Cada sinal abaixo é um ciclo real de movimentação encontrado na base inteira: dinheiro que saiu de uma campanha e, seguindo doações e despesas, voltou pra mesma cadeia. Isso é indício, não prova — pode ser coincidência entre campanhas de coligação, ressarcimento, ou merecer uma checagem manual mais de perto. Cada seta é uma doação recebida ou uma despesa paga de uma campanha à seguinte da cadeia, até o dinheiro voltar a quem começou.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (ELEGIS) doa R$ 125.154,99 para a campanha de Paulo Roberto Fiorilo e, no mesmo ano de 2026, a campanha paga R$ 1.961,17 de volta à mesma empresa. A assimetria é enorme — a empresa devolveu à campanha cerca de 64 vezes o valor que recebeu dela — e não há indicação de coligação, partido ou relação societária que explique naturalmente esse fluxo. Isso não é prova de irregularidade, mas o padrão de 'empresa doa alto e recebe de volta pouco da mesma campanha' merece checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas ao PT em SP, com valores modestos (R$ 2.000, R$ 10.000 e R$ 5.000) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações são de naturezas diferentes (doação, doação, despesa) e não há indício de que o dinheiro tenha retornado ao ponto de origem no mesmo ciclo eleitoral. Não há fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas, todas do PT de São Paulo, com valores modestos (R$ 10.000 de doação, R$ 3.000 de despesa e R$ 1.033 de doação). A soma total de R$ 14.033 não é anômala para campanhas municipais e a conexão partidária comum (PT/SP) oferece uma explicação simples: doações e despesas entre aliados do mesmo diretório. Não há indício de empresa fornecedora, valor desproporcional ou ramo estranho que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas ao PT em SP, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 10.000) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas ligadas ao PT em SP, com valores modestos (R$ 22,4 mil no total) e transações espaçadas em anos diferentes (2018, 2020). A doação de Paulo Roberto Fiorilo a Manoel Del Rio Blas Filho e a despesa de Manoel a Osmar Silva Borges podem ser explicadas por relações partidárias e de campanha, mas o retorno a Paulo não está claramente documentado nas transações listadas. Não há um fato agudo que indique algo claramente anômalo, mas também não é possível descartar coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Paulo Roberto Fiorilo e Matias Vieira) com transações em anos distintos (2018 e 2022), valores modestos (R$ 10.000 e R$ 4.000) e tipos diferentes (doação e despesa). Não há informação sobre partido ou coligação de Matias Vieira, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. O intervalo de quatro anos e a ausência de outros elementos não permitem classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 20.000 entre duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 15.000 em 2020 e uma despesa de R$ 5.000 em 2024, em anos diferentes. Os nomes são muito parecidos (SUELI DE FATIMA ALMEIDA MACHADO vs SUELI DE FATIMA DE ALMEIDA MACHADO), o que pode indicar a mesma pessoa ou um erro de cadastro, mas não há informação suficiente sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço para dizer se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. Não há fato concreto que destoe o suficiente para classificar como bizarro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2024) e valores modestos (R$ 450 a R$ 25.000), sem que se possa afirmar que há um mesmo grupo político ou coligação conectando todas as pontas. As transações são de naturezas distintas (doação e despesas) e separadas por seis anos, o que enfraquece a leitura de um loop coordenado. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não há elemento que permita descartar de plano.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Paulo Batista dos Reis e Kátia de Jesus da Silva) com transações de ida e volta entre 2020 e 2026, mas os fatos não informam partido ou coligação de Kátia, impossibilitando avaliar se há vínculo político legítimo. Os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de concentração temporal ou desproporção. Não há elemento concreto que caracterize padrão atípico, mas também não se pode afirmar que seja rotineiro sem saber a relação entre as partes.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (REIS), sugerindo relação familiar próxima, e valores modestos (R$ 2.000 de doação e R$ 11.689,58 em despesas). A doação de uma pessoa física para campanha e o pagamento de despesas de campanha para essa mesma pessoa são movimentações típicas e legalmente permitidas, ainda que exijam registro. Não há indício de empresa, fornecedor sem relação com o serviço ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas e R$ 19.500, com uma doação de R$ 15.000 em 2022 e uma despesa de R$ 450.000 (R$ 4.500) em 2018, em sentidos opostos e anos diferentes. Não há informação sobre partido/coligação da outra entidade nem sobre a natureza do serviço pago, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: mesma coligação, ressarcimento) ou algo que mereça checagem. Os fatos disponíveis não apontam claramente para nenhum dos lados.
