranho ao ramo.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 389.999,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSDB-MS repassando recursos a um candidato do Republicanos e recebendo despesas de um candidato do PV, partidos que podem ter integrado a mesma coligação estadual em 2022. Os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, e a doação de R$ 9.999,98 entre os dois candidatos em 2020 é de pequeno porte. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, preço fora de mercado ou empresa devolvendo valor milionário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.599,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três nomes, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. Os valores são modestos (R$ 9.999,98 de Pedro para Marcos; R$ 2.000 de Ana para Pedro; R$ 600 de Marcos para Ana) e podem refletir doações entre aliados políticos ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 27.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Beatriz doa R$ 8.000 à campanha de Sonia e, na mesma eleição, a campanha de Sonia paga R$ 19.500 a Beatriz — valor 2,4x maior que a doação recebida. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo entre as duas, e o retorno é substancialmente maior que a entrada, o que dificulta a explicação como simples ressarcimento ou trânsito dentro da mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento a Beatriz.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.205,00
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado entre duas campanhas de partidos diferentes (PDT e PSDB) na mesma eleição de 2020, com valores muito desproporcionais: Marcos Rodrigues doou R$ 205,00 a Rogildo Bordignon, enquanto Bordignon pagou R$ 15.000,00 como despesa à campanha de Marcos. A diferença de quase 75 vezes entre ida e volta, sem coligação ou partido comum que explique a relação, é um fato concreto que foge do padrão de mera coincidência entre aliados e merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Antidio Lunelli (MDB/SC) recebeu R$ 4.000 de Emanuela Wolff e, no mesmo ano de 2022, pagou R$ 15.000 a ela como despesa de campanha. Não há indicação de que Emanuela seja fornecedora declarada de serviços ou que o pagamento tenha contrapartida clara, e o valor pago é quase quatro vezes o doado, o que foge do padrão de simples ressarcimento ou doação entre aliados. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 25.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Antidio Lunelli (MDB) e Eduardo Bertoldi, com R$ 10 mil doados por Bertoldi a Lunelli e R$ 15 mil pagos por Lunelli a Bertoldi como despesa. Não há informação sobre partido ou coligação de Bertoldi, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o padrão não é claramente anômalo, mas também não é autoexplicativo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 35.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre dois políticos do mesmo partido (MDB) em Santa Catarina, com valores moderados (R$ 20 mil e R$ 15 mil) e em anos diferentes (2020 e 2022). A coincidência de partido e a diferença temporal tornam plausível que sejam movimentações rotineiras entre aliados, mas a existência de um loop fechado justifica uma checagem manual para descartar qualquer irregularidade. Não há elementos suficientes para classificar como bizarro ou claramente explicável.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 82.694,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do MDB de Santa Catarina repassando doação a um candidato do próprio partido (Paulo Roberto Ghislandi Basilio, MDB) e o candidato pagando uma despesa de volta à direção estadual. Esse tipo de movimentação entre direção partidária e candidato da mesma sigla é padrão legítimo (repasses de recursos e ressarcimentos), e o valor de retorno é irrisório (R$ 20,00) frente aos R$ 82.674,00 doados. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou de valores desproporcionais.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 26.779,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Sarina de Araújo Medeiros doou R$ 8.779,60 a Thiago Meira Mangueira e este pagou R$ 18.000,00 a Sarina como despesa, tudo em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Sarina, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um repasse interno de campanha, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor da despesa é cerca de duas vezes o da doação, mas sem contexto de mercado ou vínculo partidário não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.839,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas em anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem que se saiba se há vínculo partidário ou coligação entre elas. Os valores são modestos (R$ 17,8 mil no total) e as transações são de naturezas distintas (doação e despesa), o que enfraquece a leitura de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com nomes muito semelhantes (SERGIO AFONSO MENGARDA e SÉRGIO ALFONSO MENGARDA), mas grafias diferentes, o que pode indicar erro de cadastro ou duas pessoas distintas. O valor de retorno (R$ 20.000) é 20 vezes maior que o valor inicial doado (R$ 1.000), uma diferença de ordem de grandeza que não se explica por mera devolução ou ressarcimento. Além disso, a transação de 2024 é classificada como 'despesa' da campanha de Victor para Sérgio, mas o fluxo é apresentado como fechando um ciclo com uma doação anterior, o que é atípico e merece verificação humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 140.246,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do próprio MDB de Marituba-PA repassando doação à candidata a prefeita do mesmo partido e, depois, recebendo um pagamento de despesa da campanha dela. Esse tipo de movimentação entre direção partidária e candidato da mesma legenda é comum em prestações de contas, podendo ser repasse de recursos partidários, ressarcimento ou devolução de sobra. Não há indício de terceiros sem vínculo partidário nem valores de ordem de grandeza atípica.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS) no mesmo município e ano eleitoral (2024), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos de uma mesma coligação. A candidata Simone Matias Rodrigues doou R$ 5.000 à campanha de Enadilsa do Carmo de Souza e recebeu de volta R$ 10.000 como despesa paga, valores modestos e compatíveis com ressarcimento ou compartilhamento de custos de campanha. Não há indício de fornecedor estranho, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.413,09
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo curto entre duas pessoas físicas em 2020: Sangelo Rossano de Souza doa R$ 400,00 a Weverton Fernandes da Rocha (PSDB, vereador no AC) e, no mesmo ano, Weverton paga R$ 11.013,09 a Sangelo como despesa. Não há informação sobre partido ou coligação de Sangelo, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é cerca de 27 vezes a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações da cadeia não dá para dizer se é anômalo.