severidade média4 nósIA: plausívelR$ 57.213,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, incluindo Marcel Van Hattem, Douglas Sandri e Tiago Albrecht, todos com histórico de candidaturas pelo partido. As transações são de baixo valor (R$ 5.000 a R$ 46.213,50) e ocorrem em anos eleitorais distintos, sendo compatíveis com doações entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos de despesas de campanha. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores fora de escala que sugiram algo atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 68.742,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do NOVO/RS (Tiago Albrecht e Douglas Sandri) e uma empresa de soluções financeiras, com valores que não são absurdamente díspares entre si. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos por serviços prestados, mas a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para campanha e recebendo de volta merece uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços. Não há um fato isolado que torne a explicação simples implausível, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.261,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. A maior transação é uma doação da Rinobox Soluções Financeiras a Douglas Sandri (R$ 17.049,30), valor que não destoa das demais movimentações e pode ser uma doação empresarial regular. As demais transações são de pequeno valor e compatíveis com repasses partidários, doações entre candidatos da mesma sigla e pagamentos de despesas de campanha. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósR$ 10.445,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 32.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 32,7 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e despesas de campanha. As doações da direção estadual para candidatos do próprio partido e as despesas de candidatos para comitês de aliados são padrões comuns e legítimos. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor estranho ao ramo; o fluxo é compatível com a movimentação financeira ordinária de campanhas de um mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.450,01
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são de valores modestos (R$ 200 a R$ 10.750) em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024). O fluxo inclui doações da direção estadual para candidatos e despesas de campanha, padrão comum em contas partidárias. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de ciclo fechado com valores expressivos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.979,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao partido NOVO no RS, o que torna plausível que as transações decorram de dinheiro partidário circulando entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 29.979,04 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. A Rinobox Soluções Financeiras aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 479,73) é muito inferior ao doado (R$ 17.049,30), o que não configura retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.416,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 18,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem nenhum fato que fuja do padrão esperado para uma mesma coligação partidária. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor muito acima do mercado ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.950,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no RS, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 20 mil a R$ 107,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.729,85
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 22,7 mil no total) e as setas podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma legenda. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores discrepantes ou fornecedores de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.263,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos (R$ 24,2 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e doações entre aliados. As setas são compatíveis com a conta estadual do partido repassando recursos a candidatos e estes devolvendo sobras ou contribuindo para a estrutura partidária, sem indício de enriquecimento ou fornecedor estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação interna de uma mesma legenda.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 20.309,03
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre dois candidatos do mesmo partido (NOVO/RS) e uma empresa de soluções financeiras, mas chama atenção que a RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA aparece simultaneamente como doadora de R$ 17.049,30 para a campanha de Douglas Sandri e como fornecedora que recebeu R$ 479,73 da campanha de Tiago Albrecht. O valor doado pela empresa é uma ordem de grandeza maior que o restante das transações da cadeia, e o ramo de 'soluções financeiras' não tem relação óbvia com serviços de campanha. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.231,22
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem majoritariamente em 2022, dentro do mesmo ciclo eleitoral. O fluxo inclui doações entre candidatos da mesma sigla e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 11,2 mil no total) e compatíveis com movimentação de campanha de pequeno porte.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.764,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 12,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da direção partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 671.934,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 5.000) em transações de ida e volta entre campanhas e a direção estadual. O fluxo principal é a direção estadual repassando recursos a Marcel Van Hattem, que por sua vez doa a outros candidatos da mesma legenda, padrão comum de apoio interno partidário. Não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário ou fornecedor fora do ramo; o total de R$ 671 mil é compatível com movimentação de campanha estadual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 683.463,73
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018-2026), o que é compatível com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido. A empresa Rinobox aparece como doadora de Douglas Sandri e também como fornecedora de Tiago Albrecht, mas os valores são modestos e podem refletir contratação de serviços financeiros de campanha. O ciclo fechado é mais bem explicado por uma cadeia de relacionamentos partidários do que por um esquema atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 686.909,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem concentração temporal anômala, e a Rinobox aparece como doadora de R$ 17 mil a Douglas Sandri e fornecedora de R$ 4,9 mil à campanha de Van Hattem, valores pequenos que não sugerem retorno milionário. Não há indício de empresa alheia ao ramo ou valor de ordem de grandeza destoante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 93.216,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 93 mil no total) e transações típicas de repasse partidário e despesas de campanha. As doações da direção estadual para Giuseppe e a despesa de Giuseppe para Fabio Maia Ostermann são compatíveis com repasses internos e prestação de serviços dentro do mesmo grupo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 94.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (NOVO-RS) e valores modestos (R$ 94.750 no total). As transações são compatíveis com repasses da direção estadual a candidatos e despesas de campanha entre aliados, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 228.350,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são majoritariamente repasses da direção estadual do partido para candidatos filiados, o que é um padrão legítimo e comum. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.283,50 no total) e transações de doação e despesa entre membros do mesmo partido em anos eleitorais distintos, sem indícios de empresa comercial estranha ao ramo ou valores muito acima do mercado. A entidade sem nome (CNPJ 31155420000170) não pôde ser identificada, mas não há elemento concreto que aponte para algo anômalo.