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 20.755 entre Daniel de Castro Sousa (PP-DF) e Bryan Rogger Alves de Sousa, com doações de Bryan para Daniel (2018 e 2022) e despesas de Daniel para Bryan (2018). Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, podendo ser explicadas por contratação e posterior devolução/ressarcimento, ou por relação pessoal/familiar (sobrenomes coincidentes). Não há informação sobre partido de Bryan, vínculo societário ou ramo de atividade que permita qualificar o caso como claramente estranho ou rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 1.000 em cada ponta) e pessoas com o mesmo sobrenome 'Correa dos Santos', o que sugere possível relação familiar, mas os partidos são diferentes (PV e AVANTE) e os anos das transações não fecham um ciclo no mesmo pleito. A transação de maior valor (R$ 10.000) é de 2024 e vem de terceiro (MARCIO ADRIANO PORTELA) para MAURO, não completando o loop descrito. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre parentes/aliados, mas também não há elementos suficientes para descartar estranheza.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 13.760 entre duas pessoas de partidos diferentes (PV e UNIÃO) em Goiás, no mesmo ano de 2020. A doação de R$ 10.000 de um candidato a deputado federal para um candidato a prefeito e o retorno de R$ 3.760 como despesa paga pela campanha do prefeito ao doador podem ser explicados por apoio político local, prestação de serviço ou ressarcimento, mas a diferença de partidos e o fechamento do ciclo em um único ano impedem descartar completamente a necessidade de checagem. Não há valor exorbitante nem fornecedor de ramo estranho que caracterize um sinal claramente bizarro.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 20.000 entre Lucas de Carvalho Antonietti e Luis Claudio Miquelino Nunes, com uma doação em 2020 e uma despesa em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Luis Claudio, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: mesma coligação, ressarcimento) ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e o intervalo de 4 anos entre as transações reduz a caracterização de ciclo curto e fechado.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Sheyla Felix de Macedo doa R$ 1.000 à campanha de Andreia Moura Zemuner e, no mesmo ano de 2018, a campanha de Andreia paga R$ 10.000 a Sheyla como despesa. O valor de volta é dez vezes maior que o da ida, e não há informação de partido/coligação comum ou de vínculo que explique a assimetria. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Thiago doa R$ 700 a Ana Maria e, no mesmo ano (2022), a campanha de Ana Maria paga R$ 20.000 a Thiago. Não há informação de partido/coligação comum entre eles que explique a reciprocidade, e o valor de volta é quase 30 vezes maior que o da ida, o que foge do padrão de simples ressarcimento ou devolução de sobra. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 30.000, R$ 606 e R$ 500) e a transação de 2022 (R$ 606) pode ser um ressarcimento ou doação pontual, sem conexão direta com o ciclo principal. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (UNIÃO, PTB, REPUBLICANOS) em Goiás, mas em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um esquema coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 44 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (UNIÃO e PDT) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 7.000 de doação, R$ 10.000 de doação e R$ 18.200 de despesa) e a cadeia não é totalmente fechada no mesmo ano, dificultando caracterizar um loop claro. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Anderson de Paula Silva e Renato Barroso Ribeiro), com uma doação de R$ 11.100 em 2024 e uma despesa de R$ 18.200 em 2020. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre eles, mas também não há elemento concreto que destoe do padrão de relacionamento político local.
