severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve R$ 20.155,00 entre uma empresa sem nome identificado e a candidata Kátia Helena Bacelar Ribeiro dos Santos (PDT-BA), com doações de Rui Costa dos Santos à candidata e uma despesa dela de volta a Rui Costa dos Santos. Os valores são modestos e o fluxo pode ser explicado por ressarcimento, prestação de serviço ou relação partidária, mas a ausência de detalhes sobre a empresa e a natureza da despesa impede uma classificação segura. Não há fato concreto que configure padrão atípico claro, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 120.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: Rui Costa dos Santos doa R$ 20.310,00 a João Carlos Bacelar Filho (PL/BA) e, no mesmo ano de 2018, recebe de volta R$ 100.000,00 como despesa paga pela campanha do mesmo candidato. O valor devolvido é quase cinco vezes maior que o doado, e não há indicação de partido/coligação comum ou de relação comercial declarada que explique a assimetria. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.155,00
IA · deepseek-flash O loop envolve R$ 20.155,00 entre a campanha de Robinson Santos Almeida (PT-BA) e uma entidade sem nome identificada como RUI COSTA DOS SANTOS, que aparece como doador e depois como fornecedor/credor de despesa. O valor de retorno (R$ 10.000,00) é praticamente igual ao da doação (R$ 10.155,00), o que é compatível com um ressarcimento, devolução de sobra ou pagamento por serviço prestado à campanha. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O caso é rotineiro o suficiente para não justificar priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve um candidato do PSD e a campanha de Rui Costa dos Santos (PT) na Bahia em 2018, com valores quase idênticos: R$ 10.155,00 recebidos em 8 doações e R$ 10.000,00 devolvidos como despesa. Isso é compatível com repasse de recursos de uma campanha majoritária para candidatos proporcionais da mesma coligação, seguido de devolução de sobra ou ressarcimento — prática comum em eleições proporcionais. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço nem valor fora de escala.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 27.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PT-BA), com valores modestos (R$ 27,2 mil no total) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com repasses internos de direção partidária a candidatos e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósR$ 10.250,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Antônio Ribeiro dos Santos doou R$ 500 a Gilmar Carvalho Santiago (PT) em 2024, e Gilmar pagou R$ 11.420 a Antônio como despesa em 2020 e 2024. Não há informação sobre partido ou cargo de Antônio, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um repasse disfarçado. O valor da despesa é 22 vezes maior que a doação, mas sem contexto do ramo de atividade e dos preços de mercado não dá para dizer se é anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 44.002,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma pessoa (Ana Rita Tavares Teixeira) e um fornecedor/prestador (Reinaldo Bispo Macedo), com valores que não retornam de forma equivalente: a doação recebida é de R$ 2,30, enquanto as despesas pagas somam R$ 44.000,00. Não há indicação de que o dinheiro tenha voltado à campanha em montante relevante, e a diferença de anos (2018 a 2024) e de tipos de transação (doação vs. despesa) enfraquece a ideia de um loop fechado. Faltam dados sobre a natureza dos serviços prestados e vínculos partidários para uma triagem mais conclusiva.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 24.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas sem partido ou coligação em comum: DAVID (MDB) doa R$ 10.641,00 a DANIEL (PATRIOTA), que paga R$ 800,00 a FABRICIO, que por sua vez doa R$ 4.000,00 de volta a DAVID. O retorno a DAVID vem de FABRICIO, que não aparece como doador direto de DANIEL, mas recebeu despesa de DANIEL — o que sugere um circuito fechado de recursos entre campanhas de partidos distintos. O valor de ida (R$ 10.641,00) é uma ordem de grandeza maior que o de volta (R$ 4.000,00), mas o loop completo merece checagem humana para entender a natureza dessas transferências.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 24.500,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (REPUBLICANOS) na Bahia, o que torna doações mútuas entre candidatos aliados um padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 4.500 e R$ 20.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2026), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa devolvendo quantia milionária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 137.112,63
IA · deepseek-flash O loop envolve Adolfo Viana de Castro Neto (PSDB) e a campanha de Augusto Narciso Castro para deputado estadual em 2018, ambos com sobrenome Castro, sugerindo relação familiar ou de mesmo grupo político. A campanha de Adolfo doou R$ 1.112,63 à campanha de Augusto, e esta pagou R$ 136.000,00 em despesas à campanha de Adolfo — valores de ordens de grandeza diferentes, mas compatíveis com repasses entre aliados e prestação de serviços de campanha. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes ou fornecedor sem relação com o ramo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (doação em 2024, despesa em 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Os valores são modestos (R$ 9.000 doados e R$ 2.500 pagos) e não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre as partes. Sem esses elementos, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 28.