severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 97.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com sobrenome SANTANA e valores desproporcionais: João Paulo doa R$ 4.000 a Manoel, mas Manoel paga R$ 83.500 a Maria das Graças, que por sua vez havia doado R$ 10.000 a João Paulo. A assimetria de valores (a despesa de Manoel é ~20x a doação que ele recebeu) e o fato de o elo final ser uma pessoa física sem cargo/partido identificado dificultam a leitura como simples repasse partidário ou ressarcimento.
severidade alta2 nósR$ 10.600,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Ednaldo e Elisana) com R$ 11.000 no total, sendo R$ 6.000 de doações de Elisana a Ednaldo e R$ 5.000 de despesa de Ednaldo a Elisana. Não há informação sobre partido/coligação de Elisana nem sobre a natureza do serviço pago, o que impede afirmar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviço de campanha com devolução de sobra) ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o fluxo é bidirecional, mas a ausência de vínculo partidário declarado entre as partes deixa o caso em aberto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 13.000 entre Ednaldo Gomes Junior Borges e Iago Santos e Santos, com uma doação de R$ 1.000 em 2020 e uma despesa de R$ 12.000 em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Iago, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços com pagamento posterior) ou algo que mereça checagem. Os valores e o intervalo de quatro anos não são, por si só, indicativos de anormalidade.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 35.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. Os valores são modestos (R$ 200 de doação, R$ 20.400 da direção estadual e R$ 15.000 de despesa) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante ou doação de milhões com retorno quase idêntico.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 43.181,82
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio partido do candidato (PT) e sua direção estadual na Bahia, com valores modestos (R$ 28,2 mil recebidos e R$ 15 mil pagos). É um padrão comum: repasses da direção partidária a candidatos e despesas de campanha pagas de volta ao partido (ex.: cessão de estrutura, materiais, pessoal). Não há entidade externa nem valores desproporcionais que sugiram algo fora do rotineiro.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 328.291,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 2.500 e R$ 500 de doações entre pessoas físicas) e a maior movimentação é a doação da direção estadual ao candidato a prefeito, típica de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 18.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas filiados e a direção estadual do mesmo partido (PT-BA), o que é um padrão comum de movimentação interna: repasses da direção para candidatos e contribuições/despesas de candidatos para o partido. Os valores são modestos (R$ 18,5 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2022), sem concentração temporal ou montante atípico. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade estranho ao contexto partidário.
severidade alta2 nósR$ 10.700,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.848,00
IA · deepseek-flash O fluxo principal é uma doação de R$ 16.565,00 de LUIZ CLEVERTON GOES SANTOS (DEM) para ANGELICA BITTENCOURT TEIXEIRA (PSDB), enquanto o retorno é uma despesa de apenas R$ 283,00 paga pela campanha dela ao mesmo fornecedor/pessoa. Não há ciclo fechado de valor equivalente: o valor que 'volta' é cerca de 1,7% do que saiu, o que é compatível com pagamento pontual por um serviço ou ressarcimento, não com devolução disfarçada. Além disso, as duas entidades são de partidos diferentes, mas ambos atuam na Bahia e em períodos eleitorais sobrepostos, o que torna plausível uma relação política local legítima.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 49.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 1.000 de Ana Ludimila para Angelica em 2020 e uma despesa de R$ 48.000 de Angelica para Ana Ludimila em 2022. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço prestado, e os valores e anos são diferentes, o que enfraquece a ideia de devolução circular imediata. Sem esses elementos, não dá para dizer se é um pagamento legítimo por serviço de campanha ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.448,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e em sentidos opostos: uma doação de Armando para Teobaldo em 2020 e uma despesa de Teobaldo para Armando em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Armando, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2024, o que impede avaliar se há vínculo político ou se é mera coincidência. Os valores (R$ 8.448,00 doados e R$ 3.000,00 pagos) não são absurdos e a defasagem temporal enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: a campanha de Rui Costa (governador, PT-BA, 2018) e Luiz Carlos Caetano (prefeito, PT-BA). Ambas são do mesmo partido e do mesmo estado no mesmo ano eleitoral, o que é um padrão comum de repasses e despesas entre campanhas aliadas. Além disso, os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 20,3 mil recebidos vs. R$ 100 mil pagos), o que não configura devolução circular de mesmo montante. Não há indício de fornecedor estranho ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 16.736,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes coincidentes (Luiz Carlos Caetano e Ivoneide Souza Caetano, ambos do PT/BA) e uma terceira (Luciana dos Santos de Souza Santana) que não aparece como candidata, mas recebeu doação de Ivoneide em 2022 e depois recebeu despesas de Luiz Carlos em 2024, enquanto Ivoneide doou a Luiz Carlos em 2024. Os valores são quase idênticos (R$ 5.850,00 de ida e volta), formando um circuito fechado em que o dinheiro sai de uma campanha e retorna à mesma cadeia. Apesar de partido e estado em comum, o padrão de devolução quase exata e a presença de uma terceira pessoa sem cargo declarado justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.536,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas são do PT da Bahia (Luiz Carlos Caetano e Tagner Oliveira Cerqueira), o que dá uma explicação simples de aliados do mesmo partido. Porém, a terceira entidade (José Alan Silva Moura) não tem partido/cargo informado, e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), com valores modestos (R$ 5.900, R$ 3.600 e R$ 5.036). Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem saber a relação de José Alan com o grupo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 8.950 doados por Naiara a Ivoneide e R$ 4.900 pagos como despesa de volta), distribuídos entre 2020 e 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Naiara nem sobre a natureza da despesa, o que impede afirmar se é um ressarcimento, pagamento por serviço de campanha ou algo que mereça checagem. O valor não é de ordem de grandeza discrepante e o intervalo de dois anos enfraquece a ideia de ciclo curto e fechado.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 23.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas (Charles de Oliveira Nascimento e Ivoneide Souza Caetano) com transações de baixo valor (R$ 10.000 em doações e R$ 3.500 em despesa) ao longo de 2020 e 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Charles, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a reciprocidade. O valor total é modesto e as transações estão espaçadas no tempo, não configurando um ciclo curto e fechado típico de alerta.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 21.919,96
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do PSB e uma candidata do próprio PSB na Bahia, em 2018 — exatamente o padrão de repasse de recursos partidários a candidatos da mesma legenda. O valor de volta é irrisório (R$ 5,85) frente aos R$ 21.914,11 doados, compatível com devolução de sobra ou pequeno ressarcimento, não com um ciclo de dinheiro relevante. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 27.500,98
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção estadual do PSB na Bahia e uma candidata do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários para campanhas e posterior devolução de sobras ou ressarcimento. Os valores são modestos (R$ 11,5 mil de doação e R$ 16 mil de despesa) e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral (2022), sem indícios de ramo desconexo ou montante atípico. Não há elemento concreto que fuja da explicação simples de movimentação interna partidária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 35.501,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSB na Bahia repassando doações à candidata Fabiola Mansur (PV) e esta pagando despesas de volta à mesma direção estadual, tudo em 2022. É um padrão comum em campanhas: repasse de recursos do partido a candidato e posterior pagamento de despesas de campanha à estrutura partidária (ex.: cessão de espaço, pessoal, materiais). Os valores são modestos (R$ 11,5 mil de doação e R$ 24 mil de despesa) e compatíveis com movimentação rotineira de campanha, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 45.743,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura estadual do PSB na Bahia: a direção estadual doou R$ 42.143,84 à candidatura de Lidice da Mata (PSB), que pagou R$ 3.550,00 a Dirceu Regis Ribeiro (também PSB), que por sua vez teve uma despesa de R$ 50,00 com o PSD Estadual. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha entre correligionários do mesmo partido, sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.611,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (VAKINHA.COM NEGOCIOS VIRTUAIS LTDA) que doou R$ 10.625,40 à campanha de Lidice da Mata e recebeu R$ 986,34 em despesas da mesma campanha, no mesmo ano de 2018. O valor recebido de volta é cerca de 9% do doado, não configurando retorno quase integral. Além disso, a empresa atua no ramo de negócios virtuais, compatível com serviços de campanha (ex.: comunicação digital), e a diferença de valores sugere transações distintas, não um loop fechado de devolução.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 102.880,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, o que é compatível com o padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.230,00 de doação de Rodrigo a Lidice; R$ 580,00 da direção a Rodrigo; R$ 90.000,00 de despesa de Lidice à direção) e as datas se distribuem entre 2018, 2022 e 2024, sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário comum.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 130.287,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSB-BA), o que é um padrão comum e legítimo de repasses partidários e doações entre aliados. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 150, R$ 40.137,09 e R$ 90.000) e ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta valor equivalente, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 93.180,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, o que é um padrão comum: repasses de direção partidária a candidatos e contribuições entre filiados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 300 e R$ 2.880 em doações) e a despesa de R$ 90.000 de Lidice à direção estadual é compatível com transferências partidárias usuais. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 92.496,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 90.000 de Lidice da Mata para a direção estadual, compatível com repasse partidário, enquanto as demais somam valores pequenos. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza atípica que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 132.143,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a própria direção estadual do PSB da Bahia e a candidata Lidice da Mata, do mesmo partido — exatamente o padrão de repasse de recursos partidários a candidatos da mesma legenda. A candidata também aparece pagando despesa de volta à direção estadual, o que é compatível com ressarcimento ou devolução de sobra de campanha. Não há entidade externa ao partido nem valores de ordem de grandeza destoante.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 92.537,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. A doação de Nereida a Lidice (R$ 1.000) e os repasses da direção estadual a Nereida (R$ 1.537,10) são valores baixos e compatíveis com apoio interno. A despesa de R$ 90.000 de Lidice à direção estadual, embora maior, é típica de contribuição de campanha ao partido, e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou a pessoa sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 120.610,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 90 mil de Lidice da Mata para a direção estadual, provavelmente contribuição estatutária ou repasse partidário, e não um retorno disfarçado. O fluxo de R$ 30,4 mil da direção para Crispim e a doação de R$ 200 de Crispim para Lidice são de baixa materialidade e explicáveis dentro da mesma coligação.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 138.601,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, em 2022: a direção do partido doou R$ 48.301,01 à candidata Ciclea (PSB), que doou R$ 300 à Lidice (PSB), e Lidice pagou R$ 90.000 à direção estadual como despesa. Todas as setas são entre agentes da mesma agremiação partidária, o que é um padrão comum e legítimo (repasses partidários, contribuições e despesas com o partido). Os valores são modestos e não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. Não há fato concreto que fuja da explicação simples por vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 92.012,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários. A maior transação (R$ 90.000) é uma despesa de Lidice da Mata para a direção estadual do próprio partido, compatível com contribuição partidária ou repasse estatutário. A doação de R$ 150 de Karla para Lidice é de valor irrisório e dentro da mesma legenda, sem sinal de engenharia financeira.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 11.000 entre duas pessoas físicas em 2020, com uma doação de R$ 6.000 e uma despesa de R$ 5.000 no sentido inverso. Não há informação sobre partido ou coligação do segundo envolvido, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento legítimo ou algo a checar. O valor é baixo e o padrão 'doação seguida de pagamento ao doador' pode ocorrer em prestações de serviço, mas sem detalhes adicionais não dá para classificar como rotineiro nem como estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 31.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e em sentidos opostos: em 2020 a campanha de Marcos Paulo pagou R$ 26.000 a Sirya Myrella, e em 2024 Sirya doou R$ 5.000 à campanha dele. Não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre eles, nem sobre a natureza do pagamento de 2020 (serviço, ressarcimento, etc.). O valor de 2024 é menor que o de 2020, o que enfraquece a ideia de devolução circular de recursos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O loop envolve o candidato Nelson Vicente Portela Pellegrino (PT-BA) e a campanha de Rui Costa dos Santos ao governo da Bahia em 2018, ambos do mesmo campo político/coligação. A campanha de Rui Costa doou R$ 20.310,00 a Nelson, e Nelson pagou R$ 100.000,00 em despesas à campanha de Rui Costa — valores de ordens de grandeza diferentes, mas dentro de uma relação de aliança eleitoral comum. Não há indício de empresa privada devolvendo valor, nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário; o fluxo é compatível com repasses e ressarcimentos entre campanhas aliadas.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 30.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária estadual (Rui Costa, governador da BA) e um candidato a deputado estadual do PT na mesma eleição de 2018, ambos do mesmo campo político. A campanha majoritária repassou R$ 10.155,00 ao candidato e este pagou R$ 20.000,00 à campanha majoritária, valores compatíveis com repasses e ressarcimentos entre campanhas aliadas. Não há indício de empresa privada no loop nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária (Rui Costa, governador) e um candidato a deputado federal do mesmo campo político na Bahia em 2018. O candidato recebeu R$ 20.310,00 em doações e pagou R$ 100.000,00 em despesa à mesma campanha, valores compatíveis com repasses e ressarcimentos entre aliados de uma mesma coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo valor equivalente nem de fornecedor fora do ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 30.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária (Rui Costa, governador) e um candidato a deputado estadual do PP na Bahia em 2018, contexto em que doações entre campanhas aliadas e despesas compartilhadas são comuns. O valor total (R$ 30.155) é modesto e a diferença entre doação recebida (R$ 10.155) e despesa paga (R$ 20.000) pode refletir ressarcimento ou rateio de custos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor idêntico nem de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 30.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária estadual (Rui Costa, governador) e um candidato a deputado estadual do PV na Bahia, em 2018. Marcos Aguiar Viana recebeu R$ 10.155,00 em 8 doações da campanha majoritária e pagou R$ 20.000,00 de despesa à mesma campanha, valores compatíveis com repasses de coligação e ressarcimento de despesas de campanha. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário/coligacional.