severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenome Gadelha (provável parentesco), com dinheiro saindo de uma campanha para outra e voltando em sentido inverso em anos diferentes. Apesar de valores modestos (R$ 5 mil de doação e R$ 8 mil de despesa), o fluxo circular entre as mesmas duas pessoas, sem indicação de coligação ou partido comum, justifica uma checagem humana para entender a natureza do repasse e da despesa.
severidade alta3 nósR$ 10.600,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash Os dois envolvidos são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RJ), e o valor é idêntico (R$ 6.000) em cada ponta, com anos diferentes (2020 e 2022). Isso é compatível com um repasse/ressarcimento entre aliados da mesma legenda, não um ciclo fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PT e PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos (R$ 11.450 no total) e a transação de maior valor (R$ 10.000) é uma despesa de campanha de 2020, não uma doação de retorno, o que quebra a lógica de 'dinheiro que volta'. Sem saber a natureza do serviço/produto e sem vínculo partidário claro, não há fato concreto que justifique priorizar checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (PT e PSB) e cargos distintos, mas os valores são modestos (R$ 1.350 de doação e R$ 10.000 em despesas) e ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A diferença de grafia do nome do destinatário ('ALCANTARA' vs 'ALCANTÂRA') pode indicar erro de cadastro ou homônimo, mas não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um padrão rotineiro ou de algo que exija checagem prioritária.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 18.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas identificadas como filiadas ao PT (Dimas e Oscar), o que é compatível com um padrão legítimo de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 5.000 a R$ 7.200) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há informação sobre o vínculo partidário de Thiago Augusto Lopes da Silva, mas a presença de dois membros do mesmo partido na cadeia enfraquece a hipótese de um loop fechado entre desconhecidos. Diante disso, os fatos não apontam para algo claramente anômalo nem para uma explicação plenamente rotineira, justificando uma triagem inconclusiva.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta2 nósR$ 10.300,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 39.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 39.500 entre duas pessoas de partidos diferentes (PV e REDE), mas em anos distintos: uma doação de R$ 500 em 2018 e duas despesas totalizando R$ 39.000 em 2020. Não há coligação ou partido comum declarado, porém os valores e a distância temporal não configuram um loop fechado e imediato. Sem mais contexto sobre a natureza das despesas, não dá para afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 29.254,40
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Célia Regina Pimenta da Cunha doa R$ 1.254,40 à campanha de Hingo Hammes e, no mesmo ano, a campanha paga R$ 28.000,00 a ela como despesa — valor cerca de 22 vezes maior que a doação recebida. Não há informação de partido ou coligação comum entre as duas entidades que explique naturalmente esse fluxo de ida e volta. O desequilíbrio de valores e o fechamento do ciclo em 2024 justificam uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 25.500,00
IA · deepseek-flash As transações ocorrem entre duas pessoas com o mesmo sobrenome composto (Dória Mendes da Silva / Bastos Dória Junior), sugerindo vínculo familiar, e se repetem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com apoio financeiro mútuo entre parentes em campanhas. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 13.000) e as saídas de Gilda para Roberto aparecem como despesas de campanha, podendo ser ressarcimentos ou pagamentos por serviços. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o ramo, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.142,90