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Luciano Lima Santos doou R$ 600 a Marta Helena Leal em 2018, e Marta pagou R$ 28.000 a Luciano como despesa em 2020 e 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Luciano, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: fornecedor da campanha que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é cerca de 46 vezes maior que a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações não é possível dizer se é anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas e R$ 14.800, com uma doação de R$ 4.800 em 2020 e uma despesa de R$ 10.000 em 2024, em anos diferentes. Não há informação sobre partido ou coligação de Emerson de Oliveira Nobre, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 30.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma pessoa (Ivaldo Santana dos Santos, com variações de grafia) doando três vezes para a campanha de José Eduardo Accioly Canuto (PSDB-AL) entre 2018 e 2022, e depois recebendo R$ 15.000,00 como despesa paga pela campanha em 2024 — valor 2,1x maior que a soma das doações recebidas (R$ 15.550,00). O retorno do dinheiro da campanha para um doador recorrente, em ano diferente e sem indicação de coligação/partido comum ou serviço prestado, é um fato concreto que foge do padrão simples de doação ou ressarcimento. Vale checagem humana para entender a natureza dessa despesa de 2024.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.952,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre duas campanhas de partidos diferentes (UNIÃO e PSDB) em anos distintos (2020 e 2022), com valores de R$ 10.000 e R$ 3.952. Não há elementos como mesma coligação, conta partidária comum ou relação de parentesco que expliquem automaticamente o fluxo, mas também não há indício forte de irregularidade, como valores idênticos ou desproporcionais. A diferença de partidos e de anos dificulta uma explicação simples, porém o montante é baixo e pode refletir movimentação legítima entre aliados políticos. Diante disso, os fatos não apontam claramente para um padrão rotineiro nem para algo bizarro.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 38.514,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo nome completo (Tereza Nelma da Silva Porto Viana Soares e Tereza Nelma Porto Viana Soares), o que sugere serem a mesma pessoa ou parentes próximos com campanhas em cargos/partidos diferentes ao longo dos anos. As transferências entre elas (R$ 35.964,00 em 8 doações) são compatíveis com repasses entre campanhas de um mesmo grupo familiar/político, e o valor de R$ 100,00 pago a Ticiana é irrisório. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário/familiar.
severidade alta2 nósR$ 10.875,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSDB de Alagoas repassando R$ 10.000 a um candidato do PSB e o candidato devolvendo o mesmo valor como despesa à direção estadual no mesmo ano (2020). Apesar de partidos diferentes, o fluxo de ida e volta de valor idêntico é compatível com um ressarcimento ou devolução de sobra de campanha, prática comum e sem indício de irregularidade. Não há elementos que sugiram algo além disso.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 18.760,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas de partidos diferentes (MDB e PSB), sem coligação comum declarada, e o valor que retorna é mais que o dobro do que saiu (R$ 5.500,00 de ida contra R$ 13.260,00 de volta). Isso dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa ou repasse partidário, já que não há partido/coligação em comum. Vale checagem humana para entender a natureza dessas doações cruzadas.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 57.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (MDB e PPL), mas os valores são modestos e as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. A maior doação (R$ 50.000) é de Carlos para Emanuella, ambos do MDB e com sobrenome Moura, sugerindo possível relação familiar e alinhamento político legítimo. Já a doação de João Agripino (PPL) para Carlos (MDB) e a despesa de Emanuella para João são de valores baixos (R$ 500 cada) e em anos distintos, o que enfraquece a hipótese de circularidade intencional. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações entre aliados ou familiares, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 67.800,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (AL), ambos candidatos a prefeito, com sobrenome idêntico (MOURA), o que sugere relação familiar ou de aliados próximos. As doações são recíprocas e de valores modestos (R$ 6.000 em 2020; R$ 50.000 e R$ 5.800 em 2024), compatíveis com apoio mútuo entre campanhas aliadas. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 120.500,00
IA · deepseek-flash As três entidades são todas do MDB de Alagoas e compartilham o mesmo sobrenome (Moura), indicando um círculo familiar/político próximo. Doações entre candidatos da mesma coligação ou grupo familiar são comuns e geralmente legais, e os valores são modestos (R$ 120,5 mil no total). O ciclo fechado pode ser explicado por apoio mútuo entre parentes em campanhas diferentes, sem indício de irregularidade.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 54.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com sobrenome Moura, ambas do MDB em Alagoas, e um terceiro (Gilberto) que aparece como elo intermediário. As transações são de baixo valor (R$ 51 mil em doações ao longo de 2020/2024, R$ 2,5 mil de doação e R$ 500 de despesa), compatíveis com movimentação entre aliados do mesmo partido/família. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 140.700,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e compartilham o mesmo sobrenome (MOURA), indicando provável relação familiar e atuação política coordenada em Alagoas. As doações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), alternando o sentido, o que é compatível com apoio mútuo entre candidatos aliados ao longo de vários pleitos. Os valores são modestos (R$ 13,7 mil a R$ 76 mil) e não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a atividade. Não há elemento concreto que fuja do padrão de doações entre parentes/aliados do mesmo partido.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 37.700,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e têm sobrenomes que sugerem parentesco (Corado de Moura), o que é um padrão comum em doações entre familiares na mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 24,2 mil e R$ 13,5 mil) e distribuídos ao longo de vários anos, sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa devolvendo quantia milionária.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 125.700,00
