severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 29.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Rogério doou R$ 29.000 à campanha de Elio, e a campanha pagou R$ 50 a Rogério como despesa. Não há informação sobre partido ou coligação de Rogério, nem sobre a natureza do pagamento de R$ 50, o que impede avaliar se há relação política legítima. O valor da despesa é irrisório e pode ser um reembolso ou serviço trivial, mas a ausência de contexto não permite classificar como claramente rotineiro ou estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 15.000 de Patrícia para Élio e uma despesa de R$ 50 de Élio para Patrícia, no mesmo ano de 2024. A diferença de três ordens de grandeza entre os valores e a ausência de informação sobre vínculo partidário ou coligação entre as duas entidades impedem tanto uma explicação simples quanto a identificação de um fato claramente anômalo. O valor total é baixo e a despesa pode ser um reembolso ou pagamento pontual, mas a assimetria e o ciclo fechado merecem uma olhada rápida.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.971,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Ricardo Luiz de Oliveira e Airton de Araújo Braga), com doações de Airton para Ricardo em 2020, 2022 e 2024, e despesas de Ricardo para Airton em 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Airton, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestador de serviços à campanha que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor total é modesto (R$ 21,9 mil) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado no mesmo exercício. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.364,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (AVANTE e PSB) e cargos distintos, o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11.364 no total) e a transação de maior valor é uma despesa de campanha de Vinícius para Elvia, que pode ser um pagamento por serviço ou ressarcimento, sem indicar necessariamente um loop artificial. Não há elemento concreto que destoe do padrão de transações entre campanhas, então não há fato que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 330.491,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do próprio partido (Republicanos-MG) repassando recursos à candidata e a candidata devolvendo/ressarcindo valor quase idêntico à mesma direção. Esse tipo de fluxo é comum em campanhas: repasse de verba do partido ao candidato e devolução de sobra não utilizada ou ressarcimento de despesas. Não há indício de terceiros sem vínculo partidário nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 78.694,70
IA · deepseek-flash O fluxo principal é a direção estadual do próprio partido (Republicanos-MG) repassando recursos ao candidato filiado, padrão comum de financiamento partidário. O retorno é uma despesa de valor muito menor (R$ 638,82 contra R$ 78.055,88), compatível com ressarcimento ou devolução de sobra, não com um ciclo fechado de valores equivalentes. Não há indício de empresa privada doando e recebendo de volta, nem de fornecedor alheio ao ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 225.574,57
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o próprio candidato e a direção estadual do seu partido (REPUBLICANOS-MG), com repasses do partido ao candidato (R$ 120,5 mil em 2018/2022) e despesas do candidato de volta à direção (R$ 105 mil em 2022). Esse tipo de movimentação é comum em contas partidárias: repasse de recursos do fundo partidário e posterior devolução/ressarcimento de sobras ou gastos compartilhados. Não há entidade externa ao partido nem valores de ordem de grandeza discrepante, então o ciclo é explicável por dinâmica interna de campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 107.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve um candidato do Republicanos (Gilberto Abramo) e um vereador do MDB (Ailson Figueiredo), partidos diferentes, mas o elo central é a direção estadual do Republicanos em MG, que repassou recursos a Ailson em 2020 e recebeu despesas de Gilberto em 2022. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 300, R$ 2.300 e R$ 105.000) e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 247.852,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (REPUBLICANOS-MG): a direção estadual repassou recursos a um candidato a prefeito em 2020, este doou valor pequeno a um candidato federal em 2022, e o candidato federal teve despesas com a própria direção estadual. Esse tipo de movimentação entre órgãos partidários e candidatos da mesma legenda é comum e não configura, por si só, irregularidade. Os valores são modestos e compatíveis com repasses e despesas ordinárias de campanha.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 108.144,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (REPUBLICANOS-MG): um candidato a deputado federal, um vereador e a direção estadual. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários e contribuições internas. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, o que torna o fluxo explicável por dinâmica partidária comum.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 105.813,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (REPUBLICANOS-MG): uma direção estadual repassando recursos a um candidato a vereador, esse candidato doando a um candidato a deputado federal do mesmo partido, e este pagando despesas à direção estadual. Esse tipo de movimentação entre órgãos partidários e candidatos da mesma legenda é comum em prestações de contas, podendo refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 105,8 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 105.918,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (REPUBLICANOS-MG): uma doação de um vereador a um deputado federal, repasses da direção estadual ao vereador e despesas do deputado à direção estadual. Esse tipo de movimentação entre candidatos e órgão partidário da mesma sigla é comum em prestações de contas, podendo refletir repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo. Os valores são modestos (R$ 300 e R$ 618) e a maior transação (R$ 105 mil) é uma despesa do deputado à direção estadual, compatível com contribuição partidária. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.758,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Marcelo doa R$ 2.758,00 para a campanha de Gilberto e, no mesmo ano de 2022, a campanha de Gilberto paga R$ 10.000,00 a Marcelo como despesa. O valor pago de volta é quase 4x maior que a doação recebida, e não há informação de partido/coligação comum que explique a relação como repasse partidário típico. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Marcelo à campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14.100 no total) e pessoas do mesmo partido (PL) em Minas Gerais, o que é compatível com relações políticas locais rotineiras. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e incluem uma doação de pessoa física (Joaquim) para Lincoln, uma despesa de Lincoln para Leandra e uma despesa de Leandra para Joaquim, sem que se saiba a natureza dos serviços ou a relação entre as partes. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão legítimo comum.