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção municipal do partido e o próprio candidato, com repasses de recursos partidários (R$ 54.218,80) e uma despesa de volta à direção (R$ 5.324,40). Esse tipo de movimentação é típico de repasses de verba partidária a candidatos e de devolução/ressarcimento de sobras ou gastos não utilizados. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valores desproporcionais.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do partido (CIDADANIA) e um candidato a prefeito filiado à UNIÃO, mas o fluxo é típico de repasses partidários: o partido doa R$ 8.351,65 ao candidato e o candidato paga R$ 30.000,00 de despesas à mesma direção municipal. Isso pode ser devolução de sobra de campanha, ressarcimento de despesas ou transferência de recursos entre legendas aliadas, sem indicar necessariamente irregularidade. O valor de ida e volta não é idêntico e a diferença é compatível com acerto de contas. Não há elemento concreto que fuja do padrão comum de movimentação partidária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Miguel Barbosa da Silva doou R$ 25.000,00 para a campanha de Carlos Alves dos Santos em 2020, e em 2024 a campanha de Carlos pagou R$ 3.644,58 a Miguel como despesa. Os valores e anos são diferentes, e não há informação sobre partido de Miguel nem sobre a natureza do serviço prestado em 2024, o que impede afirmar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. Não há fato concreto que caracterize padrão anômalo, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Renato Fernandes Ferreira e Izalci Lucas Ferreira, com sobrenome em comum, o que sugere possível relação familiar. As transações são de baixo valor (R$ 21 mil em doações e R$ 6 mil em despesas) e ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), sem um padrão de ida e volta no mesmo período. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um loop suspeito ou de mera coincidência.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre o deputado Izalci Lucas Ferreira e Nair Lelis de Sousa, sem indicação de partido ou coligação comum que explique a relação. O valor de saída da campanha para Nair (R$ 36.600,00 em 5 despesas) é mais de 2.000 vezes maior que a doação de volta (R$ 16,00), o que não se assemelha a um ressarcimento ou devolução de sobra. A assimetria extrema e a ausência de vínculo partidário declarado justificam uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas delas candidatos de partidos diferentes (PL e PSDB) e uma terceira sem partido identificado. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não são equivalentes: a maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 36.600 de Izalci para Nair, enquanto a doação de Nair para Sergio é de apenas R$ 1.500. Não há um ciclo curto e fechado com valores simétricos que caracterize um retorno do dinheiro, nem elementos que sugiram uma explicação típica de mesma coligação ou repasse partidário.
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 13.121,45 entre Adriana Sanches Galdeano Borgo (PP) e Vilson Aparecido Fernandes, com doações de Vilson para Adriana (R$ 8.791,00) e despesas de Adriana para Vilson (R$ 4.330,45). Não há informação sobre partido ou coligação de Vilson, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e as transações se distribuem por vários anos, mas o ciclo fechado entre as mesmas duas pessoas sem justificativa aparente merece uma checagem humana para descartar irregularidade.
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome composto (GALDEANO BORGO), sugerindo vínculo familiar direto, e valores modestos (R$ 15,6 mil no total). A doação de uma pessoa física para campanha de parente e o pagamento de despesa de campanha a essa mesma pessoa são padrões comuns e legítimos em campanhas municipais. Não há indício de empresa, fornecedor de ramo estranho ou valor fora de escala.
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Angela doa R$ 1.000 à campanha de Lia e, no mesmo ano, a campanha de Lia paga R$ 10.000 a Angela como despesa. O valor de volta é dez vezes maior que o da ida, e não há indicação de partido/coligação comum ou de relação comercial que explique o pagamento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e o vínculo entre as duas.
