severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 53.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas identificadas como PSD (Diego e Makoto), o que poderia ser explicado por aliança partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e a terceira entidade (Erica) não tem partido informado, dificultando afirmar que se trata de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 53,8 mil no total) e não há indício claro de padrão anômalo.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 51.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas do mesmo partido (PSD) em Minas Gerais, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 800 a R$ 50.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 51.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas do PSD de MG (Diego e Makoto) e uma terceira (Cidclei) sem partido informado. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores muito díspares (R$ 50.000, R$ 800 e R$ 300), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre aliados políticos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 12.000 entre duas pessoas físicas, valor baixo para o padrão de campanhas. Não há informação sobre partido ou coligação de Victor Viero Buogo, nem sobre a natureza da despesa paga por João dos Reis de Souza, o que impede avaliar se há vínculo legítimo (ex.: mesma coligação, prestação de serviço, ressarcimento). Sem esses elementos, não há fato concreto que caracterize padrão anômalo nem explicação simples evidente.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.640,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Romeu Zema Neto e Marcio Duarte) em 2018, com uma doação de R$ 5.000 de Marcio para a campanha e três despesas somando R$ 13.640 da campanha para Marcio. Não há informação sobre a natureza dessas despesas (ex.: serviços prestados, aluguel, reembolso), o que impede avaliar se o fluxo é um pagamento legítimo ou um retorno disfarçado. O valor total é baixo e o intervalo de um ano é compatível com uma relação comercial normal entre campanha e prestador. Sem dados adicionais, não há fato concreto que caracterize anomalia.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: Ronaldo M de P doou R$ 5.000 à campanha de Romeu Zema Neto e, no mesmo ano de 2018, recebeu R$ 10.000 como despesa paga pela campanha. Não há informação sobre o partido de Ronaldo nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um reembolso, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor total é baixo e o intervalo de um ano é compatível com uma relação comercial ou de militância comum, mas a ausência de detalhes não permite descartar nem confirmar estranheza.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.685,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas do mesmo partido (NOVO) e uma campanha eleitoral de 2018, com valores pequenos (R$ 150 e R$ 434) que podem ser doações recíprocas ou ressarcimentos entre aliados. A maior transação (R$ 12.101,25) é uma despesa paga pela própria campanha de Romeu Zema Neto a si mesmo, o que é comum em reembolsos de gastos de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O padrão é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.623,25
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com sobrenome Zema, ambas filiadas ao NOVO em Minas Gerais, e uma empresa sem nome identificado. As doações entre elas são de valores baixos (R$ 372 e R$ 150) e a maior transação é uma despesa de campanha de R$ 12.101,25 paga por Romeu Zema Neto a si mesmo, o que é comum em prestações de contas (reembolso ou pagamento a fornecedor). O ciclo fechado pode ser explicado por movimentação financeira entre parentes/aliados do mesmo partido, sem indício de anormalidade grave.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.357,25
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas do mesmo partido (NOVO) em 2018, com valores pequenos (R$ 806 e R$ 450 em doações mútuas) e uma despesa de R$ 12.101 do próprio Romeu Zema Neto. A entidade 'empresa' sem nome não aparece nas transações listadas, então não há como avaliar o papel dela no ciclo. Doações recíprocas entre aliados do mesmo partido são comuns e os valores são baixos, mas a ausência de detalhes sobre a empresa e a natureza da despesa impede uma conclusão clara.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 18.993.633,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 673 mil de doação partidária, R$ 3 mil de despesa e R$ 600 de despesa) e ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível, e o total de R$ 18,9 milhões citado no resumo não corresponde à soma das transações listadas, sugerindo possível erro de agregação do próprio sistema.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas são candidatos do PT em MG e a terceira (José Pereira Rodrigues) aparece como doador de um e recebedor de outro, mas sem partido/cargo informado. Os valores são modestos (R$ 5.000 a R$ 6.500) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício claro de padrão legítimo (mesma coligação, repasse partidário) nem de anomalia gritante (valores altos, fornecedor fora do ramo, ciclo curto).