IA · deepseek-flash O fluxo é entre uma candidata do MDB e o diretório estadual do PSB no RJ, com valores modestos (R$ 8.142,90 de doação do partido à candidata e R$ 3.000,00 de despesa da candidata ao partido). O padrão é compatível com repasse de recursos partidários a candidato aliado e posterior pagamento de despesa de campanha ao próprio partido (ex.: cessão de estrutura, material ou serviços), algo comum em coligações proporcionais. Não há ciclo fechado entre pessoas físicas sem vínculo partidário nem valor de ordem de grandeza destoante.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.979,30
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 18.979,30 entre duas pessoas físicas, mas as transações listadas mostram apenas uma doação de R$ 1.500 de Marcio dos Santos Batista para Leandro Alex e uma despesa de R$ 17.479,30 de Leandro Alex para Marcio dos Santos Batista Rangel. Os nomes não são idênticos e os anos diferem (2018 e 2020), o que enfraquece a leitura de ciclo fechado e curto. Não há informação sobre partido/coligação comum nem sobre a natureza do serviço prestado, então não dá para afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.700) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A doação recebida (R$ 100) e as despesas pagas (R$ 11.600) têm ordens de grandeza diferentes e não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre as partes. Sem dados adicionais, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.600,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PV) e atuam no mesmo estado (RJ), o que torna plausível que a movimentação decorra de relação política legítima, como repasse partidário ou ressarcimento de despesas de campanha. O valor total é baixo (R$ 14.600) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve R$ 20.000 entre Welberth Porto de Rezende e Claudio de Freitas Duarte, com uma doação de R$ 14.000 em 2018 e uma despesa de R$ 6.000 em 2020. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre partido ou coligação de Claudio, nem sobre a natureza do serviço na despesa, impedindo avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 94.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Carlos Wagner de Moraes doou R$ 18.000,00 para a campanha de Welberth Porto de Rezende em 2018/2020, e em 2024 a campanha de Welberth pagou R$ 76.000,00 a Carlos Wagner como despesa. O valor de volta é mais de 4 vezes maior que o doado, e não há indicação de partido ou coligação comum entre eles que explique a transação como repasse partidário rotineiro. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento de 2024.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 16.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 14.400). Não há informação suficiente sobre vínculos partidários ou de coligação entre os envolvidos, nem sobre a natureza exata das despesas, o que impede afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem. O sinal não apresenta um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 35.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e PMN) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação no mesmo pleito. Porém, os valores são modestos (R$ 10.400 de doação e R$ 25.000 de despesa) e a diferença de dois anos entre as transações não configura um ciclo curto e fechado típico de suspeita. Sem mais contexto sobre a natureza do serviço prestado ou vínculo entre as campanhas, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PSDC) e cargos distintos, com valores modestos (R$ 10.000 de doação e R$ 1.200 de despesa). Não há informação sobre a natureza do serviço/produto da despesa nem sobre vínculo entre as campanhas, o que impede avaliar se é um ressarcimento, uma relação comercial normal ou algo que mereça checagem. O sinal, por si só, não apresenta um fato concreto que destoe do padrão.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas e R$ 16.500, com uma doação de R$ 15.000 de Priscila para Otoni em 2022 e uma despesa de R$ 1.500 de Otoni para Priscila em 2018. Os anos são diferentes e não há informação sobre partido/coligação de Priscila, vínculo profissional ou motivo do pagamento, o que impede dizer se é um padrão comum ou algo que mereça checagem. Não há fato concreto que destoe (valor baixo, sem fornecedor estranho, sem ciclo curto no mesmo ano).