IA · deepseek-flash As três entidades compartilham o mesmo sobrenome (Moura), o mesmo partido (MDB) e a mesma UF (AL), o que sugere um grupo familiar atuando politicamente na mesma região. As transações são doações entre campanhas do mesmo partido ao longo de vários anos (2018-2026), com valores moderados e sem um ciclo curto e fechado num único pleito. O padrão é compatível com apoio mútuo entre candidatos aliados ou repasses internos de grupo político, não havendo indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.915,35
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas físicas de partidos diferentes (PRB e PL) em anos distintos (2018 e 2020), com valores modestos (R$ 18,9 mil e R$ 3 mil). Não há indício de coligação comum ou relação empresarial que explique a reciprocidade, mas também não há valores anômalos ou fornecedores estranhos. O caso é ambíguo: pode ser mera coincidência entre doações de aliados ou algo que mereça uma olhada, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar que foge do rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 64.634,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes idênticos (Pessoa) em Alagoas, o que sugere fortemente parentesco, mas os partidos são diferentes (PRB, MDB, PL) e os anos das transações se estendem de 2018 a 2024, sem um ciclo curto e fechado. Os valores são modestos (R$ 64,6 mil no total) e as doações fluem em direções variadas ao longo de vários pleitos, padrão compatível com apoio financeiro intrafamiliar recorrente. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor fora do ramo, ciclo imediato), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 48.865,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com partidos diferentes (MDB, PL e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, há uma doação de R$ 30.000 de Lucas para Fabiana em 2022, valor alto para um vereador, e uma despesa de R$ 15.000 de Severino para Lucas em 2018, sem que se saiba a natureza do gasto. O conjunto fecha um loop de R$ 48.865,46 entre pessoas sem vínculo partidário comum declarado, merecendo checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 46.077,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome 'Pessoa' e trajetória política em Alagoas, o que sugere relação familiar ou de aliados próximos. As doações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e em sentidos alternados, padrão compatível com apoio mútuo entre candidatos do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 3,8 mil e R$ 42,2 mil no total) e não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço. Não há fato concreto que fuja de uma explicação simples.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 34.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas físicas com sobrenome 'Pessoa' em comum, mas não há informação de que pertençam ao mesmo partido ou coligação. A transação de volta (R$ 30.000,00) é quase 7 vezes maior que a ida (R$ 4.500,00) e ocorre dois anos depois, o que dificulta explicar como simples ressarcimento ou coincidência. O valor expressivo e a direção invertida justificam uma checagem humana para entender a natureza do vínculo e do pagamento.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 80.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenome em comum (Pessoa), partidos diferentes (PL e REPUBLICANOS) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de mesma coligação no mesmo pleito. Porém, os valores são modestos (R$ 30 mil de doação e R$ 50 mil em despesas) e a diferença de anos impede caracterizar um loop fechado e imediato. Sem saber se há vínculo familiar ou de campanha entre eles, não há fato concreto que force uma checagem prioritária.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 100.960,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a campanha de Bruno Albuquerque Toledo doa R$ 960,00 a Severino de Lira Pessoa e, no mesmo ano, Severino paga R$ 100.000,00 à mesma campanha como despesa. A diferença de duas ordens de grandeza entre o valor doado e o valor pago de volta, sem que os fatos indiquem vínculo partidário/coligação ou relação comercial clara, dificulta uma explicação simples. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
severidade alta2 nósR$ 10.900,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 81.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio candidato e a direção municipal do seu partido (PP), uma relação partidária legítima e comum. O candidato recebeu R$ 6.000,00 de doação da direção municipal e pagou R$ 75.000,00 em despesas à mesma direção, valores que podem ser repasses de recursos partidários ou ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa privada ou terceiro sem vínculo partidário, e a diferença de valores é compatível com o fluxo normal de financiamento intrapartidário.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.065,25
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Alana doa R$ 78,75 à campanha de James e, no mesmo ano, a campanha de James paga R$ 10.986,50 a Alana como despesa. Não há informação de partido/coligação comum para Alana, e o valor pago é cerca de 140 vezes maior que a doação recebida, o que dificulta explicar como simples coincidência ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Alana e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 80.012,31