severidade alta2 nósR$ 10.700,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 28.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas delas (Lincoln e Marilda Portela) do mesmo partido (PL) e mesmo sobrenome, o que sugere vínculo familiar e torna plausível a movimentação entre campanhas aliadas. Porém, a terceira entidade (Luiza Cristina Cordeiro Ribeiro) não tem partido informado, e o fluxo fecha um loop com valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000, R$ 23.200 e R$ 4.500) em anos distintos, o que impede tanto uma explicação simples quanto a caracterização de algo claramente anômalo. Faltam dados sobre a relação de Luiza com os demais e sobre a natureza dos pagamentos para uma triagem mais segura.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 62.860,00
IA · deepseek-flash O loop envolve Lincoln Diniz Portela e Marilda de Castro Portela, ambos do PL de MG, com sobrenome idêntico, sugerindo relação familiar próxima. As transações são de baixo valor (R$ 58.960,00 em doações de Lincoln para Marilda; R$ 2.500,00 de despesa de Marilda para Rafaela; R$ 1.400,00 de doação de Rafaela para Lincoln) e ocorrem em anos eleitorais distintos, compatíveis com apoio financeiro intrafamiliar e reembolsos de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor alheio ao meio político, nem valores desproporcionais.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 77.060,00
IA · deepseek-flash As três entidades têm o mesmo sobrenome (Portela), são todas do PL de MG e atuam em cargos/anos diferentes, o que sugere um núcleo familiar com trajetória política própria. As transações são doações entre parentes ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024, 2026), não um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 3,1 mil a R$ 58,9 mil) e compatíveis com apoio financeiro intrafamiliar recorrente, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 82.160,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PL) e de Minas Gerais, e os valores são modestos (R$ 58.960 e R$ 23.200). O padrão de doações cruzadas entre candidatos do mesmo partido em anos eleitorais distintos é comum em coligações e não configura, por si só, um ciclo fechado suspeito. A diferença de cargos (deputado federal e vereador) e a coincidência de sobrenome sugerem possível relação familiar, o que também é frequente na política local.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 69.660,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Lincoln Diniz Portela e Marilda de Castro Portela, ambos do PL em MG, com sobrenome idêntico, sugerindo relação familiar próxima. As transações são de baixo valor (R$ 5.896,00 de Lincoln para Marilda; R$ 3.200,00 de Luiza para Lincoln; R$ 7.500,00 de Marilda para Luiza) e ocorrem ao longo de vários anos (2020-2024), padrão compatível com apoio financeiro entre parentes e aliados políticos. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 179.925,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção nacional do próprio PDT repassando recursos a um candidato do PDT e o candidato devolvendo valor praticamente idêntico (R$ 90.000,00 vs R$ 89.925,00) no mesmo ano. Esse tipo de fluxo é compatível com repasse de verba partidária seguido de devolução de sobra não utilizada, prática comum em prestações de contas. Não há indício de terceiro estranho à relação partido-candidato nem desvio de ordem de grandeza.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 45.005,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio partido do candidato (PDT) repassando recursos a um filiado, padrão comum de financiamento partidário. Os valores são modestos (R$ 20 mil e R$ 25 mil em anos distintos) e a única despesa de volta é irrisória (R$ 5,89), compatível com ressarcimento ou ajuste contábil. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários nem de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 63.400,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do próprio PDT e uma candidata do mesmo partido, padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O retorno de R$ 8.400,00 é pequeno em relação aos R$ 55.000,00 recebidos e pode ser devolução de sobra ou ressarcimento de despesa, prática rotineira em campanhas. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou valores atípicos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.009,90
IA · deepseek-flash O fluxo é o padrão clássico de repasse de recursos da direção nacional do PDT para uma candidatura do próprio partido (Maccione, PDT-GO), seguido de pequenas despesas da campanha de volta à direção nacional — provavelmente ressarcimento de valores ou taxas partidárias. O valor de retorno (R$ 9,90 em duas transações) é irrisório frente à doação de R$ 20.000,00, o que afasta a ideia de ciclo financeiro relevante. Não há indício de quebra do padrão partidário nem valores atípicos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 200.080,00