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.180,00
IA · deepseek-flash O loop envolve Carlos Alberto Monteiro (AGIR-MG) e Marcos Antônio da Silva Toledo, com valores pequenos (R$ 180 em 2024) e despesas de campanha em 2020 e 2022. As transações ocorrem em anos distintos e os nomes aparecem com grafias ligeiramente diferentes (TOLEDO/TOLETO), o que pode indicar variação de registro ou pessoas distintas. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um ciclo fechado e suspeito, nem para descartá-lo como coincidência.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 13.000 de Aparecida para Osiel e uma despesa de R$ 900 paga por Osiel a Aparecida, no mesmo ano de 2020. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou relação entre as duas, nem sobre a natureza do serviço prestado. O valor da devolução é pequeno e pode ser um ressarcimento ou pagamento por serviço, mas os dados são insuficientes para classificar como padrão legítimo ou como algo que exija checagem prioritária.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 45.600,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre Jeferson Douglas Soares Estanislau (PSD) e Osvaldo Silva Mendes Neto, mas não há informação sobre partido, cargo ou coligação de Osvaldo, nem sobre vínculo entre eles. Os valores são modestos (R$ 44 mil em doações recebidas e R$ 1,6 mil em despesa paga) e distribuídos em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e imediato. Sem dados que liguem as duas entidades ou indiquem algo fora do padrão, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 97.817,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Jeferson e Fabiana) que trocam doações e uma despesa ao longo de vários anos (2018-2024), não um ciclo curto e fechado entre desconhecidos. As doações de Fabiana para Jeferson somam R$ 95.400,00, enquanto a despesa de Jeferson para Fabiana é de apenas R$ 3.617,00, ou seja, o fluxo principal é de mão única e a devolução é pequena e pode ser um ressarcimento ou pagamento por serviço. Não há indício de que o dinheiro retorne integralmente, nem valores de ordem de grandeza discrepante, então o padrão é compatível com relação política ou de prestação de serviços entre aliados.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD e Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 10.000, R$ 1.640 e R$ 900) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há elemento claro que justifique priorização humana nem que permita descartar completamente o sinal.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.433,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 20.433 entre Jeferson Douglas Soares Estanislan (PSD) e Ramos José Aparecido de Andrade, com uma doação de R$ 16.000 em 2018 e uma despesa de R$ 4.433 em 2020. Os valores e o intervalo de dois anos entre as transações não configuram um ciclo curto e fechado típico de alerta, e a diferença de nomes (Ramos José Aparecido de Andrade vs. Ramos Jose Aparecido Teixeira de Andrade) pode indicar pessoas distintas ou erro de registro. Sem mais contexto sobre vínculos partidários ou natureza do serviço, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.160,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (PSD e SOLIDARIEDADE) em anos distintos (2018 e 2020), com valores baixos (R$ 10.000, R$ 900 e R$ 260). A doação de R$ 10.000 de um vereador do SOLIDARIEDADE para um candidato a prefeito do PSD em 2018 pode ser apoio político normal, e a despesa de R$ 260 com Maria das Dores Cruz em 2018 é irrisória. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, como valores muito acima do normal ou ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas do mesmo partido (PSD/MG) e uma terceira sem partido informado, com valores baixos (R$ 10.000, R$ 1.500 e R$ 600) e em anos distintos (2022 e 2024). A ligação entre Jeferson e Fabrício, ambos prefeitos do PSD em MG, pode ser explicada por aliança partidária ou repasse interno, mas a participação de Tatiane Gomes Mendonça sem vínculo partidário declarado e a diferença temporal entre as transações impedem uma conclusão segura. Não há valor discrepante nem fornecedor fora de contexto que justifique priorização imediata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 47.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Jeferson e Laís) e valores modestos (R$ 47,6 mil no total), com doações de Laís para Jeferson em 2018, 2022 e 2024 e uma única despesa de Jeferson para Laís em 2020. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O padrão é compatível com relação pessoal ou política entre aliados, e a despesa de 2020 pode ser um pagamento pontual (ex.: serviço de campanha) que não configura retorno sistemático do dinheiro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.756,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas o próprio candidato e a direção municipal do partido, com valores modestos (R$ 8.000 de doação e R$ 6.756,65 de despesa) em anos diferentes (2020 e 2024). Movimentações entre candidato e órgão partidário são comuns e podem refletir repasse de recursos, ressarcimento ou devolução de sobra. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PDT e AVANTE) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de coordenação imediata. Os valores são modestos (R$ 1.550, R$ 1.000 e R$ 1.000) e as transações são de naturezas distintas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 22.850,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 22.850 entre Mirian Cristina Correa Alves e Elizete Cardoso Chaves de Araujo, com uma doação de R$ 3.850 em 2018 e uma despesa de R$ 19.000 em 2022. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as duas pessoas, nem sobre a natureza do serviço pago. O intervalo de quatro anos e a diferença de valores tornam o loop pouco característico de um esquema fechado, mas também não permitem descartar coincidência ou relação legítima.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 26.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de 2018 em Minas Gerais: Mirian Cristina Correa Alves (PDT) recebeu R$ 2.350 em doações de Carlos Magno Ribeiro Costa e pagou R$ 10.000 em despesas à mesma campanha. Valores modestos e dentro de uma mesma eleição estadual são compatíveis com repasses entre aliados, ressarcimento de despesas compartilhadas ou prestação de serviços de campanha. Não há indício de empresa fornecedora sem relação com o serviço nem de valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Carlos Alberto Rossi Guerra doou R$ 3.300 para a campanha de Marco Antonio Badaró Bianchini e, depois, recebeu R$ 10.000 em três despesas pagas pela campanha. Não há informação sobre o partido de Carlos Alberto nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um doador que recebeu pagamentos de volta. O valor é baixo e o intervalo entre doação e despesas (2018 a 2020) é compatível com contratação normal de serviços, mas a ausência de detalhes sobre o vínculo entre as partes deixa o caso sem elementos para classificar como bizarro ou claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas de partidos diferentes (PRB e PODE) em Minas Gerais, sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. O valor que sai de Marco Antônio para Ana Paula (R$ 15.300) é bem maior que o retorno via Denilson (R$ 4.000), e a intermediação de Denilson Luciano Silva não tem explicação simples. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transferências.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 18.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PRB e PODE) sem coligação ou vínculo partidário declarado nos dados, o que dificulta a explicação por repasse interno de mesma legenda. Além disso, o valor que sai de Marco Antônio para Ana Paula (R$ 15.300) é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do loop (R$ 1.500 e R$ 2.000), e o retorno via despesa a Cinério é de apenas R$ 2.000, deixando um desequilíbrio que merece checagem humana. Não é prova de irregularidade, mas o conjunto de partidos distintos e a assimetria de valores justificam olhar mais de perto.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 21.812,60
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em três pontas entre pessoas físicas de partidos diferentes (PRB e PODE) em 2018, sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. O valor que sai de Marco Antonio para Ana Paula (R$ 15.300) é cerca de 3x o que retorna via despesa de Ana Paula a Jhonatas (R$ 1.600) e o que Jhonatas doa a Marco Antonio (R$ 4.912), sugerindo que o dinheiro não apenas circula, mas se concentra em uma das pontas. A ausência de explicação simples (mesma coligação, conta partidária, ressarcimento) para um loop fechado entre candidatos de legendas distintas justifica checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas em 2018: Marco Antonio Badaró Bianchini (PODE) doa R$ 15.300 à campanha de Ana Paula Pereira (PRB), que paga R$ 4.000 a Stefany Anilorraine Silva, a qual havia doado R$ 1.200 a Marco Antonio. As entidades são de partidos diferentes (PODE e PRB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, e o valor que sai de Marco Antonio para Ana Paula é mais de uma ordem de grandeza superior ao restante da cadeia. O retorno do dinheiro à cadeia original em um ciclo curto e fechado justifica checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 19.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas de partidos diferentes (PRB e PODE) sem coligação ou vínculo partidário declarado nos dados. O valor que sai de Marco Antonio para Ana Paula (R$ 15.300) é muito superior ao que retorna via despesa (R$ 4.250) e à doação inicial de Maicon (R$ 300), o que não se explica como simples ressarcimento ou sobra de caixa. A direção do fluxo (doação de campanha para outra campanha, seguida de despesa paga a um terceiro que havia doado ao primeiro) forma um circuito fechado que merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas em 2018: Marco Antonio Badaró Bianchini (PODE) doa R$ 15.300 à campanha de Ana Paula Pereira (PRB), que paga R$ 1.500 a Miguel Vitor dos Reis, o qual havia doado R$ 1.200 a Marco Antonio. O retorno quase integral do valor doado (R$ 15.300 doados vs. R$ 1.500 pagos a quem doou R$ 1.200) e a ausência de partido/coligação em comum entre os dois candidatos dificultam uma explicação simples, embora os valores sejam modestos.