severidade média5 nósIA: plausívelR$ 92.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 270 a R$ 5.300) e repasses oficiais da direção partidária para candidatos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.320,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 29.320 no total) distribuídos ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações e despesas entre membros da mesma legenda, possivelmente ressarcimentos ou apoio mútuo em campanhas. Não há indício de empresa fornecedora, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 92.850,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. As transações entre candidatos são de valores baixos (R$ 30 a R$ 5.300) e ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo ser doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 93.570,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 93,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasses da direção partidária a candidatos e despesas pagas a fornecedores/direção. Não há fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza destoante, nem empresa doando milhões e recebendo de volta. O padrão é compatível com movimentação normal dentro de uma mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 98.594,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 98,5 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2020, 2022, 2024, 2026). As movimentações são compatíveis com repasses internos de direções partidárias para candidatos e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo circular fechado no mesmo pleito. A diferença temporal entre as transações e a coincidência de partido tornam a explicação por dinâmica partidária rotineira bastante plausível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 97.919,49
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias (municipal e estadual) e candidatos do mesmo partido. O fluxo de recursos entre direção estadual e candidatos, e entre candidatos e direções, é um padrão comum em campanhas eleitorais, especialmente quando há repasses de verbas partidárias. Os valores são modestos (maior transação R$ 44.750,00) e compatíveis com movimentação de campanha de deputado estadual. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, o que afasta a hipótese de lavagem ou desvio.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.464,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44,4 mil, mas as transações têm valores e anos dispersos (2018-2022) e a maioria das entidades é do mesmo partido (NOVO) ou de coligações provavelmente aliadas no RS. A maior transação (R$ 40,2 mil da Direção Municipal para Mariana Hennig Pimentel, do Republicanos) não se conecta claramente às demais em um ciclo curto e fechado, e os valores menores (R$ 270 a R$ 3.000) são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.506,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 13.506 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As movimentações são compatíveis com doações internas entre candidatos da mesma legenda, repasses da direção municipal e despesas de campanha, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora do ramo. Não há um fato concreto que fuja do padrão partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 94.178,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 94 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2020 a 2026). As movimentações são compatíveis com repasses internos de direções partidárias a candidatos e despesas de campanha, sem indício de empresa privada ou fornecedor alheio ao partido. O fluxo circular pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou coincidências entre campanhas da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 89.878,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos filiados, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 89.878 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor sem relação, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doadora recebendo de volta. O loop aparente é explicável pela circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 162.910,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos entre direções municipal/estadual e candidatos. As transações são de baixa magnitude (R$ 270 a R$ 74,8 mil) e se distribuem ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024, 2026), padrão típico de movimentação partidária legal. Não há indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao partido, nem valores desproporcionais que sugiram algo além do fluxo normal de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.720,01
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são de valores baixos (R$ 270 a R$ 10.750) em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). O fluxo principal é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. As demais movimentações entre candidatos da mesma sigla podem ser doações internas ou ressarcimentos, sem valores atípicos ou fornecedores estranhos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.020,01
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses partidários ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 270 a R$ 20.000) e não há indício de empresa comercial ou fornecedor estranho ao meio político. O ciclo envolve apenas pessoas físicas e a direção estadual do próprio partido, padrão comum em movimentações de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 17.033,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 270 a R$ 15.013) e a maior parte do fluxo é uma doação da direção estadual ao candidato a prefeito, não um ciclo fechado de retorno financeiro. O loop identificado parece mais um artefato de agregação de transações esparsas do que um esquema de movimentação circular suspeita.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.228,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos, doações entre correligionários e despesas com a direção estadual. O valor total é baixo (R$ 17,2 mil) e as quantias individuais são modestas, sem indício de vulto atípico. O ciclo fechado é explicável pela rede de relações partidárias e não configura, por si só, um padrão anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 770.204,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de direção estadual, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. As transações de maior valor (R$ 500 mil e R$ 163 mil) são doações da direção estadual para Marcel Van Hattem, padrão comum de apoio partidário. O retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 9,7 milhões de Van Hattem para a campanha de Ricardo Munarski Jobim, que por sua vez doou R$ 8 mil a Giuseppe Riesgo, fechando o ciclo com valores decrescentes e dentro da mesma coligação. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.186,70
IA · deepseek-flash O loop envolve valores baixos (R$ 17 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário: Giuseppe e Juan são do NOVO/RS, e há repasses da direção estadual do partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e imediato. O único elo sem partido identificado é uma empresa sem nome, mas não há informação suficiente para avaliar se isso é atípico. Não há fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.598,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual repassando recursos a candidatos, candidatos doando entre si e pagando despesas à direção). O ciclo envolve valores modestos (R$ 13,6 mil no total) e anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários, doações entre aliados e ressarcimentos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o partido, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.820,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 17,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses internos de direção partidária a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.133,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 22 mil no total) e transações típicas de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando para um candidato (R$ 15 mil) e este doando para outro correligionário, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou entidade sem vínculo partidário claro que justifique priorização manual.