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 29.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três filiados do PT em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 29.700 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024). O padrão é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido em campanhas distintas, sem indicar um esquema coordenado de retorno rápido de recursos. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações partidárias rotineiras.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 64.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas (Daniel, Tarcirlei e Thayane) que compartilham o mesmo partido (PT) em Minas Gerais, o que torna plausível que as movimentações decorram de articulação interna partidária, como repasses ou ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 3 mil, R$ 46,1 mil e R$ 15 mil) e distribuídos ao longo de 2020, 2022 e 2024, sem concentração temporal ou montante atípico. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, preço fora de mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Diante disso, os fatos não apontam para um padrão claramente suspeito nem para uma explicação totalmente trivial, permanecendo inconclusivos.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 161.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas duas delas são do mesmo partido (PT) em MG, o que é um padrão comum de repasse entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O valor total de R$ 161.100,00 não é exorbitante e a despesa de Tarcirlei com Galileu Bruno Martins pode ser um pagamento por serviço, sem relação direta com a doação recebida. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma explicação rotineira, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 53.100,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PT) e atuam no mesmo estado (MG), o que é um padrão comum em movimentações de campanha entre aliados. O fluxo é bidirecional e em anos diferentes: TARCIRLEI doou para DANIEL em 2020 (R$ 7.000) e DANIEL doou para TARCIRLEI em 2022/2024 (R$ 46.100), valores modestos e compatíveis com apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores desproporcionais que fujam do padrão de doações partidárias.
severidade alta3 nósR$ 10.200,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas são filiadas ao PT em MG (Daniel e Tarcirlei), e a terceira (Heberton) aparece apenas como intermediário. As transações são de anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre o partido de Heberton nem sobre a natureza dos pagamentos, o que impede afirmar se é um padrão rotineiro de aliança ou algo que mereça checagem.
severidade alta3 nósR$ 10.090,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 20.855,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas são do PT de MG (Daniel e Tarcirlei), o que dá uma explicação simples via mesma coligação/partido. Porém, o terceiro elo (Guilherme de Castro Henriques) não tem partido/cargo informado, e o ciclo fecha em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a leitura de mera coincidência imediata. Os valores são modestos (R$ 20,8 mil no total) e compatíveis com movimentação de campanha municipal, sem salto de ordem de grandeza.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 30.022,43
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Silvânia doa R$ 22,43 à campanha de Bruno e, na sequência, a campanha de Bruno paga R$ 30.000,00 a Silvânia como despesa. O valor da despesa é cerca de 1.300 vezes maior que a doação que originou o vínculo, e não há informação de partido/coligação comum ou de serviço prestado que explique o pagamento. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.906,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio candidato e a direção municipal do seu partido (AVANTE), com valores modestos (R$ 9.900 de doação e R$ 3.006,50 de despesa). Movimentação entre candidato e órgão partidário da mesma sigla é padrão comum em campanhas municipais, podendo ser repasse de recursos e posterior pagamento de despesa de campanha. Não há indício de terceiro estranho à coligação nem valores desproporcionais.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, NEILANDO ALVES PIMENTA e NEUZA MARIA JOSÉ SOARES, com valores modestos (R$ 8.000 de doação e R$ 7.000 de despesa) e em anos diferentes (2022 e 2018). Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou relação entre elas que permita descartar coincidência ou explicar como um loop intencional. O próprio resumo do sinal reconhece que pode ser coincidência, ressarcimento ou mera movimentação entre campanhas, sem fato concreto que destoe.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.264,34
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do próprio partido (PATRIOTA-MG) e um candidato filiado ao mesmo partido, em ano eleitoral. O dinheiro sai como doação do partido ao candidato e retorna como despesa paga pelo candidato à direção partidária, padrão compatível com repasses internos e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 6.274,34 de doação e R$ 4.990,00 de despesa) e não há indício de fornecedor de ramo alheio ou valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (doação em 2020, despesa em 2022) e os valores não são equivalentes (R$ 3.500 doados contra R$ 15.000 pagos). Não há informação sobre partido ou coligação de Moisés Marques de Souza, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. Sem esses elementos, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.240,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD e Solidariedade) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 17,2 mil no total) e as transações podem refletir doações entre aliados políticos ou ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem explicação óbvia e legítima.