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 16.000 entre a campanha de LIA LOPES ALMEIDA (PSB) e AMARO BRAZ DA SILVA JUNIOR, com uma doação de R$ 1.000 e uma despesa de R$ 15.000 no mesmo ano. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de Amaro, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor é modesto e não destoa, mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o sinal sem elementos para uma conclusão.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas: Ana Carolina da Silva doou R$ 3.000 para a campanha de Rodrigo Penasso da Silva (MDB) e recebeu R$ 10.000 em duas despesas da mesma campanha em 2024. Não há informação sobre o vínculo entre elas, o ramo de atividade de Ana Carolina ou a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se o retorno financeiro maior que a doação é um pagamento legítimo por serviços ou algo que mereça checagem. O valor total (R$ 13 mil) é baixo e o padrão 'doador que também é fornecedor' é comum em campanhas municipais, mas a ausência de detalhes sobre a relação e os serviços prestados deixa o caso em aberto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 9.000 de Celino para Rodrigo e despesas de R$ 7.000 de Rodrigo para Celino, em anos diferentes (2020 e 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Celino, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor é modesto e a diferença entre doação e despesa pode ser explicada por ressarcimento ou prestação de serviços, mas a ausência de contexto não permite descartar nem confirmar estranheza.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: uma doação de R$ 50.000 de Alberto Mourão para Raquel Chini em 2020, e transações de R$ 2.500 e R$ 2.250 entre Raquel e Carlos Alberto, sem que este último apareça como entidade nomeada. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e os partidos (MDB e PSDB) não são os mesmos, mas o baixo valor das pontas e a ausência de dados sobre Carlos Alberto impedem afirmar que há um padrão claro de retorno de recursos. Não há fato concreto que configure um loop fechado e suspeito nos termos descritos.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e em sentidos opostos: uma despesa de R$ 1.000 em 2022 e doações de R$ 18.200 em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Walter Mendes Magalhães Junior, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O valor total é modesto e a diferença temporal enfraquece a ideia de um loop imediato, mas a ausência de dados sobre a outra parte deixa o caso sem elementos suficientes para uma conclusão.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PSD e MDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. Além disso, há uma assimetria grande de valores: Alessandra doa R$ 861,00 a Cassio, e Cassio paga R$ 10.000,00 a Robson, que havia doado apenas R$ 50,00 a Alessandra — o elo de saída é cerca de 116 vezes maior que o de entrada. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de simples ressarcimento ou repasse interno de mesma coligação.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 46,5 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades são de partidos distintos (PSD e MDB) e cargos diferentes, mas há vínculos plausíveis entre campanhas no mesmo estado. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PSD e MDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. O valor que retorna a Cássio (R$ 861,00) é muito superior à doação inicial de R$ 50,00, e a maior transação é uma despesa de R$ 12.000,00 paga por Cássio a Antônio Pio Neto, que não tem relação óbvia com o serviço prestado. A assimetria de valores e a ausência de elo partidário dificultam uma explicação simples, justificando checagem humana.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (TRIPOLI), atuando em cargos e partidos diferentes em SP, e uma terceira pessoa (LEIA ALBUQUERQUE RODRIGUES) que aparece como doadora e fornecedora. As transações são de baixo valor (R$ 2.800 a R$ 20.000) e distribuídas ao longo de 2018 e 2022, o que é compatível com doações entre familiares/aliados e pagamentos de despesas de campanha. Não há indício de empresa fachada, valor fora de escala ou ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário. O padrão se explica por relações pessoais e políticas plausíveis, sem fato que force uma checagem manual prioritária.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com sobrenome TRIPOLI (possivelmente parentes) e uma terceira, ALMIR MARIA VASCONCELOS TAVARES, que aparece como doador e depois como fornecedor de despesa. Os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há explicação simples evidente (partidos diferentes, anos distintos), o que deixa o caso no limbo.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas delas filiadas ao PT (Paulo Batista dos Reis e João Ananias Moreira Silva), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária. Os valores são modestos (R$ 26 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou vínculo comercial incompatível. Faltam elementos concretos que justifiquem priorização manual.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 700 de doação e R$ 11.500 em despesas) e anos distintos (2020 e 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Renata Pereira da Silva, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão pode ser explicado por contratação de serviços ou reembolso, mas a ausência de detalhes sobre a natureza das despesas mantém o caso em aberto.
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas delas (Paulo Batista dos Reis e João Ananias Moreira Silva) são do PT de SP, o que dá uma explicação partidária plausível para a movimentação. Porém, o terceiro elo (André Andrade da Silva) não tem partido/cargo informado, e as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 17.200 no total) e as quantidades pequenas, sem indício de desproporção. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente a circularidade.
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas em um intervalo curto (2024), com valores que retornam quase integralmente ao ponto de partida: João Ananias recebe R$ 13.000 de Paulo e paga R$ 15.000 a Kátia, que por sua vez doou R$ 5.000 a Paulo. Ainda que todos sejam do PT/SP, o fluxo não é o padrão típico de repasse partidário (conta nacional → candidatos) nem de devolução de sobra, pois envolve pessoas físicas em sentidos alternados e valores próximos, o que justifica uma checagem humana.