severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.560,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas candidatas do PSOL/MG, e transações de baixo valor (R$ 14.560,05 no total) distribuídas entre 2018, 2022 e 2024. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com ressarcimentos, prestação de serviços entre militantes ou repasses internos de uma mesma corrente partidária. Não há um fato isolado — como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo — que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.487,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,4 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (TALLIA e DUDA no PSOL/MG), mas HELTON é do PSD, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.994,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PSOL-MG) em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha rotineiras. Os valores são modestos (R$ 8.454,70; R$ 4.984,00; R$ 1.500,00; R$ 55,86) e não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho ou valor fora de escala. Não há fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 10.960,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 10.960,42 no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2024. As doações da direção partidária a candidatos do próprio partido e despesas de campanha entre filiados são padrões comuns e legítimos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao meio político, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 78.715,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL em Minas Gerais (direção estadual, candidata a vereadora e candidata a deputada federal), o que é compatível com repasses internos do partido e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 78,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.244,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais, e as transações envolvem doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, o que é um padrão comum em campanhas eleitorais. Os valores são relativamente baixos (R$ 17,2 mil no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018-2022), sem um ciclo curto e fechado que sugira conluio. A movimentação pode ser explicada por apoio mútuo entre candidatos da mesma coligação ou ressarcimentos internos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.436,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,4 mil) e todas as pessoas identificadas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de campanhas do mesmo partido. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há indício de empresa comercial no ciclo nem valor fora de escala, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.451,53
severidade média4 nósR$ 10.457,58
severidade média4 nósR$ 10.455,08
severidade média4 nósR$ 10.453,07
severidade média4 nósR$ 10.485,24
severidade média4 nósR$ 10.441,93
severidade média4 nósR$ 10.480,08
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.582,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com valores baixos (R$ 11,5 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha, como ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou de fornecedor fora do ramo; o fluxo é típico de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.853,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, no mesmo ano eleitoral de 2018, com valores baixos (R$ 11.853,07 no total). As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre candidatos da mesma chapa e pequenos ressarcimentos de despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.010,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, todos do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral, com a maior parte sendo doação da direção partidária para Dario (R$ 6.573,46) e deste para a campanha de Áurea (R$ 90,00), além de doação da campanha de Áurea para Pollyana (R$ 2.785,00) e despesa de Pollyana para a direção (R$ 83,52). Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária; o fluxo é compatível com movimentação financeira típica de campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósR$ 10.446,93
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.566,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais (direção estadual, Dario Ricardo Braga de Moura e Leandra Du Art, ambos candidatos do PSOL/MG em 2018) e a campanha de Áurea Carolina, também do PSOL. As transações são de valores baixos (R$ 4.385, R$ 6.573, R$ 90 e R$ 39,81) e ocorrem todas em 2018, ano eleitoral. O padrão é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma coligação e pequenos ressarcimentos, sem indício de anomalia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.778,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, no mesmo ano de 2018, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 20,7 mil no total) e as transações têm direções e tipos variados (doação e despesa), sem um retorno exato de valor à origem. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.250,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com valores modestos (R$ 21.250,08 no total). As transações são compatíveis com repasses internos de partido, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala. O loop pode ser explicado por movimentação financeira rotineira dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósR$ 10.304,03
severidade média5 nósR$ 10.317,58
severidade média5 nósR$ 10.319,03
severidade média5 nósR$ 10.315,57
severidade média5 nósR$ 10.347,74
severidade média5 nósR$ 10.284,43
severidade média5 nósR$ 10.250,08