severidade alta3 nósR$ 10.348,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 52.975,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas com sobrenomes idênticos (WELITON e ELISMAR FERNANDES PRADO), o que sugere parentesco, mas não há registro de mesma coligação ou partido para a campanha de ELISMAR. O valor que sai de WELITON (R$ 50.500,00) é cerca de 20 vezes maior que o que retorna (R$ 2.475,00), e a direção do fluxo é invertida: a campanha de ELISMAR doa para WELITON e depois recebe despesas de WELITON, formando um loop fechado entre duas pessoas sem vínculo partidário declarado nos dados. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 20.028,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (PSD e Solidariedade) em MG, mas os valores são modestos (R$ 20 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha de Weliton a José Humberto (R$ 18 mil), e as doações de Odair a Weliton somam apenas R$ 1,8 mil, sem indício de retorno financeiro relevante. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de pequenas doações e despesas entre candidatos da mesma região.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 188.745,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve um candidato do AVANTE e o diretório municipal do PDT em Uberlândia, mas as transações ocorrem todas em 2020 e somam valores modestos (R$ 10,2 mil de doação e R$ 178,5 mil de despesas). O fluxo de ida e volta entre campanha e diretório partidário é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou acertos de contas de campanha, especialmente porque o candidato pode ter usado estrutura do PDT local ou mantido relação com a sigla em eleição municipal. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor estranho ao ramo; o valor total não destoa de movimentações típicas de campanha para deputado federal.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2022) e partidos distintos (PV e PT), sem coligação ou vínculo partidário explícito que explique a cadeia. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 4.000 e R$ 7.500) e as transações estão separadas por anos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há explicação simples e direta para o retorno do dinheiro à mesma cadeia.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 19.000 entre duas campanhas de partidos diferentes (PV e PT) em MG, mas os fatos não esclarecem a natureza da despesa de R$ 15.000 paga por Carlos Magno a Luis Gustavo. Pode ser um serviço prestado, ressarcimento ou doação entre aliados, o que seria rotineiro, mas a diferença de valores e a falta de detalhamento do objeto da despesa impedem uma classificação segura. Não há elemento concreto que caracterize algo bizarro, nem informação suficiente para afirmar que é plenamente explicável.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 20.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PSDB e NOVO) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 20.650 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho, valor muito acima do mercado ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário claro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 2.000 de Clerie para Wanderson e uma despesa de R$ 9.000 de Wanderson para Clerie no mesmo ano. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço prestado que permita dizer se é um ressarcimento legítimo ou algo que mereça checagem. O valor total é baixo e os fatos disponíveis não apontam nem para um padrão claramente comum nem para um indício forte de irregularidade.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (PMB e REPUBLICANOS) em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000, R$ 12.000 e R$ 1.500) e as transações são de tipos distintos (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é um caso trivialmente explicável.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.300,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo entre duas pessoas físicas (Gustavo Morais Nunes e Bruno Macedo Pires), com R$ 16.300 movimentados: R$ 2.300 em doações de Bruno para Gustavo e R$ 14.000 em despesa de Gustavo para Bruno. Não há informação sobre partido/coligação de Bruno, vínculo societário ou ramo de atividade, o que impede avaliar se é um repasse interno de campanha, ressarcimento ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e a diferença entre doação e despesa pode ter explicação legítima, mas a ausência de contexto não permite classificar como claramente rotineiro nem como bizarro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Jane doou R$ 10.300 a Gustavo (em 2020 e 2024) e Gustavo pagou R$ 6.000 a Jane como despesa em 2020. Não há informação sobre partido de Jane nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede saber se é um repasse entre aliados, ressarcimento ou pagamento por serviço real. O valor é baixo e o intervalo entre as transações é longo, o que enfraquece a leitura de ciclo fechado suspeito.