IA · deepseek-flash O fluxo é majoritariamente de mão única: a Direção Nacional do PDT doou R$ 200.000,00 ao candidato Luiz de Moura Pereira (AVANTE) em 2018, e o retorno é uma despesa de apenas R$ 80,00 do candidato para a Direção Nacional. Isso é compatível com repasse de recursos partidários a candidato e um pequeno ressarcimento/estorno, não com um ciclo fechado de valores equivalentes. O candidato é de outro partido (AVANTE), mas doações de direção nacional a candidatos de outras legendas em coligações proporcionais são comuns.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 60.000,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção nacional do PDT e um candidato do próprio PDT (Dirceu Pinho Machado, prefeito no RS), o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O retorno de R$ 20.000 do candidato à direção nacional pode ser explicado como devolução de sobra de campanha ou ressarcimento, prática prevista na prestação de contas. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário nem valores desproporcionais.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 20.037,97
IA · deepseek-flash O fluxo é de mão dupla entre o PDT nacional e um candidato do PSB, mas os valores são muito assimétricos: R$ 20.000 de doação do partido ao candidato e apenas R$ 3.797 de despesa do candidato de volta à direção nacional. Isso é compatível com repasse partidário seguido de devolução de sobra ou ressarcimento de despesa, não com um ciclo fechado de lavagem. O valor total é baixo e não há indício de empresa fornecedora ou de enriquecimento circular.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 18.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas identificadas como do PT do Ceará (Elmano de Freitas e Rogério Chaves), o que é compatível com um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 18.900 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. Não há indício claro de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza. Faltam elementos para classificar como bizarro ou claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com doações de R$ 2.500 de Francisco Nalio Fernandes para Elmano de Freitas e despesas de R$ 10.000 no sentido inverso, nos mesmos anos (2018 e 2020). Não há informação sobre partido ou coligação de Francisco Nalio Fernandes, nem sobre a natureza das despesas, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços, ressarcimento) ou algo que mereça checagem. O valor total é baixo e a diferença entre doação e despesa não configura, por si só, um fato que destoe do comum.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 53.200,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas entidades e valores modestos (R$ 51.200 de doação de Guilherme para Evandro em 2018/2022 e R$ 2.000 de despesa de Evandro para Guilherme em 2022). A diferença de ordem de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga é grande, mas o valor total é baixo e o fluxo de volta é uma despesa de campanha, não uma doação, o que é compatível com pagamento por serviço ou ressarcimento. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes nem de fornecedor fora do ramo.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 39.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PT e PSD) e valores modestos (R$ 39,5 mil no total), mas as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As doações de Bringel a Evandro (R$ 26 mil) e de Luiz Sérgio a Bringel (R$ 12 mil) podem ser explicadas por alianças locais ou ressarcimentos, e a despesa de Evandro a Luiz Sérgio (R$ 1,5 mil) é pequena. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas no interior, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 41.300,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, com doações de LUIZ SERGIO MENEZES DA COSTA para a campanha de EVANDRO SA BARRETO LEITAO (R$ 39.800 em 2018 e 2022) e uma despesa de volta de R$ 1.500 em 2022. A diferença de ordem de grandeza (a volta é ~3,8% do total doado) e o fato de a despesa ocorrer em ano eleitoral são compatíveis com um ressarcimento de campanha ou pagamento por serviço, não com um ciclo fechado de valores equivalentes. Não há indício de que o retorno seja desproporcional ou de que o fornecedor tenha ramo incompatível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 34.620,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Pedro Victor Colares Gomes de Matos e Eduardo Bastos Barreira/Bastos) que aparecem como doadoras e fornecedoras/credoras em anos distintos (2020, 2022, 2024). As doações recebidas por Pedro Victor (R$ 250 e R$ 370) são de pequeno valor, enquanto os pagamentos feitos por ele a Eduardo somam R$ 34.000,00, o que é compatível com contratação de serviços de campanha (ex.: prestação de serviços gráficos, transporte, etc.) e não com um retorno disfarçado de doação. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado à mesma campanha no mesmo ano ou de forma circular imediata; a diferença de valores e a separação temporal tornam a explicação por relação comercial rotineira mais provável que um esquema de lavagem.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Felipe Saraiva Cartaxo doa R$ 1.480,00 a Pedro Victor Colares Gomes de Matos e, no mesmo ano (2024), a campanha de Pedro Victor paga R$ 10.000,00 a Felipe Saraiva Cartaxo como despesa. Não há informação de partido/coligação comum entre eles nos fatos apresentados, e o valor pago de volta é quase 7 vezes maior que a doação recebida, o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência ou ressarcimento proporcional. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Felipe à campanha.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 640.000,00
IA · deepseek-flash O fluxo é de mão dupla entre o diretório nacional do próprio partido do candidato (PSD) e um candidato a prefeito filiado ao PSD, em 2024. A doação de R$ 620 mil do diretório nacional para o candidato é um repasse partidário típico, e a despesa de R$ 20 mil do candidato para o diretório pode ser devolução de sobra ou ressarcimento, valores compatíveis com essa explicação. Não há entidades de fora do partido nem valores desproporcionais que sugiram algo além do padrão partidário.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 505.464,75
IA · deepseek-flash O fluxo é assimétrico: o PSD Nacional doou R$ 500.000,00 ao candidato do AVANTE, e o candidato teve uma despesa de R$ 5.464,75 com a direção nacional do PSD. Essa despesa de valor muito menor pode ser um ressarcimento, devolução de sobra ou pagamento de serviço, o que explica o retorno sem configurar ciclo fechado relevante. A diferença de partido entre doador e candidato não é incomum em doações de direções nacionais a candidatos de outros partidos em coligações proporcionais.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 33.135,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo fechado entre a campanha de ALEX CANZIANI SILVEIRA e PAULO ALBERTO KRONEIS: uma doação de R$ 3.135,00 do segundo para o primeiro e três despesas somando R$ 30.000,00 do primeiro para o segundo, no mesmo ano de 2018. O valor pago de volta é quase dez vezes maior que a doação recebida, e não há informação de que ambos compartilhem partido ou coligação. Isso não é acusação, mas o ciclo curto e a assimetria de valores justificam uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 86.590,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo espectro político em 2018 (PSD), com Devanil recebendo R$ 13.845,00 e pagando R$ 71.750,00 à campanha de Edimar de Souza Arruda. Valores e fluxos podem ser explicados por repasses de coligação, ressarcimentos ou despesas compartilhadas, mas a diferença de ordem de grandeza e a ausência de detalhamento das despesas impedem uma conclusão segura. Não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para considerá-lo rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas identificadas como filiadas ao PL no Paraná, o que oferece uma explicação simples de aliança partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), com valores e tipos variados, e a terceira entidade não tem partido ou cargo informado, dificultando afirmar se há um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 61.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o mesmo par de pessoas (Antonio de Sousa Ramalho e José Pereira Belém Filho) ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024, 2026), com valores de despesas pagas por Ramalho a Belém Filho (R$ 5.000, R$ 15.000, R$ 40.000) e uma única doação de Belém Filho a Ramalho (R$ 1.000) em 2022. Isso é compatível com uma relação comercial ou de prestação de serviços recorrente entre a campanha e um fornecedor/prestador, e não com um loop fechado de curto prazo. O valor total é modesto e as transações estão distribuídas em anos distintos, sem indício de circularidade imediata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Antonio de Sousa Ramalho e Paulo Cezar Baldan) ao longo de vários anos, com valores modestos (R$ 19 mil no total). As transações são doações de Baldan para a campanha de Ramalho em 2018, 2022 e 2024, e uma despesa de campanha de Ramalho para Baldan em 2022, o que pode ser um pagamento por serviço ou ressarcimento. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a atividade, nem valores discrepantes; o padrão é compatível com relação política ou comercial entre os dois.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 23.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas — Antônio, Adriana (mesmo sobrenome, possível parente) e Roberto — sem que haja partido ou coligação em comum registrada entre eles (PSB e PSD são siglas distintas). O valor de R$ 10.000 sai de Antônio para Adriana em 2022 e retorna de Adriana para Roberto em 2020, com Roberto doando R$ 3.000 a Antônio em 2018/2022, formando um loop temporalmente invertido e sem explicação óbvia de mesma chapa. Não há evidência de irregularidade, mas o padrão de dinheiro circulando entre as mesmas três pessoas físicas sem vínculo partidário declarado merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com partidos diferentes (Antonio é PSB, Adriana é PSD) e inclui um terceiro ator (José Pereira Belém Filho) que não aparece como candidato na lista de entidades. O valor de R$ 10.000 sai de Antonio para Adriana e retorna quase idêntico de Adriana para José, sem que se veja a origem do dinheiro que fecha o loop de volta a Antonio. A ausência de vínculo partidário/coligação declarado entre os envolvidos e o retorno do valor em montante praticamente igual justificam uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Maíra doou R$ 1.000 à campanha de Luiz Carlos e a campanha pagou R$ 15.000 a Maíra como despesa, no mesmo ano de 2024. Não há informação sobre o partido de Maíra, o tipo de serviço prestado, nem se há relação de coligação entre elas. Sem esses elementos, não dá para afirmar que é um padrão legítimo (ex.: prestadora de serviços contratada) nem que há algo claramente fora do comum.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas apenas duas são campanhas identificadas (Daniel Martini e Alexander Grossinsky), ambas do PL de SP, o que é compatível com repasses internos de coligação. Os valores são modestos (R$ 150, R$ 200 e R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores pequenos (R$ 300, R$ 600 e R$ 15.000), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. As entidades principais são do mesmo partido (PL), o que oferece uma explicação plausível de repasses internos ou ressarcimentos, mas a terceira entidade não tem nome identificado e a soma não fecha exatamente o valor total informado. Os fatos são insuficientes para afirmar que há algo rotineiro ou genuinamente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 24.700,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas, Daniel da Rocha Martini (PL) e Thiago Morgado Jorge, com valores modestos (R$ 24.700 no total). A doação de R$ 1.200 de Thiago para Daniel em 2022 e as despesas de R$ 23.500 pagas por Daniel a Thiago em 2020, 2022 e 2024 podem ser explicadas por prestação de serviços de campanha (ex.: fornecedor contratado) combinada com uma doação posterior, sem indicar ciclo fechado anômalo. Não há informação sobre partido de Thiago nem sobre a natureza dos serviços, o que impede afirmar se há ou não vínculo legítimo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 285.084,46
IA · deepseek-flash O fluxo principal é uma doação de R$ 285.082,06 da comissão provisória da REDE Sustentabilidade para a campanha de Daniel da Rocha Martini (PL) em 2020, com um retorno de apenas R$ 2,40 como despesa. O valor de retorno é irrisório (0,0008% do total), o que não configura um ciclo financeiro relevante. A doação de partido para candidato é um padrão legal e comum, e a pequena despesa de volta pode ser um reembolso ou taxa operacional. Não há indício de que o dinheiro tenha voltado de forma significativa à origem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas de partidos diferentes (PRD e MDB) e valores modestos (R$ 11.200 no total), com transações espaçadas entre 2018 e 2024. Há uma inconsistência de nomes (MARIA LUCIANA vs MARIA LUCIENE) que pode indicar erro de cadastro ou pessoas distintas, dificultando a leitura do ciclo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas doações/despesas entre campanhas, mas também não dá para descartar sem checar a identidade exata das partes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.950,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 14.950,00 entre duas pessoas físicas de partidos diferentes (PRD e PMN), mas ambas de SP, com transações espalhadas por vários anos (2018-2022). A maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 13.700,00 paga por Ana Paula a Valdemar, e não uma doação de volta, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado de dinheiro. Sem saber a natureza do serviço/produto por trás da despesa, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem tudo como rotina.