severidade média5 nósR$ 10.073,47
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.200,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são compatíveis com o fluxo normal de repasses da direção estadual para candidatos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 29.200 no total) e as doações entre candidatos do mesmo partido são comuns. O ciclo envolve também comitês de campanha de 2018 e 2022, o que pode gerar coincidências contábeis sem irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.338,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e de estados diferentes (RS e SC), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de anos distintos (2018 e 2022), os valores são modestos e há menções a repasses partidários e despesas de campanha que podem ser ressarcimentos ou apoios entre aliados. Não há um fato concreto e isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.832,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político (Partido NOVO e aliados, com trânsito também por campanha do PL em SC), valores baixos e compatíveis com repasses partidários, doações entre candidatos e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do partido NOVO no RS (Douglas Sandri, Brunno Messina) e a direção estadual do partido, com valores baixos (R$ 1.200 a R$ 5.250) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações internas do partido a candidatos e despesas de campanha, padrão comum em coligações. A presença de Fernanda da Cunha Barth (PL) e da campanha de Marcel Van Hattem (NOVO) não fecha um ciclo suspeito, pois são aliados políticos do mesmo campo. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.485,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 25,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (NOVO entre Douglas Sandri e Brunno Messina), mas Fernanda Barth é do PL e a Rinobox é uma empresa de soluções financeiras que aparece tanto doando quanto recebendo, sem relação óbvia com os demais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, nem uma explicação simples que cubra toda a cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, em 2018 e 2022, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 5.250 por transação). As movimentações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre candidatos da mesma legenda e ressarcimentos/despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 19.476,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doou R$ 17.049,30 para a campanha de Douglas Sandri em 2022 e, no mesmo ano, recebeu R$ 217,37 de volta da campanha de Vitor Roberto Amaral dos Santos, que por sua vez foi financiado pela direção estadual do partido. Apesar de todos serem do NOVO/RS, a empresa aparece nos dois lados da cadeia (doadora e fornecedora) e o valor doado é cerca de 78 vezes maior que o recebido de volta, o que não se explica por mera coincidência de coligação. Esse vaivém entre doador e fornecedor na mesma campanha merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.454,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no RS, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas com fornecedor comum. O valor total é baixo (R$ 21,4 mil) e as transações estão espalhadas por vários anos, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo pleito. A Rinobox aparece tanto como doadora de Douglas Sandri quanto como fornecedora de Tiago Albrecht, mas os valores e a diferença de anos não permitem afirmar que há um loop artificial. Não há fato concreto que destoe claramente do padrão partidário-eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.105,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 11.105 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações internas entre correligionários e repasses partidários. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto — como valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo fechado entre desconhecidos — que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.515,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 13,5 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha. O fluxo 'DOUGLAS SANDRI -> Direção Estadual' é uma despesa paga ao partido, e 'Direção Estadual -> HENRIQUE ZEILMANN' são doações do partido ao candidato, padrão comum. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.048,86
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são compatíveis com o fluxo normal de repasses da direção estadual para candidatos e doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 15 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo grupo político, não havendo indício de anormalidade que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.785,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 23.785,43, mas as transações estão espalhadas por anos e partidos diferentes (NOVO, PL e uma campanha de 2018), sem coligação ou conta partidária comum que explique o retorno do dinheiro. A RINOBOX SOLUÇÕES FINANCEIRAS LTDA doa R$ 17.049,30 a DOUGLAS SANDRI em 2022 e depois recebe R$ 486,13 de FERNANDA DA CUNHA BARTH, fechando um loop em que a empresa aparece nos dois sentidos. O fato de uma empresa de soluções financeiras doar para um candidato e, na mesma cadeia, receber despesa de outra campanha justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.479,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do partido NOVO no RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 22,4 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Rinobox aparece tanto doando a Douglas Sandri quanto recebendo despesa de Tiago Albrecht, mas sem mais contexto não é possível afirmar que fuja do padrão de uma mesma rede partidária. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.916,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do partido NOVO no RS em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que é compatível com uma rede de aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 10,9 mil no total) e as transações são de naturezas distintas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não há elementos que expliquem completamente o fechamento do ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.379,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do partido NOVO no RS (Douglas Sandri e Tiago Albrecht) e uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doou R$ 17.049,30 a Sandri em 2022, enquanto Albrecht pagou R$ 479,73 à mesma empresa. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao doador original. Não há um fato concreto que fuja do que se espera de movimentações entre aliados partidários e prestadores de serviços, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.794,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do NOVO/RS (Douglas Sandri e Giuseppe Riesgo) e duas empresas sem nome identificado, com valores modestos (R$ 12,8 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há um intermediário (FABIO MAIA OSTERMANN) que não é claramente parte da mesma coligação, mas também não há indício forte de irregularidade. O valor total é baixo e as conexões partidárias parciais tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.802,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes, mas as transações são de naturezas distintas: doações de empresas a candidatos e despesas de campanha a fornecedores. A Rinobox doou R$ 17.049,30 a Douglas Sandri, que gastou R$ 28.000,00 com o Facebook; Danilo Aragão recebeu R$ 1.500,00 do Facebook e pagou R$ 253,45 à Rinobox. Não há um fluxo claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem, e os valores não são idênticos nem de mesma ordem de grandeza, o que enfraquece a hipótese de ciclo fechado intencional.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.302,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (NOVO/RS, PP/RS, PRTB/DF) e uma empresa de tecnologia (Facebook) que aparece como destino de despesas de campanha, o que é comum. Porém, a doação da Rinobox Soluções Financeiras a Douglas Sandri (R$ 17.049,30) e a subsequente despesa de Danilo Aragão Lima à mesma Rinobox (R$ 253,45) criam um elo indireto entre campanhas sem conexão partidária ou geográfica evidente. O valor total é modesto e as transações estão espalhadas em anos diferentes, mas a combinação de uma empresa de serviços financeiros doando para um candidato e recebendo pagamento de outro candidato de partido distinto merece uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.311,44
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos entre campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 38 mil no total) e as setas envolvem doações e despesas típicas de campanha, como repasses de direção municipal e pagamentos a fornecedores. O ciclo fechado pode ser coincidência de uma rede partidária pequena, sem indicar qualquer irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 81.943,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem coligação ou partido comum evidente, o que enfraquece a explicação por repasse partidário. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações são de naturezas distintas (doação de empresa, despesa com fornecedor, doação de empresa a candidato), o que pode ser coincidência de rede. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 478.127,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PRTB) e empresas de ramos distintos (rede social e soluções financeiras), mas os valores e anos não fecham um loop claro: as transações ocorrem em anos variados (2018 e 2022) e os montantes não retornam ao ponto de partida de forma exata. A doação da Rinobox a Marcel Van Hattem (R$ 68.800,61) é próxima, mas não igual, à despesa dele com Facebook (R$ 163.000,00 em 2022), e a doação do Facebook a Danilo Aragão (R$ 1.500,00) é muito inferior à despesa deste com a Rinobox (R$ 253,45). Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte o suficiente para caracterizar 'bizarro'.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 70.200,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2022: a empresa Rinobox doa R$ 68.800,61 a Marcel Van Hattem, que paga despesa de R$ 420 a Maria Agostina, que doa R$ 500 a Tiago Albrecht, que paga R$ 479,73 à Rinobox. O ponto que chama atenção é a empresa Rinobox aparecer simultaneamente como doadora de valor alto para a campanha de Van Hattem e como recebedora de despesa da campanha de Tiago Albrecht, ambos do NOVO/RS, fechando um loop com valores muito díspares. Isso não é prova de irregularidade, mas a combinação de doação empresarial relevante com pagamento de volta à mesma empresa na cadeia justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 665.854,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (NOVO-RS) e candidatos filiados ao NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos entre direção estadual e campanhas. Os valores são modestos (R$ 665 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação (R$ 500 mil da direção estadual para Marcel Van Hattem em 2026) é compatível com repasse de recursos partidários a candidato do próprio partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 87.116,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (NOVO) e uma empresa de consultoria/tecnologia que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 120.351,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 120 mil, com uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) doando R$ 68,8 mil a Marcel Van Hattem e recebendo de volta R$ 217 de despesas de Vitor Amaral, enquanto Van Hattem repassa R$ 48,3 mil à campanha de Felipe Zortea. Embora todos os nomes estejam ligados ao partido NOVO no RS, o fato de uma empresa de 'soluções financeiras' doar valor alto a um senador e aparecer no meio de um ciclo fechado com um vereador e outra campanha merece checagem humana. Não há explicação simples e documentada para o papel da Rinobox nesse fluxo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 716.268,70
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre diretórios e campanhas da mesma legenda, o que é um padrão comum e legal. Os valores são modestos (R$ 716 mil no total) e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. O ciclo envolve apenas aliados do mesmo partido, sem fornecedores externos ou valores atípicos. Não há indício de irregularidade que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 718.268,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente entidades do mesmo campo político (NOVO/RS), com doações da direção estadual do partido para Marcel Van Hattem e despesas dele para outra campanha do partido, o que é um padrão legítimo de repasse interno. A participação de Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) é periférica e de valor baixo (R$ 1.500), sem indicar um loop fechado entre adversários. Não há um fato concreto que destoe, como valores de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 724.268,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul (direção estadual, o senador Marcel Van Hattem e o vereador John Cassiel Carvalho Cardoso), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação partidária rotineira, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão. A doação de R$ 500 mil da direção estadual para Van Hattem em 2026 é o maior valor, mas ainda dentro do esperado para uma candidatura majoritária. Não há fato concreto que fuja da explicação simples de circulação de recursos dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 714.993,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul: a direção estadual repassa recursos a Marcel Van Hattem, que faz despesas com a campanha de Felipe Zortea Camozzato (mesmo partido), e Claudia Thompson também aparece como candidata do NOVO. As transações são compatíveis com repasses internos de direção partidária, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedores de ramo estranho. O valor de R$ 500.000,00 doado pela direção estadual a Van Hattem em 2026 é alto, mas dentro do esperado para uma candidatura majoritária, e não há indício de retorno do dinheiro ao doador original.