severidade alta3 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 85.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 55.000 de Benicio para Gustavo em 2020 e uma despesa de R$ 30.000 de Gustavo para Benicio em 2024. Os valores são diferentes e as transações ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de devolução direta ou lavagem. Sem informação sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço prestado, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.300,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 16.300 entre Gustavo Morais Nunes (PL) e Valter Martins dos Reis, com doações de Valter para Gustavo em 2020 e 2024 e uma despesa de Gustavo para Valter em 2020. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as partes, nem sobre a natureza do serviço prestado. O valor é modesto e o intervalo de anos não configura um ciclo curto e fechado, mas a ausência de contexto impede uma classificação segura.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 21.800,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (RODRIGUES DE OLIVEIRA), sugerindo relação familiar próxima, o que é um padrão comum em campanhas municipais de pequeno porte. A campanha de Ramillo recebeu R$ 3.000 de José Luiz e pagou R$ 18.800 a ele como despesa, valores modestos e compatíveis com prestação de serviços ou ressarcimento. Não há indício de empresa de fachada, valor fora de escala ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 20.504,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com valores baixos (R$ 20.504,65 no total) e transações em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As doações e despesas podem ser explicadas por repasses partidários rotineiros entre direções municipal/estadual e candidatos, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elementos suficientes para afirmar que é bizarro, mas também não há como descartar completamente sem checar a cronologia exata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 79.978,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do MDB em Minas e um candidato do mesmo partido (MDB), o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor que sai (R$ 40.000,00) e o que retorna como despesa (R$ 39.978,85) são praticamente idênticos, sugerindo devolução de sobra ou ressarcimento de despesa não utilizada, prática rotineira em prestações de contas. Não há indício de fornecedor externo ou de ramo estranho; a movimentação fica dentro da própria estrutura partidária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 551.068,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do próprio partido (MDB-MG) repassando doações ao candidato Antonio Carlos Silva Nunes (PSDB) e o candidato pagando despesas de volta à direção. O valor de retorno (R$ 111,42) é irrisório perto do total doado (R$ 550.956,69), compatível com ressarcimento de despesas operacionais ou devolução de sobra. A diferença de partido entre doador e candidato não é incomum em repasses de direção partidária a candidatos aliados, e o fluxo de volta é insignificante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.053.012,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do MDB em Minas Gerais repassando recursos ao candidato João Lúcio Magalhães Bifano (PSD) e um pequeno retorno de R$ 2.056,08 registrado como despesa do candidato à direção. O valor de ida (R$ 1.050.956,69) é compatível com repasses partidários a candidatos, e o retorno é de ordem de grandeza muito inferior, podendo ser ressarcimento ou devolução de sobra. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 25.982,29
IA · deepseek-flash O fluxo é majoritariamente de mão única: a direção estadual do partido (PSD/MG) doou R$ 25.956,69 ao candidato, e o candidato teve uma despesa de apenas R$ 25,60 com a direção estadual. O 'loop' só se fecha porque essa despesa mínima retorna à mesma entidade, o que é compatível com ressarcimento ou taxa partidária rotineira. Não há ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valores anômalos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Enes Candido Damacena Junior e Jackes/Jacks Keller Pereira Bastos) com valores modestos (R$ 12.500 no total) e alternância entre doações e despesas ao longo de 2018, 2020 e 2022. Não há informação sobre partido ou coligação do segundo envolvido, nem sobre a natureza das despesas pagas, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo ou mero ressarcimento. O padrão de ida e volta em anos distintos é compatível tanto com relações de aliados quanto com um loop a ser checado, mas os fatos disponíveis não bastam para inclinar a balança.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Sandro Lucio Fonseca e Romulo Tassis) com transações de ida e volta em 2022 e 2024, valores modestos (R$ 2.500 a R$ 12.000). Não há informação sobre partido/coligação de Romulo Tassis nem sobre a natureza da despesa paga por Sandro, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, ressarcimento) ou algo que mereça checagem. Os fatos disponíveis não apontam claramente para nenhum dos lados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com sobrenome em comum (MOURAO), sugerindo possível relação familiar, e valores modestos (R$ 2.000 de doação e R$ 11.000 de despesa) no mesmo ano de 2018. Não há informação sobre partido/coligação da segunda entidade nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento legítimo ou algo a checar. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Miller Nassar Alchaar D'Ávila doou R$ 2.300 à campanha de Vicente Alves Guedes (PSD) e a campanha de Vicente pagou R$ 9.000 a Miller como despesa, no mesmo ano de 2024. Não há informação sobre o partido de Miller nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um repasse entre aliados, pagamento por serviço de campanha ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o padrão doador-fornecedor é comum em campanhas municipais, mas a ausência de detalhes sobre o vínculo entre os dois deixa o caso sem elementos para classificar como bizarro ou claramente plausível.