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.779,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais em 2018: a direção estadual do partido, uma candidata a senadora, uma candidata a deputada estadual e a campanha de um deputado estadual do mesmo partido. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha (doação da direção partidária a candidata, despesa de candidata com outra campanha do partido, doação entre campanhas aliadas e pequeno ressarcimento à direção). Os valores são modestos e não há fornecedor externo sem relação partidária nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.592,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais em 2018: a direção estadual do partido, uma candidata ao Senado, um candidato a deputado federal e uma candidata a deputada federal, além de uma campanha estadual do mesmo partido. As transações são de baixo valor (R$ 21,6 mil no total) e compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo. O fluxo fecha o ciclo porque todos pertencem à mesma estrutura partidária, o que é um padrão comum e legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.606,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 21,6 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo porque todos pertencem à mesma rede partidária, o que é comum em coligações e não indica por si só irregularidade. Não há valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor com ramo estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.608,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com valores modestos (R$ 21,6 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha: doação da direção estadual a candidata, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha pagas a outros comitês. Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de escala ou empresa privada recebendo de volta montante expressivo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.604,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano eleitoral (2018), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma chapa e despesas compartilhadas de campanha. Os valores são modestos (R$ 21,6 mil no total) e as transações individuais são de baixa ordem, sem salto inexplicável. A presença de uma empresa sem nome identificado e de uma campanha de terceiro (Rafael Barros Gomes) como intermediária não chega a configurar um fato que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.636,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, todos no mesmo partido e no mesmo ano eleitoral (2018). As transações são de valores modestos (R$ 21,6 mil no total) e compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo, mas dentro de uma mesma coligação/partido, o que é um padrão comum e legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.573,29
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. O fluxo é compatível com repasses internos do partido a candidatos e doações entre candidatos da mesma legenda, além de uma despesa de valor baixo (R$ 20,21) que pode ser ressarcimento. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.251,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais em 2018: a direção estadual do partido, uma candidata a senadora, uma candidata a deputada federal e uma campanha de deputado estadual do mesmo partido. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha (doação da direção partidária a candidata, despesas de uma campanha com outra do mesmo partido e devolução/ressarcimento de pequeno valor à direção). Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.192,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, todos do mesmo partido, no mesmo ano eleitoral (2018). Os valores são modestos (R$ 11,2 mil no total) e as transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas operacionais. Não há fornecedor externo sem relação partidária nem valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.206,44
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL de Minas Gerais, e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. O ciclo envolve doações da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos para outras campanhas do mesmo campo político, valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e compatíveis com repasses internos e ressarcimentos. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que dificulte a explicação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.208,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, todos do mesmo partido, em 2018. As transações são de valores modestos (R$ 11,2 mil no total) e compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha. O padrão é típico de movimentação financeira dentro de uma mesma coligação/partido, sem indícios de anormalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.204,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, todos do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 11,2 mil no total) e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral (2018), com a direção estadual aparecendo como origem de recursos para uma candidata e destino de despesa de outra. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor muito acima do padrão ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.236,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 11.236,60 no total) e transações típicas de campanha: doações da direção estadual a candidata, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo porque a candidata Pollyana pagou despesa à direção estadual, que havia doado a Áurea, e esta pagou despesa à campanha de Leandrinha, que doou a Dário, que doou a Pollyana — tudo dentro da mesma rede partidária e no mesmo ano eleitoral (2018). Não há indício de empresa comercial ou valor atípico que fuja do padrão de movimentação interna de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.173,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com valores modestos (R$ 11 mil no total) e transações que se encaixam em padrões comuns de campanha: repasse da direção estadual a candidata, doação entre candidatos do mesmo partido e despesa de campanha paga a outra campanha. O valor mais alto (R$ 6.772,57) é justamente o repasse inicial da direção partidária, o que é rotineiro. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário claro.
severidade média4 nósR$ 10.305,39
severidade média4 nósR$ 10.318,94
severidade média4 nósR$ 10.320,39
severidade média4 nósR$ 10.316,93
severidade média4 nósR$ 10.349,10
severidade média4 nósR$ 10.285,79
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 131.391,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PSOL-MG) e valores modestos, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 125 mil da direção estadual para Eduardo Evangelista) é um repasse partidário típico, e as demais somam valores pequenos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas o encadeamento fechado entre cinco entidades justifica uma conferência rápida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 131.405,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a uma consultoria. A maior transação (R$ 125 mil) é da direção estadual para um candidato do próprio partido, padrão legítimo de repasse. Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.