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 20.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: R$ 10.155,00 saem de RUI COSTA DOS SANTOS para a campanha de MARCELO DANTAS VEIGA em 8 doações, e R$ 10.000,00 voltam da campanha para RUI COSTA DOS SANTOS como despesa no mesmo ano de 2018. O retorno é quase idêntico ao valor doado (98,5%), o que dificulta explicar como simples coincidência entre aliados. Não há partido/coligação em comum indicado entre as partes, e o padrão 'doa e recebe de volta quase o mesmo' merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 719.583,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Jaques Wagner (PT-BA) e a campanha de Rui Costa ao governo da Bahia em 2018, ambos do mesmo campo político e provavelmente da mesma coligação estadual. A campanha de Rui Costa repassou R$ 73 mil a Jaques Wagner e este devolveu/ressarciu R$ 646 mil à mesma campanha, valores compatíveis com transferências internas de recursos entre aliados. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço nem de valor fora de ordem de grandeza, então o padrão é explicável por movimentação dentro de uma mesma chapa.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: R$ 20.310,00 saem de RUI COSTA DOS SANTOS para a campanha de MARIO SILVIO MENDES NEGROMONTE JUNIOR e R$ 100.000,00 retornam da campanha para RUI COSTA DOS SANTOS no mesmo ano (2018). O valor de volta é quase 5 vezes maior que o de ida, e não há indicação de mesma coligação/partido ou de relação contratual que explique a despesa. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento e a ligação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: uma empresa sem nome identificado (CNPJ 31193472000131) e o candidato Aderbal Fulco Caldas (PP-BA). As transações mostram doações de Rui Costa dos Santos ao candidato (R$ 10.155,00) e uma despesa do candidato a Rui Costa dos Santos (R$ 20.000,00), mas não há informações sobre a relação entre Rui Costa dos Santos e a empresa, nem sobre a natureza do serviço prestado. Sem esses dados, não é possível afirmar se o loop é um padrão legítimo (ex.: ressarcimento, prestação de serviços) ou se merece atenção.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 114.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma campanha majoritária (Rui Costa, governador) e dois candidatos do AVANTE, mas o valor de retorno é desproporcional: Manoel Isidorio devolve R$ 100.000,00 à campanha de Rui Costa, enquanto o total que circula entre os dois candidatos é de apenas R$ 4.000,00. Além disso, a doação de João Paulo para Manoel ocorre em 2020, fora do ano eleitoral de 2018, e a entidade empresarial sem nome aparece como origem/destino do loop, sem que os fatos expliquem sua participação. Esses elementos dificultam uma explicação simples de coincidência entre aliados e justificam checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 30.155,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a campanha de Rui Costa (governador, 2018) e João Paulo Santana (deputado estadual, AVANTE, BA), ambos da mesma coligação estadual na Bahia em 2018. Doações de uma campanha majoritária para candidatos proporcionais aliados são comuns, e a despesa de volta pode ser ressarcimento ou devolução de sobra. Os valores (R$ 10.155 de doação e R$ 20.000 de despesa) não são de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 140.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: Rui Costa dos Santos doa R$ 20.310,00 a João Carlos Bacelar Batista e, no mesmo ano de 2018, Bacelar paga R$ 120.000,00 de despesa a Rui Costa dos Santos — um retorno quase 6 vezes maior que a entrada. Não há informação de que ambos compartilhem partido ou coligação, e o salto de valor entre a doação recebida e a despesa paga chama atenção. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O loop envolve uma campanha majoritária (Rui Costa, governador) e um candidato a deputado federal do mesmo campo político na Bahia em 2018. A campanha repassou R$ 20.310,00 ao deputado e este pagou R$ 100.000,00 à mesma campanha como despesa, valores compatíveis com transferências entre aliados da mesma coligação. Não há indício de empresa privada devolvendo doação ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado entre a campanha de JOSE ALVES ROCHA e RUI COSTA DOS SANTOS em 2018: Rui doa R$ 16.610 à campanha e, no mesmo ano, a campanha paga R$ 100.000 a Rui — valor cerca de 6x maior que a doação recebida. O retorno financeiro muito superior ao aporte, dentro do mesmo exercício, é um fato concreto que foge do padrão de simples ressarcimento ou coincidência de coligação e merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha majoritária (Rui Costa, governador) e um candidato a deputado federal do PP na Bahia em 2018, contexto em que alianças estaduais e repasses entre campanhas aliadas são comuns. O valor de R$ 20.310 doado ao deputado é modesto, e a despesa de R$ 100.000 paga de volta à campanha majoritária pode ser um ressarcimento ou cessão de estrutura, prática rotineira em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valor, nem ciclo fechado entre entes sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.137,15
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas entidades: uma empresa não identificada (31193472000131) e o candidato ALEX DE CASTRO LIMA (PSB-BA). As transações são de 2018: R$ 10.155,00 em 8 doações da empresa ao candidato e R$ 19.982,15 em uma despesa do candidato à empresa. Não há informação sobre o ramo da empresa, vínculo partidário ou se a despesa é ressarcimento/compra de serviço, o que impede avaliar se o ciclo é um padrão legítimo ou algo a checar. Os valores são modestos e compatíveis com campanha estadual, mas a ausência de contexto sobre a empresa e a natureza da despesa deixa o caso em aberto.