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três campanhas de partidos diferentes (PRB e PODE) em MG, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, o valor que sai de Marco Antonio para Ana Paula (R$ 15.300) é cerca de 44 vezes maior que a despesa de Ana Paula para Adriana (R$ 350) e 10 vezes maior que a doação de Adriana para Marco Antonio (R$ 1.500), assimetria que merece checagem. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto justifica um humano olhar.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas em 2018: Marco Antonio Badaró Bianchini (PODE) doa R$ 15.300 à campanha de Ana Paula Pereira (PRB), que paga R$ 3.500 a Fernando Cesar Furtado Deveza, o qual havia doado R$ 1.500 a Bianchini. Não há partido ou coligação em comum declarada entre os dois candidatos, e o retorno de recursos à mesma cadeia em um único exercício eleitoral dificulta uma explicação simples por repasse partidário ou sobra de campanha. O valor total é modesto, mas o desenho circular entre pessoas sem vínculo partidário declarado justifica checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em três entidades de partidos diferentes (PRB e PODE) e valores desproporcionais: Marco Antonio doa R$ 15.300 a Ana Paula, enquanto Ana Paula paga apenas R$ 1.500 a Murilo e este doa R$ 1.200 a Marco Antonio. A assimetria de uma ordem de grandeza e a ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os envolvidos dificultam a explicação como mera coincidência de mesma coligação. O caso merece checagem humana para entender a natureza do pagamento de Ana Paula a Murilo e a origem dos recursos doados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 15.000 entre o candidato Christiano Augusto Xavier Ferreira (PSD-MG) e Aldair José Gomes de Oliveira, com uma doação de R$ 5.000 em 2022 e uma despesa de R$ 10.000 em 2026. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Sem informação sobre a relação entre as partes, o partido de Aldair ou a natureza do serviço pago, não há fato concreto que justifique priorização humana nem que permita descartar o sinal como rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.943,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (João Nilson dos Santos e Christiano Augusto Xavier Ferreira), com doações de João para Christiano e despesas de Christiano para João, totalizando cerca de R$ 17,9 mil. Não há informação sobre partido/coligação de João Nilson nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviços que também doou) ou algo a checar. Os valores são modestos e distribuídos em anos diferentes (2020 e 2022), sem salto de ordem de grandeza que chame atenção por si só.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.270,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Gilson Belchior doa R$ 500 ao candidato Eliel Marcio do Carmo e, no mesmo ano de 2022, o candidato paga R$ 14.770 a Gilson Belchior como despesa — um retorno quase 30 vezes maior que a doação recebida. Não há informação de partido/coligação comum para Gilson Belchior, o que dificulta explicar como simples repasse partidário ou devolução de sobra. O desequilíbrio entre o valor doado e o valor pago justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 65.017,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas, sendo duas delas com sobrenome 'DO CARMO' e atuação em MG, o que sugere possível vínculo familiar — padrão comum em política local. As transações são de baixo valor (R$ 65 mil no total) e distribuídas ao longo de vários anos (2020-2024), sem concentração temporal suspeita. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valores muito acima do padrão. O caso não apresenta um fato concreto que destoe de um padrão legítimo de apoio familiar/aliado, mas também não é totalmente explicável sem checar os vínculos.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 63.517,61
IA · deepseek-flash O loop envolve ELIEL MARCIO DO CARMO (REPUBLICANOS) e KEWEM ABNE DO CARMO (PRD), partidos diferentes, mas o sobrenome comum sugere possível relação familiar, o que explicaria doações entre pessoas próximas. O valor total de R$ 63,5 mil é modesto e a maior parte flui de ELIEL para KEWEM (R$ 61 mil em 7 doações), com o retorno sendo uma despesa de apenas R$ 2 mil paga por KEWEM a um terceiro, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado. Não há indício forte de irregularidade, mas a diferença de partido e a ausência de coligação explícita impedem classificar como totalmente rotineiro.
severidade alta2 nósR$ 10.900,00