severidade média5 nósR$ 10.635,22
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 92.620,75
IA · deepseek-flash As entidades envolvidas são todas do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações mostram repasses da direção estadual para candidatos e despesas de campanha entre candidatos do mesmo partido. O fluxo GIUSEPPE -> FABIO MAIA OSTERMANN -> ANA LUCIA -> Direção Estadual -> GIUSEPPE é compatível com movimentação financeira típica de campanha, como repasses partidários, doações entre aliados e ressarcimentos. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores muito discrepantes que sugiram algo atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.919,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 12,9 mil no total). As transações são compatíveis com doações internas entre candidatos da mesma legenda, repasses da direção estadual e despesas de campanha, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala. O loop pode ser coincidência contábil dentro da mesma coligação/partido, não justificando priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.048,75
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem entre campanhas do mesmo campo político em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024). Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 5.578) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas de pequeno porte, incluindo repasses entre candidatos da mesma sigla. O ciclo fechado é mais consistente com uma rede de aliados partidários do que com um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 92.720,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 92,7 mil no total) e transações que se estendem por 2022, 2024 e 2026. As maiores quantias são repasses da direção estadual do partido para o próprio candidato Giuseppe Riesgo, padrão comum de financiamento interno. As demais transações são doações e despesas de pequeno porte entre candidatos da mesma legenda, compatíveis com ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 92.720,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente pessoas e órgãos do partido NOVO no Rio Grande do Sul: Giuseppe Riesgo, Ana Lucia Coronel e Maria Agostina são todos filiados ao NOVO/RS, e as transações incluem repasses da Direção Estadual/Distrital do partido para candidatos, além de doações entre candidatos da mesma sigla. O valor total (R$ 92,7 mil) é modesto e compatível com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O retorno ao ponto de partida (Giuseppe) se dá por despesa de campanha paga a Fábio Ostermann, também do NOVO, o que é um padrão comum de transferência interna entre aliados. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta, então o loop parece explicável pela rede partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.605,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 12,6 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas à direção partidária. Não há fornecedor externo sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza destoante. O padrão é compatível com repasses internos e ressarcimentos comuns em campanhas de um mesmo diretório.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.110,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente pessoas e órgãos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 22 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024. As setas são compatíveis com doações internas entre filiados, repasses da direção estadual e despesas de campanha, padrão comum em partidos pequenos. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.423,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 26,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha pagas a fornecedores da mesma rede. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho nem empresa de fora do círculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.925,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 14,9 mil no total) e transações concentradas em 2022. As movimentações são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses/despesas à direção estadual, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem empresa de grande porte devolvendo recursos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 96.910,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre si (R$ 1.500 a R$ 52.590 por transação). As movimentações são doações da direção partidária a candidatos e despesas de campanha pagas a fornecedores/pessoas físicas, padrão comum em prestações de contas. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho ou empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.234,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-RS), o que é um padrão comum de repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 12,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem indício de retorno financeiro anômalo. A presença de uma entidade sem nome (47323116000125) e de FABIO MAIA OSTERMANN como intermediário não é suficiente para caracterizar algo bizarro, dado o contexto partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.209,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, em 2022 e 2024. As transações são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O valor de R$ 17,2 mil no total é baixo e não há fornecedor de ramo estranho nem empresa recebendo de volta montante equivalente ao doado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.281,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,2 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário ou é direção partidária, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos. Porém, há uma entidade sem nome (47323116000125) e outra (99581604049) que não aparecem nas transações listadas, e o fluxo inclui uma campanha de outro partido (Fábio Ostermann) sem clara conexão com os demais. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a cadeia não é totalmente explicável pelos dados fornecidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.786,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31,8 mil) e a maioria das entidades tem vínculo partidário no RS (NOVO e UNIÃO), o que permite explicar parte do fluxo como repasses internos de campanha. Porém, há um nó sem nome (CNPJ 47323116000125) e uma doação de R$ 14 mil vinda de uma campanha de outro partido (FABIO MAIA OSTERMANN, não listado como entidade), quebrando a cadeia de forma não esclarecida. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não dá para descartar sem checar esses elos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.099,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 36 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A presença de uma vereadora do UNIÃO e de uma campanha de Fábio Maia Ostermann (que não aparece como entidade nominal) quebra parcialmente a homogeneidade partidária, mas não há indício forte de irregularidade. Os fatos são compatíveis com movimentação rotineira de campanha, embora a cadeia fechada mereça uma conferência manual para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.601,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 24,6 mil, valor baixo, com transações de 2022 e 2024. Há elos que fazem sentido dentro de uma mesma coligação/partido (NOVO e UNIÃO no RS), como doações entre candidatos e repasses da direção estadual. Porém, a cadeia fecha um loop entre pessoas de partidos diferentes e um intermediário sem nome identificado, o que impede descartar coincidência ou explicar totalmente sem checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 106.586,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e direto: há doações do diretório estadual do NOVO a Giuseppe, despesas de Giuseppe com Fabio Maia Ostermann, doações de Fabio Maia Ostermann a Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) e despesas de Nilmar com o diretório estadual. Não há evidência de que o dinheiro retorne exatamente à mesma campanha de origem, e os valores são modestos (R$ 106 mil no total). A conexão entre Giuseppe (NOVO) e Nilmar (UNIÃO) via Fabio Maia Ostermann não é explicada nos fatos, mas também não configura um ciclo fechado entre os mesmos agentes. Faltam informações sobre a relação entre as entidades e a natureza dos pagamentos para uma conclusão mais firme.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.910,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações é explicável por dinheiro de partido/coligação: repasses da Direção Estadual do NOVO a Gustavo Silva de Oliveira e despesas de Nilmar Piva Bortolotto à Direção Estadual. A única ligação entre partidos diferentes é uma doação de R$ 90,00 de Gustavo (NOVO) a Giuseppe (NOVO), valor irrisório perto do total de R$ 21.910,22. O elo mais chamativo é a doação de R$ 14.077,75 da campanha de Fábio Maia Ostermann (deputado federal) a Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO), mas sem mais contexto não dá para dizer se é repasse partidário ou algo a checar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.885,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26.885,61, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações da direção estadual do NOVO para Henrique Zeilmann, de um comitê de Fábio Ostermann para Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO), despesas de Nilmar para a direção estadual e de Giuseppe Riesgo para Fábio Ostermann. Os valores são modestos e parte das conexões pode ser explicada por repasses partidários e alianças no RS, mas a presença de partidos diferentes (NOVO e UNIÃO) e a falta de detalhamento das transações dificultam uma conclusão. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.709,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 18,7 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024). Doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual são padrões comuns e legítimos, e os valores estão dentro do razoável para campanhas estaduais. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.022,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 23 mil no total) e transações típicas de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. As doações da direção estadual para candidatos e entre candidatos do mesmo partido são padrão comum em campanhas, e as despesas pagas a outros candidatos ou à direção podem ser ressarcimentos ou serviços de campanha. Não há fornecedor externo, valor atípico ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.523,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 11,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos da mesma legenda, repasses da direção partidária e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala. O padrão é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação/partido, sem fato concreto que exija checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 93.509,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, o que é compatível com repasses internos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 93,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.807,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 13,8 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 6.003,86) é a direção estadual doando para Henrique Zeilmann, padrão comum de repasse partidário. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.756,50
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do NOVO no RS, e as transações ocorrem em 2022, ano eleitoral, dentro do mesmo grupo partidário. O fluxo envolve doações da direção estadual a candidatos, repasses entre candidatos da mesma sigla e despesas de campanha, padrão comum em coligações/partidos. Os valores são modestos (R$ 18,7 mil no total) e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.261,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 28,2 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.574,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do partido NOVO no Rio Grande do Sul (direção estadual, candidatos a prefeito, deputado estadual e vereador), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 32,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal anômala. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza superior ao restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.075,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, em transações de 2022 e 2024. Os valores são modestos (R$ 21 mil no total) e compatíveis com doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção partidária. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 103.061,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre si (R$ 1.055 a R$ 44.750 por transação). As movimentações são doações da direção partidária a candidatos e despesas de campanha entre candidatos do mesmo partido, padrão comum em coligações. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.