IA · deepseek-flash As duas entidades compartilham o sobrenome 'Soares Pereira' e atuam no mesmo estado (AL), sugerindo vínculo familiar. As transações são doações mútuas entre campanhas em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), com valores modestos e compatíveis entre si, o que é comum entre parentes que se apoiam politicamente. O ciclo não é curto nem fechado no mesmo ano, e não há indício de fornecedor ou valor atípico.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 20.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas identificadas como filiadas ao PP em Alagoas, o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária. Porém, a transação de maior valor (R$ 18.000) é uma despesa de campanha de Jamis para Clara, seguida de uma doação de Clara para José Ronivo, e depois uma doação de José Ronivo para Jamis — um fluxo que, embora possa ser ressarcimento ou apoio interno, não tem justificativa explícita nos dados. O valor total é modesto e não há indício de fornecedor estranho ou preço fora de mercado, mas a direção do dinheiro (despesa que retorna como doação) merece uma olhada humana para confirmar a regularidade.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas físicas (JAMIS LUIT SANTANA DOS SANTOS e PEDRO MARCELO FELIX GOMES) sem partido/coligação comum indicada, com valores muito desproporcionais: R$ 1.000 de doação em 2020 e R$ 20.000 de despesa em 2024. A diferença de 20x e o intervalo de 4 anos entre ida e volta dificultam explicar como mero ressarcimento ou coincidência de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento de 2024.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 22.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas delas (JAMIS e JOSE RONIVO) são do mesmo partido (PP) e da mesma UF (AL), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária. Porém, a transação de maior valor (R$ 20.000) é uma despesa de campanha de JAMIS para PEDRO MARCELO, que não aparece como candidato ou partido nos dados, e não há informação sobre a natureza do serviço ou produto. O intervalo de quatro anos entre a doação de JOSE RONIVO a JAMIS (2020) e as demais transações (2024) também enfraquece a ideia de um ciclo imediato e fechado.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.420,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenomes idênticos (Kleito e Kleiton Lopes dos Santos), sugerindo parentesco ou grupo familiar próximo, o que é padrão comum em doações e contratações de campanha. Os valores são modestos (R$ 3.000 de doação em 2020 e 2024, R$ 100 e R$ 6.320 de despesas) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem concentração suspeita. Não há indício de que o retorno financeiro supere o doado, nem de fornecedor com ramo incompatível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e em direções opostas: uma despesa de R$ 5.200 e uma doação de R$ 25.000. Não há informação sobre partido ou coligação de FRANCISMAR TORRES CAVALCANTI, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O valor total é modesto e não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 40.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre dois políticos de partidos diferentes (MDB e PSD) em anos distintos: Jorge doou R$ 25 mil a Luciano em 2022, e Luciano doou R$ 15 mil a Jorge em 2024. Não há coligação ou partido comum declarado, mas as doações ocorrem em eleições diferentes e valores não são idênticos, o que pode indicar reciprocidade política ou simples coincidência. Sem mais contexto sobre a relação entre eles ou os cargos disputados, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.089,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Diogo doou R$ 13.239,93 à campanha de Célia e a campanha pagou R$ 1.850,00 a Diogo como despesa, no mesmo ano de 2018. Não há informação sobre partido ou coligação de Diogo, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é bem menor que a doação, padrão compatível com reembolso ou prestação de serviço, mas sem detalhes não dá para cravar.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 67.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (MDB) e mesma família (Pereira Melo), em valores modestos (R$ 67,5 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), o que é compatível com doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. O terceiro elo (Bruno Hebert) aparece com valores pequenos (R$ 5,5 mil doados e R$ 7 mil recebidos), sem indicar desproporção ou fornecedor fora de contexto. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 59.200,00
IA · deepseek-flash As duas entidades compartilham o mesmo sobrenome (BARBOSA), o que sugere relação familiar, e doações entre familiares são comuns em campanhas. Além disso, os valores são relativamente modestos (R$ 43,2 mil e R$ 16 mil) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), não configurando um ciclo curto e fechado. A diferença de partido (PT vs PSD) não impede a explicação, já que doações entre pessoas físicas de partidos distintos são permitidas.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 44.520,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (Marcos e Silvania Barbosa), provavelmente parentes, e o valor dominante (R$ 43.200 em 8 doações) é uma transferência entre eles ao longo de 2018 e 2022, padrão comum de apoio familiar em campanhas. O elo intermediário é pequeno (R$ 600 de doação e R$ 720 de despesa com o mesmo fornecedor), compatível com coincidência ou prestação de serviço. Não há indício de empresa grande devolvendo valor, nem ciclo curto fechado entre desconhecidos sem vínculo.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 44.520,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (MARCOS e SILVANIA BARBOSA), sugerindo relação familiar, e o valor principal (R$ 43.200) é uma doação de SILVANIA para MARCOS, compatível com apoio financeiro entre parentes em campanhas. As outras transações são de baixo valor (R$ 600 e R$ 720) e podem ser despesas de campanha ou doações pontuais. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores discrepantes que fujam do padrão.